Há 20 anos, Sebastião Oliveira, hoje pré-candidato a vice-governador na chapa de Marília Arraes, recebe o diploma do primeiro mandato de deputado estadual das mãos de Marco Maciel. Se você tem uma foto histórica no seu baú e deseja vê-la postada neste quadro, envie agora pelo WhatsApp: (81) 9.8222-4888.
Em Triunfo, onde participou do congresso estadual de vereadores, sexta-feira passada, ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD), o deputado Túlio Gadelha (PSD), um dos nomes ventilados para compor a chapa da situação ao Senado, parecia estar no palanque da oposição como aliado de João Campos (PSB).
O tom do seu discurso não soou bem aos ouvidos de Raquel e destoou de todos “concorrentes” ao Senado, como Eduardo da Fonte (PP), Fernando Dueire (PSD) e Miguel Coelho (UB). Foi o tempo todo de bajulação ao presidente Lula (PT), para se diferenciar dos demais do ponto de vista ideológico, como militante de esquerda.
Mas em sua fala, nem a governadora citou Lula, preferindo fazer loas à sua gestão como uma Brastemp, quando se sabe que não há entregas de obras estruturadoras, apenas um amontoado de tapumes e uma porção de ordens de serviço sem previsão de início de obras tampouco prazo para conclusões. Já bem perto dali, em Serra Talhada, distante apenas 33 km de Triunfo, no mesmo dia, a senadora Teresa Leitão (PT) desmentia o discurso de Túlio Bernardes.
“Os senadores de Lula são Humberto e Marília”, retrucou a petista, delineando o território eleitoral no Estado. Túlio Bernardes sempre pertenceu a uma esquerda festiva. Quando fez a travessia de um partido no campo de Lula, a Rede Sustentabilidade, para o PSD, virou direita. Seus apoiadores, se de fato vier a disputar o Senado, são bolsonaristas.
Vão pedir voto para ele os deputados que estão assumidamente no palanque presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), entre os quais Mendonça Filho, Coronel Meira, Pastor Eurico, Clarissa Tércio e o ex-ministro Gilson Machado Neto, além de dezenas de deputados estaduais, prefeitos e vereadores.
O discurso de Gadelha Bernardes não coaduna, portanto, com o seu palanque em Pernambuco. Se persistir, soará como oportunista, tentando alavancar popularidade e votos no prestígio e na força do que o presidente Lula tem em seu Estado natal.
MAQUIAGEM – Dois dias após afirmar em Triunfo que a reforma em alguns hospitais do Estado não são maquiagens, até porque a única maquiagem que aceita em vida é no seu rosto pela maquiadora Rosa, mais um teto de uma emergência de saúde reformada veio abaixo ontem: a do Hospital Agamenon Magalhães, em Casa Amarela. Nas últimas semanas, a mesma unidade de saúde já havia sido alvo de denúncias envolvendo infiltrações, problemas de manutenção, elevadores em situação crítica e superlotação. Relatórios técnicos também apontaram dificuldades estruturais em diferentes áreas da unidade.
Mentira tem pernas curtas – No seu discurso em Triunfo, para uma plateia de servidores comissionados e pouquíssimos vereadores, a governadora voltou a dizer que recebeu um Estado quebrado, em ruínas, herdado do PSB. Mas aliados do ex-governador Paulo Câmara contestam. Afirmam que ele entregou um governo melhor do que recebeu de João Lyra Neto, pai de Raquel. Ex-secretários do governo passado garantem que deixaram cerca de R$ 2,9 bilhões em caixa e orçamento disponível para obras contratadas.
E a dinheirama emprestada? – Se Raquel tivesse assumido um Estado insolvente, como disse em Triunfo, como poderia ter assinado empréstimos a bancos estrangeiros, além de contratos de operações de crédito com o Banco do Brasil, de R$ 1,4 bilhão? Em março passado, a Comissão de Justiça da Alepe aprovou um novo projeto que autoriza o governo a contrair empréstimos de até R$ 5,2 bilhões com a Caixa e o Banco do Brasil para renegociação de dívidas. Se o Estado estivesse em ruínas não tinha capacidade de endividamento.
Dueire, o vice? – Corre nos bastidores que Raquel vai trocar de vice e que o substituto de Priscila Krause seria Fernando Dueire, o suplente de Jarbas Vasconcelos que se efetivou na Casa Alta com a renúncia do ex-senador para tratamento de saúde. Se isso for concretizado, como a governadora vai desatar outro nó: o da família Coelho, caso Eduardo da Fonte seja ungido ao Senado na chapa tendo Túlio Bernardes como companheiro?
