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A governadora Raquel Lyra (PSD) já tem um novo marketeiro: o paulistano Igor Paulin. Ele assumiu a comunicação há duas semanas, coordenando desde as pesquisas até a estratégia. Igor e Raquel estiveram juntos em 2022, mas haviam se afastado. Ele também é o responsável pela comunicação de Miguel Coelho desde o começo de 2025.
Na próxima quinta-feira, a cidade de Bezerros, no Agreste pernambucano, será palco de um importante avanço institucional. A implantação da Casa de Justiça e Cidadania promete ampliar o acesso da população a serviços jurídicos e fortalecer a atuação cidadã no município.
A cerimônia está prevista para começar às 13h, na sede da Faculdade Vale do Pajeú, local escolhido para sediar a nova estrutura. A iniciativa envolve a articulação de diferentes órgãos, incluindo o Poder Judiciário estadual, o Legislativo municipal, a gestão da cidade e instituições de ensino.
Leia maisAlém da inauguração do espaço, o evento contará com um momento de reconhecimento público. Diversas autoridades e nomes de destaque serão agraciados com o título honorífico de cidadão bezerrense, numa forma de valorizar contribuições relevantes prestadas à cidade e à região.
Entre os homenageados estão este blogueiro, integrantes do Tribunal de Justiça de Pernambuco, representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil, o presidente do Grupo de Ensico FVP, Cleonildo Painha, além de lideranças políticas, profissionais liberais e personalidades da comunicação e da educação. Um dos destaques é a homenagem póstuma a Eduardo Accioly Campos.
A programação também inclui um coquetel cultural e o lançamento do meu mais recente livro, “Os Leões do Norte”, ampliando o caráter simbólico e cultural da ocasião.
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Por Hélder Lins*
A terceira edição do GGTI Conecta em 2026 reafirma o protagonismo do Nordeste no cenário nacional de tecnologia da informação. O evento, que nasceu com o propósito de conectar líderes, empresas e inovação, chega a um novo patamar de maturidade, consolidando-se como um dos principais encontros na região – sem dever em conteúdo, relevância ou impacto aos tradicionais eventos do Sul e Sudeste.
Desde sua primeira realização, o GGTI Conecta tem evoluído de forma consistente, ampliando seu alcance e fortalecendo sua proposta: promover a troca de experiências entre executivos de TI e fornecedores de solução, bem como fomentar negócios e impulsionar a transformação digital nas organizações. Em 2026, o evento reúne um seleto grupo de líderes e especialistas, entre associados e convidados, representando empresas do setor público e privado de diversos segmentos da economia nordestina.
Leia maisA programação desta edição foi cuidadosamente estruturada para refletir os principais desafios e tendências do mercado. Temas como cibersegurança, inteligência artificial, transformação digital, governança de TI e inovação ganham destaque nas discussões, proporcionando um ambiente rico para troca de informações e networking qualificado.
Outro diferencial importante desta edição é a presença de patrocinadores de grande relevância no cenário nacional e internacional. Essas empresas trazem ao evento não apenas apoio institucional, mas também soluções de ponta, cases reais e uma visão estratégica sobre o futuro da tecnologia nas empresas. Trata-se de uma oportunidade única para que os participantes tenham acesso direto ao que há de mais moderno e disruptivo no mercado global de TI.
O crescimento do GGTI Conecta também reflete a maturidade do ecossistema tecnológico do Nordeste. A região vem se destacando cada vez mais como um polo de inovação, a exemplo do Porto Digital e o CESAR, com profissionais altamente qualificados, empresas em expansão e uma forte cultura de colaboração. Eventos como este são fundamentais para acelerar esse movimento, criando conexões que geram valor real para o mercado.
Mais do que um encontro técnico, o GGTI Conecta 2026 é um símbolo de fortalecimento regional. É a prova de que o Nordeste está preparado para liderar discussões estratégicas, influenciar tendências e ocupar um espaço de destaque no cenário nacional de tecnologia.
Ao reunir conhecimento, networking e inovação em um único ambiente, o GGTI Conecta reafirma seu papel como catalisador de transformação. E deixa claro: o futuro da tecnologia no Brasil também passa, de forma decisiva, pelo Nordeste.
*Presidente do GGTI e Gerente de TIC Petronac
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Um avião monomotor, de pequeno porte, caiu e bateu em prédio residencial na Rua Ilacir Pereira Lima, no bairro Silveira, na Região Nordeste de Belo Horizonte. A aeronave saiu do Aeroporto da Pampulha, também na capital mineira. As informações são do G1 Minas Gerais.
