Com 97,32% das urnas apuradas, Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora de Pernambuco com 53,26% dos votos validos. O principal adversário da governadora, João Campos (PSB), recebeu 44,80% dos votos.
Com 97,32% das urnas apuradas, Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora de Pernambuco com 53,26% dos votos validos. O principal adversário da governadora, João Campos (PSB), recebeu 44,80% dos votos.
Em uma eleição presidencial marcada pela consolidação da polarização entre bolsonarismo e petismo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25.
A confirmação de que haverá segundo turno foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite deste domingo (4). As informações são do g1.
Leia maisDaqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial .
Se Flávio for eleito, tomará posse, aos 45 anos, no dia 5 de janeiro de 2027, na cadeira ocupada por seu pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Se vencer, Lula assumirá o quarto mandato aos 81 anos e será o primeiro brasileiro a presidir o país quatro vezes.
Flávio e Lula deixaram para trás Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Edmilson Dias (PCB), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO).
Flávio começou liderando assim que o TSE iniciou a apuração nas primeiras urnas. O candidato do PL chegou a ficar acima dos 50% votos nas primeiras horas da apuração.
Por volta de 19h15, com 64% das urnas apuradas, Flávio voltou a ficar abaixo dos 50%, mas com cerca de cinco milhões de votos de diferença para o segundo colocado Lula.
Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado ficaram boa parte do tempo da apuração nas terceira, quarta e quinta posições, respectivamente.
Flávio votou no início da manhã deste domingo no Rio de Janeiro. Ele chegou pouco depois das 8h, logo após a abertura dos portões da Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.
Ele estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro. Após votar, Flávio disse estar preparado para presidir o país.
“É um dia muito importante, onde eu espero que o brasileiro ponha fim a essa era do atraso que apostou tudo, que vale tudo. Que perdeu a linha de usar dinheiro público, a máquina pública, para tentar interferir nas eleições”, disse.
Flávio Bolsonaro retornou a Brasília, onde acompanhou a apuração ao lado de aliados, depois de votar no Rio.
Já Lula votou, por volta das 9h10, na escola estadual João Firmino, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
Ele estava acompanhado de Alckmin, Fernando Haddad, candidato derrotado ao governo de São Paulo, e das candidatas ao Senado pelo estado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), que também perderam as eleições. Após votar, Lula defendeu mudanças na escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não é possível continuar com a promiscuidade em que o país está. Eu, sinceramente, vamos ter que pensar, chamar juristas, pessoas do mundo do Direito, para [definir] quem vai para a Suprema Corte”, disse.
Lula votou e acompanhou a apuração em São Paulo, com aliados e familiares.
Com 99,72% das urnas apuradas, Sergio Moro (PL) é eleito para o governo do Paraná, no primeiro turno, com 50,13% dos votos. Atrás dele, Sandro Alex (PSD), candidato apoiado pelo atual governador Ratinho Jr., fez 25,34% e Requião Filho (PDT), candidato do campo progressista, 23,47%.
Embora o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não tenha concluído as apurações, o ex-juiz foi matematicamente eleito. A disputa quase foi para o segundo turno. Quem assume o cargo no Senado de Moro é o primeiro suplente, o advogado Luis Felipe Cunha. Ele fica no cargo até fevereiro de 2031. Cunha nunca exerceu um cargo eletivo.
Para o Senado, foram eleitos os candidatos Filipe Barros (PL), com 27% dos votos válidos, e Deltan Dallagnol (Novo), com 25%. O mandato no Senado é de 8 anos no legislativo federal. O TSE ainda não encerrou a contagem de votos. As informações são do Brasil de Fato.
Hoje, os pernambucanos reelegeram o senador Humberto Costa (PT), com 30% dos votos e elegeram para o Senado Federal a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT), com 25% dos votos. As informações são do portal Brasil de Fato.
Os dois foram candidatos pela mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco, e realizaram uma campanha firme de “voto casado”. Deu certo. Eles se somam à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília, formando um trio de senadores alinhados com o presidente Lula.
Leia maisA lista de candidatos derrotados tem três deputados federais: Mendonça Filho (PL) ficou com 19%; Eduardo da Fonte (PP) recebeu 13,5% dos votos; e Túlio Gadêlha (PSD) obteve 7%, que ficou na sexta colocação.
Quem se despede
Este ano, com duas vagas em renovação, a população escolheu manter o atual senador Humberto Costa (PT), ex-ministro da saúde do governo Lula; enquanto o outro senador pernambucano, Fernando Dueire (PSD), sequer disputou a reeleição. Ele era suplente do ex-senador Jarbas Vasconcelos (MDB), que se afastou da vida pública por questões de saúde.
