“O orgulho que almoça vaidade janta desprezo.” (Benjamin Franklin, cientista, diplomata, inventor e intelectual eclético dos Estados Unidos. 1706-1790).
“A importância sem mérito logra respeito sem estima.” (Sebastién-Roch Nicolas, Moralista, escritor e jornalista de França. Clermon-Ferrand, 06.04.1741; Paris, 13.04.1794.
O nome cabotino, adjetivo e substantivo de ambos os gêneros, significa, em acepção original, mau comediante, ator histrião, personagem bufo, cômico teatralmente desqualificado. Consoante sugere Antônio Geraldo da Cunha, no seu Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa (2. ed., Rio de Janeiro, 2001), “parece” aludir ao nome de um ator burlesco de categoria inferior (Cabotin), o qual teria atuado no tempo de Luís XIII, em França.
Figurativamente, entretanto – e esta é a significação preferida e mais conhecida no Brasil – denota a ideia de […] indivíduo presumido, afetado, que procura chamar a atenção, ostentando qualidades reais ou fictícias (Cunha, 2001), com registo lexicográfico no século XIX (1807), sendo controversa a origem dos seus sentidos expressos em glossários, segundo gizado no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (2001), de Mauro Salles Villar e Antônio Houaiss.
Este escrito é a continuação de viagem feita na boleia de matéria veiculada há algum tempo, num medium brasileiro, sob o título de “Em qual cabeça assenta este chapéu?” — onde expressei indignação com os autores autoproclamados mentores da sociedade, os quais se louvam no expediente da apologia aos protagonistas de suas obras, sem desvinculá-los dos nomes reais como escritores, com vistas à obtenção do aplauso, atitude repreensível, mesmo se o louvor restar merecido, e — pior ainda —, se não sobrar o elogio justo.
A desqualificada significação desta unidade de ideia — cabotinismo — experimenta trajeto bastante comum no decurso na sociedade dos mais diversificados lugares e em tempos totais, conforme, amiúde, a História relata, submetendo ao risco de sua instalação todos aqueles que não se vacinaram contra a picada da mosca azul — consoante a reflexão de Frei Beto, no livro do mesmo nome — expondo-se, dadivosos, ao seu voraz apetite.
Soberba, importância e indispensabilidade quase patológicas dos afagos ao ego, consoante sugerido por Sigmund Freud, parecem invadir o controle da volição, determinante da vontade de cada qual, neste caso, concernente a orientar as pessoas na trilha certa, conduzindo-as ao comportamento adequado no âmbito moral, na contextura da decência e no contorno das atitudes saudáveis que devem presidir aos nossos procederes.
A isto a sociedade inteira almeja, porém, muitos se descuidam de armar anteparos e, com frequência, se descortinam subordinados a um inimigo oculto, o qual se arrima até na nossa inteligência, como, num exemplo, na capacidade de escrever bons textos, a fim de operar intentos literários, mas os alardeando nos media, com defeito de tanta monta, configurado no recurso nefasto do exibicionismo, sinônimo de ostentação, correspondente a encômio barato e presunção despropositada.
É determinante, por conseguinte, um cuidado redobrado, a fim de as pessoas não se subordinarem às investidas constantes do cabotinismo, maiormente quando são alçadas a posições de destaque, por via da Política, Religião, manifestações artísticas e demais haveres dotais impressos pela Providência Divina, como, exempli gratia, a Literatura, a Pintura e as outras quatro artes.
Estas expressões da indústria humana, por efetivo, consuetudinariamente, concedem visão pública e midiática aos produtores e intérpretes, granjeando para seus palcos de shows e outros ambientes de assistência, em catarse aristotélica — de cariz estético — uma multidão apaixonada, desorganizada e desprovida de pensamento racional, condutora do artista aos apogeus da glória, circunstância fácil de ligeiramente enviesar para o senhorio da cabotinagem, de atuação ligeira junto aos que não se abasteceram de defesas rápidas contra opositor de exercício tão desembaraçado e veloz.
O complexo inteiro da Humanidade está sujeito aos tentáculos dos comportamentos charlatães, de tal sorte que se deve permanecer em atalaia contínua contra suas arremetidas. Há que se postar avesso, entretanto, aos pruridos exagerados de simplicidade, como, exempli gratia, o autor deixar de assinar uma produção, resignar-se perante a omissão de seu nome de uma ficha técnica, calar-se ante a supressão de referência por parte de alguém em evento cuja efetividade dependeu de sua participação etc., ocorrências que somente atestam a bobice e a sujeição infantil, também doentias, no polo oposto da ideação do teor presumido.
Retenho, pois, sobrado cuidado com as acometidas desse vilão moral, deontológico e ético, para não ser vergado pelos seus impulsos poderosos (Flexo, sed non frango = envergo-me, mas não me quebro). Ele circula à solta em meio aos desavisados, em particular na ambiência dos inocentes e pretensos credores do reconhecimento e presumidos donos de uma arte maior, definitiva, quando, em muitos lances, representam apenas jejunos e claudicantes aprendizes, visitantes de assuntos sobre os quais estão ainda bastante apartados do domínio.
Estas pessoas merecem de seus próximos — parentes, amigos e circunstantes com quem tenham alguma ligação — os corretivos oportunos, as regulagens apropriadas, a fim de que não habitem o patamar dos deserdados morais artistas, os quais, mesmo sendo bons, ainda acham necessário aparecer, conforme expressei na matéria de entrada desta escrita, como os primeiros entre os pares, feitos luminares refalsados do preparo intelectual e notáveis ilusórios da sabedoria.
Lamentavelmente, não conhecem, ou jamais divisaram, a ideia do cientista de Österreich, naturalizado inglês, Karl Raimund Popper (Viena, 28.07.1902 – Kenley, 17.09.1994), para quem todos somos cegos convencidos de que saber e ignorância são vizinhos.
Minha esperança é, pois, de que os consulentes que por acaso leiam esta despresumida manifestação de incômodo, por intermédio do Blog do Magno — a maioria de cearenses, pernambucanos e brasileiros no geral — se tornem hábeis a se liberar desta tenebrosa luz dos holofotes.
*Escritor, professor e membro da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo
O diagnóstico correto do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um passo fundamental para garantir cuidado adequado, reduzir sofrimento e promover o pleno desenvolvimento do indivíduo ao longo da vida.
O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por desatenção, hiperatividade e impulsividade, que podem se manifestar de formas distintas conforme a idade, o contexto e o perfil da pessoa. Por isso, um diagnóstico bem-feito vai muito além da observação de comportamentos isolados: exige avaliação clínica criteriosa, escuta qualificada, análise do histórico de vida, funcionamento escolar ou profissional, além da exclusão de outras condições que podem simular sintomas semelhantes.
