A crônica domingueira

Os brasileiros choraram com a desclassificação da seleção da Copa pela Noruega, domingo passado. Estou entre os que já esperavam o fiasco do time comandado, estranhamente e de forma inusitada, por um técnico italiano, que, também sem razões, mesmo não dando certo, já está com contrato renovado pela CBF até 2030.

Dá para entender? Veja bem como são as coisas da máfia do futebol: o novo vínculo se estende até a Copa de 2030, totalizando um salário anual de R$ 55,8 milhões, o que dá R$ 5 milhões por mês, o maior da história pago a um técnico da seleção brasileira. Os auxiliares diretos Paul Clement e Francisco Mauri, o preparador físico Mino Fulco e o analista de desempenho Simone Montanaro terão uma valorização, também pedida por Ancelotti.