Do G1
Pesquisa Datafolha, divulgada há pouco, mostra o presidente Lula (PT) com 40% das intenções de voto no cenário de 1º turno, oito pontos à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 32%. No levantamento anterior, divulgado em 20 de junho, o presidente tinha 41%, e o senador, 31%.
Veja os números para o 1º turno:
Na comparação com a pesquisa de junho, o Datafolha deixou de testar desta vez os nomes de Aécio Neves (PSDB), que desistiu da candidatura, e de Joaquim Barbosa (DC). Foi incluído o nome de Leonardo Avalanche (PRTB), que anunciou a pré-candidatura em 14 de julho.
O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 22 e 24 de julho, segundo dados informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob o número BR-01166/2026.
Veja números sobre cenários de 2º turno
No cenário de 2º turno, Lula aparece com 48%, contra 43% de Flávio Bolsonaro. Em junho, o petista tinha 47%, e o candidato do PL, 43%. O Datafolha testou em julho cenários de segundo turno de Lula também contra Caiado e contra Zema. O presidente venceria Caiado por 47% a 40% e Zema por 48% a 40%.
Confira o índice de rejeição dos políticos
A pesquisa também mediu a rejeição aos pré-candidatos. Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro e Lula são os nomes mais rejeitados.
Veja os números sobre rejeição:
Se o leitor não conseguiu acompanhar o tributo ao cantor, compositor, poeta e ator Agnaldo Rayol no quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
O Diretório Estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em São Paulo realizou, na tarde de hoje, a convenção para oficializar os candidatos que vão disputar as eleições de 2026 pelo partido. O encontro ocorreu na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
A legenda confirmou o apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) para o governo do estado. Haddad participará da convenção do PT neste sábado (25), em Campinas, em que deve ratificar o ex-ministro Márcio França do PSB como seu candidato a vice-governador. As informações são do portal G1.
Leia maisTambém foi confirmado o apoio às candidaturas de Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) ao Senado. Nomes do PDT foram indicados a suplentes nas duas candidaturas. Antonio Neto para suplente de Marina, e o ex-prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri, de Tebet.
As vagas são consideradas importantes, dado o histórico de ambas como ministras. Caso Lula (PT) se reeleja presidente da República, há a chance tanto de Marina quanto de Tebet voltarem a ocupar ministérios – o que, por consequência, daria uma cadeira no Senado para o suplente delas, se eleitas.
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O prefeito de Surubim, Cléber Chaparral, afirmou apoio ao nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), para disputar uma vaga no Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Em sua avaliação, Miguel acumula experiência administrativa e conhecimento das diferentes regiões pernambucanas, características importantes para representar o estado no Congresso.
Chaparral também observou que a participação de lideranças municipais no debate sobre a composição da chapa demonstra a busca por uma representação que contemple as diversas regiões de Pernambuco. A manifestação se soma a outras declarações públicas de prefeitos que têm participado das discussões políticas sobre as eleições estaduais deste ano.
“Não adianta chorar, espernear. Nosso candidato para o Senado é Miguel Coelho e disso não abrimos mão. Surubim e o Agreste estão fechados com Miguel Coelho”, afirmou.
O Sextou de hoje homenageia o cantor, compositor, poeta e ator Agnaldo Rayol, falecido em 2024. Entrevistei a jornalista Nilu Lebert, autora da biografia do artista.
Rayol ficou conhecido pela voz de barítono e sua participação como cantor e apresentador em diversas atrações da televisão brasileira. Entre os maiores sucessos do artista, estão suas interpretações de canções italianas, tais como “Mia Gioconda” e “Tormento D’Amore”.
O cantor deixou um legado inestimável para a música brasileira, com uma carreira que atravessou décadas e tocou os corações de milhões de fãs. O programa tributo em homenagem ao cantor vai ao ar das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
Em pedido à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Jair Bolsonaro (PL) reclama que a proibição de que ele receba visitas com fins político-eleitorais é um silenciamento político do ex-presidente.