Quando o diagnóstico é impreciso ou precipitado, os prejuízos podem ser significativos. Um falso positivo pode levar ao uso desnecessário de medicamentos, estigmatização e impactos emocionais. Já um falso negativo — quando o TDAH existe, mas não é reconhecido — pode resultar em baixo rendimento escolar ou profissional, dificuldades nos relacionamentos, baixa autoestima, ansiedade, depressão e maior risco de comportamentos impulsivos ao longo da vida.
O diagnóstico correto também é essencial porque o TDAH frequentemente coexiste com outras condições, como transtornos de ansiedade, depressão, transtornos de aprendizagem e transtorno do espectro autista. Identificar essas associações permite um plano terapêutico individualizado, combinando intervenções psicossociais, educacionais e, quando indicado, farmacológicas.
Diretrizes internacionais, como as descritas no DSM-5-TR e na classificação da Organização Mundial da Saúde, reforçam que o diagnóstico deve considerar critérios claros, início dos sintomas na infância, persistência ao longo do tempo e prejuízo funcional em mais de um contexto da vida.
Por fim, um diagnóstico correto não é um rótulo, mas sim uma ferramenta de cuidado. Ele possibilita acesso a tratamentos eficazes, adaptações escolares ou profissionais, maior compreensão por parte da família e da sociedade, e principalmente, oferece ao indivíduo a chance de compreender seu funcionamento, desenvolver estratégias e alcançar seu potencial com mais qualidade de vida.
Diagnosticar bem é, acima de tudo, cuidar melhor.
*Médico com Pós Graduação em Psiquiatria e Neurologia Clínica
Na virada de cada ano, cresci ouvindo que janeiro e fevereiro são meses perdidos no calendário, porque a corrida dos 365 dias só começa após o carnaval. Até lá, nada se resolve. Amigos, não se acham. Tiram férias. Políticos, fogem do Brasil. Vão desfrutar o frio, os vinhos e os encantos da Europa.
Tem gente com calendário anual de dez meses. Pulam janeiro e fevereiro, principalmente se o Carnaval acontece entre 15 e 20 de fevereiro. Esses ou são muito bem aquinhoados ou se enganam. Afinal, resultado não nasce de calendário, nasce de quem começa antes sem esperar o fim da folia.
O Carnaval é frequentemente retratado na literatura como um tempo de suspensão da realidade, inversão de papéis e liberdade, um contraponto necessário ao cotidiano. Em Pernambuco, não há carnaval de quatro dias.
As prévias já começam em janeiro e Olinda vira uma passarela sem fim. Tem frevo todos os dias. E quando acaba o reinado momesco ainda tem o Bacalhau do Batata em plena Quarta-feira de Cinzas. Haja energia!
Já fui de um tempo assim: Carnaval encerrado, hora de focar nos planos que ficaram pausados. A alegria do Carnaval é muito boa, mas a realização dos sonhos é melhor ainda. A expressão “o ano só começa depois do carnaval” é muito popular no país. Diz respeito a pessoas que adiam seus compromissos e planos para depois do feriado.
Existem os que dizem que tudo começa depois do carnaval. Existem os que pensam que isso é uma grande bobagem. Para quem, como eu, que tenho que matar um leão todos os dias no embate ante as adversidades, a vida começa todos os dias, em um repetido ritual. Isso exige fé e coragem.
Estou numa fase da vida de enxergar tudo diferente do meramente convencional. Já passou da hora, entendo, de as pessoas perceberem que não são os grandes eventos que trazem a felicidade tão desejada. Também não são as férias, feriados, carnaval ou fins de semana que tiram o vazio. Chegou a hora de esperar demais disso tudo e começar a esperar mais em si mesmo.
A frase “o ano só começa depois do Carnaval” pode até funcionar na brincadeira, mas para negócio já começou faz tempo. Por isso, este momento é bom para entender como ficaram as finanças do início do ano, escolher poucas prioridades claras para os próximos meses e criar uma rotina mínima de gestão, em vez de deixar tudo pra “quando sobrar tempo”. Quanto mais cedo você olhar pra isso, mais preparado o negócio fica para aproveitar as oportunidades que vão surgir ao longo do ano.
No conto “Restos do Carnaval”, Clarice Lispector aborda a festa como uma mistura de euforia infantil e melancolia da realidade. Ela contrasta a fantasia da folia com a necessidade de se salvar da tristeza, descrevendo a vida real como o “desencantamento” após o carnaval, onde a criança fantasiada de rosa volta a ser apenas um “palhaço pensativo” na rua.
Jorge Amado, por sua vez, retratou o Brasil com uma mistura única de realismo social e lirismo popular. Em sua obra, especialmente no romance de estreia “O País do Carnaval” (1931), revela que o carnaval é frequentemente visto não apenas como festa, mas como um reflexo das contradições brasileiras: a alegria superficial escondendo a dura vida real.
O país do carnaval é o país das contradições, onde a fantasia da festa tenta mascarar as dificuldades da vida real. O carnaval é a máscara que o brasileiro usa para esconder a sua dor, mas é também a sua maneira de celebrar a vida e a esperança.
“O País do Carnaval”, escrito quando Jorge Amado tinha apenas 18 anos, já trazia esse olhar crítico sobre como o brasileiro usa a festa para esquecer os problemas, mas é na “Bahia de todos os santos” que ele encontra a verdadeira essência da vida real, no cotidiano do povo.
Chegou, portanto, para muitos, o novo ano. Tudo começa a partir de amanhã quando não se ouve mais o som do último bandolim. Prefiro a filosofia de Guimarães Rosa: “O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.”
Leapmotor C10 100% elétrico ou ultra-híbrido: qual escolher?
SUV trazido pela Stellantis em configuração única tem impressionantes mimos tecnológicos. Mas, antes de optar por uma das duas motorizações, pergunte-se: qual a sua necessidade?
O primeiro estranhamento de quem se aproxima de um Leapmotor C10 é: como abri-lo? Não há chave física tradicional. Nem mesmo o botão na maçaneta da porta. Ao comprá-lo, o novo dono leva um cartão NFC, que vem com um chip sem fio de curto alcance (até 10 cm) para permitir pagamentos e troca de dados por aproximação, por meio de criptografia. Para abrir e fechar o veículo, basta apróximá-lo da quase invisível saliência nas costas do retrovisor direito dianteiro. Ah, ele não desmagnetiza.
