Coluna da segunda-feira

Wal curou os males da política

No Brasil, notadamente em Pernambuco, a política anda em baixa, modorrenta, sem graça. E ficou mais pobre ainda com a morte do deputado Waldemar Borges (PSB), no sábado passado. Wal, como era tratado pelos amigos, era um político diferenciado. Tinha a exata noção do poder, não do seu usufruto, mas da compreensão de transformar sociedades e moldar o futuro.

Era ético, correto, inimigo da deslealdade. A ética na política não é uma escolha, é uma obrigação e assim cumpriu à risca o agora saudoso Wal, cuja excelência na vida pública herdou do pai, o também ex-deputado Waldemar Alberto Borges Rodrigues Filho, conhecido como Deminha, que Deus chamou em 2023, aos 93 anos.