Cavaleiros da lenda do Rei Arthur – Junho chegou, o calendário eleitoral se afunila, mas a governadora Raquel Lyra continua sem a chapa da reeleição definida, andando o Estado a tiracolo com quatro pré-candidatos ao Senado: Fernando Dueire e Túlio Gadelha, ambos do PSD, Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (UB). A pergunta de um milhão de dólares: Raquel vai acender a fogueira junina ainda ao lado dos quatro Cavaleiros da Távola Redonda da lenda do Rei Arthur?
CURTAS
PORTAS – Da porta para fora, os problemas da candidatura de Flávio Bolsonaro são ainda os rolos de sua relação fraterna com Daniel Vorcaro. Da porta para dentro, sua campanha acaba de trocar toda a comunicação, mas permanece um clima de disputa por espaços e protagonismo entre Rogério Marinho e Valdemar Costa Neto, segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo.
POR EDUCAÇÃO – A empresária Roberta Luchsinger confirmou ter apresentado Fábio Lula da Silva, o Lulinha, ao empresário Antônio Camilo, conhecido como o Careca do INSS. Em entrevista à jornalista Eliane Trindade, da Folha de S.Paulo, afirmou que a aproximação se deu em contexto social, por educação, sem qualquer objetivo comercial.
SEM INTERFERÊNCIA – A porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos para assuntos do Brasil, Amanda Roberson, garante que a decisão do governo Trump de classificar o PCC e o CV de organizações terroristas não teve influência do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República.
Perguntar não ofende: Se a reforma nos hospitais não é maquiagem por que os tetos não se sustentam?
Cerca de 600 objetos coletados, adquiridos ou doados entre as décadas de 1920 e 1950 estão, finalmente, saindo da reserva técnica do Museu do Ipiranga para ter sua existência reconhecida e ressignificada.
Ontem (30), a instituição, que tem revisitado, desde a reinauguração em 2022, as narrativas abrigadas em seu acervo, colocou ceramistas, museólogos e agentes culturais de Taubaté, São Luiz do Paraitinga e Cunha, municípios da região do Vale do Paraíba (SP), frente a frente com um conjunto chamado de Coleção Sertaneja. São objetos de uso cotidiano — como roupas e utensílios de cozinha —, peças de cunho religioso e artesanatos feitos, sobretudo, de madeira, metal, material têxtil, couro e palha.
De muitas das peças ninguém tem maior referência a não ser que foram coletadas de 1920 a 1950. Entre as que têm origem conhecida a maioria é de São Paulo. Há também itens vindos de outros estados: Paraíba, Goiás, Bahia, Pernambuco, Paraná, Pará, Ceará, Alagoas, Minas Gerais e Piauí. Ao menos 60 foram coletadas pelo folclorista Alceu Maynard Araújo, nascido em Piracicaba, no interior paulista.
O que se sabe hoje, durante muito tempo não se soube. O estudo da coleção, que passou décadas guardada na reserva técnica do museu, teve início há dois anos, quando o historiador David Ribeiro ingressou na instituição. Sua área é a de “memórias identitárias e memórias traumáticas”. Ao entrar, teve de escolher um acervo para estudar.
Ribeiro nasceu em Laranjal Paulista, cidade justamente vizinha de Piracicaba. Formado no campus de Assis da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), estudou, no mestrado e no doutorado, o patrimônio afro-brasileiro e indígena e o catolicismo popular — com especial atenção às irmandades negras. Um de seus objetos de pesquisa foi o das comunidades quilombolas do Vale do Ribeira. As cerca de 600 peças foram coletadas sobretudo no Vale do Paraíba entre 1920 e 1950
“O racismo no interior de São Paulo opera de forma bastante diferente do contexto urbano”, diz ele. “A população negra vive de forma quetificada. A mobilidade social é muito mais difícil”
Os objetos que agora vêm a público contam parte dessa história. A parcela sob a guarda do Museu do Ipiranga é a maior de um total de quase mil peças; o resto está no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP. Entre as peças do MAE, há um grupo cuja origem ajuda a dar concretude ao que Ribeiro diz.
Ali, há quase 300 objetos de culto afro-brasileiro — oratórios, imagens e instrumentos musicais — apreendidos pela Delegacia de Costumes da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo em 1947 e posteriormente doados à USP.
Mas não só de perseguição se constitui esta coleção. O interesse do museu pelo “caipira remonta a um movimento do pintor Almeida Júnior, de Itu, e de Cesário Motta Júnior, de Porto Feliz. Motta Júnior foi o secretário que assinou o decreto de criação do Museu Paulista. Ambos nascidos no interior, eles desejavam valorizar a figura do “homem da roça” que, acreditavam, acabaria por desaparecer ante o progresso.
