Projeto de Eduardo da Fonte vai ao Senado e garante medicamento de mais de R$ 6 milhões para crianças com doença rara

O Projeto de Lei 667/2021, de autoria do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), que cria o modelo de compartilhamento de risco para incorporação de novas tecnologias em saúde no SUS, avançou na Câmara dos Deputados e segue agora para apreciação no Senado Federal. A proposta busca ampliar o acesso de pacientes a tratamentos de alto custo, especialmente para doenças raras. 

Antes mesmo da conclusão da tramitação do projeto, o Ministério da Saúde atendeu ao pleito defendido por Eduardo da Fonte e publicou portaria regulamentando o modelo de compartilhamento de risco.

Jaboatão dos Guararapes - Refis 2026

O deputado federal Felipe Carreras (PSB) intensificou, ontem, as articulações em Brasília em defesa do Polo de Confecções. O parlamentar esteve reunido com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, e a secretária-executiva da Casa Civil, Francisca Lucileide de Carvalho, representando o Palácio do Planalto, para discutir alternativas que reduzam os impactos da revogação da chamada “taxa das blusinhas”.

A pauta vem sendo acompanhada em alinhamento com o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Helinho Aragão, que tem tratado o tema como prioridade diante da importância do Polo de Confecções para a economia do município. O setor é responsável pela geração de milhares de empregos e movimenta uma ampla cadeia econômica em Pernambuco.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

As obras de pavimentação asfáltica avançam no município de Itaíba e também alcançam os distritos de Negras e Jirau. Segundo o prefeito Pedro Pilota, o investimento é de aproximadamente R$ 2 milhões, viabilizado por meio de parceria entre a gestão municipal, o Governo Federal, a Codevasf e o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos). Entre as vias contempladas estão as ruas João Martins, Cacimba do Gado e Pedro Vieira.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, João Arcoverde, o programa de pavimentação beneficiará sete ruas e avenidas distribuídas entre a sede e os distritos. Na área urbana de Itaíba, recebem asfalto a Avenida Rio Branco e as ruas João Martins, Pedro Alcântara e Pedro Vieira. Em Jirau, a intervenção ocorre na Rua São Francisco. Já em Negras, os serviços contemplam a Rua Getúlio Vargas e a Praça Nossa Senhora da Conceição.

O prefeito Pedro Pilota acompanhou o andamento das obras ao lado do vice-prefeito Leandro da Saúde. A gestão municipal informa que a pavimentação busca melhorar as condições de tráfego e reduzir problemas relacionados à poeira e à lama durante o período chuvoso.

Petrolina - São João 2026

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

O cientista político Benedito Tadeu Cesar, professor aposentado da Universidade do Rio Grande do Sul (URGS), observa que o entrevero com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reúne ao mesmo tempo os dois temas principais do debate eleitoral brasileiro: segurança pública e aumento do custo de vida. Trump recebeu o candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ), no Salão Oval da Casa Branca.

Dois dias depois, classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Se tivesse parado aí, considera Tadeu Cesar, talvez fosse um tento importante para Flávio. Mas uma semana depois, Trump ameaça o Brasil com um novo tarifaço de 25% por razões diversas, inclusive o Pix.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Na manhã de hoje, véspera do Corpus Christi, o deputado federal Luciano Bivar (MDB) divulgou um vídeo em suas redes. Ele, que tem uma vivência e formação acadêmica nos Estados Unidos, disse que não há o menor risco dos Estados Unidos invadir o Brasil, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alegar que conseguiu convencer o presidente Donald Trump a definir que as facções brasileiras, Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC), são entidades terroristas.

Ele lembra situações históricas e destaca que o que aconteceu na Venezuela não tem como acontecer no Brasil. Bivar diz que o Brasil vai resolver seus problemas à moda brasileira. Confira o vídeo abaixo na íntegra:

Caruaru - São João que o mundo reconhece

Os investimentos realizados pela gestão do prefeito Carlos Santana em educação, inclusão social, proteção às famílias, prevenção da violência e fortalecimento da segurança cidadã começam a produzir resultados concretos nos indicadores de criminalidade em Ipojuca. O município atravessa um dos melhores momentos de sua história recente na área da segurança pública, com redução consistente dos homicídios e avanços históricos nos principais indicadores de violência.

