Alemanha pode ter governo estadual de extrema direita pela 1ª vez desde a Segunda Guerra

Os eleitores do estado de Saxônia-Anhalt, da Alemanha, vão às urnas neste domingo (6) e há chances de um partido de extrema direita ser eleito no país desde a Segunda Guerra Mundial. O Partido Alternativa para a Alemanha (AfD) lidera as pesquisas com 40% dos votos. Será decidido o novo Parlamento regional, bem como o novo governador.

Ulrich Siegmund, de 35 anos, é descrito por jornais locais como “O homem mais perigoso da Alemanha”. Atualmente, ele é deputado, e ganhou projeção nas redes sociais ao atacar imigrantes, defender uma identidade nacional e criticar a imprensa. As informações são do Metrópoles.

Embora esteja bem pontuado, o partido nunca conseguiu eleger um candidato no estado nem formar alianças para liderar um governo estadual. Esta é a primeira vez desde 1945, ano do fim da Segunda Guerra Mundial, que a sigla tem uma chance melhor. A vitória nas urnas, no entanto, não garante a maioria das cadeiras no Parlamento. Siegmund não será eleito governador de forma automática.

A eleição em Saxônia-Anhalt, que possui cerca de 2,1 milhões de habitantes, é vista como um teste para o chanceler Friedrich Merz, que sofre rejeição por conta da economia estagnada no país. O país é atualmente comandado pelo partido conservador União Democrata-Cristã (CDU), o mesmo do chanceler.

Do Poder360

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, deu algumas declarações sobre as mensagens do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, para o ministro Alexandre de Moraes. Disse ao discursar em um evento no Palácio do Planalto na sexta-feira (4) que haverá uma resposta “firme“.

Na prática, entretanto, o presidente do STF tem atrasado a decisão sobre as investigações. Bastaria colocar em plenário o relatório do ministro André Mendonça e perguntar se deveria ser aberta ou não uma investigação sobre Moraes. Os magistrados teriam que dizer “sim” ou “não”. Fachin está postergando a análise dos dois casos (leia mais abaixo) que envolvem Moraes e Mendonça. Em um dos casos, a decisão será a partir de 14 de setembro. Faltarão 20 dias para a eleição.

Por Silvino Teles Filho*

A viuvez é uma das experiências de perda mais profundas que uma pessoa pode vivenciar. A morte do companheiro ou da companheira não representa apenas a ausência física de alguém amado, mas também a ruptura de uma rotina, de projetos compartilhados, de hábitos cotidianos e, muitas vezes, de uma parte importante da própria identidade.

A solidão que surge nesse período pode ser particularmente intensa. Mesmo cercada por familiares e amigos, a pessoa enlutada pode experimentar uma sensação profunda de vazio e de falta de pertencimento. É a chamada solidão emocional: a percepção de que existe uma ausência que não pode ser simplesmente preenchida pela presença de outras pessoas.

Caruaru - Minha rua nova

São Paulo, onde passo o feriadão da Independência com os meus filhos, sempre povoou meu imaginário como eldorado dos nordestinos, a terra prometida para quem a seca expulsou do meu Pajeú, onde as almas são todas de cantadores, como imortalizou em versos o gigante Rogaciano Leite.

Enraizado em Afogados da Ingazeira, chorei a perda de muitos amigos de infância para São Paulo, em debandada sob caminhões paus de arara, que só ouvia falar nos versos de Patativa do Assaré. Como a cena me comovia! A seca não nos matava de fome apenas. Matava também os nossos sentimentos, roubava companhias que nos faziam felizes.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Toro híbrida-leve de 48 volts: o que muda nela?

Duas versões da linha 2027 da Fiat Toro ganharam o sistema híbrido-leve, conhecido como MHEV — sigla em inglês para Mild Hybrid Electric Vehicle: a Ultra e a Volcano. O sistema já se popularizou em outras marcas do grupo Stellantis, como Peugeot, Jeep e Citroën. A Toro ficou mais econômica e agradável de dirigir com a adoção do sistema híbrido-leve de 48 volts? Depois de uma semana ao volante da versão Volcano MHEV 2027, em rodovias e no trânsito urbano, a resposta é sim — mas com algumas ressalvas.

Este colunista explica quais os efeitos da inclusão desse motorzinho de 48 volts que funciona como assistência elétrica ao 1.3 turbo flex a combustão. No geral, vale reforçar: além do MHEV, a Volcano teve reorganizado o pacote de equipamentos de conforto e conveniência (parte como opcionais). Por exemplo: os bancos elétricos não são de série, pois aparecem no Pack Tech Volcano. Assim também o são o sensor de estacionamento dianteiro e o detector de ponto cego. E manteve o carregador de celular por indução, os bancos em couro, a entrada e a partida por chave etc.

De relevante, vale destacar que ela ganhou câmbio e-DCT (veja logo mais abaixo como ele funciona) e sistemas de auxílio à condução, o Adas. Ficou, desta forma, mais completa. Mesmo não sendo um híbrido pleno (full hybrid, o tradicional, em que o motor elétrico tem força para tracionar as rodas), a Toro MHEV também tem direito à isenção de IPVA, conforme as regras tributárias locais. E em São Paulo há ainda outro benefício: os veículos híbridos estão liberados do rodízio municipal. Só por esse ângulo já leva uma boa vantagem sobre as tradicionais, digamos assim.

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