Teresa Leitão admite “um mal-estar profundo” no Senado

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

A senadora Teresa Leitão (PT-PE) vê-se à frente de um desafio complicado. Teve que substituir na liderança do Governo um dos mais experientes políticos de seu partido, o senador Jaques Wagner (BA), guindado pelo rolo do Banco Master. Teresa Leitão não tem toda a experiência de Wagner. Foi deputada estadual por cinco vezes em Pernambuco e está no seu primeiro mandato como senadora.

Para além da experiência menor, assume a liderança num momento complicado. É ano eleitoral em um país que segue muito polarizado. Com uma forte oposição que, no Senado, viu-se fortalecida pelos problemas correntes na relação mais recente do governo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Teresa Leitão não enxerga uma crise nesse relacionamento, uma situação de atrito mais difícil de se resolver. Mas ela admite: “Houve um mal-estar profundo”.

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O Instituto Media Inteligência em Pesquisa acertou o resultado do segundo turno para o Governo do Rio Grande do Norte. Divulgada na véspera da votação, no sábado (24), a pesquisa Media/O Potengi apontou Cadu de Lula (PT) com 50,7% dos votos válidos, contra 49,3% de Allyson Bezerra (União Brasil).

O resultado oficial da apuração confirmou a vitória de Cadu de Lula, com 50,77% dos votos válidos, enquanto Allyson Bezerra obteve 49,23%.

Por Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O cientista político The Gaule aflorou no recinto. Depois de votar no segundo turno ele veio confirmar sua tese histórica de que as bocas das urnas são muito sérias nesta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz. Assim também os institutos de pesquisa tipo DataZeAraujo, onde quem manda é o freguês. Basta considerar a margem de erro de 50% para mais ou para menos, explicou The Gaule.  

Além da ciência política, The Gaule também exerce o ofício de futurólogo. Ele acredita que o futuro do Brazil S.A. está escrito no seu passado. – Maktub! 

Já estamos no terceiro turno das eleições presidenciais de 2050. Os candidatos do segundo turno foram trucidados entre si, na base de facadas, tiros e canibalismo. Um criptocomunista mastigou a orelha do adversário como prova da coragem cívica. O tema dominante da temporada, pra variar, é corrupção, crime organizado, crime avulso, dívida pública de trilhões, feminicídio, lei da ficha suja.

O candidato da High Esquerda defende a tese de que o Brazil S.A. deve manter uma reserva de mercado para a corrupção, em louvor das honoráveis tradições auriverdes da Colônia, Império e República.  Lema de campanha: se o Brazil S.A. revogar a corrução, não será mais Brazil.

A futura primeira-dama de Pindorama em 2050, uma senhora construtora de barracos, a bordo de um cartão corporativo, irá dar um esculacho no bisneto do fogueteiro Elon Musk: “Seu piá bisneto de Elon, você é um piá de coliforme, to fuck your anéis”.

Os saudosistas dirão no ano 2050: Bons tempos aqueles de 2026! Havia uma seita vermelha e o coração da seita era o umbigo de um velhinho com quase 200 anos de idade. Ele dizia em seus delírios que os traficantes eram vítimas dos maconheiros e chamava Jesus de Genésio. Virou uma múmia, coitado.

Neste ano de 2050 também haverá eleições gerais na República Caribenha Democrática de Cuba. O candidato do Partido Comunista Vintage propõe a restauração da ditadura comunista e o fuzilamento dos opositores reacionários no Paredón, a começar pelos descendentes da família de Marco Rubio. Propõe também que todos os maricones (gays) sejam expatriados para Miami ou condenados à prisão perpétua.

O candidato a presidente da ultradireita abolicionista de Cuba defende a liberação da internet, do rock n‘roll e dos investimentos privados. Os dois candidatos estão empatados tecnicamente, segundo as pesquisas.

Os marqueteiros cubanos são filhos do dilúvio. Ou foram importados de Marte, o planeta vermelho, como diria o cientista planetário Lavareda, o astro das pesquisas.

Dizem que a política é muito dinâmica. Verdade. A corrupção também é muito dinâmica. Desde o Mensalão e o Petrolão até hoje a corrupção evoluiu bastante. Está irreconhecível. Os corruptos inventaram até o crime perfeito, o crime que não é crime, segundo The Gaule.  Em compensação, o que não é crime passa a ser criminalizado, tipo o crime de opinião.

*Periodista, escritor e quase poeta

Virada histórica, feito inédito

A reeleição de Lula (PT), numa virada espetacular, quebrou paradigmas. Nunca um candidato derrotado no primeiro turno havia vencido uma disputa no segundo turno. A vitória tem suas explicações e lógicas. Se antes Lula havia subestimado o adversário, na retomada da campanha não apenas mudou a estratégia, mas foi para cima do adversário com um ímpeto nunca visto.

O povo nas ruas teve um peso fundamental, numa mobilização espontânea e natural, sem estruturas partidárias ou de máquinas públicas. Pelas redes, Lula adotou um tom mais informal, gravando vídeos em formato selfie e falando diretamente com o eleitor.