Informações iniciais do Corpo de Bombeiros dizem que havia quatro ocupantes na aeronave, sendo que uma pessoa morreu e três estão feridas em estado grave. Três viaturas da corporação foram empenhadas e chegaram no local por volta de 12h25.
A aeronave caiu no estacionamento do prédio. O piloto reportou à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que estava com dificuldades na decolagem. De acordo com o registro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião é um modelo EMB-721C, fabricado em 1979. O proprietário é identificado como Flavio Loureiro Salgueiro. A aeronave tem capacidade para até cinco passageiros, além do piloto.
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Ainda na noite de quarta-feira (29) após a derrota, a equipe que trabalhou pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF) avaliava a sua atuação. Concluía que o resultado não tinha qualquer relação direta com o próprio Messias. Não era uma rejeição a ele. Era uma conjugação de fatores políticos que envolvem muito mais os cálculos eleitorais.
Principalmente, avaliavam, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), escolhera um lado. E esse lado não era mais o lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A partir dessa constatação, o que se amadureceu, na quinta (30), era que os próximos passos precisavam adicionar à relação “camadas de constrangimento”.
Leia maisO termo “camadas de constrangimento” foi dito por uma fonte ao Correio Político. O que significa isso? Significa Lula manter suas prerrogativas de indicação de um nome para o Supremo devolvendo a Alcolumbre e ao Senado os eventuais desgastes, seja a partir de uma decisão de Alcolumbre de segurar a análise seja quanto a uma eventual decisão do Senado de impor ao governo novamente uma derrota.
Toda a trama que envolve a derrota de Messias está diretamente ligada à opção política da escolha. Por conta do Mensalão e da Lava Jato, Lula se ressente de ter escolhido no começo juristas mais técnicos para o Supremo. Entende que eles acabaram atuando contra ele. Passou a escolher nomes da sua estrita confiança. O ápice foi seu advogado pessoal, Cristiano Zanin. Por outro lado, o Senado forçou a indicação de um de seus pares, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG). A avaliação passada a Lula agora é que ele faça uma escolha fora desse jogo político.
Uma mulher jurista negra. Pesquisa Datafolha de abril mediu a popularidade dos ministros do STF. E concluiu que a ministra mais popular é Cármen Lúcia, a única mulher, professora de Direito, com carreira de procuradora em Minas Gerais. O Senado reprovaria alguém com esse perfil que, além de reconhecida jurista e mulher, ainda fosse negra?
A avaliação feita a Lula é que, nesse caso, a interpretação da sociedade talvez não fosse que uma nova derrota viesse a ser dele, mas do Senado, ao impedir a escolha. Ou de Alcolumbre, por simplesmente não pautar a votação, impedindo a concretização de uma prerrogativa que é do presidente da República.
Rejeitava-se completamente uma ideia considerada estapafúrdia do advogado Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas, de contestar a derrota de Messias no STF. A visão geral era de que aprovar ou não a indicação de Lula era da mesma forma uma prerrogativa constitucional do Senado.
Porém, caso Lula fizesse uma nova indicação e Alcolumbre, como chegou a ventilar, sentasse em cima, não marcasse a sabatina e deixasse a escolha para o próximo presidente, ele, então, estaria coibindo o avanço da prerrogativa do presidente da República. E isso, sim, poderia gerar uma contestação judicial.
Seria um caso semelhante ao que já foi julgado e decidido pelo STF, quando determinou que o presidente do Senado não teria o poder de simplesmente evitar a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito se ela tiver o número mínimo de assinaturas e preencher os requisitos. Precisa instalar a CPMI numa sessão do Congresso.
Na avaliação que foi feita, concluiu-se que seria fácil o Senado rejeitar a indicação de um ministro do STF somente porque se trata de um amigo do peito do presidente, destinado a blindá-lo na Corte de eventuais problemas jurídicos. Esse tipo de caráter político das escolhas é fortemente rejeitado pela sociedade.
Mas a derrota de alguém que a sociedade visse como seu representante jogaria o desgaste para o Senado. Poderia reeditar um momento em que o governo viu sua popularidade subir quando levou às ruas a ideia de “Congresso inimigo do povo”. É, porém, um jogo arriscado se acirrar uma guerra entre poderes.
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A promulgação do texto sobre a dosimetria não será feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que vai deixar para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Partidos governistas vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mas o Supremo não deve nem está em condições de rever a decisão do Congresso de derrubar o veto de Lula à Lei da Dosimetria.
Primeiro, porque cabe ao Congresso legislar e isso já foi dito exaustivamente pelos próprios ministros do tribunal durante o período de debate da proposta no Congresso, que reduziu a pena dos condenados na trama golpista. Ao STF cabe conferir a constitucionalidade da proposta. As informações são do blog do Valdo Cruz.