Os números mais recentes confirmam essa tendência. Em maio de 2026, Ipojuca encerrou o mês sem registrar nenhum homicídio, fato inédito na série histórica recente. O desempenho reforça os resultados alcançados em 2025, quando o município registrou o terceiro menor número de homicídios dos últimos anos, e consolida um cenário de queda que coloca a cidade no caminho para alcançar, em 2026, o melhor resultado da sua história em Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI).Embora a segurança pública seja uma atribuição constitucional do Governo do Estado, a Prefeitura do Ipojuca tem assumido papel fundamental na construção de uma cidade mais segura, investindo fortemente em prevenção, inclusão social e fortalecimento das ações municipais de defesa social.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O Globo

A degustação de uísques e charutos que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ofereceu ao então governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e vários outros políticos e autoridades em Nova York em maio de 2024 não foi a única extravagância que ele promoveu nos Estados Unidos naquele período.

Ao todo, Vorcaro gastou pelo menos R$ 11,9 milhões em valores da época na organização de eventos para entreter políticos e autoridades que estavam na cidade naqueles dias – além da prova de bebidas e charutos, um jantar e uma festa com mulheres com fantasias prateadas que ficou conhecida como a “noite das astronautas”.

Palmares - Casa Azul

Construída em diálogo com os sindicatos das categorias representativas dos seus empregados, homologada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6) com a participação do Ministério Público do Trabalho (MPT-PE), a iniciativa foi reconhecida como modelo inédito de conciliação trabalhista.

O Grupo Locar protagonizou, na última semana, um dos episódios mais incomuns recentemente vistos na Justiça do Trabalho de Pernambuco.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Diana Câmara

A cada eleição, uma pergunta volta a circular entre candidatos, assessores e eleitores: afinal, o WhatsApp está liberado para uso nas campanhas eleitorais?

A resposta é sim. Mas com importantes limites.

O WhatsApp consolidou-se como uma das principais ferramentas de comunicação política do país. Atualmente, é difícil imaginar uma campanha eleitoral sem grupos, compartilhamento de vídeos, imagens, mensagens e interação direta entre candidatos, apoiadores e eleitores. O problema é que muitos ainda confundem o uso legítimo da ferramenta com práticas que podem gerar multas, ações judiciais e até a cassação de registros ou mandatos, a depender da gravidade da conduta e das provas produzidas no caso concreto.

O primeiro ponto que precisa ficar claro é que o WhatsApp não é proibido pela legislação eleitoral. Candidatos, partidos políticos, federações, coligações e eleitores podem utilizar a plataforma para divulgar ideias, propostas, posicionamentos políticos e conteúdos de interesse eleitoral.

Entretanto, o fato de a ferramenta ser permitida não significa que tudo seja autorizado.

Uma das maiores preocupações da Justiça Eleitoral continua sendo a utilização abusiva das ferramentas digitais para influenciar o eleitorado de forma irregular. Nesse contexto, o envio automatizado de mensagens em larga escala, especialmente mediante utilização de bases de dados obtidas sem consentimento dos destinatários, tem sido objeto de investigações e de rigorosa análise pela Justiça Eleitoral, sobretudo quando associado a abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação ou disseminação de desinformação.

Outro cuidado importante envolve a utilização de dados pessoais. Em tempos de vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), campanhas eleitorais devem adotar cautela no tratamento das informações dos eleitores. O uso indevido de contatos telefônicos ou de bancos de dados obtidos sem autorização pode gerar repercussões não apenas eleitorais, mas também civis e administrativas.

Recentemente, ganhou destaque na imprensa a aprovação, pela Câmara dos Deputados, de um projeto que altera regras relacionadas ao envio de mensagens por aplicativos de comunicação.

A repercussão levou muitas pessoas a acreditar que o disparo em massa de mensagens estaria automaticamente liberado para as eleições de 2026. Essa conclusão, porém, é precipitada.

Primeiro, porque a proposta ainda não se transformou em lei. O texto precisa ser apreciado pelo Senado Federal e, se aprovado, dependerá de sanção presidencial. Além disso, eventuais alterações deverão conviver com as normas eleitorais e com a regulamentação expedida pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Segundo, porque as eleições não são disciplinadas apenas pelas leis aprovadas pelo Congresso Nacional. A Justiça Eleitoral possui competência para regulamentar diversos aspectos da propaganda eleitoral e do uso das plataformas digitais, sempre com o objetivo de preservar a legitimidade do processo eleitoral e a igualdade de oportunidades entre os candidatos.