Entrando no veículo, outra dúvida: como ligá-lo? Basta pôr o cartão no console central, mover a alavanca de marcha ao lado do volante para D (ou R) e tocar a vida. E mais: você pode esquecer o cartão NFC e fazer tudo isso apenas com o seu celular, depois de baixar um aplicativo. Com o smartphone, além de destravar e ligar o veículo (sem tirar o aparelho do bolso), o motorista consegue controlar outras funções, como o ar condicionado. A partir daí, quaisquer ações são feitas a partir de comandos na central multimídia de 14,6 polegadas acessível ao toque: como, por exemplo, escolher a direção do vento do ar-condicionado, ajustar os modos de condução, alterar modos do áudio, criar cenários personalizados na tela ou até mesmo determinar a intensidade de resposta do freio. Ok, o Leapmotor C10 foi projetado para evitar o excesso de botões. Mas como isso afeta o consumidor, principalmente os mais velhos, não tão bem relacionados com a tecnologia? A ver. O processo não é necessariamente intuitivo, mas depois que se entende a lógica, funciona como um smartphone de última geração.
A coluna De Bigu testou ambas as versões por uma semana cada. Foi o suficiente para constatar que por R$ 205 mil (elétrico, BEV) ou R$ 220 mil (o ultra-híbrido, REEV) esse modelo vale muito a pena. O primeiro, claro, é mais urbano, dependente dos eletropostos; o segundo, dando mais liberdade para viagens, por ter uma autonomia total (tanque de combustível de 50 litros e a bateria elétrica) de até 950 km. Nos dois casos, a relação custo-benefício é muito boa. Sim, mesmo que seja um carro chinês novo — embora com uma carga empresarial ocidental pesada por trás, como a Stellantis (dona da Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën etc, com as marcas do grupo dando inclusive suporte à Leapmotor).
Interior minimalista – Bem, o modelo já começa se diferenciar dos convencionais internamente — embora, à primeira vista, se destaque o console central com um carregador de indução para celulares, boa quantidade portas-trecos e dois conectores USB — sendo um do tipo C de recarga rápida. Tudo é bem minimalista, digamos assim. O acabamento reúne uma mescla de materiais macios de alta qualidade, que são ainda mais destacados por uma exclusiva iluminação ambiente em que as luzes na porta e painel, por exemplo, mudam de cor durante manobras (sinalizando a proximidade de objetos) ou podem até mesmo funcionar no ritmo da música ouvida pelos ocupantes.
Do jeito do dono – Os chineses da Leapmotor apostam na tese de que um carro deve se adaptar ao dono, e nunca o contrário. Por isso, há tantas configurações. É possível pedir verbalmente para o som abaixar quando a ré é engatada, acionar as câmeras de visão 360º ao se aproximar do meio-fio em manobras — com modo especial de visualização que foca individualmente as quatro rodas — ou mesmo transformar o carro estacionado em um refúgio: a um clique na tela o banco do condutor se reclina, janelas e a persiana do teto panorâmico se fecham e um som relaxante, complementado pela iluminação ambiente especial, permitem um descanso revigorante.
Mas há coisas mais úteis, na linha de automatização de rotinas, como em uma casa inteligente. Por exemplo: é possível programar o carro para que ele ligue automaticamente o ar-condicionado (mesmo quando estiver estacionado) sempre que a cabine chegar a uma determinada temperatura, ou fazer com que ele abra seu aplicativo de música favorito sempre que um passageiro se sentar e colocar o cinto de segurança. Para se precaver em caso de imprevistos no trânsito, é possível acionar as quatro câmeras posicionadas na carroceria e retrovisores para realizar uma gravação contínua de 360º ao redor do carro, com armazenamento das imagens sendo feitas diretamente em um pen-drive. E o navegador on-line integrado analisa a melhor rota até seu destino, levando em conta engarrafamentos, nível de carga da bateria ao fim do trajeto e até mesmo a quantidade de semáforos em seu caminho.
Bem, até pouco se falou neste texto do carro em si, mas essa parafernália tecnológica toda veio para ficar — pode apostar. Assim como a REEV, o sistema ultra-híbrido que tem um motor a combustão projetado exclusivamente para gerar energia para recarregar as baterias do carro – ou alimentar o motor elétrico de tração. É como se você tivesse um carro elétrico, mas com a independência de poder viajar a qualquer lugar. O C10, aliás, é o único SUV por aqui a oferecer tanto uma opção elétrica quanto a ultra-híbrida, ambas movimentadas exclusivamente por um motor elétrico. Em suma: o motor a combustão foi projetado somente para gerar energia, que pode ser usada tanto para recarregar as baterias do carro ou alimentar o motor elétrico de tração.
Visual idêntico – Quanto ao modelo em si, ambas as versões possuem visual idêntico, se diferenciando externamente somente pelo bocal de reabastecimento de combustível do C10 ultra-híbrido. O tem estilo imponente, com seus 4,74 m de comprimento, 2,13 m de largura (com retrovisores) e 1,68 m de altura. Na traseira, com o assoalho plano, mais espaço para as pernas. O entre-eixos, vale lembrar, é 2,82 metros.
Os passageiros de trás têm difusores de ar-condicionado exclusivos e dois conectores USB adicionais. Os faróis totalmente de leds com tecnologia adaptativa (que ajusta a luminosidade conforme condições climáticas e tráfego) se integram ao para-choque frontal. Na parte inferior, faróis de neblina (também de leds) emolduram a entrada de ar equipada com persianas móveis, que só se abrem quando necessário, melhorando ainda mais a eficiência energética.
Sistema de som – O Leapmotor C10 vem com 12 alto-falantes e subwoofer para criar um áudio envolvente no padrão 7.1 (iguais aos home-theater residenciais de primeira linha) com 840W de potência. Microfones posicionados em pontos estratégicos permitem diferenciar qual ocupante do veículo está falando. Então, por exemplo: quando o passageiro dianteiro pedir via comando de voz para reduzir a temperatura do ar-condicionado, somente o lado direito será alterado.
Performance – A tração do Leapmotor C10 é sempre traseira, algo que resulta em mais performance em diferentes tipos de piso inclinados. O moderno motor síncrono (de maior eficiência) com ímãs permanentes entrega 32,6 kgfm de torque de forma instantânea, gerando 218 cv de potência na versão elétrica e 215 cv na ultra-híbrida. O conjunto é alimentado por baterias LFP (tecnologia com maior durabilidade e resistência à fuga térmica) de alta densidade com controle eletrônico e arrefecimento a líquido.
Ah, o carro também permite o uso da bateria dele para alimentar diferentes dispositivos elétricos. Esse recurso permite usar computadores, cafeteiras ou até geladeiras mesmo em locais sem infraestrutura ou em situações inesperadas de falta de energia na rede. A recarga pode ser feita via conectores no padrão Type 2 (AC) e CCS2 (DC), sendo compatível com carregadores portáteis, wallbox e sistemas de recarga rápida de alta velocidade. O cliente também poderá, pelo sistema multimídia Leap One ou diretamente no app Leapmotor, programar o horário ideal de recarga em locais com tarifas diferenciadas ao longo do dia.