Leia maisAlém disso, ministros do tribunal deram aval ao texto quando ele foi votado pela Câmara e pelo Senado. Por fim, o STF enfrenta um momento de desgaste e sofreu também uma derrota na derrubada do veto. Dar o troco seria jogar lenha na fogueira do embate entre Legislativo e Judiciário.
A avaliação acima é partilhada por líderes partidários, que, mesmo assim, vão ingressar no STF para tentar barrar a decisão do Congresso de derrubar o veto do presidente Lula à Lei da Dosimetria. Faz parte da batalha política, ainda mais em ano eleitoral – quando o presidente concorre ao quarto mandato.
‘Traição de Alcolumbre’
Nesta linha, Lula não vai promulgar a Lei da Dosimetria, que havia sido vetada na integralidade pelo presidente. Vai deixar para que as digitais na promulgação sejam de Davi Alcolumbre, responsável pela derrota do governo tanto na rejeição do nome de Jorge Messias para o STF como na derrubada do veto presidencial.
Lula ainda não definiu como irá reagir à traição de Alcolumbre, mas não deve partir para o enfrentamento no curto prazo. Vai mandar um novo nome, mas ainda não decidiu quem será. Aliados defendem uma jurista negra, que dificilmente o Senado teria como rejeitar.
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Por Maurício Rands*
O mercado de trabalho brasileiro é dantesco. São 14 milhões de brasileiros trabalhando na escala 6×1. Segundo o DataSenado, 24% dos trabalhadores nas cidades grandes perdem ao menos 3 horas diárias nos deslocamentos. São onze horas por dia longe de casa e sem tempo para si. Desses, 1,4 milhão são trabalhadores domésticos, sujeitos a relações patriarcais. Dos trabalhadores CLT, 74% ainda cumprem jornada de 44 horas semanais.
As jornadas mais extensas estão concentradas entre trabalhadores de menor renda, menor escolaridade, negros e pardos. Por isso, o Datafolha apurou que 71% dos brasileiros aprovam o fim da jornada de 6×1. Sentem ser justo que as pessoas possam dispor de dois dias semanais consecutivos para os afazeres próprios. O que já é realidade para 50,3 milhões de trabalhadores em setores que não quebraram por isso.
Leia maisA jornada semanal de 5×2 é sinônimo de melhor qualidade de vida e melhor disposição durante o trabalho. Com tempo para descanso e para desconectar do trabalho, as pessoas podem ser mais criativas e produtivas. Tendem a cometer menos erros e a adoecer menos. Isso reduz custos ocultos decorrentes do absenteísmo e da rotatividade. Um trabalhador mais motivado, com mais energia e engajamento, produz mais e melhor. As empresas, a seu turno, com jornadas menores dos seus empregados, tendem a se concentrar no melhor planejamento do trabalho, o que resulta em ganhos de produtividade. Eventuais aumentos das despesas com empregados poderiam ser absorvidos por ganhos de produtividade e avanços tecnológicos.
Propondo o fim da jornada de 6×1 tramitam no Congresso Nacional a PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que foram apensadas. Além dessas PECs, tramita o PL 1838/2026, encaminhado pelo presidente Lula propondo a redução da jornada de 44 para 40h semanais com dois dias consecutivos de descanso, sem redução salarial. Como o governo requereu a tramitação em regime de urgência constitucional, a partir do 45º dia a pauta da Câmara ficará trancada caso o plenário não vote o PL. Espera-se que uma dessas proposições seja votada até junho. Embora uma emenda constitucional seja mais idônea para estabilizar o tema, um projeto de lei exige quórum menor de aprovação, de 257 votos na Câmara e 42 votos no Senado.
Os que se opõem à redução da jornada argumentam que haverá aumento de custos e riscos sobretudo para as micro e pequenas empresas. Estudos citados por entidades como a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) sugerem que o custo da mão de obra poderia subir entre 12,7% e 17,57%. Já alguns estudos do Ministério do Trabalho apontam impacto de apenas 4,7% sobre a massa geral de rendimentos. O Ipea, por sua vez, estima aumento médio de custo de 7,84%, mas de menos de 1% para os maiores empregadores. A principal crítica econômica é que o aumento dos custos de pessoal das empresas seria inevitavelmente repassado ao consumidor final. E o aumento dos preços teria impacto nos níveis de emprego.