Caruaru - Minha rua nova

A eleição presidencial de hoje, com Lula (PT) reeleito, traz mais do que um resultado eleitoral. Traz, sobretudo para Pernambuco, uma realidade política objetiva. Durante quatro anos, a governadora Raquel Lyra (PSD) contou com o apoio do governo federal. Nas eleições, porém, fez questão de ficar em cima do muro.

Apostou que Lula não viria a Pernambuco, que não tomaria partido, que não teria lado nem time. Mas teve. E o resultado está aí: embora João Campos não tenha conseguido se eleger governador, Lula saiu vitorioso em Pernambuco e fez os dois senadores.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato derrotado à Presidência da República, neste domingo (25) criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) que prorrogou em duas horas o horário de encerramento e disse que vai pedir anulação das eleições.

“O que aconteceu no dia de hoje não foi algo normal. Foi algo inaceitável. Pela primeira vez na história um ministro do STF dá uma canetada e muda a regra do jogo”, disse. As informações são do g1.

Olinda - Refis 2026

Reeleito presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (25) que ele e sua campanha tiveram de vencer o que chamou de “intromissão” externa de plataformas e defendeu a regulação de redes sociais.

Às vésperas de completar 81 anos, o que ocorrerá na próxima terça-feira (27), o petista se tornou, ao derrotar Flávio Bolsonaro (PL), o primeiro presidente da história do Brasil a ser eleito quatro vezes pelo voto popular. As informações são do

A confirmação da vitória de Lula foi feita pelo sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 21h08, quando 97% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Lula tinha 51,74% e Flávio tinha 48,26%.

Palmares - Creche Quilombo II

A virada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mudou o clima de confiança que inicialmente tomava o local onde Flávio Bolsonaro (PL) acompanhava a apuração dos votos, em uma casa onde funciona o Quartel-General da campanha, no Lago Sul, em Brasília. Apreensão aumentou quando o petista assumiu a dianteira, com cerca de 80% das urnas apuradas.

Diante dos números, o senador deixou o espaço onde acompanhava a contagem em um telão e se reuniu reservadamente com integrantes da cúpula da campanha, entre eles o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a advogada Maria Claudia Bucchianeri. As informações são do jornal O GLOBO.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Cadu de Lula (PT) foi eleito governador do Rio Grande do Norte neste domingo (25), ao vencer o segundo turno das eleições contra Allyson Bezerra (União Brasil). Com 100% das seções apuradas, o petista recebeu 1.073.024 votos, o equivalente a 50,77% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Cadu foi declarado eleito às 21h08. Allyson terminou a disputa com 1.040.399 votos, ou 49,23%. A diferença entre os dois candidatos foi de 32.625 votos. A vice-governadora eleita é Larissa Rosado (PSB). As informações são do g1.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por Houldine Nascimento – Poder 360

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que completa 81 anos daqui a 2 dias, foi eleito neste domingo (25.out.2026) para seu 4º mandato à frente da Presidência da República. O petista é o 1º político escolhido 4 vezes pelo voto direto para comandar o país.

Às 21h20 e com 99,81% das urnas apuradas, o sistema do Tribunal Superior Eleitoral mostrava o candidato do PT com 51,76%. Seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), tinha 48,24%.

O chefe do Executivo contou com 7 partidos de esquerda e centro-esquerda em sua aliança já no 1º turno: PT, PC do B, PV, PSB, PDT, Psol e Rede.

Em uma eleição acirrada marcada por uma virada inédita, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) presidente da República e conquistou seu quarto mandato à frente do Palácio do Planalto.

A confirmação da vitória de Lula foi feita pelo sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 21h08, quando 97% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Lula tinha 51,74% e Flávio tinha 48,26%. As informação é do g1.

O ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos), 44, foi eleito governador do Espírito Santo neste domingo (25), projeta Datafolha.

Com 99,07% das urnas apuradas, ele marca 52,15%, totalizando 1.117.586 votos, frente aos 47,84%, totalizando 1.033.346 votos, registrados pelo atual governador Ricardo Ferraço (MDB), 63. O resultado confirma a dianteira do candidato do Republicanos, que quase ganhou a eleição em primeiro turno — Pazolini obteve 49,65% dos votos válidos em 4 de outubro.

Advogado, Pazolini já foi auditor do TCE-ES (Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo) e delegado da Polícia Civil antes de entrar para a política. Ele foi eleito deputado estadual em 2018 e, em 2020, conquistou a Prefeitura de Vitória, cargo para o qual foi reeleito ainda em primeiro turno em 2024, com 56,22% dos votos válidos. Com informações da Folha de S.Paulo.

Ao longo da campanha, o governador eleito se associou ao PL, partido de sua vice-governadora Eliane Leal, e recebeu o apoio do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), com quem dividiu palanque no Bloco do 22 realizado na praia de Camburi, em Vitória, no último sábado (17). O ato contou com a participação de outros nomes alinhados ao bolsonarismo nacional, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), eleito neste ano.

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