Pulse ganha edição Lollapalooza – Como patrocinadora master do Lollapalooza Brasil pelo segundo ano consecutivo, a Fiat lançou uma edição especial do seu primeiro SUV produzido no país: o Fiat Pulse. O modelo une as duas paixões dos brasileiros – carro e música. Exclusiva e limitada, a edição, que tem como base a versão Drive 1.3 CVT, contará com apenas 550 unidades – em referência aos 50 anos da Fiat no Brasil.
A edição especial do Lollapalooza Brasil traz elementos de design e tecnologia pensados para traduzir a energia jovem e urbana do festival. Entre os diferenciais estão acabamentos escurecidos no interior e exterior, teto bicolor, rodas de liga-leve de 16 polegadas em preto brilhante, nova soleira personalizada, adesivo exclusivo com o nome do festival nas laterais e badge numerado que garante autenticidade e exclusividade a cada unidade.
A edição também oferece recursos que elevam a experiência de condução e conforto do motorista, como câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro para maior segurança, ar-condicionado automático e digital, faróis e lanternas em LED, sistema keyless e partida remota que trazem praticidade ao dia a dia, e central multimídia de 10 polegadas com conexão sem fio a Android Auto e Apple Carplay, proporcionando uma experiência tecnológica completa.
As vendas já começaram, mas o preço ainda não foi divulgado. Deverá, no entanto, ficar próximo dos R$ 119 mil.
Fiat comemora 500 mil Cronos – A montadora italiana vinculada à Stellantis está festejando a chegada do 500º Cronos, produzido em Córdoba, na Argentina. Recentemente, o sedã ganhou novo design, com a grade dianteira passando a ser formada por blocos tridimensionais distribuídos horizontalmente, acompanhando de para-choque que segue a mesma proposta. Em 2025, o modelo foi o segundo sedã mais vendido de toda América do Sul, além de ter sido o carro de passeio mais vendido na Argentina, evidenciando a sua força e a importância na região.
Telas dos carros, a nova máquina de receita publicitária – As montadoras estão acelerando a monetização das telas de infotainment como uma nova e promissora fonte de receita, impulsionadas pelo avanço dos carros conectados, pela coleta de dados dos motoristas e pela expansão de formatos de publicidade dentro dos veículos. Estimativas indicam que a chamada “in-car e-commerce” pode gerar até US$ 120 por carro ao ano até 2030, criando um mercado potencial superior a US$ 50 bilhões globalmente.
Ao mesmo tempo, fabricantes testam anúncios contextuais, parcerias com plataformas de mídia e até tecnologias capazes de personalizar ofertas com base no comportamento do motorista. A pauta pode explorar como a publicidade embarcada em veículos está se consolidando como uma nova linha estratégica de receita para montadoras, semelhante ao que ocorreu com smartphones, smart TVs e plataformas digitais.
O enfoque pode incluir a transformação do carro em um canal de mídia proprietário, o potencial de novos modelos de monetização baseados em dados, o risco de ruptura na experiência do cliente caso a publicidade seja percebida como invasiva, e as implicações para marcas anunciantes, seguradoras, varejistas e plataformas de tecnologia. Por que isso importa agora? Com telas conectadas presentes na maioria dos carros novos e montadoras reduzindo a dependência de sistemas como Apple CarPlay e Android Auto, o controle do ecossistema digital automotivo se torna um ativo estratégico, tanto para monetização quanto para fidelização do consumidor.
Importação de chineses cresce; de argentinos cai – As importações de carros têm tido um movimento inverso entre China e Argentina neste começo de ano. Enquanto as compras no país asiático evoluíram relevantes 61,5%, com 16,8 mil unidades em janeiro deste ano contra apenas 10,4 mil no mesmo mês de 2025, as compras no país vizinho recuaram 30,7%, baixando de 19,4 mil para 13,4 mil unidades no mesmo comparativo. Em suma: foi reforçado o movimento iniciado no ano passado de a China liderar as vendas de carros no mercado brasileiro, em detrimento do seu mais tradicional parceiro, a Argentina, que mantém acordo de livre comércio, sem pagamento de imposto de importação.
Vem a Tukan, a nova picape VW – A montadora alemã Volkswagen promete quatro novidades para os consumidores brasileiros em 2026. A primeira, o nome da nova picape a ser produzida no complexo industrial de São José dos Pinhais, no Paraná. Intermediária entre a Saveiro e a Amarok, ali no subsegmento da Fiat Toro, ela vai se chamar Tukan. E mais: Volks também anunciou o lançamento do novo Tiguan, para março; uma série especial Copa do Mundo 2026 (mais o modelo não revelado) e a volta da cor amarelo canário em seu portfólio em homenagem ao evento global de futebol. No geral, a Volks pretende chegar a 21 lançamentos na América do Sul até 2028, sustentada por investimentos de R$ 20 bilhões na região.
Creta N Line vira topo de linha – A Hyundai reposicionou as versões do SUV Creta, a partir da introdução do motor 1.6 turbo flex na linha 2027. A versão N Line, de visual esportivo, passa a ser a topo da gama ao receber o novo motor, substituindo o anterior 1.0 turbo flex. Abaixo dela, figura, a partir de agora, a opção Ultimate, que segue com os mesmos equipamentos e tem seu motor, que já era 1.6 Turbo, atualizado para flex. Além da motorização 1.6 turbo flex, a versão de visual esportivo N Line recebe novas rodas diamantadas exclusivas de 18” e o modo de direção “Smart”, que se adapta ao estilo de condução do motorista para oferecer a melhor combinação de potência e consumo.
Os modos “Sport”, “Eco” e “Normal” seguem disponíveis no seletor. Já a versão Platinum, com motor 1.0 turbo flex, ganha faróis e setas indicadoras de direção na dianteira em LED. A transformação para o sistema bicombustivel da motorização 1.6 turbo chega para melhor atender as regulamentações do programa nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), do governo federal, que incentiva maior eficiência energética e menores emissões.