Os defensores da medida contestam esses argumentos citando estudos da FGV em empresas que, após reduzir a jornada, aumentaram a receita. No mundo, casos como o da Microsoft no Japão, com aumento de 40% na produtividade, são frequentemente citados. Alguns defendem uma transição gradual e negociada em setores específicos, como saúde e comércio, que funcionam 24 horas, através de acordos coletivos com os sindicatos. Parece razoável supor que os receios de efeitos adversos e as próprias visões apocalípticas estão superestimados.
Com planejamento adequado e ganhos de produtividade, a jornada 5×2 traria benefícios econômicos e sociais de longo prazo. Foi o que ocorreu em países como França, Alemanha, Reino Unido, Holanda, Chile e Equador, todos com jornadas semanais de 40 horas ou menos. Para os trabalhadores trata-se de resgatar o direito ao próprio tempo, à própria vida. Quando se argumenta que o assunto não deveria ser discutido em período eleitoral, o trabalhador simplesmente entende que estão querendo adiar o seu direito à vida própria até depois que o voto deixe de valer. E todos percebem que os admiradores de sociedades como as europeias são os mesmos que não admitem que as conquistas e instituições desses países tenham aplicação entre nós.
*Advogado formado pela FDR da UFPE, professor de Direito Constitucional da Unicap, PhD pela Universidade Oxford
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Um protesto interdita, neste momento, a rodovia PE-507, na entrada do município de Serrita, no Sertão de Pernambuco. A manifestação ocorre no sentido Serrita/Salgueiro e reúne moradores da região que denunciam as condições precárias do trecho que liga a cidade ao local onde é realizada a tradicional Missa do Vaqueiro.
O ato tem como objetivo chamar a atenção da governadora Raquel Lyra (PSD) para a situação da via. Segundo os organizadores, o bloqueio é pacífico e a passagem está sendo liberada apenas para ambulâncias, viaturas policiais, veículos em casos de emergência de saúde e carros funerários. De acordo com os manifestantes, o problema da PE-507 é antigo e já motivou protestos em anos anteriores, como 2013, 2016 e 2018, sem que haja uma solução definitiva até o momento.
Eles relatam que intervenções pontuais, como operações tapa-buraco realizadas em períodos próximos à Missa do Vaqueiro, não resolvem a situação estrutural da estrada. Enquanto isso, motoristas que utilizam o trecho diariamente enfrentam riscos constantes, com registros frequentes de acidentes e prejuízos à população dos municípios de Serrita, Granito, Exu e Moreilândia, que dependem da rodovia para deslocamento.
O ex-ministro do Turismo e pré-candidato a deputado federal, Gilson Machado, potencializou a agenda de ida ao Festival Viva Garanhuns com uma visita e conversa com o empresário Michel Moreira Leite, da vinícola Vale das Colinas.
Pernambuco está indo além da fruticultura de exportação. Produz mais rápido, colhe o ano inteiro e está transformando o Sertão e o Agreste em destino turístico nacional. “O Rio Grande do Sul ainda é o maior produtor de vinhos, mas Pernambuco é o vice que inventou um jeito próprio de fazer vinho. Se continuar crescendo no Agreste, o estado pode sair da briga por volume e entrar na briga por diferenciação”, avalia Gilson Machado.
Gilson traz à tona o que tem sido o maior empecilho de crescimento desse marcado. “O Brasil encara o vinho como bebida alcoólica e não como alimento e isso encarece o preço final com os altos impostos cobrados que são transferidos ao consumidor final”, alerta Gilson Machado.
O meu podcast ‘Direto de Brasília’ de amanhã, em parceria com a Folha de Pernambuco, será com o novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, que sucedeu a Silvio Costa Filho. Franca confirmou que o governo federal estuda zerar impostos federais (PIS/Cofins) sobre o querosene de aviação (QAV) para conter o aumento no preço das passagens aéreas.
Ele anunciou também medidas em análise para auxiliar companhias aéreas, incluindo linhas de crédito com recursos do Tesouro, via Banco do Brasil, com limite de até R$ 400 milhões. Tomé assumiu a pasta no início de abril passado com o objetivo de consolidar o Brasil como um hub logístico na América Latina. Antes de ser ministro, ele foi secretário-executivo, nacional de aviação civil e chefe de gabinete de Sílvio Filho, que deixou a pasta para disputar a reeleição de deputado federal pelo Republicanos.
Leia maisTomé acumula passagens por secretarias estaduais e municipais, além de ter atuado no Legislativo e no Judiciário. É formado em Direito e mestre em Gestão Pública pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), além de cursar MBA em Concessões e Parcerias Público-Privadas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).