Em um segundo momento — ainda na primeira metade do século XX —, o museu, propagador da figura do bandeirante, passou a espelhar a visão do caipira como alguém associado à pobreza e ao atraso.
A maior parte da Coleção Sertaneja é, não por acaso, posterior a esse momento e alinha-se a Missão de Pesquisas Folclóricas (1938), liderada por Mário de Andrade, e a outros movimentos que buscavam registrar um patrimônio cultural que, sob o risco de esvair-se, deveria ser salvaguardado.
Todas essas visões foram, com o passar do tempo, se tornando não apenas anacrônicas como problemáticas. Hoje, a própria designação de caipira ou sertanejo é questionada. “É como se essas categorias estivessem acima ou além do enquadramento racial, e ser caipira fosse algo que superasse o ser negro, o ser branco, o ser mestiço e o ser indígena”, explica Ribeiro.
E o Museu Paulista, prossegue o historiador, tem um lugar central na construção do imaginário sobre o sertão. Os bandeirantes, ali louvados por muito tempo, foram eles mesmos “sertanistas — homens que adentravam o interior para “conquistá-lo” ou “domá-lo”.
Não por acaso, além de buscar, por meio de um diálogo com as comunidades ligadas às regiões de onde vieram esses objetos, “qualificar e requalificar” a coleção, o historiador cogita rediscutir a própria nomenclatura dela.
O sertão, afinal de contas, é tanto o que viu Euclides da Cunha quanto o que enxergou Guimarães Rosa, além de ser aquilo que as instituições culturais, por muito tempo, não souberam ou não quiseram nomear.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) é o autor da PEC do horário flexível, alternativa dos senadores de oposição ao governo Lula (PT) para enterrar o fim da escala 6×1 no Senado. Marinho é o coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), foi relator da reforma Trabalhista de 2017, enquanto era deputado federal, e ministro do Desenvolvimento Regional do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do jornal Extra Classe.
Ele tem sido apontado como o “bombeiro” da pré-campanha do primogênito do ex-presidente desde que explodiu a crise envolvendo Flávio, o banqueiro Daniel Vorcaro e negociações de vultuosas quantias para a produção do filme “Dark Horse”. Cabe a Marinho, mais alinhado ao mercado financeiro que às alas ideológicas do bolsonarismo, tranquilizar o mercado financeiro de que a candidatura de Flávio ainda é viável para desbancar Lula.
Também foi Marinho, que é líder da oposição no Senado, quem solicitou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que apure o vazamento de informações envolvendo conversas de Flávio com Vorcaro, que ele classifica no documento enviado à corte como “vazamento seletivo”.
A PEC 12/2026 cria regime flexível baseado em horas trabalhadas, aposta na negociação entre empregador e trabalhador e calculará salários e benefícios como FGTS, férias e 13º salário de forma proporcional à carga horária cumprida. A proposta foi protocolada na última quinta-feira (28). No mesmo dia, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), enviou o projeto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Tarefa no Senado é sabotar fim da 6×1
O senador Rogério Marinho é quem encabeça a PEC do “horário flexível”, que contou com apoio de outros 39 dos 81 senadores. A tarefa é sabotar o fim da escala 6×1. Enquanto isso, o pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro, que é senador pelo PL/RJ, se poupa do desgaste de criticar o fim da escala, medida que conta com apoio de mais de 70% da população brasileira.
O senador potiguar também teria sido o responsável por traçar a estratégia do PL em relação ao fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados. Dos 19 votos contrários ao fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados na última quarta, 27 de maio, 11 vieram do PL, outros quatro votos foram do Novo, e mais quatro de parlamentares do União Brasil, PP, MDB e Missão.
Reforma Trabalhista
Marinho, que é economista, foi relator da Reforma Trabalhista de 2017 na Câmara dos Deputados, um dos articuladores da reforma da Previdência de 2019 e afirmou à Folha de São Paulo, em entrevista em 6 de março, que se Flávio ganhar a eleição, irão “revisitar” as reformas da Previdência e Trabalhista.
A PEC 12/2026 retoma pontos centrais da Reforma Trabalhista de 2017 como ampliar a prevalência de acordo individual sobre acordos coletivos negociados por sindicatos. A remuneração seria proporcional à jornada efetivamente trabalhada, o que impacta férias, 13º salário, FGTS e demais direitos, que seriam calculados de acordo com a carga horária ajustada individualmente.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (MDB) consolidou a aliança com o prefeito São José do Belmonte, Vinícius Marques (PSB), após três dias de agendas relativas à 32ª Cavalgada da Pedra do Reino, encerrada neste domingo (31), naquele município do Sertão Central. A parceria representa também reforço para o palanque do ex-prefeito do Recife e pré-candidato a governador João Campos (PSB), que, do mesmo modo, marcou presença nos eventos de São José do Belmonte.