No dia 17 de julho, o ministro Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro fique 90 dias sem receber visitas com esta finalidade. O prazo inclui o 1º turno das eleições presidenciais de 2026, no dia 4 de outubro. As informações são do portal G1.
Moraes também proibiu o senador Flávio Bolsonaro, filho e advogado de Jair, de visitá-lo pelo prazo de 30 dias depois de ele ler uma carta escrita por Jair em suas redes sociais. O ex-presidente está proibido de usar redes sociais, seja pelos seus próprios perfis, seja pelo de terceiros – como os filhos.
Segundo a defesa do ex-presidente, a decisão de Moraes vai além da punição que ele recebeu no julgamento da tentativa de golpe, em 2022, quando teve os direitos políticos cassados.
“Ocorre que a restrição é construída a partir de conceito absolutamente indeterminado, incompatível com as exigências inerentes ao devido processo legal”, afirmam os advogados de Jair.
Os defensores usam como exemplo uma carta escrita por Lula e lida por Fernando Haddad, em 2018, quando o atual presidente estava preso em Curitiba. À época, o petista não tinha restrições para se comunicar, enquanto Bolsonaro tem comunicação restrita após ser condenado pelo STF, segundo analisam especialistas.
A defesa de Bolsonaro argumenta ao STF que “interpretar a perda da capacidade eleitoral como fundamento suficiente para proibir visitas que objetivariam conversas sobre política ou mesmo impedir a divulgação de manifestações por qualquer meio significa acrescentar ao texto constitucional consequência jurídica que dele não decorre”.
O documento, um agravo regimental, foi entregue na tarde desta sexta-feira (24) à Primeira Turma.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta sexta-feira (24) que o governo federal vai manter as negociações com os Estados Unidos após o anúncio de novas tarifas sobre produtos brasileiros.
Em entrevista coletiva após visitar a Avibras, em Jacareí (SP), ele classificou a medida do “tarifaço” como “injusta e descabida”. Segundo Alckmin, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem orientado o governo a manter o diálogo com os norte-americanos. As informações são do g1.
“O que o presidente Lula tem destacado? Primeiro, não sair da mesa de negociação. O que depender de nós é continuar na mesa de negociação, explicitar que é injusto e descabido.”
Leia maisA partir desta sexta-feira (24), entrou em vigor uma nova tarifa de 12,5% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros. A medida se soma, em muitos casos, à taxa de 25% anunciada anteriormente, fazendo com que alguns itens passem a pagar uma alíquota total de 37,5%.
Alckmin também afirmou que o governo vai adotar medidas para reduzir os impactos da decisão sobre os setores afetados. Segundo ele, já foram autorizados R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito para capital de giro, compra de bens de capital e investimentos.
Além disso, disse que o governo continuará trabalhando para ampliar os mercados compradores dos produtos brasileiros. “A outra é buscar novos mercados. O Brasil está ampliando para novos mercados.”
Ele reforçou, por fim, que o governo seguirá aberto ao diálogo com os Estados Unidos. “Junto aos Estados Unidos, permanentemente aberto à negociação”.
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O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, participa, neste sábado (25), de um mutirão de perícias médicas na Agência da Previdência Social da Encruzilhada, localizada na Avenida Mário Melo, nº 343, em Santo Amaro, no Recife.
A empresa de consultoria Copenhagen, para a qual o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu R$ 1 milhão em notas fiscais canceladas, não funciona no endereço informado à Receita Federal, um centro comercial em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
O Estadão esteve no local na manhã desta sexta-feira, 24, e constatou que, embora registrada no espaço, a Copenhagen só existe no papel (veja no vídeo acima). A consultoria está sediada na sala 47 do edifício, mas quem funciona de fato no lugar é outra firma, a Contábil Corrêa, que pertence ao mesmo dono da Copenhagen, o empresário Rogério Lourenço Novo. As informações são do Estadão.