O programa estabelece alíquotas de imposto (IPI) conforme a potência dos veículos, o que, no caso do Creta, justifica a recalibração do motor para a potência máxima de 176 cv com 100% de gasolina (ante os 193 cv da versão anterior) e para 173 cv com 100% de etanol. Pelo projeto do motor, a potência máxima com 100% de gasolina é ligeiramente superior. O torque permanece inalterado, em 27 kgfm. Confira versões e preços:
Modelo
Ano-modelo
Motor
Versão
Transmissão
Preço (R$)
Creta
26/27
1.0 TGDI 12V flex
Comfort
AT6
156.590
Limited
173.390
Platinum
188.990
1.6 TGDI 16V flex
Ultimate
7DCT
201.590
N Line
206.990
Linha 2026 da Lander Connected – A Yamaha acaba de apresentar a linha 2026 da Lander Connected, motocicleta aventureira. Agora, ela passa a contar com farol com projetor em LED bifuncional e luz de circulação diurna (DRL) embutida no para-lama superior. O preço começa em R$ 29.290. O conjunto óptico móvel com projetor e lanterna de LED proporciona maior controle da iluminação ao virar o guidão e oferece uma iluminação mais potente e nítida para uma condução mais tranquila em qualquer situação.
Ela vem com painel 100% digital no estilo “Blackout”. Isso significa que, além de garantir um visual diferente, facilita a visualização das informações exibidas. Também tem conectividade Bluetooth, que possibilita conectar a moto ao smartphone por meio do aplicativo Yamaha Motorcycle Connect (Y-Connect). Pelo app, o piloto acompanha o consumo de combustível médio, o histórico de viagens (com possibilidade de compartilhamento em redes sociais), o cronograma de manutenção, a última localização de pareamento da motocicleta e um ranking ECO, que indica quão econômica e eficiente está a pilotagem. O painel exibe ainda indicador de conexão do celular com o aplicativo, nível da bateria do smartphone e notificações de mensagem recebida e de chamada. A Lander ainda vem com tomada 12V acima do painel. O motor é o 250cc com 20,9 cavalos de potência e 2,1kgfm de torque. Ele aceita apenas gasolina. Os freios são a disco nas duas rodas.
O que fazer em caso de sinistro durante as viagens de Carnaval? – Acidentes, panes mecânicas, superaquecimento do motor e falhas elétricas estão entre os principais problemas enfrentados pelos motoristas durante viagens prolongadas em feriados. Congestionamentos, longos períodos com o carro em baixa velocidade e desgaste natural dos veículos contribuem para esse cenário, exigindo atenção redobrada antes e durante o trajeto.
O Carnaval deve provocar um dos maiores movimentos do ano nas rodovias. Com esse aumento significativo no fluxo de carros, também cresce a probabilidade de sinistros nas estradas. “Além de planejar a viagem, o motorista precisa estar preparado para lidar com imprevistos. Saber exatamente como agir em um evento — termo utilizado pelas associações de proteção veicular para se referir a sinistros, tanto a acidentes quanto a panes e outros eventos inesperados — reduzir riscos e evitar decisões precipitadas que podem colocar vidas em perigo”, afirma Hugo Jordão, especialista em proteção veicular e presidente da Atos Proteção Veicular.
Acidentes de trânsito: como proceder com segurança – Em caso de acidente, o primeiro passo é manter a calma e garantir a segurança dos ocupantes. Se não houver feridos, o veículo deve ser sinalizado imediatamente com o pisca-alerta ligado e o triângulo posicionado a uma distância segura — aproximadamente 30 metros em vias urbanas e ao menos 60 metros em rodovias, ampliando essa distância em curvas, aclives ou trechos com baixa visibilidade.
Local seguro – Sempre que possível, os ocupantes devem sair do veículo e permanecer em local seguro, afastados do fluxo de carros, como atrás de defensas metálicas ou em áreas protegidas. Permanecer dentro do automóvel, especialmente no acostamento, aumenta o risco de novos acidentes, comuns em períodos de tráfego intenso. “Um erro frequente é subestimar acidentes leves. Mesmo pequenas colisões exigem sinalização adequada e atenção ao ambiente ao redor. O risco maior muitas vezes vem dos outros veículos que continuam trafegando”, destaca Hugo.
Pane mecânica e problemas durante a viagem – Pane elétrica, superaquecimento do motor, falha na bateria e falta de combustível estão entre os problemas mais recorrentes nas estradas durante o Carnaval. Ao notar qualquer sinal de anormalidade — como luzes de alerta no painel, fumaça ou perda de potência — o motorista deve reduzir a velocidade e buscar um local seguro para estacionar.
Com o veículo parado, as regras de segurança são as mesmas: pisca-alerta acionado, triângulo corretamente posicionado e ocupantes afastados da pista. No caso de superaquecimento, é fundamental não abrir o reservatório de água ou o radiador com o motor quente, evitando riscos de queimaduras. “Tentar resolver o problema por conta própria, sem conhecimento técnico, pode agravar a situação. Em muitos casos, a melhor decisão é interromper a viagem e acionar assistência especializada”, orienta o especialista.
Como acionar a proteção veicular, guincho e serviços de apoio? – Em qualquer situação de sinistro, o motorista deve entrar em contato imediatamente com sua proteção veicular ou seguradora pelos canais oficiais, informando a localização exata do veículo e o tipo de ocorrência. A partir desse acionamento, podem ser disponibilizados serviços como guincho, auxílio mecânico, táxi ou transporte alternativo e, em alguns casos, carro reserva, conforme o plano contratado.
É importante aguardar o atendimento em local seguro e seguir as orientações repassadas pela central de assistência. Os prazos de chegada do guincho podem variar de acordo com a região e o volume de chamados, especialmente em feriados prolongados como o Carnaval, quando a demanda costuma ser maior. “Ter os contatos da proteção veicular à mão e conhecer os serviços disponíveis faz toda a diferença. Em momentos de estresse, essa informação traz tranquilidade e permite que o atendimento seja mais rápido e eficiente”, conclui Jordão.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
O presidente do PL de Pernambuco, Anderson Ferreira, falou pela primeira vez, ontem, sobre a saída do ex-ministro Gilson Machado e a filiação ao Podemos. E condenou a forma como o ex-correligionário está agindo em defesa da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Anderson disse, em entrevista ao Eleição Brasil Sertão, em Petrolina, que Gilson traiu Flávio e vai ajudar a eleger deputados ligados à esquerda.
“Gilson não tem propriedade de falar em nome do PL, até porque ele é um desertor. Ele foi para um partido, o Podemos, que é ligado ao ministério de Lula e com deputados que apoiam Lula. Gilson vai fazer lá movimentos para eleger deputados que votam em Lula. Portanto, não tem propriedade para falar da direita em Pernambuco, especialmente do nosso partido”, disparou o dirigente liberal. As informações são do Blog Dantas Barreto.
