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Com pequeno atraso, Fachin abre sessão inédita do STF

Direto de Brasília

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, acabou de abrir a sessão que os ministros da corte vão decidir se será aberta investigação sobre o envolvimento do ministro Alexandre de Moraes no escândalo do banco Master.

Sebrae - Fazer dar certo

Direto de Brasília

Nem todos os dez ministros do STF estão na corte e por isso mesmo a sessão que estava marcada para começar às 10 horas atrasou. Um dos que atrasaram foi Gilmar Mendes, que acabou de dar entrada no plenário da Casa.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Jason Miller, um aliado do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, publicou uma imagem feita com inteligência artificial que mostra Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), com uma tornozeleira eletrônica.

O ex-conselheiro de Trump compartilhou junto com a imagem uma reportagem do jornal britânico Financial Times, que afirma que a disputa “acirrada” entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes pode ter “impacto decisivo” nas eleições presidenciais brasileiras de outubro. As informações são da CNN.

Caruaru - Minha rua nova

Direto de Brasília

Texto extraído do editorial de hoje do jornal O Globo: “Hoje, tendo o Brasil como testemunha, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) podem seguir um de dois caminhos: reconstruir a Corte ou mantê-la no descompasso moral em que se encontra.

Se optarem pela reconstrução, farão uma sessão histórica, dolorida, mas respeitosa — e começarão a recuperar a credibilidade que, em conjunto, perderam. Se optarem pela manutenção do atual estado de coisas, farão um mal imenso a si próprios, mas, fundamentalmente, à nossa República e à nossa democracia.

Essa segunda hipótese deve ser afastada. Deste julgamento, só pode emergir um vencedor: o Brasil.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Direto de Brasília

Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, rivais no Supremo Federal, que sempre sentam um ao lado do outro, podem ficar separados na sessão que começa em instantes. O presidente Edson Fachin foi aconselhado a tomar essa decisão por uma questão de cautela, temendo a sessão virar um ringue.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Direto de Brasília

A sessão inédita do STF para julgar o ministro Alexandre de Moraes, que começa em instantes, se não der em nada pode arranhar ainda mais a imagem da justiça brasileira. Segundo pesquisa do instituto Quaest, 56% dos brasileiros não confiam na corte, um crescimento de dez pontos percentuais em pouco mais de um mês.

Embora a imensa maioria (46%) entenda que todos saem chamuscados com a septicemia do caso Master, a parte que cabe ao Supremo nesse latifúndio escalou de 2% em julho para 17%. Traduzindo: se tudo que está em jogo não der em nada, a alta corte da justiça vai ficar sangrando.

Palmares - Forró Mares 2026

Os eleitores alagoanos mais uma vez confirmaram a preferência por Renan Calheiros (MDB) à reeleição ao Senado Federal. Foi o que revelou o levantamento do instituto Real Time Big Data, que mostra o candidato emedebista com 22% das intenções de votos.

A pesquisa foi contratada pela Rede Record e divulgada nesta terça-feira (15). Ela foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a inscrição AL-09248/2026, tendo sido foi realizada entre os dias 10 e 14 de setembro, com 1.600 eleitores entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Ainda de acordo com o levantamento, Marina JHC (PSDB) aparece com 21%, e o deputado Arthur Lira (PP), com 19%. Quem também assume a liderança na pesquisa é Renan Filho (MDB), que concorre ao Governo de Alagoas e mostra vitória no 1º e 2º turno contra JHC (PSDB).

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Pela primeira vez desde o início da crise envolvendo o caso Master, o ministro Alexandre de Moraes falou publicamente sobre as suspeitas levantadas contra ele em relatórios produzidos no âmbito das investigações sobre o banqueiro Daniel Vorcaro.

Em manifestação enviada ao presidente do STF, Edson Fachin, nesta segunda (14), Moraes negou ter cometido qualquer irregularidade, afirmou que nunca favoreceu o Banco Master ou Vorcaro e disse que jamais julgou processos envolvendo o banqueiro ou a instituição financeira. As informações são do g1.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Durante entrevista a uma rádio nesta segunda-feira (14), o prefeito do Brejo da Madre de Deus, Roberto Asfora, afirmou que o deputado federal Felipe Carreras e o ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Fábio Aragão, nunca levaram “um pirulito” para o município. A declaração, no entanto, é contrariada por documentos que comprovam a destinação de recursos para o Brejo da Madre de Deus.

Fábio Aragão nunca exerceu mandato de deputado estadual ou federal. Ainda assim, por meio de sua articulação política com Felipe Carreras, apresentou demandas do Brejo ao parlamentar, resultando na destinação de R$ 1 milhão em recursos para a saúde do município. Parte desse valor já deixou de ser apenas uma indicação no orçamento: R$270.176,000 foram efetivamente pagos no dia 26 de maio de 2026.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio de uma decisão com fatos envolvendo o ministro André Mendonça e o banqueiro Daniel Vorcaro para o procedimento que apura condutas do magistrado. Os elementos foram levantados em uma ação que discute a concessão de serviços funerários e cemiteriais em São Paulo.