Dueire tem bom trânsito entre lideranças políticas pernambucanas, mas não conseguia superar a marca de 1% nas pesquisas de intenção de voto, o que levou sua aliada Raquel Lyra (PSD) a preterir do seu nome, levando para a disputa do Senado os deputados federais Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), ambos derrotados neste domingo.
Leia menos
João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) foram eleitos senadores pela Paraíba neste domingo (4). Até às 20h17, com 98,90% das urnas apuradas, o ex-governador Azevêdo recebeu 32,53% dos votos válidos, enquanto Veneziano teve 22,71% e conseguiu mais oito anos no Senado.
Em terceiro lugar ficou o ex-prefeito de Patos Nabor Wanderley (Republicanos), pai do presidente da Câmara, Hugo Motta. Nabor recebeu 20,90% dos votos válidos. O ex-ministro Marcelo Queiroga (PL) teve 12,49%. As informações são do SBT News.
Leia mais
Dr. Furlan (PSD) foi eleito governador do Amapá neste domingo (4). Às 20h40, com 93,68% das urnas apuradas, o candidato tinha 62% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Luciana Gurgel (PL).
Segundo colocado, Clécio Luís (União Brasil) tinha 37%. As informações são do g1.
Leia maisA disputa foi concentrada principalmente em Dr. Furlan (PSD) e Clécio Luís (União Brasil), que protagonizaram a campanha.
Ex-prefeito de Macapá por dois mandatos, Furlan entrou na corrida eleitoral com alta popularidade na capital. Clécio, por sua vez, buscou a reeleição com base na experiência como governador. Os demais candidatos também participaram da disputa, mas a principal disputa política ocorreu entre os dois concorrentes ao Palácio do Setentrião, sede do governo estadual.
Leia menos
O resultado das eleições de hoje mostrou que a arrogância, a prepotência e a falta de senso de Miguel Coelho não só o tiraram da disputa pelo Governo do Estado e pelo Senado, como também quase o deslocaram da disputa para deputado federal em Pernambuco.
Ao lançar sua candidatura simultaneamente à do irmão, que vinha de quatro mandatos e de uma passagem como ministro de Minas e Energia, Miguel afrontou não só a própria família, mas também o princípio básico do respeito à liderança e às relações, sobretudo familiares.
O resultado veio das próprias urnas. Fernando Filho deu um banho de votos nele e saiu da eleição com uma votação maior do que a do irmão.
Miguel Coelho contava que pudesse ser um dos três candidatos mais votados na eleição. No final, o coelhinho pariu uma catita.
Resultado de 90,44% das seções totalizadas 107.634.527 dos votos validos até o momento. O candidato Flávio Bolsonaro aparece com 48,01% dos votos, enquanto Lula tem 44,01%. Os candidatos vão para o segundo turno.
Os candidatos Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) disputarão o segundo turno das eleições para o Governo do Distrito Federal. Com 99,5% das urnas apuradas, Celina tinha 49,91% dos votos válidos, contra 34,49% de Leandro Grass (PT).
Celina passou a comandar a capital federal em março de 2026, depois de Ibaneis deixar o governo com a intenção de disputar uma vaga ao Senado – em julho, ele anunciou a desistência da candidatura em meio ao desgaste envolvendo a tentativa frustrada de compra do Banco Master pelo BRB (Banco de Brasília). Antes, ela foi deputada distrital e federal.
A governadora aposta no apoio de Flávio Bolsonaro (PL), candidato a presidente, e dos principais nomes da direita no DF: Michelle Bolsonaro (PL), Bia Kicis (PL) e Damares Alves (Republicanos). Ex-deputado distrital e presidente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Grass deixou o PV e se filiou ao PT no último ano. Ele tem o apoio de Lula (PT), candidato a presidente.
Com 81,20% das seções totalizadas para o Governo de Pernambuco, 4.226.849 votos válidos já foram contabilizados. Raquel Lyra soma 53,05% e João Campos tem 44,86%.
Daniel Vilela (MDB) foi reeleito governador de Goiás. O candidato consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4). O resultado foi confirmado às 19h28 (Brasília), com 90,14% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
No horário, Daniel Vilela aparecia com 58,82% dos votos. Em segundo, Wilder Morais (PL) tinha 22,25%. As informações são da CBN.
Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta.
governador Jerônimo Rodrigues (PT) derrotou, pela segunda vez, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e será governador da Bahia pelos próximos quatro anos, projeta o Datafolha.
Com 33,38% das urnas apuradas, Jerônimo tinha 52,77% dos votos válidos, enquanto ACM aparecia com 46,60%. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisJerônimo, 61, é agrônomo, professor e ascendeu dentro da burocracia dos governos petistas. Foi secretário estadual de Desenvolvimento Agrário e de Educação no governo Rui Costa (PT).
Eleito governador em 2022, fez uma gestão marcada por crises na segurança pública, com o avanço do domínio de facções em territórios do estado. Conseguiu reduzir os indicadores de mortes violentas, mas o estado se manteve com o maior número absoluto de assassinatos do país.
Ampliou a rede de saúde do estado com novos hospitais, mas foi alvo de críticas por deficiências na fila da regulação, sistema que distribui os casos graves pelos leitos das unidades de saúde. Também teve como marca a expansão da rede de escolas em tempo integral.
Jerônimo disputou a eleição tendo os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner (PT) como candidatos ao Senado e repetiu a dobradinha de 2022 com Geraldo Júnior (MDB) como vice.
Leia menos
Por Jameson Ramos – repórter do Blog
Os apoiadores da governadora Raquel Lyra (PSD) já estão em clima de vitória no Beach Class Convention, no Recife, onde a campanha montou sua estrutura para acompanhar a apuração dos votos neste domingo (4). Com mais de 60% das urnas apuradas, Raquel aparece com 53,04% dos votos, ampliando a expectativa de seus aliados pela confirmação da vitória.
O ambiente no local é marcado por comemoração, abraços e manifestações de confiança no resultado das urnas. A movimentação reúne lideranças políticas, integrantes da campanha e apoiadores que acompanham, em tempo real, o avanço da apuração em Pernambuco.
Após a conclusão da votação e a confirmação do resultado, Raquel Lyra deve se reunir com a imprensa no próprio Beach Class Convention para falar sobre o desempenho nas urnas, agradecer aos eleitores e comentar os próximos passos de sua trajetória política.
Guilherme Derrite (PP) foi eleito senador por São Paulo neste domingo (4). A segunda vaga para o Senado ficou com André do Prado (PL).
O resultado foi divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) às 19h30.
Desde o início da campanha, a disputa pelas duas cadeiras em jogo foi uma das mais acirradas da eleição paulista e se concentrou em dois grupos políticos. As informações são do g1.
Leia maisDe um lado, Derrite e Prado contavam com o apoio de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). Do outro, as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), integravam a chapa do presidente Lula (PT) e do ex-ministro Fernando Haddad (PT).
As pesquisas de intenção de voto refletiram o equilíbrio da disputa. Nos cinco levantamentos da Quaest encomendados pela Globo, Derrite liderou quatro, com índices que variaram de 12% a 25%. A exceção foi a pesquisa divulgada em 8 de setembro, quando Marina apareceu na primeira colocação.
O cenário foi diferente no Datafolha. Nas quatro pesquisas realizadas pelo instituto, Marina liderou três vezes. Derrite apareceu na primeira posição apenas no levantamento divulgado no sábado (3), na véspera da votação.
Ao contrário da corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, que teve Tarcísio na liderança com vantagem confortável nas pesquisas durante toda a campanha, a disputa pelas duas cadeiras do Senado permaneceu aberta até os últimos dias.
Enquanto Marina e Tebet buscaram vincular suas candidaturas ao governo federal e ao discurso de reconstrução da base governista no Congresso, Derrite e Prado defenderam a eleição de uma bancada alinhada ao campo conservador e crítica ao governo federal.
Pela primeira vez, o g1 também promoveu um debate com candidatos ao Senado. Participaram do evento Geraldo Rufino (Podemos) e Soninha Francine (Cidadania), além de Marina e Tebet. Enquanto Prado e Derrite haviam confirmado presença, mas, horas antes do debate, desistiram.
Leia menos
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi reeleito neste domingo (4), no primeiro turno da disputa ao pelo Palácio dos Bandeirantes, ao lado de seu vice, Felício Ramuth (MDB).
O candidato foi o mais votado para o cargo, segundo apuração parcial da apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A vitória garante à chapa mais quatro anos à frente do governo paulista. As informações são da CNN.
Leia maisO representante do PT, Fernando Haddad, ficou na segunda colocação no pleito. Com 90,02% das urnas apuradas, Tarcísio tem 62,85% e Haddad, 36,22%.