Portanto, é incorreto afirmar, neste momento, que o disparo em massa de mensagens esteja liberado para as eleições de 2026. Candidatos e equipes de campanha devem acompanhar a evolução legislativa do tema e agir com cautela, evitando estratégias baseadas em interpretações apressadas ou em informações divulgadas sem o devido rigor jurídico.

As eleições de 2026 serão as primeiras eleições gerais realizadas sob um conjunto mais robusto de regras voltadas especificamente ao uso da inteligência artificial.

Áudios, vídeos e imagens produzidos ou manipulados artificialmente possuem enorme potencial de influenciar a opinião pública. Por essa razão, a Justiça Eleitoral passou a exigir maior transparência na utilização dessas ferramentas e adotou medidas mais rigorosas para combater conteúdos enganosos e fraudes digitais.

Especial atenção deve ser dada aos chamados “deepfakes”, que consistem na criação ou manipulação de imagens, vídeos ou áudios capazes de simular a fala ou a aparência de pessoas reais. A utilização desse tipo de recurso para enganar eleitores representa grave ameaça à integridade do processo democrático e poderá ensejar severas consequências jurídicas.

Da mesma forma, a divulgação de conteúdos fraudulentos, sabidamente inverídicos ou produzidos em desacordo com as regras de transparência relativas à inteligência artificial poderá gerar responsabilização eleitoral.

A tecnologia transformou a forma como candidatos e eleitores se comunicam. O WhatsApp faz parte dessa realidade e continuará sendo uma importante ferramenta de participação política e de divulgação de ideias durante as eleições de 2026.

O desafio não está em impedir o uso da tecnologia, mas em garantir que ela seja utilizada com responsabilidade, transparência e respeito às regras democráticas.

Por isso, diante da pergunta que dá título a este artigo, a resposta é simples: sim, o WhatsApp está liberado nas eleições de 2026.

O que permanece vedado é o uso da ferramenta para práticas abusivas, para a disseminação de desinformação, para a utilização indevida de dados pessoais ou para condutas capazes de comprometer a legitimidade e a igualdade de oportunidades na disputa eleitoral e o disparo em massa.

Mais do que nunca, o sucesso de uma campanha dependerá não apenas da capacidade de comunicar, mas também da responsabilidade com que essa comunicação será realizada.

Camaragibe - Forró da Vila

No Direto de Brasília, Moreira Franco descarta golpe contra Dilma e no 8 de janeiro, alerta para avanço do crime e critica rumo da economia

O ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro Moreira Franco (MDB) fez duras críticas ao cenário político e econômico do País durante entrevista ao podcast Direto de Brasília, comandado pelo titular deste blog em parceria com a Folha de Pernambuco. Ao comentar os desafios atuais do Brasil, afirmou que o país vive um processo de deterioração institucional, apontou falta de rumo na economia e contestou interpretações sobre dois dos episódios mais controversos da política recente: o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e os atos de 8 de janeiro de 2023.

Sobre a invasão das sedes dos Três Poderes, Moreira afirmou que não considera o episódio uma tentativa de golpe de Estado. “Golpe se faz com Forças Armadas, e não tinha ali. Não conheço nenhum golpe sem que haja um exército”, declarou. Segundo ele, houve uma ação marcada pela depredação do patrimônio público, mas sem os elementos historicamente associados a uma ruptura institucional. O ex-ministro também ironizou a chamada minuta do golpe e disse não acreditar que o movimento tenha sido conduzido de forma organizada.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) saiu em defesa do PIX nesta terça-feira (2) após o sistema de pagamentos instantâneos ser citado em uma investigação comercial dos Estados Unidos que pode resultar em tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Na visão dos EUA, o PIX pode representar uma vantagem “injusta” que pode restringir o comércio americano. A decisão final sobre a nova taxa pode sair até 15 de julho. As informações são do g1.

Em nota, a entidade afirmou que o PIX não é um produto comercial, mas uma infraestrutura de pagamentos criada pelo BC para ampliar a concorrência e facilitar transações financeiras.

A Secretaria de Educação do Distrito Federal firmou uma parceria no valor de R$ 5 milhões com a ONG Instituto Conhecer Brasil (ICB), ligada à produtora do filme “Dark Horse”. O acordo foi formalizado no dia 22 de dezembro de 2023, durante o mandato do agora ex-governador Ibanêis Rocha (MDB). A contratação do ICB previu a implantação do programa Steam Maker, que tinha como objetivo a transformação digital no sistema de ensino da capital federal. A informação foi publicada inicialmente pelo Uol e confirmada pelo GLOBO.