“Para nós está sendo uma honra contar com o apoio do prefeito de um município que promove um dos mais expressivos e tradicionais acontecimentos culturais do estado. Temos certeza que força e a união vistas aqui marcarão a caminhada que levará João Campos ao governo do estado e à transformação de Pernambuco”, avaliou o deputado.
O apoio do prefeito e seu grupo político à pré-candidatura de Porto à reeleição foi selado há menos de um mês. Na semana passada, quando Marques oficializou ao deputado o convite para a participação na cavalgada, o presidente da Alepe anunciou a destinação de R$ 600 mil de recursos de emendas para a saúde e associações rurais do município.
Porto destacou que ver de perto a força da participação popular num evento em meio à riqueza sertaneja possibilitou a ele conhecer valores e identidade do povo de São José do Belmonte. “Isso é essencial para que nosso mandato possa contribuir, com o trabalho de Vinícius Marques e vereadores, para o desenvolvimento do município”, disse. “Aproveito para agradecer e parabenizar o prefeito e a toda população belmontense pela grandiosa festa”, completou.
O deputado esteve acompanhado da esposa, prefeita de Canhotinho, Sandra Paes (Republicanos), e do pré-candidato a deputado federal Gabriel Porto (PSB). A cavalgada recebeu ainda a ex-deputada federal e pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), o deputado federal Pedro Campos (PSB), o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), parlamentares estaduais, prefeitos e lideranças políticas do estado.
O deputado federal Felipe Carreras esteve em Bonito, neste final de semana, onde cumpriu uma série de agendas ao lado do prefeito Dr. Ruy Barbosa e do deputado estadual Cayo Albino. A programação passou por diferentes áreas e contemplou visitas ao distrito de Alto do Bonito, a creches, à Unidade Básica de Saúde (UBS), aos projetos dos dois complexos esportivos e ao distrito de Bentivi, onde estão previstas importantes intervenções, como a construção de uma quadra e de uma creche.
Um dos pontos de destaque foi a visita às obras da estátua de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Bonito. O monumento está sendo construído na subida para o teleférico com recursos de emenda parlamentar de R$ 3,2 milhões destinada por Felipe Carreras. A programação também contou com reunião que marcou o anúncio de Cayo Albino como deputado estadual de Bonito. Felipe Carreras reforçou a construção de uma parceria alinhada, com atuação integrada em Brasília e na gestão municipal para ampliar a chegada de investimentos, obras e ações.
Carreras também esteve na Corrida da Emancipação de Bonito, evento que integrou a programação comemorativa do município e reuniu moradores, atletas e visitantes em um momento de esporte, lazer e celebração. O parlamentar ainda participou da inauguração do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), equipamento fundamental para ampliar a rede de assistência social.
As rádios comunitárias de Pernambuco lançaram, ontem (30), o Manifesto das Rádios Comunitárias do Estado de Pernambuco, durante o 2º Encontro dos Dirigentes das RadComs, realizado em Garanhuns, no Colégio Diocesano, no bairro São José.
Promovido pela Abraço-PE e pela Assercom-PE, o evento trouxe como pautas a ampliação da representação institucional, a valorização das emissoras comunitárias, a defesa da comunicação popular e a busca por melhores condições de funcionamento para as rádios espalhadas pelo estado.
O encontro reuniu dirigentes e comunicadores de diversas regiões do estado. O manifesto também reforça o papel das rádios comunitárias na democratização da informação, na inclusão social e no fortalecimento das identidades locais.
A Polícia Civil de São Paulo pediu acesso a dados sigilosos da empresária Karina Ferreira da Gama, dona do Instituto Conhecer Brasil, no âmbito de um inquérito que investiga suspeitas de superfaturamento e desvio de recursos públicos em um contrato firmado com a Prefeitura de São Paulo para instalação de serviços de internet gratuita.
Segundo a investigação, os policiais querem obter relatórios financeiros sobre movimentações consideradas atípicas e comunicações de operações suspeitas envolvendo a empresária. O pedido está sob análise da Vara Regional de Garantias do Tribunal de Justiça de São Paulo. As informações são do jornal O Globo.
A principal linha de apuração trabalha com a hipótese de que recursos do programa WiFi Livre SP tenham sido desviados para atividades ligadas à produção do filme Dark Horse, obra sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os investigadores também suspeitam de uma possível confusão patrimonial entre o Instituto Conhecer Brasil e a produtora responsável pelo longa-metragem.
Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que, até o momento, não identificou irregularidades nos serviços prestados pelo Instituto Conhecer Brasil. A administração municipal informou ainda que, caso sejam constatados problemas, as providências cabíveis serão adotadas.
Karina Ferreira da Gama ainda não se manifestou publicamente sobre o pedido de acesso aos dados sigilosos. Sobre o contrato com a prefeitura, a empresária sustenta que o processo ocorreu de forma regular e nega qualquer ligação entre os recursos do programa e a produção do filme Dark Horse.
A pré-candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil) e o prefeito de Surubim, Cleber Chaparral (União Brasil), participaram, na noite de ontem (30), da abertura oficial do São João de Caruaru 2026, acompanhando a comitiva da governadora Raquel Lyra (PSD). O casal esteve ao lado do prefeito de Casinhas, Lúcio Silva (União Brasil), do vice-prefeito de Vertente do Lério, Dão da Lavanderia (União Brasil), além de diversas lideranças políticas pernambucanas. “Que viva o São João, que viva Pernambuco e que nunca falte orgulho das nossas raízes”, disse Juliana.
A governadora prestigiou o evento ao lado da vice-governadora Priscila Krause (PSD) e do prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSD). Durante a solenidade, anunciou um investimento de R$ 5 milhões do Governo de Pernambuco, por meio da Empetur, destinado à realização da festa. A abertura no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga marcou o início da programação do São João de Caruaru 2026, que este ano tem como tema “Tecido de Tradições, Costurando Gerações” e seguirá até o dia 27 de junho. O evento também reuniu o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, o senador Fernando Dueire (PSD), deputados estaduais e federais, além do ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, Miguel Coelho.
Marcelo Gouveia e Gustavo Gouveia, ambos do Podemos, promovem na próxima sexta-feira (5) o lançamento oficial de suas pré-candidaturas para as eleições de 2026. Marcelo disputará uma vaga na Câmara dos Deputados, enquanto Gustavo buscará a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O evento está marcado para as 19h, no estacionamento privado de São Severino do Ramos, e deve reunir lideranças políticas, prefeitos, vereadores e apoiadores.
Ex-prefeito de Paudalho e ex-presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Marcelo Gouveia é presidente estadual do Podemos. Já Gustavo Gouveia exerce mandato de deputado estadual. Segundo a organização, o encontro marcará o início da agenda política da dupla para a disputa eleitoral do próximo ano.
Aos 85 anos, Boris Casoy não pensa em se aposentar. “Enquanto aguentar fisicamente e, especialmente, mentalmente, eu não pretendo. Brinco que quero morrer em frente a uma câmera.”
Em 2020, o jornalista passou a apresentar o Jornal do Boris, atração diária transmitida pelo YouTube, com cerca de meia hora. E acaba de voltar ao Grupo Silvio Santos, onde atuou de 1988 a 1997.
Boris se tornou no SBT um dos primeiros âncoras do telejornalismo brasileiro com liberdade para emitir opinião no ar. Além disso, lançou bordões que ganharam popularidade, como “isso é uma vergonha!”.
Desta vez, porém, ele estará no SBT News, canal de notícias lançado em dezembro do ano passado. A partir de amanhã, dia 1º, o Jornal do Boris passa a ser exibido simultaneamente no YouTube e no SBT News, de segunda a sexta, às 8h.
O retorno à casa de Silvio Santos (1930-2024) acontece no momento em que Boris celebra 70 anos de carreira. Começou aos 15 anos na rádio Piratininga, em São Paulo. Teve, em seguida, uma fase dedicada à assessoria de imprensa de líderes políticos, que se estendeu do final dos anos 1960 ao início da década de 1970. Esteve na equipe de nomes como Luís Fernando Cirne Lima, ministro de Agricultura do governo Médici.
Boris foi editor-chefe da Folha em dois períodos no intervalo entre 1974 e 1987. No ano seguinte, iniciou seu percurso no telejornalismo. Depois da passagem pelo SBT, trabalhou na Record, Band, RedeTV! e CNN, entre outros canais.
Na entrevista, ele critica o jornalismo brasileiro da atualidade. “O país se apequenou politicamente e economicamente, e a imprensa acaba refletindo esse apequenamento”, diz. Mas pondera: “Estamos vendo um momento de transição, e toda transição é confusa”.
Também afirma não se arrepender do apoio ao golpe de 1964. Segundo ele, “existia mesmo um perigo, talvez não tão intenso quanto um regime comunista, mas uma república sindical, algo assim”. Porém, com o passar do tempo, decepcionado com abusos, como a tortura, Boris defendeu a volta da democracia.
