100 dias de solidão e sem picanha  

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Os primeiros 100 dias do novo Governo Lula são simbólicos. Esta seria a crônica da paz e amor, regados a picanha e cerveja. Na alvorada do novo tempo dirão: ainda é muito cedo, são 7 horas da matina. Num dos clássicos da canção pop internacional dos anos 1960s e 1970s, Bob Dylan cantou: a resposta está soprando no vento, blowin’ in the wind.  Aqueles foram os anos dos sonhos psicodélicos e revolucionários. Os sonhos acabaram e os pesadelos continuam.

O governo da esquerda decretou luta feroz contra o Banco Central, contra o dólar, conta a Bolsa de Valores, contra o agronegócio e contra o fantasma de Bolsonaro. Somente não decretou guerra contra os lobos e as lobas do Centrão e os caboclos mamadores do Orçamento Secreto. Existe uma sentença histórica: os governos socialistas e de esquerda não esquecem jamais e não aprendem jamais. Até hoje esta sentença não foi revogada. E o Doutor Chuchu se mantém em stand-by.

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Advogado da Trump Media e da plataforma Rumble, Martin De Luca criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin (STF) de estender o horário de votação em cidades brasileiras, neste domingo (25/10), sem uma decisão prévia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em publicação no X, De Luca questionou a atuação do ministro e o possível reconhecimento internacional do resultado das eleições. As informações são do Metrópoles.

O presidente do TSE (Tribuanal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a votação seja estendida até 19h apenas nas seções em que a votação ainda não foi concluída, e em que as urnas permanecem abertas.

Após a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que prorrogou por duas horas o horário das eleições em todo o país, os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se reuniram para discutir o caso. As informações são da Folha de S. Paulo.

O professor de direito eleitoral da FGV Fernando Neisser diz que, como a decisão do STF para a extensão do horário da eleição chegou quando algumas urnas já estavam fechadas, há a possibilidade de ser pedida a anulação da votação do segundo turno.

“A partir do momento em que a urna é fechada, ela não tem como ser reaberta”, afirma. As informações são da coluna da Mônica Bérgamo para a Folha de S. Paulo.

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou, neste domingo (25/10), a ação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para adiar o horário de votação em todo o país até às 19h no segundo turno das eleições. No entanto, mesários relatam que as urnas eletrônicas foram fechadas, normalmente, às 17 horas.

O Metrópoles apurou que diversas sessões em Brasília, São Paulo e Minas Gerais foram encerradas mesmo após decisão de Zanin. De acordo com a jornalista Lorena Pacheco, do Metrópoles, escolhida para ser mesária neste segundo turno, o presidente da seção dela iniciou os procedimentos padrões de encerramento das urnas às 17h. As informações são do Metrópoles.

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