O sócio-administrador da Copenhagen não estava no local. O funcionário que atendeu a reportagem informou que ele “estava de férias”.
Leia maisA Copenhagen é investigada pela Polícia Federal por suspeita de ocultação de patrimônio no caso Master. A empresa foi procurada por e-mail para se manifestar, mas não respondeu.
As notas emitidas pelo escritório de Flávio Bolsonaro à Copenhagen, que totalizam R$ 1 milhão, foram canceladas. A empresa do pré-candidato também emitiu notas para a Contábil Corrêa. Documentos obtidos pelo portal Metrópoles — e confirmados pela reportagem do Estadão — apontam para uma fatura de R$ 500 mil em favor do senador por serviços de “assessoria jurídica”.
Em um vídeo que gravou sobre o assunto, o senador afirmou que prestou “serviços advocatícios” à Contábil Corrêa de forma legal, lícita e privada, mas não detalhou a natureza das tarefas prestadas. Além disso, não esclareceu como conheceu Rogério Novo nem por quais razões cancelou as notas no valor de R$ 1 milhão.
À Receita Federal, a Contábil Corrêa informou funcionar no conjunto 47 do centro comercial, na “sala A”, enquanto a Copenhagen disse operar no mesmo conjunto, mas na “sala B”. Porém, no local, não havia divisórias identificadas dessa forma.
O nome da Contábil Corrêa aparece no painel na recepção em que estão relacionadas as empresas que funcionam no prédio. O nome da Copenhagen não figura no espaço. Além disso, a porta da sala 47 exibe apenas o nome e o logo da Contábil Corrêa.
Ao bater à porta do escritório, a reportagem perguntou por Rogério Novo. Um funcionário da empresa informou que o dono da firma “estava de férias”. Questionado se a Copenhagen funcionava ali, o funcionário respondeu se tratar da sede da Contábil Corrêa.
A Copenhagen é investigada pela PF por suspeitas de ocultação de patrimônio no caso Master. Segundo o portal Metrópoles, a empresa recebeu R$ 58 milhões da instituição financeira de Daniel Vorcaro, sendo que, do montante, R$ 11,2 milhões foram transferidos poucos dias após a sua abertura, em novembro de 2024.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta sexta-feira (24) investimentos na área de defesa “para não deixar ninguém meter o nariz no país”. Ele afirmou haver “loucos pelo mundo querendo fazer guerra” e disse que os investimentos em defesa não podem ser algo “secundário”.
“Quero ela [as Forças Armadas] bem preparada do ponto de vista de poderio, de armamento, de conhecimento cientifico e tecnológico para que a gente possa andar de cabeça erguida, sem nenhuma arrogância, falando em paz, mas preparado para não deixar ninguém meter o nariz no nosso país”, disse em agenda em Jacareí (SP). As informações são da CNN.
Leia maisLula não fez menções ao conflito no Oriente Médio. Em seu discurso, ele declarou que o país é defensor da “paz”, mas destacou a necessidade de ter as Forças Armadas bem treinadas e preparadas. “Precisamos levar em conta que a defesa é séria”, afirmou.
O chefe do Executivo, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e ministros realizaram nesta manhã visita à sede da Avibras Aeroco, empresa de tecnologia e indústria bélica que retomou atividades em maio deste ano.
Fundada em 1961, a Avibras enfrentou problemas financeiros nos últimos anos e um processo de recuperação judicial, com greve de funcionários. No evento desta sexta, Lula e o ministro da Defesa, José Múcio, destacaram as tratativas conduzidas pelo governo, desde o início da atual gestão, para a retomada das atividades da empresa.
“Não podemos ter as Forças Armadas, ter a Aeronáutica, a Marinha, e não ter as coisas que a gente precisa. E quando alguém quiser invadir, a gente falar ‘não invade agora, não, deixa eu comprar, me dá uns seis meses de prazo’. Ninguém espera, cara”, declarou Lula.