Anderson Ferreira ainda afirmou que Gilson Machado “traiu Flávio Bolsonaro e a direita de Pernambuco por conta de um projeto pessoal“. “Um cidadão que passou o tempo todo dizendo que seria candidato ao Senado e em minutos refez a sua leitura política. Foi para um partido ligado à esquerda para disputar uma cadeira de deputado federal. O projeto dele nunca foi para o crescimento do nosso partido, especialmente para Flávio Bolsonaro. Mas para um projeto pessoal e levar vantagens para si”, acrescentou.
As declarações de Anderson foram dadas durante o ato de filiação do jornalista Carlos Brito, em Petrolina, que entra no PL para concorrer a deputado federal. E também lançou a pré-candidatura de Lara Cavalcanti para a Assembleia Legislativa. “É assim que o PL faz política, unindo pessoas e fortalecendo o seu time, não ajudando a esquerda, deputados de esquerda a terem votos no nosso Estado”, salientou.
Gilson Machado filiou-se ao Podemos, no dia 12 de fevereiro, afirmando que seu plano é ser o deputado federal mais votado de Pernambuco. Na ocasião ele desferiu críticas à direção estadual do PL, afirmando que não teve respaldo para concorrer ao Senado, mesmo sendo o preferido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele concorria internamente, justamente, com o também pré-candidato a senador Anderson Ferreira. O ex-ministro também garantiu que a troca de partido foi com aval de Flávio Bolsonaro.
As chuvas registradas na tarde deste sábado (21) em Garanhuns, no Agreste, chamaram a atenção pela força e intensidade, especialmente na região central da cidade. Ruas como Capitão Tomaz Maia e Barão do Rio Branco ficaram alagadas, dificultando a circulação de pedestres e veículos.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram enxurradas fortes, com correnteza intensa descendo por vias urbanas e invadindo calçadas. Em um dos registros, uma moradora aparece completamente ilhada pelo grande volume de água barrenta a escorrer com velocidade.
De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), o estado está em “observação” para pancadas de chuva com intensidade moderada a forte entre hoje e amanhã. O aviso meteorológico abrange regiões como o Agreste, o Sertão de Pernambuco, o Sertão do São Francisco e o arquipélago de Fernando de Noronha. A recomendação é que a população permaneça atenta às orientações da Defesa Civil e evite áreas de risco durante os períodos de chuva mais intensa.
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS), está fortalecendo o combate à criminalidade em Petrolina, no Sertão. Novos policiais militares e civis já estão atuando no município, ampliando a presença das forças de segurança e intensificando as ações de enfrentamento à violência.
Para acompanhar as ações e traçar novas estratégias, a secretária executiva da SDS, Mariana Cavalcanti, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ivanildo Torres, e a delegada-geral adjunta da Polícia Civil, Beatriz Leite, estarão na cidade na segunda-feira (23), onde participam de reunião operacional com o efetivo para avaliação do cenário e definição de novas medidas.
No âmbito da Polícia Militar de Pernambuco, foram destinados 68 policiais militares, incluindo integrantes das unidades especializadas Bepi, Bope e Rocam, para reforçar o 5º Batalhão da PM. O reforço, denominado Operação São Francisco, amplia a capacidade operacional da corporação, fortalecendo o patrulhamento preventivo, as abordagens e as ações estratégicas nos pontos com maior incidência criminal.
Já a Polícia Civil de Pernambuco recebeu reforço de dois delegados, 10 agentes e seis escrivães, que passaram a atuar na Delegacia de Homicídios e nas duas delegacias circunscricionais do município. A medida busca garantir maior celeridade na conclusão dos inquéritos e intensificar as investigações, especialmente relacionadas aos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI). A localização estratégica de Petrolina, na divisa com a Bahia, também exige atuação integrada e permanente das forças de segurança, incluindo operações interestaduais.
De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Felipe Monteiro, o monitoramento das ocorrências é contínuo e orienta o emprego do efetivo. “O acompanhamento das manchas criminais é feito de forma diária. Onde identificamos aquecimento, onde há necessidade de reforço, ampliamos a presença das forças de segurança. Todas as operativas da SDS têm atuado de forma integrada para sanar esses pontos. Esse é um trabalho diário das forças de segurança no combate à criminalidade”, destacou.
O comandante-geral da PM, Ivanildo Torres, ressaltou que o reforço amplia a capacidade de resposta das forças policiais. “A ampliação do efetivo permite intensificar o policiamento ostensivo, ampliar as ações de presença e dar respostas mais rápidas à população. Estamos direcionando profissionais preparados para atuar de forma estratégica em Petrolina, fortalecendo a segurança da população”, afirmou.
A ampliação ocorre por meio de remanejamento estratégico de policiais já formados e do ingresso de novos profissionais aprovados no concurso público de 2024, que prevê a formação de 7.013 novos servidores até o fim do ano. Na sexta-feira (20), as ações já resultaram na prisão em flagrante de dois suspeitos por latrocínio e posse de arma de fogo de uso restrito, com apreensão de armamentos e objetos ligados ao crime.
E disseram “sim”: terminou, há pouco, a missa de casamento do prefeito do Recife João Campos (PSB) com a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP), na Capela de São Benedito, na Praia de Carneiros.
A cerimônia começou por volta das 16h, quando o prefeito do Recife apareceu ao lado da mãe, Renata Campos, enquanto Tabata surgia acompanhada do irmão, Allan Thales Amaral.
Juntos desde 2019 e noivos desde novembro do ano passado, João e Tabata selaram a união num evento para cerca de 500 convidados, com figuras de destaque na política do país. Dentre alguns dos padrinhos e madrinhas estavam os irmãos do noivo, o deputado federal Pedro Campos, Eduarda, José e Miguel; e o vice-prefeito do Recife, Victor Marques.
Em redes sociais, João Campos e Tabata Amaral publicaram, há pouco, foto do casal celebrando o casamento na saída da capela. “Com a benção de Deus e abraçados pelo amor de nossas famílias e amigos, damos hoje o primeiro passo na construção da nossa família. Viva o amor!”.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes também compareceu ao casamento do prefeito do Recife, João Campos (PSB), com a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). A cerimônia está sendo realizada na Capela de São Benedito, na Praia dos Carneiros, em Tamandaré (PE). O magistrado está acompanhado da mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes.
João Campos e Tabata Amaral estão juntos desde 2019 e oficializaram o noivado em novembro de 2025. As imagens abaixo mostram a chegada de ambos à igreja.
O prefeito do Recife aparece ao lado da mãe, Renata Campos, enquanto Tabata surge acompanhada do irmão, Allan Thales Amaral.
