Os municípios terão cotas em concursos públicos

Por Tito Sales*

A política de cotas nos concursos públicos brasileiros entrou em uma nova etapa. A ampliação das reservas de vagas no âmbito federal e a aprovação de legislações estaduais demonstram que o tema deixou de ser pontual e passou a integrar definitivamente a agenda da administração pública brasileira.

A Lei Federal nº 15.142/2025 ampliou para 30% a reserva de vagas nos concursos públicos federais para pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas. Pernambuco seguiu caminho semelhante ao aprovar a Lei nº 19.050/2025, estabelecendo o mesmo percentual nos concursos e processos seletivos do Poder Executivo estadual.

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Por Luiz Queiroz – Capital Digital

O Programa Residência em TIC, uma das principais iniciativas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em conjunto com a Softex, para formação de profissionais em tecnologia da informação, alcançou uma dimensão financeira muito superior à inicialmente concebida. Levantamento realizado pelo Capital Digital, com base em publicações do Diário Oficial da União (DOU) e documentos públicos do programa, identificou que apenas os principais instrumentos assinados ou aditados entre julho de 2024 e julho de 2026 somam pelo menos R$ 242 milhões em valores atualizados.

A análise também revela uma mudança importante na distribuição desses investimentos: Pernambuco passou a concentrar o maior projeto individual do programa e figura entre os principais polos nacionais de execução da política pública, ao lado de São Paulo e Ceará.

O jornalista paraibano Napoleão de Castro, radicado em Brasília e com reconhecida atuação no jornalismo político da Band, foi anunciado como mediador do debate entre os candidatos ao Governo do Maranhão. O encontro está marcado para o dia 9 de agosto, a partir das 21h, e deverá reunir os principais nomes da disputa eleitoral de 2026.

Com ampla experiência na cobertura dos principais acontecimentos políticos do país, Napoleão de Castro consolidou sua trajetória no jornalismo nacional atuando para emissoras afiliadas da Band. Atualmente, além da produção de conteúdo jornalístico para a rede, dirige em Brasília uma moderna estrutura de comunicação voltada à produção de conteúdo multimídia, jornalismo político, podcasts, televisão e estratégias de comunicação institucional.

Desde ontem, quando regressava de Fortaleza, onde entrevistei o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), para o podcast ‘Direto de Brasília’, projeto editorial em conjunto com a Folha de Pernambuco, meu telefone não tem parado.

Muita gente a procura do meu amigo Eduardo Monteiro, presidente do Grupo EQM, e parceiro no podcast, que deu uma sumidinha estratégica. Na verdade, Eduardo se internou no hospital Memorial Star, no Recife, para um check-up de rotina. Na tomografia do coração se constatou a necessidade de um cateterismo e o implante de apenas um stent, sanando de vez o problema.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Diana Câmara

As eleições de 2026 já movimentam os bastidores da política. Em todo o país, pré-candidatos intensificam agendas, fortalecem suas presenças nas redes sociais, contratam equipes de comunicação e ampliam o diálogo com a população. Com esse cenário, uma dúvida tem sido recorrente: afinal, existe prestação de contas ou limite de gastos na pré-campanha?

A resposta é não. Diferentemente do que ocorre durante a campanha eleitoral, a legislação não exige que os gastos realizados na fase de pré-campanha sejam submetidos à prestação de contas perante a Justiça Eleitoral. Essa obrigação somente surge após o registro das candidaturas e o início oficial da arrecadação e das despesas eleitorais.

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Os dados da pesquisa Datafolha em São Paulo acenderam alguns sinais de preocupação sobre o que pode projetar para a eleição nacional, hoje polarizada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição, e o candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ). A pesquisa mostrou um cenário no qual o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não fica muito longe da chance de vencer no primeiro turno.

