Câmara acelera tramitação de projeto para reduzir pena de Bolsonaro sem impactar Lei Antifacção

A Câmara dos Deputados acelerou a tramitação de um projeto de lei que permite a derrubada do veto do presidente Lula (PT) ao projeto da dosimetria, que reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos demais presos pelo 8 de Janeiro, sem impacto na Lei Antifacção, que aumentou a pena por crimes como feminicídio ou organização criminosa.

O requerimento de urgência foi aprovado com 330 votos favoráveis e 104 contrários. A urgência permite que uma medida seja avaliada diretamente no plenário, sem passar por comissões. As informações são da Folha de S. Paulo.

Sebrae - Fazer dar certo

O Sextou, programa musical que ancoro às sextas-feiras no lugar do Frente a Frente, recebe nesta semana o cantor Neno o Magnífico, um dos vocalistas mais duradouros e marcantes da banda Magníficos, grupo que ajudou a consolidar o forró eletrônico romântico no Brasil a partir dos anos 1990.

Com mais de duas décadas de carreira, Neno construiu sua trajetória dentro de uma das formações mais populares do gênero, integrando o trio vocal que marcou a fase de maior sucesso da banda. Após seguir carreira solo, mantém o repertório que o consagrou, com canções que atravessam gerações do forró romântico.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Parceira do podcast Direto de Brasília na Paraíba, a Rede Mais participou da edição com a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, por meio de pergunta do jornalista Heron Cid. A intervenção abriu espaço para que a ministra comentasse fatores associados ao aumento dos casos de violência contra mulheres no Brasil.

Confira, abaixo, a íntegra da matéria produzida por Heron Cid:

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, citou ações e posturas do governo Bolsonaro e influência das redes sociais como fatores que contribuírem para a explosão de casos de violência contra mulheres no Brasil. Foi o que ela citou ao ser questionada pelo jornalista Heron Cid, da Rede Mais e Portal MaisPB, no Podcast Direto de Brasília, do jornalista Magno Martins.

Caruaru - Transparência 2026

Senadores da oposição no Senado Federal executaram uma manobra nesta quinta-feira (29) para fazer com que o senador Sergio Moro (PL-PR) retornasse à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa após ele perder a cadeira para o governista Renan Filho (MDB-AL).

Moro era integrante permanente da CCJ, mas recentemente trocou o União Brasil pelo PL (Partido Liberal). A troca possibilitou com que o PL indicasse o senador como integrante suplente. As informações são da CNN.

Ipojuca - Na palma da sua mão

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado deu início, nesta quarta-feira (29), à votação da indicação de Jorge Messias para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

O painel de votação foi aberto após um pedido da senadora Eliziane Gama (PT-MA) e faz parte de uma estratégia do governo para agilizar o processo de sabatina, que seguirá até que todos os senadores inscritos façam seus questionamentos a Messias. As informações são da CNN.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Em aceno à oposição, o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou nesta nesta quarta-feira (29) que a discussão acerca de anistia é política e cabe ao Congresso Nacional.

O ministro da AGU defendeu que o Legilslativo tem o direito de discutir o tema e que não cabe a ele, como eventual ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), fazer intervenções antecipadas e sem provocação. As informações são da CNN.

Palmares - 147 anos

O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse nesta quarta-feira (29), em resposta ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que o 8 de Janeiro de 2023 “foi um dos episódios mais tristes da história” do Brasil.

Indicado por Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias deu a declaração durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. As informações são do g1.

Ele foi questionado por Flávio sobre a condenação, pela Suprema Corte, de idosos que participaram dos atos golpistas em Brasília. Na pergunta, o pré-candidato do PL fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, que relatou os inquéritos sobre o 8 de Janeiro no STF.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias
Camaragibe - A prefeitura mudou

Pré-candidato à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou o seu tempo de fala durante a sabatina de Jorge Messias, na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, nesta quarta-feira (29), para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Em sua fala, o parlamentar ainda defendeu a anistia e questionou Messias sobre o assunto. As informações são da CNN.

Por Rinaldo Remígio

Num país de dimensões continentais, múltiplas realidades e uma história marcada por lutas democráticas, torna-se cada vez mais inquietante observar que, em períodos eleitorais, o debate político frequentemente cede espaço à hostilidade, à radicalização e ao medo.

Não é preciso ser cientista político, analista ou estudioso das estruturas de poder para perceber o cenário: basta ao cidadão comum abrir os olhos, ouvir os discursos, acompanhar as redes sociais ou observar o comportamento de determinadas lideranças. O que se vê, muitas vezes, não é a defesa equilibrada de projetos para o futuro, mas uma retórica alimentada por antagonismos, acusações mútuas e narrativas que insistem em tratar adversários como inimigos irreconciliáveis.

Os extremos, sejam de qualquer vertente ideológica, parecem encontrar força não necessariamente na construção de soluções, mas na exploração do receio popular. De um lado, sustenta-se a ideia de que a volta de determinado grupo representaria retrocesso absoluto; de outro, propaga-se o temor de que a permanência do oponente consolidaria fracassos irreversíveis. O eleitor, então, muitas vezes, é conduzido não pela esperança, mas pelo medo.