O jornalista diz se considerar de “centro-direita. Eu seria uma direita europeia civilizada, liberal mesmo”.
Antes do início da entrevista, em meio a livros, troféus, caricaturas e rádios antigos que dominam seu escritório em Alphaville, em Santana do Parnaíba (SP), Boris pediu: “Não me chame de senhor”.
Boris na redação da Folha em 1988, seu último ano no jornal | Bettina Musatti, 24 de maio de 1988 – Folhapress
Como foi o convite para voltar ao SBT?
Eu tinha trabalhado na CNN com o Leandro Cipoloni, que agora é diretor de jornalismo do SBT e do SBT News. Foi quem me convidou. Não aceitei inicialmente por causa da vida pessoal. Estou com uma certa idade e mereço ter mais espaço para lazer. Estava satisfeito com o que eu fazia no meu jornal matinal, o Jornal do Boris, na internet.
Depois, ele fez uma nova proposta e, em um momento de fraqueza [risos], acabei aceitando.
Não estou submetido a nenhuma orientação de caráter político. Se tiver que me submeter a qualquer tipo de injunção, estou fora. Aliás, o SBT News está trabalhando com liberdade e independência. Não pretende ser popular ou popularesco, que é um carimbo que existe no SBT e que eu não acho que seja um carimbo ruim, é uma escolha, um reflexo do próprio Silvio Santos.
Temos hoje pelo menos oito canais dedicados exclusivamente ao noticiário. Existe público para tantos canais?
É um ponto de interrogação. Acho que há sempre espaço para um jornalismo insuspeito, realmente independente, mas não sei se isso resulta em lucro. São emissoras privadas que procuram lucro, e televisão custa muito caro. Não acho que a sobrevivência de todas essas emissoras será fácil. O telespectador vai perceber quem tem mais qualidade, e vejo uma grande chance do SBT representar esse tipo de jornalismo.
Quando fiz o TJ Brasil, eu era totalmente livre. O Silvio Santos jamais interferiu. Eu ataquei a candidatura dele à Presidência da República [em 1989], e o Silvio, espertamente, usou isso para mostrar que era tão democrata que o empregado o atacava no ar e não acontecia nada.
Mas não foi tranquila a minha decisão. Eu conversei com Guilherme Stoliar, sobrinho do Silvio e vice-presidente do SBT. Disse a ele que precisava falar sobre aquele assunto, que havia imperfeições. E ele respondeu: “Faz o que você quiser”.
De que forma você avalia o jornalismo brasileiro hoje?
A pandemia foi um choque para a imprensa, provocou crises enormes nos jornais, televisões e rádios. Foram obrigados a demitir quem tinha os maiores salários. Acho que houve perda de qualidade e vejo agora um grande esforço de recuperação.
A principal perda, a meu ver, foi a correia de transmissão. Uma Redação é o espaço onde as pessoas trocam informações e ideias, é onde se fala do futuro. É importante que o jornalista mais novo possa pedir ajuda para o mais velho, esse é um ensino que vale muito mais do que qualquer faculdade de comunicação. Essa correia de transmissão se perdeu.
No período das vacas gordas, a gente tinha um jornalismo comparável ao melhor jornalismo americano, com os mesmos cuidados, a mesma tecnologia. Havia um imã, que era a redemocratização, com espectros ideológicos mais claros e definidos. O país se apequenou politicamente e economicamente, e a imprensa acaba refletindo esse apequenamento.
Quando o Tancredo Neves foi eleito [janeiro de 1985], acho que a imprensa tinha uma presença maior na sociedade e também tinha sensores — sensores com S — que conseguiam captar melhor as tendências. Hoje, há acontecimentos que a imprensa tem dificuldade para captar.
Estamos vivendo um momento de transição, e toda transição é confusa. Tenho esperança de que as coisas melhorem. Eu sou suspeito porque sou partícipe disso tudo, não estou isento, não sou observador.
Como tem sido a experiência como youtuber?
As pessoas costumam tachar os veículos de maneira muito diferente. Televisão é uma coisa, rádio é outra, jornal é outra, internet é outra. Para mim, o que predomina é o jornalismo. De modo geral, é igual em todos: é preciso ter cuidado com as fontes; deve se expressar corretamente, escrevendo ou falando; deve ter assuntos atraentes. O resto é técnica, e quem gosta de jornalismo aprende.
Uma das coisas de que me orgulho é ter feito um ciclo completo. Fiz rádio, televisão, jornal, imprensa escrita, assessoria de imprensa e agora estou na internet, sou um youtuber. E não vou ter falsa modéstia, fiz esse ciclo com sucesso.