Segundo a pesquisa, Tarcísio tem 46% das intenções de voto no primeiro turno, e seu principal adversário, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad tem 30%. O cenário acendeu o alerta porque São Paulo representa um quarto do eleitorado nacional. Para Simone Tebet, porém, ainda que a vitória de Tarcísio no primeiro turno aconteça – o que ela não considera provável -, isso não afeta a eleição presidencial por uma única razão: “Tarcísio não se moverá por Flávio”.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Tribuna do Norte

O cenário político-eleitoral da mais recente sondagem de intenções de votos TRIBUNA DO NORTE/Instituto Consult indica que as eleições para governador do Rio Grande do Norte serão decididas em dois turnos. De acordo com a pesquisa estimulada, o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União) é o pré-candidato preferido dos eleitores, com 34,59%, mas não alcançaria o percentual mínimo de 50% mais 1 voto para vencer o pleito no primeiro turno, caso a eleição fosse hoje, pois é ultrapassado no somatório dos outros pré-candidatos ao cargo, que chegam a 41,18%.

A pesquisa do Instituto Consult, que ouviu 1.700 eleitores entre os dias 3 e 5 deste mês, aponta o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL) na segunda colocação, com 29,0%, enquanto o candidado do PT, o ex-secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier, que tem apoio da governadora do Estado, Fátima Bezerra (PT), aparece com apenas 11,24%.

Palmares - 147 anos

A sessão do Congresso Nacional prevista para hoje, destinada a votar vetos presidenciais, foi cancelada. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) explicou o motivo: falta de acordo.

Com isso, o Legislativo não vai votar mais nada de relevante até o recesso de meio de ano, na próxima semana, e muito possivelmente até as eleições. As informações são do blog do Valdo Cruz.

Durante a eleição, a Câmara dos Deputados e o Senado vão ter apenas algumas semanas de esforço concentrado, mas não devem votar nada de importante. Com isso, o Congresso entrará em recesso e não votará antes das eleições temas prioritários como a PEC da Segurança Pública e o projeto de regulamentação da exploração de terras raras.

O Legislativo praticamente travou por causa do rompimento entre o presidente Lula e o do Senado, Davi Alcolumbre.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Considerando a metodologia que consolida o potencial de votos para as duas vagas em disputa para o Senado, no Rio Grande do Norte, Styvenson Valentim permanece na liderança isolada, com 23,48% das intenções de voto. Em segundo lugar está Zenaide Maia, com 13,27%.

A disputa pela segunda vaga ao Senado está aberta entre os outros concorrentes. Coronel Hélio surge em terceiro, com 9,15%, seguido por Rafael Motta, que registra 8,14%. Samanda Alves soma 5,26%, enquanto Sandro Pimentel (PSOL) alcança 1%.

Camaragibe - Forró da Vila

Por Antonio Magalhães*

A derrota da seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo não é órfã. O pai escolhido para o desastre é Neymar, que sequer jogou uma partida inteira. E chegou a fazer um gol de pênalti contra a Noruega, desmoralizando os pernas-de-pau do técnico italiano e sua sapiência mastigada com chicletes. O atacante brasileiro recordista de gols com a camisa canarinha, 80 deles em amistosos e copas, foi boicotado por sua posição ideológica: é um homem de direita. Portanto, pela mídia aparelhada pela esquerda, o estigmatizado Neymar sequer poderia partilhar da vitória que não veio.

O curioso é que a alegação da má forma física Neymar, que impediria inicialmente sua convocação para o time, foi relegada a segundo plano diante da enorme pressão popular para a ida ao torneio mais importante do futebol mundial. O jogador foi e não foi. Esquentou o banco na maioria dos jogos sem reclamação pública. Mas quando entrou em campo, em poucos minutos, mostrou seu talento.

A seleção brasileira desperdiçou assim a vantagem de contar com o craque maior por questões ainda pouco esclarecidas. Surgiram versões diferentes para a ausência de Neymar nos jogos. Umas profundamente escabrosas, ligando o governo petista ao afastamento do craque da bola. Outras narrativas envolvem a sua suposta má relação pessoal com os colegas de time. E não fica de fora até mesmo a questão empresarial, ora pressionando para ele entrar em campo, ora agindo ao contrário. Um dia vai se saber as razões verdadeiras com clareza.