Em decisão assinada na manhã desta terça-feira (15), Dino determinou que uma cópia do documento seja encaminhada ao presidente do STF, Edson Fachin, para juntada aos autos em que são apuradas condutas de Mendonça. As informações são do Metrópoles.

Por Anthony Santana
Do Blog da Folha

A sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) que vai decidir sobre a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes será realizada nesta terça (15).

Convocada pelo presidente da corte, ministro Edson Fachin, a plenária será a primeira da história em que o colegiado decide abertamente sobre a abertura de inquérito contra um dos seus integrantes.

A mais recente pesquisa Real Time Big Data confirma o que o calor das ruas já vinha sinalizando: a virada numérica de João Campos (44% a 43%) sobre a governadora Raquel Lyra não é fruto de acaso estatístico, mas o reflexo direto de uma postura de campanha que combina humildade, trabalho e clareza programática. Mais do que ultrapassar a mandatária no cenário geral, a força do candidato do PSB se revela onde a política mais precisa pulsar: entre os mais jovens, onde abre 13 pontos de vantagem (50% a 37%), e na base da pirâmide socioeconômica, com dez pontos à frente entre quem ganha até dois salários mínimos (49% a 39%).

Esse avanço consistente se explica pelo contraste de métodos. Enquanto a campanha de Raquel Lyra protagonizou a infeliz declaração de sua coordenação afirmando que a governadora “não precisa pisar no Recife”, num gesto de desdém que afasta a capital do restante do estado, João adota o caminho oposto. Ele gasta sola de sapato no contato olho no olho com as pessoas, seja nas comunidades do Recife ou rodando as cidades do interior de Pernambuco, sem distinção de CEP e sem empáfia de gabinete.

Em 30 dias de campanha, Raquel fez 26 agendas em horário do expediente

Os primeiros 30 dias de campanha eleitoral mostram que Raquel Lyra (PSD) não vem conciliando as agendas políticas com o expediente que precisa dar como governadora. Das 45 atividades públicas como candidata em dias úteis, 26 foram cumpridas em horários em que ela precisaria trabalhar como chefe do Poder Executivo, o que corresponde a 57% do total.

Em ao menos um terço do calendário já transcorrido, ela não teve como cumprir as oito horas de serviço como governadora. O expediente oficial do Governo de Pernambuco vai das 8h às 17h, com uma hora de almoço, conforme determinado pela Secretaria de Administração.

As campanhas de Raquel Lyra (PSD) e Marília Arraes (PDT), que concorrem, respectivamente, ao governo de Pernambuco e ao Senado, figuram como as mais caras para cargos majoritários, após quase um mês de campanha eleitoral, de acordo com as declarações prestadas até o último domingo (13) à Justiça Eleitoral.

A governadora e candidata à reeleição tem à disposição R$ 11,9 milhões. Desse total, R$ 11,6 milhões vêm do Fundo Especial, recurso público destinado ao financiamento das campanhas eleitorais, R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 70 mil provenientes de doações. Ao todo, a candidata da Coligação Pernambuco de Coração possui 7,6 milhões de despesas, sendo cerca de R$ 3,6 milhões já pagas.

Enquanto a postulante ao Senado, Marília Arraes, acumula o montante de R$ 4,05 milhões de recursos recebidos, sendo a maior parte do Fundo Especial; R$ 4 milhões, R$ 40 mil provenientes de doação e R$ 12 mil correspondem ao Fundo Partidário. A ex-deputada possui despesas no valor de R$ 2,6 milhões. Desse total, R$ 1,8 milhão já foi pago. As informações são do Diario de Pernambuco.

O deputado federal Pedro Campos (PSB-PE) criticou a nova tabela de preços dos serviços da Compesa, que prevê aumentos expressivos em cobranças como corte, religação e nova ligação de água. A tabela foi aprovada pela Agência de Regulação de Pernambuco (ARPE) em 15 de janeiro de 2026 e já está disponível no site da agência, mas ainda não foi implementada.

Para o parlamentar, os reajustes são mais uma consequência da decisão do Governo de Pernambuco de conceder os serviços de saneamento à iniciativa privada e podem pesar diretamente no bolso das famílias pernambucanas. As informações são do Blog Ponto de Vista.

No podcast Direto de Brasília desta semana, que irá ao ar na próxima quarta-feira, o ex-presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, vai tratar especificamente da sessão bombástica do Supremo Tribunal Federal, marcada para o dia anterior, na terça-feira, na qual o plenário vai decidir se autoriza a abertura de uma investigação formal contra o ministro Alexandre de Moraes.

A reunião extraordinária foi convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin. O plenário vai analisar um relatório da Polícia Federal com mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, enviadas para um número de telefone que a PF identifica como pertencente a Alexandre de Moraes.