Como é a equipe do Jornal do Boris?
Minha equipe é meu exército, e hoje os exércitos têm armas tecnológicas modernas e pouca gente. São quatro pessoas, além de mim. Fernando CA, jornalista e músico, cuida da transmissão, ao lado do Cássio Emerick, que trabalha comigo há mais de 30 anos. Cássio é engenheiro. Luiz Nartis acompanha o noticiário e chama atenção para os erros. E Iraci Teixeira, excelente cozinheira, cuida do penteado e da maquiagem.
Como se prepara?
Como o jornal entra no ar às 8h, eu acordo entre 5h30 e 6h. Leio os jornais enquanto tomo café. Tenho a mania de olhar o celular no meio da noite, acho que isso acontece com outros jornalistas. De repente, o mundo acabou e eu não sei.
Anoto algumas coisas e também improviso no ar. Quando acaba, depois de meia hora, estou cansado. Descanso uns 10, 15 minutos e, em seguida, definimos os cortes que vão para o Instagram.
As pessoas ainda se lembram bem dos seus bordões. Como surgiu “Isso é uma vergonha”?
Durante uma transmissão do TJ Brasil, no SBT. Havia uma reportagem sobre um pronto-socorro no Recife, onde faltava tudo, pessoas feridas estavam no chão, médicos correndo de um lado para o outro, água escorrendo pela parede, chuva entrando, um caos.
Fiquei olhando aquilo, não era comum a televisão mostrar. Nesse momento, me lembrei de uma TV do Meio Oeste dos EUA que, quando John Kennedy foi assassinado, colocou um letreiro em que se lia “shame” (vergonha). Quando a câmera abriu para mim, foi um impulso: “Isso é uma vergonha!”
Quando terminou, uma figura importante do SBT, que não vou nomear, falou que, como eu estava em “big close” [enquadramento em que a câmera se concentra no rosto], aquilo agredia o telespectador. Pensei: “destruí a televisão do Silvio Santos.”
Quando deixei o estúdio e voltei para a Redação, o telefone estava estourando, eram muitos os telespectadores se manifestando. Era um grito que estava atravessado há anos na garganta da população. O Silvio até quis fazer um programa chamado “Isso é uma vergonha”, mas eu não quis porque seria um filão. Até hoje, quando fico muito tempo sem falar o bordão, as pessoas reclamam.
Tem algum arrependimento ao longo destes 70 anos de jornalismo?
Tenho pequenos arrependimentos, pontuais.
Pode dar um exemplo?
A história dos garis na Band [na noite de 31 de dezembro de 2009, dois varredores apareceram em uma vinheta do canal desejando feliz Natal, e uma falha técnica levou ao ar o áudio de Boris dizendo: ‘Que merda, dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho’].
Eu estava fora do ar e fiz uma brincadeira. Fiz um comentário com um humor cruel, não precisava ter falado aquilo e pedi desculpas depois. Acham que foi racismo, não foi. Foi uma infelicidade.
Arrepende-se de ter apoiado o golpe de 64?
Não me arrependo. Primeiro, é preciso levar em consideração que havia um ambiente de Guerra Fria. Segundo, os meus pais saíram da Rússia –aliás, a região em que eles moravam hoje é a Ucrânia, mas pertencia à Rússia naquela época– e descreviam o que era o comunismo. Minha mãe dizia que o que estava acontecendo no Brasil naquele período se parecia com a realidade da Rússia.
Existia mesmo um perigo, talvez não tão intenso quanto um regime comunista, mas uma república sindical, algo assim. O governo [de João Goulart] não ia bem, havia movimentos revolucionários de esquerda no Nordeste, as Ligas Camponesas. Já havia Cuba, um país comunista.
Existia também a guerrilha. Hoje a esquerda brasileira — inclusive o Lula — caracteriza [as ações da guerrilha] como uma luta democrática, mas não eram, eram uma luta para impor um regime. Nenhuma das guerrilhas queria a volta dessa democracia tal como a conhecemos.
Mais tarde, apoiei a volta da democracia, mas não me arrependo [do apoio ao golpe].
Aconteceu algo que te fez acreditar que a situação havia atingido um limite?
A tortura, a tortura. Sempre condenei a tortura, é um desrespeito aos direitos humanos. Me perguntam: “Como você defende os direitos humanos?” Eu digo que os direitos humanos são o respeito à Constituição. Não é a favor do bandido, é a favor da lei.
Como se considera do ponto de vista ideológico?