📷#Video João Campos e Tabata Amaral se casam em PE
💏O prefeito do Recife, João Campos (PSB), e a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) se casam neste sábado (21.fev.2026). A cerimônia está sendo realizada na Capela de São Benedito, na Praia dos Carneiros, em Tamandaré (PE).… pic.twitter.com/ew0izS1VDE
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (21) que optou por aumentar as tarifas globais de 10% para 15%. O pronunciamento do republicano veio após a decisão da Suprema Corte americana de rejeitar as tarifas impostas nos últimos meses.
Em publicação na rede social Truth Social, o republicano afirmou que irá, “com efeito imediato, elevar a tarifa mundial de 10% sobre países, muitos dos quais vêm explorando os EUA há décadas, sem retaliação (até a minha chegada!), para o nível totalmente permitido e legalmente testado de 15%.” As informações são da CNN.
“Nos próximos meses, o governo Trump determinará e emitirá as novas tarifas legalmente permitidas, que darão continuidade ao nosso processo extraordinariamente bem-sucedido de tornar a América grande novamente”, complementou.
“Uma vergonha”
O anúncio vem na esteira do discurso feito ontem. O presidente americano classificou a decisão como “profundamente decepcionante” e disse estar envergonhado dos juízes da Suprema Corte que votaram contra as medidas.
“A decisão da Suprema Corte sobre as tarifas é profundamente decepcionante, e estou envergonhado de certos membros da Corte, absolutamente envergonhado por não terem a coragem de fazer o que é certo para o nosso país”, declarou Trump durante coletiva na sala de imprensa da Casa Branca.
Durante o primeiro mandato, Trump nomeou os juízes conservadores Amy Coney Barrett e Neil Gorsuch, que se juntaram ao presidente da Suprema Corte, John Roberts, e aos três juízes liberais na maioria.
“Eles são contra tudo o que torna os EUA fortes. Eles também são, francamente, uma vergonha para a nossa nação”, afirmou Trump. “Gostaria de agradecer e parabenizar os juízes Thomas Alito e Kavanaugh pela força, sabedoria e amor pelo nosso país”, continuou Trump. “Quando você lê os votos dissidentes, não há como alguém argumentar contra eles”.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), visitou neste sábado (21) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena de 27 anos e 3 meses no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, em Brasília.
Após a visita, Nikolas falou com a imprensa e reagiu a recentes ataques do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), “autoexilado” nos EUA, onde atua por retaliações comerciais e políticas contra autoridades brasileiras.
Em recente declaração, o filho 03 de Bolsonaro criticou Nikolas e a madrasta, Michelle Bolsoaro (PL), que, segundo Eduardo, “estão jogando o mesmo jogo” e estão com “amnésia” em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ungido pelo pai como candidato do clã à Presidência da República.
Nikolas respondeu: “Discordo que eu tenho amnésia e que a Michelle tem amnésia. E diante das situações que estão acontecendo, nós temos o pai dele preso, sofrendo dificuldades de saúde (…). E a prioridade é nos atacar. Então isso diz muito mais sobre eles do que a mim”.
“A Michelle viveu o calvário dela. Ela, acima de tudo, é uma esposa, ela é uma mãe que tem que cuidar de uma filha, que está vindo aqui todos os dias preparando alimento para o marido dela de 70 anos, que está preso injustamente. Então eu acho que o Eduardo não está bem. E eu realmente faço questão de não perder meu tempo com essas divergências, porque eu acredito que a gente tem um Brasil pra salvar”, completou.
A visita do parlamentar ocorre em momento de críticas do meio bolsonarista em relação às articulações para as eleições e polêmicas com o PL em Minas Gerais. No dia 11 de fevereiro, Nikolas afirmou ao podcast Café com Ferri que procura evitar que candidatos “não alinhados aos seus valores” sejam eleitos pela sigla em MG.
Na entrevista, ele deixou em aberto que, caso não tenha controle da chapa no Estado, entenderia como um “convite” para deixar o PL. A afirmação foi interpretada como um ultimato no PL mineiro. Até então, o nome de Nikolas era apontado como um possível candidato ao governo do estado, mas o parlamentar declarou que disputará um novo mandato na Câmara dos Deputados.
“Vou para a reeleição no Congresso. Agora, mais do que nunca, está provado que minha voz em âmbito nacional é muito importante. E estamos trabalhando para achar um nome para o governo de Minas”, afirmou Nikolas ao Metrópoles.
A política brasileira sempre foi pródiga na criação de personagens que entraram para a história do país e ficaram para sempre na memória coletiva da população. Alguns desses personagens jamais serão esquecidos e algumas situações que vivenciaram também. Os registros estão espalhados em livros ou no folclore da política local e nacional.
Rio de Janeiro, novembro de 1926. Posse do ministro da Fazenda, Getúlio Vargas, no Governo de Washington Luís, no Rio de Janeiro, então capital federal. Fila enorme para cumprimentá-lo e também para pedir algo. Mas, o último da fila, um homem elegante, bonito e muito bem vestido, se aproximou e disse que estava ali apenas para desejar felicidades ao novo ministro.
Getúlio o puxou pelo braço e perguntou: — Você não vai me pedir nada?
— Eu já disse a Vossa Excelência que vim aqui apenas para desejar felicidades!
E saiu apressado, como se estivesse atrasado para algum compromisso importante. Getúlio ficou emocionado com o gesto daquele homem. E, com os olhos marejados, disse a um assessor antigo do Ministério que não conseguia esquecer aquela cena. Foi quando o assessor esclareceu tudo:
— Dr. Getúlio, aquele homem é um maluco e uma das manias dele é ir para a posse de ministros, ficar no último lugar da fila e, na hora do cumprimento, dizer que veio apenas para desejar felicidades ao empossado.
Corria o ano de 1963. O deputado federal Tancredo Neves caminhava pelos corredores da Câmara, em Brasília, já capital federal, quando seus assessores perceberam que na direção contrária vinha o também deputado José Maria Alkmin, outra “raposa política” do mesmo quilate. Tancredo ficou tenso porque Alkmin o havia convidado para o seu aniversário e ele não teria ido nem dado satisfações.
Quando se cruzaram, Tancredo disse em alto e bom som: — Alkmin, eu não pude ir ao seu aniversário, mas lhe mandei um telegrama de parabéns!
E Alkmin, que tinha uma astúcia invejável também, não titubeou: — E eu já respondi seu telegrama, meu conterrâneo Tancredo! Nunca existiu nenhum dos dois telegramas!
No começo dos anos 1950, um homem entrou aos prantos no gabinete do governador Agamenon Magalhães, no Recife, dizendo que, se o seu pedido fosse atendido, nunca mais votaria contra o governador. Agamenon se lembrava muito bem dele, era o maior traíra.