O programa visou integrar as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática (Steam) no currículo escolar “para desenvolver habilidades transdisciplinares nos alunos”. A aplicação da prática foi prevista para ocorrer em ambientes denominados “laboratório de criatividade inovador”, instalados nas escolas. A implementação, segundo o plano de trabalho, ocorreria em dezesseis unidades da rede básica. As informações são do jornal O GLOBO.

A pré-candidata ao Senado Marília Arraes se reuniu, nesta terça-feira (2), com representantes da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (ADEPPE) e da Aliança das Mulheres Policiais de Pernambuco (AMULP) para discutir ações de enfrentamento à violência contra as mulheres e medidas de fortalecimento da rede de proteção às vítimas. O encontro ocorreu um dia após Marília anunciar o combate à violência de gênero como uma de suas prioridades e teve como foco o cenário da segurança pública no Estado e os dados relacionados aos casos de feminicídio.

Durante a reunião, dirigentes das duas entidades apresentaram levantamentos e estudos sobre violência de gênero em Pernambuco. “O enfrentamento ao feminicídio exige ação integrada e diálogo permanente com quem conhece a realidade da segurança pública. Estamos ouvindo quem atua diretamente na proteção das mulheres para construir propostas consistentes e capazes de salvar vidas”, afirmou Marília.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu nesta terça-feira às críticas feitas a ele pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no contexto da proposta apresentada pelo governo dos Estados Unidos para impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o pré-candidato à Presidência afirmou ter pedido diretamente ao presidente norte-americano Donald Trump que não taxe empresas brasileiras e atribuiu a iniciativa a uma postura negativa do governo petista em relação aos Estados Unidos.

Na gravação, Flávio também procurou desvincular sua recente viagem a Washington da proposta apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). Segundo o senador, a investigação comercial que embasa a medida foi iniciada antes de sua visita ao país, ainda em 2005, e não teria qualquer relação com os encontros que manteve com autoridades americanas na semana passada.

Por Edson Mota – Blog da Folha

O pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), afirmou nesta terça-feira (02) que tem sido vítima constante de ataques virtuais de adversários políticos. Segundo ele, o cenário atual no meio político tem se apresentado de muita violência política em alguns estados, incluindo Pernambuco.

“Tenho sido atacado de manhã, tarde e noite por uma verdadeira milícia digital que está instrumentalizada de forma inorgânica, com a presença de robôs, informações falsas e automatizadas feita por pessoas da política que querem atacar um adversário político”, afirmou.

Por Alex Fonseca – Blog da Folha

O deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) afirmou que o ex-prefeito Recife e pré-candidato ao governo, João Campos (PSB), tem mantido o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mediante ameaça e não confiança. Em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM na manhã desta terça-feira (2), o parlamentar sustentou que uma possível aliança entre o presidente e a governadora Raquel Lyra (PSD) é impedida pelo fato de o PSB ameaçar implodir acordos com o PT em estados estratégicos.

“O que João [Campos] quer é construir muros em torno do presidente Lula para que a força do presidente seja canalizada na campanha dele. João não pode cometer essa irresponsabilidade com o presidente, com o projeto de país. Tem que compreender que as alianças do presidente são muito maiores do que as alianças que ele [João] quer para Pernambuco. As alianças do presidente vão ditar o futuro do país pelos próximos anos, talvez décadas”, declarou.

A segurança pública do Rio de Janeiro é alvo de críticas antigas. Para o ex-governador e ex-ministro Moreira Franco (MDB), no entanto, a situação de seu estado não é muito diferente da das demais unidades da Federação. Segundo ele, é tudo um reflexo da situação política nacional, já que “o exemplo vem de cima”.

“Lamentavelmente, no Brasil, essa é a história. Não é só no Rio de Janeiro. Em qualquer estado do Brasil hoje, o quadro é mais ou menos o mesmo do Rio. Os problemas que surgem no governo federal, no Congresso Nacional, são casos que assustam porque fogem da regra normal. Não há normalidade institucional democrática nesse processo. Esse é o grande problema que vivemos. O Rio de Janeiro começou com o Comando Vermelho, depois outros grupos foram se formando, e hoje eles estão instalados no Brasil inteiro e se comunicam. É um problema que temos que enfrentar”, afirmou, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.