Nos últimos meses, em meio a atritos com os Estados Unidos, o presidente tem defendido ampliar os investimentos em defesa e reforçado a necessidade de preservar a soberania nacional. Lula disse ainda que o Brasil é um país “poderoso” e dispõe de riquezas, como os minerais críticos.
Após o evento, a jornalistas, Geraldo Alckmin classificou como algo “injusto” e “descabido” a nova taxação de 12,5% anunciada pelos Estados Unidos contra um grupo de países, com a justificativa de supostas práticas de trabalho forçado.
Sobre o uso da Lei de Reciprocidade, Alckmin declarou que no “momento adequado” o governo tomará uma decisão. Também defendeu apoiar setores afetados, buscar novos mercados e seguir na “mesa de negociações” com os EUA.
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Por Jozailto Lima – JL POLÍTICA
A mãe da ex-vice-governadora de Sergipe, Eliane Aquino, Dona Sinhá Aquino, faleceu aos 87 anos. A informação foi confirmada pela filha em suas redes sociais na manhã desta sexta-feira (24). Eliane agradeceu os anos que passou ao lado da mãe e exaltou a doçura e a coragem da matriarca Aquino.
“Ela sempre foi um pássaro sem gaiolas, com uma alma livre, que voou por onde o coração a levava, sempre em busca da felicidade e liberdade. Viveu com coragem, enfrentou desafios, venceu batalhas e nunca deixou de sonhar”, disse Eliane.
Leia maisEliane Aquino também agradeceu aos familiares e amigos que estiveram juntos nos últimos meses de vida de Dona Sinhá. “Meu total agradecimento às minhas irmãs e irmãos que, juntos, seguramos a barra durante toda essa caminhada. À minha cunhada Regina, às cuidadoras e todas e todos que estiveram conosco nesta jornada. Obrigada por tudo!!! Tenha certeza que daqui seguiremos juntas e juntos, unidos, firmes, como sempre foi, honrando cada ensinamento”, disse ela.
“Eu tantas vezes pedi ao tempo que passasse mais devagar. Pedi a Deus e aos anjos que cuidassem de você, para que o seu sorriso continuasse iluminando os nossos dias. Descanse em paz, minha mãe. Continue seu voo livre. Tenho certeza de que o céu hoje recebe um dos seus mais belos anjos. Eu te amarei para sempre”, completou a ex-vice-governadora, em sua declaração.
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Por Bela Megale – O GLOBO
A missão de convencer Flávio Bolsonaro a gravar um pedido público de desculpas para Michelle foi árdua. E um dos motivos tem nome e sobrenome: Carlos Bolsonaro.
Segundo articuladores da trégua, Carlos era contra qualquer recuo do irmão e foi um dos principais defensores para que Flávio mantivesse o rompimento com a ex-primeira-dama.
Leia maisOs apelos para que Flávio cedesse, em um momento crítico para a campanha, fizeram com que ele rejeitasse os conselhos do irmão após um mês resistindo a baixar a guarda.
O principal argumento usado para convencer Flávio a fazer a gravação foi o de que o apoio de Michelle poderia ajudar a atrair partidos do centrão para a sua candidatura. O foco do PL é fazer com que a federação do PP e União Brasil volte atrás e reavalie integrar a chapa do presidenciável.
Carlos é o filho de Jair Bolsonaro que tem a relação mais conturbada com Michelle. No ano passado, o próprio ex-presidente admitiu publicamente que o ex-vereador não falava com a madrasta. Michelle chegou a dizer abertamente que havia “perdoado” Carlos pelas brigas do passado, mas reforçou que preferia manter distância do 02. Depois disso, ambos protagonizaram uma cena de aproximação em um ato na Paulista. A trégua, contudo, não durou muito.
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