— Governador, pelo amor de Deus, meu filho se formou em agronomia, tem uma vaga na Secretaria de Agricultura e, se o senhor nomear meu filho, eu serei seu eleitor para o resto da vida.
Agamenon, já conhecendo a figura, puxou um cartão de visitas e escreveu um bilhete indicando ao secretário a colocação do jovem agrônomo. Matreiro que só, o governador tinha um código interno com os secretários. Ao escrever “faça” o favor sem o cedilha, ele queria dizer “faca”, ou seja, corte!
Seis meses depois daquela fatídica audiência, o governador foi visitar um município sertanejo e avistou o pai do agrônomo vindo em sua direção, todo contente e sorridente. Agamenon tentou se esquivar, mas não conseguiu. O homem chegou perto dele e foi logo dizendo:
— Governador, não tenho palavras pra lhe agradecer. O meu filho se deu tão bem na secretaria que já assumiu um cargo de chefia.
E completou: — Governador, o meu menino é tão inteligente que, quando leu o cartão do senhor, percebeu que estava faltando um cedilha e ele colocou esse cedilha porque um governador não pode escrever um bilhete para ninguém com erro de português.
O ano era 1998. Miguel Arraes, em desvantagem, tentava a reeleição contra Jarbas Vasconcelos. Os assessores apontavam para a popular “fadiga de material” porque Arraes almejava o quarto mandato. A solução poderia estar em Duda Mendonça, o publicitário mais disputado do mercado naquela época. Tinha fama de ganhar tudo quanto era eleição. Arraes recebeu Duda Mendonça com um afago contido, como era seu estilo.
Os assessores relataram para o baiano a difícil situação do Estado e da campanha. E Arraes, calado, só ouvindo. Ao final, Duda Mendonça olhou para o governador e disse: — Eu não faço milagre!
Arraes, com seu olhar certeiro e profundo, ficou cara a cara com o marqueteiro e respondeu: — Eu pensei que fizesse!
A noiva Tabata Amaral entra na Capela de São Benedito, na Praia de Carneiros, ao som de “Céu de Santo Amaro”, de Flávio Venturini, para o casamento com João Campos. A música foi tocada após a Marcha Nupcial. As informações são do Diário de Pernambuco.
Após a cerimônia que reúne diversos nomes da política nacional e local e do mundo jurídico, os noivos recepcionam os cerca de 500 convidados na Pousada Igrejinha de Carneiros, à beira mar.
Uma mesa de welcome drinks foi montada ao lado da capela, para receber os convidados já na entrada da festa. A decoração minimalista tem itens em madeira, além de mini margaridas em diversas cores, que também fazem parte da composição do bolo, que foi montado de frente para o mar.
Sob aplausos, a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) chegou à Capela de São Benedito, na Praia de Carneiros, para o casamento com o prefeito do Recife, João Campos (PSB). A deputada federal usa vestido assinado pela estilista paulistana Julia Pak.
Entre os padrinhos estão os irmãos do noivo, o deputado federal Pedro Campos, Eduarda, José e Miguel; e o vice-prefeito do Recife, Victor Marques. As madrinhas vestem tons rosa, laranja, vermelho e coral; enquanto os padrinhos estão de off white. As informações são do Diário de Pernambuco.
Acompanhado da mãe, Renata Campos, o prefeito João Campos (PSB) chega pela areia da praia à capela em que será celebrado o seu casamento com Tabata Amaral (PSB-SP), em Carneiros, Litoral Sul.
O casamento tem entre os 500 convidados, figuras de destaque na política do país. Estão presentes na cerimônia o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), correligionário do prefeito, além dos ministros da Defesa, José Mucio Monteiro, de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), da Previdência, Wolney Queiroz (PDT) e do Empreendedorismo, Márcio França (PSB). As informações são da Folha de Pernambuco.
A festa também conta com a participação dos senadores petistas Teresa Leitão e Humberto Costa, além do presidente do PT estadual, o deputado federal Carlos Veras. A política local também está bem representada na cerimônia, com a presença do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado estadual Álvaro Porto (PSDB), o vice-prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), além de deputados estaduais aliados ao prefeito.
A ex-deputada federal Marília Arraes (SD), está presente ao lado da família. Prima de João Campos, ela disputa com Humberto Costa, Silvio Costa Filho e Miguel Coelho (UB) uma vaga de candidata ao Senado na provável chapa de João Campos para o governo estadual. Miguel não participa da cerimônia por estar de luto pelo falecimento do filho.
Equipes ainda trabalham na montagem das luzes, som e decoração para o casamento do prefeito do Recife, João Campos (PSB), e a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).
O bolo, confeccionado pela doceira pernambucana Jéssica Pires já está montado. A recepção acontece em uma área ao lado da Igrejinha da Praia dos Carneiros, no Litoral Sul de Pernambuco, aberta desde 15h deste sábado. As informações são da Folha de Pernambuco.
Indiferentes à cerimônia, turistas fazem fila para fotografar a Capela de São Benedito, construída no fim do século XVIII e hoje patrimônio cultural e religioso do município de Tamandaré.
Igreja na Praia dos Carneiros foi local escolhido para cerimônia de casamento entre João Campos e Tábata Amaral – Foto: Ricardo Fernandes/Folha de Pernambuco
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) manteve a condenação por ato de improbidade administrativa no processo nº 0000678-53.2009.8.17.1100, que tem entre os réus Francisco Carlos Braz Macedo, Cleyde Jean Braz e José Osório Galvão de Oliveira Filho. A decisão foi proferida pela Câmara Regional de Caruaru e confirmou integralmente a sentença de primeiro grau.
A ação foi proposta pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que apontou os seguintes indícios: simulação de vínculo funcional com a Prefeitura de Pedra, emissão de contracheques ideologicamente falsos, criação de margem consignável fictícia e obtenção de empréstimos consignados com base nessa documentação. Segundo o órgão, a estrutura administrativa municipal teria sido utilizada para viabilizar vantagens de natureza particular.
Na sentença, o juízo de primeiro grau afastou a condenação por dano ao erário, por não identificar prejuízo financeiro direto aos cofres públicos. No entanto, reconheceu a prática de improbidade administrativa por violação aos princípios da Administração Pública, como legalidade, moralidade e lealdade institucional. A defesa recorreu da decisão.
Ao analisar os recursos, o TJPE negou provimento por unanimidade e manteve a condenação. No acórdão, os desembargadores destacaram que a simulação de vínculo funcional com o poder público para obtenção de vantagem pessoal configura violação aos princípios administrativos e é suficiente para caracterizar improbidade, mesmo sem comprovação de dano material ao erário.
O processo tramita sem segredo de justiça e pode ser consultado no sistema do tribunal pelo número 0000678-53.2009.8.17.1100.