Na verdade, a seleção brasileira de futebol perdeu em campo com um time mal escalado. E fora das quatro linhas a derrota terá uma explicação mais adiante. Os brasileiros que depositaram sua esperança na vitória do escrete nacional vão agora compartilhar a dor da derrota, enquanto a maioria dos atletas, jogando em times europeus e ganhando milhões de Euros, apenas retornará sem remorso às férias. Alguns deles abastecidos por extravagantes verbas publicitárias de loterias online a cremes para a pele.

Afinal, temos que saber lidar com a dor da derrota, pois ela é a consequência de ter se arriscado e lutado por algo. A verdadeira “derrota” filosófica, segundo o psicólogo Danilo Suassuna, pertence aos corajosos que saem da zona de conforto, em oposição ao conformismo absoluto que evita qualquer desafio para não sofrer. A dor do revés, quando acolhida, torna-se um solo fértil para a reinvenção pessoal.

A definição do especialista é perfeita, mas genérica. O que vimos, ao contrário, foi covardia diante do adversário, falta de empenho em busca da vitória pela equipe juntada pelo italiano milionário, que só ele custa ao Brasil um milhão de dólares por mês.  Sem contar que a derrota vergonhosa foi assistida por 1 bilhão de pessoas no planeta, “tirando lágrimas de uns e risos de outros”.

O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo é uma frase atribuída a Winston Churchill que continua atual no mundo esportivo e pessoal. A mensagem destaca que o caminho para conquistar objetivos quase nunca acontece de forma perfeita. Erros, tentativas frustradas e momentos difíceis fazem parte do processo de crescimento. Mesmo diante das dificuldades, manter a motivação e aprender com cada experiência pode ser o fator decisivo entre desistir ou alcançar resultados duradouros.

A vitória e a derrota não são estados fixos, mas faces da mesma moeda. O fracasso é um resultado indesejado que oferece aprendizado, enquanto o sucesso é transitório. Ambos exigem autorresponsabilidade e a capacidade de se adaptar continuamente em busca de evolução, recomendam os especialistas. Bola fora, Brasil. Fim de jogo. É isso.

*Jornalista

O ministro do STF Alexandre de Moraes ignorou a Procuradoria-Geral da República (PGR) ao ordenar operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, ontem.

Diferentemente de decisões recentes relacionadas ao ex-mandatário, Moraes não pediu, desta vez, manifestação prévia da PGR sobre a busca por armas e munições na casa de Bolsonaro, em Brasília. As informações são do portal Metrópoles.

A assessoria de imprensa da Procuradoria confirmou que não emitiu parecer sobre a operação porque Moraes não abriu espaço para manifestação do Ministério Público Federal (MPF).

Interlocutores de Moraes no STF, por sua vez, argumentam que não havia necessidade de ouvir a PGR porque a prisão domiciliar humanitária estaria sujeita às mesmas regras da prisão comum.

Elmano vê Camilo no pós-Lula e prevê nova derrota de Ciro

O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), admitiu, ontem, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, que o ministro da Educação, Camilo Santana (PT), pode se tornar o nome do partido para suceder o presidente Lula (PT). Embora tenha ressaltado que a prioridade do PT é a reeleição presidencial em outubro, afirmou que o cenário para o pós-Lula será construído “com muita tranquilidade” e reconheceu que o ex-governador reúne condições para disputar o Palácio do Planalto. “Pode acontecer de ser”, declarou, ao defender que lideranças nacionais “não se constroem em gabinete nem na decisão de alguém”.

Ao falar sobre Camilo, Elmano procurou afastar qualquer movimento antecipado dentro do partido. Disse que o ministro tem maturidade para não transformar a sucessão presidencial em prioridade e afirmou que “quem fica pensando muito nisso só tem uma certeza: que não será”. Para o governador, o foco deve permanecer na eleição deste ano e na continuidade do projeto liderado por Lula.

O ministro da Defesa, José Mucio, se encontrou nesta quarta-feira (8) com o subsecretário de Defesa para Assuntos de Política dos Estados Unidos, Elbridge Colby, para discutir sobre a classificação do governo norte-americano em classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

Segundo nota divulgada pelo Ministério da Defesa, as duas partes falaram sobre uma eventual colaboração para combater o narcotráfico no Brasil. A “reunião ocorreu em clima de cordialidade e com convergência de opiniões”, segundo documento. As informações são do Blog da Folha.