Miguel Coelho anuncia desistência da disputa ao Senado em Pernambuco

Às vésperas da convenção que oficializará a candidatura à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) anunciou, na manhã deste sábado (1º), que retirou sua pré-candidatura ao Senado. Em vídeo publicado há pouco nas redes sociais após uma reunião com a governadora, ele afirmou que a decisão foi tomada em comum acordo para evitar desgastes à chapa governista e reforçou apoio ao projeto de reeleição de Raquel.

“Sempre defendi que o projeto prioritário é o projeto de eleição de Raquel e de Priscila. Independentemente de quem fossem os candidatos escolhidos, a gente estaria ao lado dela”, afirmou. Segundo Miguel, os dois concluíram que era o momento de retirar a candidatura ao Senado para não colocar o projeto político “em risco”.

“Não era o desfecho que eu queria, vocês sabem. Mas, de novo, não é sobre o eu. É sobre um projeto maior, um projeto para o bem de Pernambuco”, disse.

Apesar da desistência, Miguel afirmou que seguirá atuando politicamente ao lado da governadora. “O Galeguinho continua aqui, de cabeça erguida, firme, continuando o propósito de trabalhar por Pernambuco.”

Câmara Municial Recife

Por André Gustavo Vieira*

Ao me deparar com uma publicação que tenta atribuir ao empresário e presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro, o papel de alguém que teria qualificado ou desqualificado pessoas, considero necessário fazer um registro. Tal narrativa não encontra qualquer respaldo na realidade. É completamente descontextualizada e, para dizer o mínimo, absurda.

Eduardo Monteiro construiu, ao longo de sua trajetória, uma reputação baseada no respeito às pessoas, no diálogo e na correção de conduta. Quem o conhece sabe que ele trata todos com a mesma consideração, independentemente de posições políticas, econômicas ou pessoais. Seu maior patrimônio é justamente o respeito que conquistou de diferentes setores da sociedade pernambucana.

Indefinição marca convenção de Raquel

A convenção que homologará a candidatura da governadora Raquel Lyra (PSD) está marcada para amanhã, no Recife. O que poderia, entretanto, se traduzir num grande ato de demonstração de força e sinalização pela confiança dos aliados na reeleição pode resultar num tremendo fiasco. Não de público, porque a máquina tem um poder incomensurável de mobilização, mas de incertezas na chapa.

Raquel não teve capacidade, traquejo nem tampouco liderança para botar ordem na casa. A convenção perdeu o brilho em razão da chafurdação entre o presidente estadual da federação União Progressista, Eduardo da Fonte, e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que duelam pela segunda vaga de candidato ao Senado.

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