70% do mandato e nenhuma creche: Rodrigo Farias confronta promessas e gastos de Raquel

O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Rodrigo Farias (PSB), fez uma dura fala em sessão plenária para cobrar da governadora Raquel Lyra o cumprimento de promessas feitas na campanha eleitoral, principalmente a de criar 60 mil vagas em creches. O deputado destacou que já se passaram 70% do mandato da governadora e, até o momento, nenhuma creche foi entregue no Estado. Segundo Farias, Raquel Lyra segue fazendo promessas sem cumprir as que fez na campanha.

Rodrigo Farias foi incisivo ao cobrar também a entrega de escolas em tempo integral e maternidades prometidas em 2022. Para o parlamentar, além das creches, outras demandas centrais para a educação e saúde seguem sem resposta. O parlamentar lembrou que Raquel conseguiu rapidamente, com apenas dois meses de mandato, em fevereiro de 2023, destinar R$ 80 milhões para a desapropriação do Colégio Americano Batista. E depois outros R$ 100 milhões para o prédio dos Correios. No entanto, os dois prédios continuam abandonados.

“Com os R$ 80 milhões utilizados na desapropriação do Colégio Americano Batista, que foi desapropriado há mais de dois anos, já seria possível construir catorze creches”, destacou Farias.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve enviar ao Congresso Nacional, hoje, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê tarifa zero para transporte coletivo aos finais de semana em todo o país.

Lula anunciou a medida na semana passada, a dez dias das eleições do segundo turno, e afirmou que o custo da medida será compensado pela dinuição de emendas parlamentares.

Lula afirma que a proposta é uma ampliação dos benefícios do fim da escala 6×1, que permitirá que os trabalhadores aproveitem melhor os dias de folgas.

O transporte público com passe livre aos finais de semana já ocorre em regiões como São Paulo e Distrito Federal, que tem gratuidade aos domingos.

Para ser aprovada, precisa ser analisada pela Câmara e pelo Senado, com votação em dois turnos em cada Casa, e obter, em cada votação, o apoio de três quintos dos parlamentares: 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores.

Se Câmara e Senado aprovarem o mesmo texto, a emenda é promulgada pelas Mesas das duas Casas, sem necessidade de sanção do presidente da República; se o Senado alterar o texto aprovado pelos deputados, ou vice-versa, a parte modificada precisa voltar à Casa anterior para nova análise.

Lavareda vê reação de Lula nas ruas e redes apertar disputa contra Flávio

A quatro dias da eleição, o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda avalia que Flávio Bolsonaro (PL) segue como favorito na disputa presidencial, mas em uma posição mais vulnerável do que na primeira semana do segundo turno. Em entrevista, ontem, ao podcast Direto de Brasília, ele atribuiu a mudança no quadro eleitoral à reação de Lula (PT) nas ruas e nas redes sociais.

Lavareda lembrou que Flávio chegou a abrir seis pontos na primeira semana do segundo turno e era, naquele momento, o “favorito absoluto, indiscutível”. O quadro começou a mudar, segundo ele, com a retomada das mobilizações favoráveis a Lula e com o desempenho do petista no ambiente digital. “É incontestável que a mudança de cenário da primeira para a segunda semana do segundo turno ocorreu por conta de uma onda produzida a partir de dois vetores, que foram as ruas e as redes sociais”, afirmou.

Participei, há pouco, em Brasília, do jantar de anúncio dos finalistas do Prêmio de Jornalismo Engenho, um dos mais concorridos e credenciados da capital federal, organizado e promovido há 22 anos pela minha amiga jornalista Kátia Cubel.

Lá, revi muita gente, dentre outros colegas finalistas, a jornalista Ana Flor, comentarista da Globo News, na foto. Também encontrei por lá velhos amigos, como os jornalistas Heraldo Pereira, da Globo, José Maria Trindade, da Jovem Pan, Ana Dubeux, diretora de jornalismo do Correio Braziliense, e Denise Rothenburg, colunista política do mesmo jornal, além do ministro José Múcio Monteiro, da Defesa, que integrou o júri.

Caruaru - Minha rua nova

O escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu R$ 4 milhões do escritório de Edvaldo Nilo semanas antes de o também advogado ter sua recondução ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) discutida no Senado e aprovada com dois votos do agora candidato à Presidência da República.

Nilo, que fez parte da Comissão de Ética Pública entre 2022 e 2025, indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, é conselheiro do CNMP desde 2023 na vaga destinada à Câmara dos Deputados. No ano passado, a recondução dele precisou ser aprovada pelo Senado. As informações são do Metrópoles.

Ipojuca - Na palma da sua mão

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está conversando com a TV Globo para que haja checagem de fatos no último debate presidencial do segundo turno das eleições, que ocorrerá nesta sexta-feira (23/10), e será apresentado pela emissora.

Segundo o senador e coordenador político da campanha petista, Camilo Santana (PT-CE), a equipe de Lula quer que haja verificação de informações durante o confronto. As informações são do Metrópoles.

Olinda - Refis 2026

O escritório de advocacia do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu notas fiscais que somam ao menos R$ 13,7 milhões entre janeiro de 2023 e julho de 2026. A informação, confirmada pelo GLOBO, foi revelada pelo UOL, que analisou 62 documentos fiscais emitidos pela banca do senador.