Com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível e condenado a 27 anos e três meses de prisão por golpe de Estado, Tarcísio foi um dos nomes cotados para representar o bolsonarismo na disputa pelo Palácio do Planalto nas eleições deste ano.
O escolhido de Jair, porém, foi seu filho mais velho, Flávio Bolsonaro (PL). O governador lançou sua candidatura à reeleição no dia 1º de agosto, na convenção estadual do Republicanos de São Paulo, no Ginásio do Ibirapuera, na capital paulista.
Durante a campanha, Tarcísio cumpriu uma série de compromissos relacionados às diretrizes de seu plano de governo, com foco em áreas como segurança pública, infraestrutura e políticas para as mulheres. O candidato também participou de agendas conjuntas com Flávio Bolsonaro e com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).
Ao longo da corrida eleitoral, o governador foi confrontado diversas vezes por seu principal adversário, Fernando Haddad, sobre temas como a situação da Cracolândia, as concessões de serviços de saneamento e transporte à iniciativa privada e suas alianças políticas. Nos dois debates em que os candidatos estiveram frente a frente, esses assuntos estiveram entre os principais pontos de divergência.
Entre as propostas apresentadas em seu plano de governo estão a ampliação do uso de câmeras e de inteligência artificial na segurança pública, uma carteira de mais de R$ 500 bilhões em projetos de infraestrutura e a promessa de colocar as mulheres como “prioridade absoluta”.
Leia menos
Fábio (PSD) foi reeleito governador de Sergipe neste domingo (4). O resultado foi matematicamente consolidado às 19h28 quando ele atingiu mais de 90% das urnas apuradas. O vice-governador eleito na chapa é Jeferson Andrade do mesmo partido.
O governador reeleito acompanhou a apuração dos votos na casa do pai, no Bairro Coroa do Meio, Zona Sul da capital, ao lado de familiares, aliados e apoiadores. As informações são do g1.
Leia maisNeste pleito, o PSD fez parte da coligação “Sergipe Cresce com Você”, com os partidos PSB e as federações ‘União Progressista’ (União e PP) e ‘Brasil Da Esperança – FÉ BRASIL’ (PT e PCdoB).
Ao longo dos cerca de três meses de campanha, Fábio disputou o comando do executivo estadual com outros cinco candidatos: Dr. Helton (PSOL), Emanuel Cacho (PSDB), Ricardo Marques (PL), Taty Cristina de Jesus (DC) e Valmir de Francisquinho (Republicanos).
Nas pesquisas eleitorais divulgadas pela TV Sergipe ao longo da campanha, Fábio liderou a intenção de voto, seguido pelo candidato Valmir de Francisquinho.
Durante entrevistas e sabatinas, Fábio ressaltou a intenção de dar continuidade e ampliar projetos na área da saúde, investir em infraestrutura e focar na geração de empregos.
Entre as principais propostas apresentadas para o novo mandato, citou a expansão do programa Opera Sergipe, a criação do Hospital 60+ voltado para a terceira idade, a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e novos investimentos no setor de gás e energia.
Em seu plano de governo, ele também destacou a reestruturação do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), a ampliação da capacidade hospitalar do estado e o incentivo à construção de novas moradias populares.
Leia menos
Rafael Fonteles (PT) foi reeleito para o governo do Piauí neste domingo (4/10). Ele derrotou Joel Rodrigues (PP), seu principal adversário na disputa.
Fonteles pleiteava a reeleição ao Palácio do Karnak e as pesquisas eleitorais já indicavam uma vitória em 1º turno. A chapa é composta pelo ex-Secretário de Educação, Washington Bandeira, que concorreu como vice-governador. As informações são do Metrópoles.
Leia maisQuem é Rafael Fonteles
Apontado como um dos possíveis sucessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador foi secretário de Estado da Fazenda em 2015 e, em 2019, assumiu a presidência do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).
Em 2022, aos 37 anos, assumiu o governo do Piauí, sendo o mais jovem a ocupar o cargo. Fonteles é filho do ex-deputado federal José Nazareno Cardeal Fonteles (PT).
Disputa eleitoral
No Piauí, o PT fez uma coligação com diversos partidos e a chapa de Fonteles contou com apoio do PV, PCdoB, MDB, PSD, PDT, PSB e Republicanos.
Durante a campanha, lideranças do PT defenderam a manutenção da aliança política que governa o estado. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, que já governou o Piauí por quatro mandatos, apoiou a candidatura de Fonteles.
Leia menos