Ao longo da carreira, ocupou cargos como secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco, secretário de Saneamento do Recife e secretário-executivo de Turismo do Estado. No Congresso, atuou como assessor parlamentar no Senado e na Câmara dos Deputados. No Judiciário, chefiou a assessoria de desembargador federal no Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6). Também lecionou disciplinas como Direito Constitucional, Direito Ambiental e Processo Legislativo.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem o programa pela Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; pela Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; pela Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; ainda pela Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras; e pela LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são: Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, Autoviação Progresso, Grupo Antonio Ferreira Souza, Água Santa Joana, Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lança, hoje, o Desenrola 2.0, novo programa de renegociação de dívidas que visa tirar os brasileiros do sufoco. A equipe econômica vai apresentar os detalhes do projeto em uma coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto. As informações são do portal Metrópoles.
Na quinta-feira (30/4), o presidente Lula deu alguns detalhes do programa em pronunciamento na TV, em alusão ao Dia do Trabalho. Segundo o petista, será possível negociar dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito rotativo, crédito pessoal e até do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Os juros do programa de renegociação serão de até 1,99% ao mês, e os descontos poderão variar de 30% a 90% do valor devido. “Assim, você vai ter uma parcela bem menor e mais tempo para pagar sua dívida”, pontuou Lula. O uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas também foi confirmado. De acordo com o presidente, cada pessoa poderá sacar até 20% do saldo do fundo.
Por José Adalbertovsky Ribeiro*
Dedico este artigo ao meu colega o lindo cosmonauta Carl Sagan, que descreveu nosso planeta Terra como “um pálido ponto azul” na imensidão do universo
MONTANHAS DA JAQUEIRA – Ressoa a sentença bíblica sob testemunho do evangelista Mateus: “Eu não vim trazer a paz, vim trazer a espada”. Nos tempos heroicos a espada flamejava nas patas dos cavalos, em nome dos impérios, das religiões, de Deus e do diabo, Vade retro!
Caim matou Abel com um tiro no coração e nunca mais houve paz na face da terra.
Leia maisSanto Tomás de Aquino criou o conceito de guerra justa com base em três condições da Suma Teológica: autoridade legítima, causa justa e busca da paz e do bem comum. Um santo homem, Tomás de Aquino não imaginava a maldade no coração das criaturas. Nenhuma guerra no mundo atual seria considerada justa. No caso da Venezuela não houve guerra, houve uma invasão para capturar o gangster Nicolas Maduro.
O guru da seita vermelha contou que todas as noites vai dormir tristonho quando lembra as cenas de Maduro sendo preso e levado para uma prisão em New York, onde será julgado como parceiro do cartel de Los Soles. O Foro de São Paulo está se desmilinguindo na América Latina. Há prenúncios de fim da dinastia da seita vermelha nesta Terra de Santa Cruz, a terra da verdadeira Cruz. O velhinho cansou a beleza.
O aiatolá do Senado, Davi Alcolumbre, impôs derrota ao guru da seita vermelha na indicação de Jorge Messias para o STF.
Os trogloditas das cavernas descobriram o fogo. O mundo moderno descobriu a pólvora, a dinamite, as armas de fogo. A ciência descobriu a bomba atômica, penetrou no âmago do átomo, no coração do átomo. O cogumelo atômico é capaz de editar o Apocalipse e exterminar a humanidade Adâmica por artes da besta fera de sete cabeças.
Existe um conceito de que a estupidez humana é mais infinita de que as fronteiras do universo. A invenção do homem-bomba comprova esta assertiva. Eis o paroxismo da condição humana, a negação de cinco mil anos de civilização. O grupo terrorista Hezbollah anunciou solenemente a criação de pelotões de homens-bombas na guerra contra os inimigos de Israel.
As esquerdas ortodoxas simpatizam com os terroristas do Hamas e do Hezbollah. Simpatia é quase amor. Diante do homens-bombas, os trogloditas das cavernas e os bárbaros medievais hoje seriam pacifistas, exemplares da fina flor da civilidade. Saudades das cavernas!
Ao navegar no espaço sideral a milhões de léguas de distância, os astronautas da Artemis nem lembram que neste “pálido ponto azul” hominídeos que desfrutam da dádiva divina de respirar oxigênio promovem guerras, matam e morrem em busca do poder e de riquezas.
O Criador concedeu oxigênio de graça para todos os habitantes do planeta Terra, uma raridade no sistema solar, e os Sapiens nem agradecem por essa dádiva. Obrigado, bom Deus, por me conceder a graça de respirar oxigênio todo dia desde que nasci. Agradeço publicamente ao meu anjo da guarda por sua bendita proteção. Amém!
*Periodista, escritor e quase poeta
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