De centro-direita. Eu seria uma direita europeia civilizada, liberal mesmo. A esquerda precisa ser respeitada, há ideias e governos de esquerda e centro-esquerda muito bons. Procuro separar a ideologia da administração do dia a dia de um país e procuro ser construtivo. Não odeio os meus amigos de esquerda, não rompi com ninguém.
Planeja se aposentar?
Não. Enquanto aguentar fisicamente e, especialmente, mentalmente, eu não pretendo. Brinco que quero morrer frente a uma câmera. É preciso ter uma ocupação na vida. Quem se aposenta, bota um chinelinho e fica vendo TV é um candidato à morte prematura.
Faço a pergunta que fez para o então candidato Fernando Henrique Cardoso no último debate da disputa pela Prefeitura de São Paulo, em novembro de 1985. Acredita em Deus?
Eu acredito, só que dispenso intermediários. A minha relação é direta. Tenho motivos para acreditar e tenho motivos para dispensar intermediários. Eu acredito, graças a Deus.
Gostaria de acrescentar algo?
Sim. A Folha foi minha mais longa experiência jornalística, onde aprendi mais e me firmei como um jornalista de certa qualidade.
Mesmo exercendo duas vezes a função de editor-chefe, tive dois professores de enorme capacidade: Cláudio Abramo, meu queridíssimo amigo, que tinha ideias diferentes das minhas, mas muitas convergências; e o publisher Octavio Frias de Oliveira, o melhor jornalista que eu conheci. Ele não gostava de que falassem que era jornalista, mas era quem melhor conhecia a notícia como consumidor. Aprendi muita coisa empresarial com ele e fizemos amizade — eu tinha uma relação quase filial com ele.
Depois que deixei o cargo de editor-chefe, Otavio Frias Filho assumiu a função, e eu fiquei durante quatro anos editando o Painel. Foi meu trabalho predileto na Folha.
Tive que fazer o jornal atravessar o Rubicão, passando incólume pelo regime militar. Ao lado da minha porta de entrada, aqui em casa, tenho uma gravura com um mar revolto e, sobre ele, um avião de papel. Eu me sentia pilotando este avião, acho que consegui aterrissar bem. O jornal foi ameaçado de ser fechado, mas está aí, vivo.
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) participou, neste domingo (31), da 32ª edição da Cavalgada à Pedra do Reino, em São José do Belmonte.
Durante a atividade, que ele realizou ao lado da esposa, a deputada Tabata Amaral (PSB), e de aliados políticos, o ex-prefeito do Recife exaltou a importância da valorização das tradições sertanejas, expressadas na fé e na cultura popular.
A agenda no Sertão Central finalizou mais um ciclo de viagens de João Campos pelo interior do estado na pré-campanha rumo ao Palácio do Campo das Princesas.
“Começou a Cavalgada à Pedra do Reino. É tradição, história e cultura. São 30 quilômetros montado a cavalo. Vamos até a Pedra do Reino, que foi importante no Movimento Sebastianista, relatado no romance ‘A Pedra do Reino’, de Ariano Suassuna. É do Sertão de Pernambuco para inspirar o Brasil e o mundo com a cultura sertaneja e popular”, declarou João Campos.
A agenda foi acompanhada pela pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), pelo prefeito de São José do Belmonte, Vinicius Marques (PSB), pelo ex-prefeito Romonilson Mariano, pela deputada Maria Arraes (PSB), pelos deputados Lucas Ramos (PSB), Álvaro Porto (MDB) e João Paulo Costa (PT) e Outros líderes.
Cidadão belmontense
Na última sexta-feira (29), junto ao pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), João Campos havia estado no município para receber o título de cidadão belmontense, em solenidade realizada na Câmara Municipal.
Ainda no fim de semana, o pré-candidato a governador passou por Salgueiro e pelo distrito de Umãs, em uma programação que incluiu entrevistas a rádios, contato com a população nas ruas e encontros políticos.
Gilson Machado e Gilson Filho também estiveram presentes, neste domingo (31), na Cavalgada à Pedra do Reino, evento turístico e cultural tradicional realizado anualmente no Sítio Histórico da Pedra do Reino, em São José do Belmonte. Patrimônio cultural do Sertão pernambucano, a festa chega à 32ª edição neste ano.
Em um trajeto de cerca de 30 quilômetros, milhares de cavaleiros participam da cavalgada. “Ela já entra no calendário como a maior cavalgada do Nordeste”, destacou o ex-ministro do turismo e cultura e pré-candidato a deputado federal, Gilson Machado Neto.
“Isso daqui é Pernambuco, isso daqui é história, é cultura. Bonito demais de conhecer e precisa ser mais divulgado”, ressaltou Gilson Filho, pré-candidato a deputado estadual.