O escritório de Flávio está sediado na própria casa onde ele mora, em Brasília, e é administrado à distância por uma funcionária que mora na periferia da capital federal. As informações são do jornal O GLOBO.

Palmares - Creche Quilombo II

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, disse nesta terça-feira (20) que a Corte não participou das alterações de locais de votação para o segundo turno das eleições, no próximo domingo (25).

Segundo Nunes Marques, a mudança é de responsabilidade dos TREs nos estados e ocorre por problemas registrados durante o primeiro turno, como danos estruturais em escolas e desabamentos em razão das chuvas. As informações são da Agência Brasil.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Aliado de Flávio Bolsonaro (PL), o ex-coach Pablo Marçal desdenhou de eleitores de Renan Santos (Missão) ao provocar o candidato derrotado à Presidência na segunda-feira. A declaração ocorreu após Renan optar pela neutralidade no segundo turno, sem declarar apoio ao bolsonarista ou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

— Você que votou no Renan, fica com esse voto, anula, põe onde você quiser. E acabou — disse Marçal em entrevista ao podcast IronTalks TV. As informações são do jornal O GLOBO.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O debate presidencial transmitido pela TV Bandeirantes no último domingo (18) rendeu muita polêmica e críticas. O sociólogo e cientista político Antônio Lavareda fez coro às críticas, afirmando que é preciso “repensar” o modelo. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o estudioso comparou o encontro entre os candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) a uma luta de artes marciais e apontou a influência do coach Pablo Marçal, apoiador do liberal, na condução do candidato durante o embate.

“É preciso repensar os debates. Aquilo está mais para MMA do que para debate de campanha presidencial. Acho que tem um consenso de que foi o pior debate presidencial dessas dez eleições, desde 1989 até agora. Quando acabou, comentei que quem teria adorado seria o (marqueteiro) Duda Mendonça, porque ele adorava briga de galo, era criador (risos). Aquilo não ajuda, e é preciso lembrar que os debates avançaram muito na degradação a partir das eleições municipais de 2024, da famosa eleição em São Paulo. E quem teve papel de protagonista naquela degradação? Pablo Marçal, que estava orientando, era uma espécie de coach do Flávio no domingo. Ou seja, Pablo teve papel especialíssimo na degradação da qualidade do debate”, disparou Lavareda.

O crescimento da campanha do presidente Lula (PT) à reeleição na última semana foi evidenciado nas pesquisas, com o petista chegando ao empate técnico com Flávio Bolsonaro (PL) em parte dos institutos. Para o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, no entanto, ainda é cedo para cravar uma virada, como vêm afirmando aliados do petista. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o analista diz que é preciso aguardar as próximas pesquisas, entre elas a Quaest, nesta quarta-feira (21), e o Datafolha, na quinta-feira (22), para verificar se houve consolidação do movimento.

“É incontestável que a mudança de cenário da primeira para a segunda semana do segundo turno ocorreu por conta de uma onda produzida a partir de dois vetores, que foram as ruas e as redes sociais. Houve uma intensa movimentação, de certa forma inédita, já que há mais de dez anos não se via a esquerda e os progressistas terem tantas pessoas mobilizadas nas ruas. Mas nós veremos se essa onda, com as pesquisas a partir de amanhã, continua. Se continuar, torna-se absolutamente plausível a hipótese de ultrapassagem de Lula sobre Flávio na reta final. Se a onda continuar e o movimento assinalado pelas pesquisas da semana passada ganhar impulso e se for evidenciado na Quaest e Datafolha, mostrando uma hipotética maior capitalização das circunstâncias do debate por Lula, será plausível esse quadro”, pontuou Lavareda.

O acirramento da disputa presidencial, segundo as pesquisas de intenção de voto, tende a prevalecer até sábado (24), véspera da eleição. Para o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, Flávio Bolsonaro (PL) segue favorito, mas em condição vulnerável. Esse quadro, porém, pode voltar a se tornar mais confortável para o candidato, a depender da evolução dos próximos levantamentos, avaliou em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Segundo as projeções de Lavareda, mesmo que Flávio chegue à véspera da eleição numericamente empatado com o presidente Lula (PT), ainda terá mais chances de vencer o segundo turno por causa da abstenção. “Chamo a atenção para o fato de que, se o presidente chegar empatado numericamente no sábado à noite, minha leitura é de que as chances serão de 55% para Flávio contra 45% para Lula. A justificativa é a abstenção, que afetou no primeiro turno e provavelmente afetará no segundo. Embora a abstenção costume afetar a todos, o problema é o diferencial dela, que é adverso para Lula. E se Flávio chegar com uma diferença de 1,5 ou dois pontos, a chance se abre para 70% para ele, contra 30% para Lula, nas minhas projeções”, detalhou o cientista político.

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a cobrar que o também candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) autorize a quebra do sigilo bancário. A cobrança foi feita durante carreata do petista que partiu de Juazeiro, na Bahia, até Petrolina, em Pernambuco, nesta terça-feira (20).

Mais cedo, Lula protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a autorização para que os sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de sua família sejam liberados desde que Flávio faça o mesmo. As informações são da Folha de Pernambuco.

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