A 5ª Vara Cível de Brasília condenou o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, a pagar R$ 20.000 de indenização por danos morais ao Diretório Nacional do PT. A decisão, em 1ª instância, foi proferida hoje. As informações são do portal Poder360.
O processo foi motivado por declarações de Valdemar em setembro de 2025, no evento Rocas Festival. Na ocasião, o dirigente afirmou que os atos extremistas de 8 de Janeiro tinham sido organizados pelo PT. Na sentença, o juiz Wagner Pessoa Vieira afirma que a fala de Costa Neto está “dissociada da realidade fática” e “caracteriza abuso do direito de liberdade de expressão”.
Segundo o magistrado, as alegações “extrapolam a crítica político-ideológica e ingressam na seara da imputação de conduta criminosa específica”. O valor da condenação será acrescido de juros de mora e correção monetária pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Cabe recurso da decisão.
Pré-candidato ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), o deputado Túlio Gadêlha (PSD) parece ter definido com clareza sua estratégia eleitoral. Apostando todas as suas fichas no campo de centro-direita, vem ocupando um espaço político que até pouco tempo parecia improvável para sua trajetória de uma esquerda “festiva”.
Nesse contexto, tem buscado se apresentar como um nome capaz de dialogar com esse segmento do eleitorado. O movimento não passa despercebido e já provoca comentários entre lideranças políticas e observadores da cena local.
O que chama atenção é que, para muitos integrantes da direita pernambucana, Túlio deixou de ser visto apenas como um político de campo ideológico definido e passou a ser enxergado como uma alternativa capaz de construir pontes e ampliar o diálogo com esse campo político. Sua presença em diferentes espaços e sua disposição para conversar com setores diversos têm contribuído para tal percepção.
Por isso, nos bastidores, já há quem faça uma comparação simbólica: Túlio estaria se transformando em uma espécie de “novo Gilson Machado” para parte do eleitorado de direita em Pernambuco. Mais do que uma questão ideológica, a analogia reflete sua capacidade de mobilização, visibilidade e inserção em um segmento político cada vez mais decisivo para as eleições de outubro.
Se essa estratégia será suficiente para consolidar uma candidatura competitiva, ainda é cedo para afirmar. Mas uma coisa parece certa: Túlio está determinado a disputar espaço onde muitos não imaginavam vê-lo há alguns anos. E essa movimentação já começa a redesenhar o tabuleiro político pernambucano.
CORREU DA RAIA – Na passagem pelo Estado para conhecer o São João de Caruaru, o pré-candidato ao Planalto pelo PSD, Ronaldo Caiado, fez uma visita ao ex-governador Jarbas Vasconcelos. O que chamou atenção, porém, foi a postura da governadora Raquel Lyra para manter distância do candidato do seu próprio partido. Nos bastidores, essa postura já começa a ser vista por aliados e observadores políticos como um movimento de desvinculação calculada. Para muitos, trata-se de uma estratégia que busca preservar interesses eleitorais locais, mas que também alimenta críticas sobre lealdade partidária. Afinal, enquanto Caiado percorreu Pernambuco em busca de apoios, a governadora evitou assumir um papel mais ativo ao lado daquele que, em tese, deveria ser seu candidato natural à Presidência da República.
O troco pesado – Uma ala significativa do PL, que inclui lideranças da sigla, passou a defender que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro seja retirada da presidência do PL Mulher em razão do explosivo vídeo detonando o senador e enteado Flávio Bolsonaro. Afirmam que ela “jogou a eleição no colo de Lula”. Além de dificultar a entrada de Flávio no eleitorado feminino, ao afirmar que foi “humilhada” e “maltratada” pelo pré-candidato do PL à Presidência, Michelle tirou o foco da saída de Jaques Wagner (PT-BA) da liderança do governo.
Risco de não disputar Senado – A avaliação feita pela ala do partido que quer a saída de Michelle do comando do PL Mulher é que a ex-primeira-dama mostra imaturidade política para ocupar um cargo dessa magnitude. Esse grupo defende que até a candidatura de Michelle ao Senado pelo Distrito Federal seja reavaliada. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, no entanto, está tentando minimizar a crise gerada pela gravação do vídeo.
No berço do bolsonarismo – O presidente Lula (PT) escolheu dois estados onde foi derrotado por Jair Bolsonaro em 2022 para cumprir agendas a pouco mais de uma semana do prazo limite estabelecido pela Justiça Eleitoral para a participação de pré-candidatos em inaugurações e anúncios. O petista esteve ontem no Mato Grosso do Sul e hoje estará em Santa Catarina. O petista tem até 4 de julho para participar desse tipo de evento. De acordo com pesquisa Quaest de junho, o Centro-Oeste e o Norte são as regiões onde o sentimento antipetista mais caiu entre março e junho de 2026, com redução de 44% para 36%.
Teresa assume liderança no Senado – O presidente Lula (PT) escolheu a senadora pernambucana Teresa Leitão (PT) para assumir a liderança do governo no Senado, substituindo Jaques Wagner (PT-BA), que deixou o cargo após ser alvo de operação da Polícia Federal relacionada ao caso Banco Master. Com mandato até 2030 e fora da disputa eleitoral deste ano, Teresa é vista como um nome de consenso, com bom trânsito entre governistas e oposicionistas. A missão será conduzir a articulação das principais pautas do Executivo na Casa, entre elas a PEC da Segurança Pública e a proposta que extingue a escala de trabalho 6×1. Nos bastidores, a expectativa é de que o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT), passe a atuar de forma mais próxima das negociações no Senado.
CURTAS
NA PAPUDA – O ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu pelo envio de Daniel Vorcaro para uma cela na chamada Papudinha, uma ala do presídio da Papuda, em Brasília. Ele está atualmente preso na Superintendência da Polícia Federal. Com isso, fica fora de cogitação neste momento uma delação do fundador do Master. Vorcaro tentou duas vezes fazer um acordo. Não deu certo. Demitiu dois advogados, Roberto Podvall e José Luis Oliveira Lima. Agora, está sem perspectiva de acertar uma colaboração premiada. Por essa razão, sai da cela especial na Polícia Federal e voltará para o complexo da Papuda.
EQUÍVOCO – A ex-prefeita de Contagem (MG) e nome de consenso do Partido dos Trabalhadores para encabeçar a chapa ao governo de Minas Gerais, Marília Campos, classifica como “equívoco estratégico” a decisão da legenda de lançar candidatura própria ao Palácio Tiradentes em 2026. A declaração foi publicada em nota à imprensa, um dia depois de o PT mineiro aprovar uma resolução para ter uma candidatura própria e apontá-la como o melhor nome.
LÍDER NO PODCAST – A nova líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT), é a convidada do podcast Direto de Brasília da próxima terça-feira. Na pauta, os desafios da nova missão, eleições e o cenário nacional. O podcast é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras no Nordeste.
Perguntar não ofende: Se não apoia Caiado, candidato ao Planalto pelo seu partido, o PSD, Raquel vai ficar em cima do muro mais uma vez?
O vídeo publicado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) no início da noite de quarta-feira, em que ela faz críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), contou com uma série de elementos e objetos que vão além das declarações sobre o pré-candidato à Presidência da República. Ao mesmo tempo em que a mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez acenos ao eleitorado feminino e evangélico em tom empoderado, ela também se colocou como a única pessoa capaz de ser coerente com a continuidade do legado bolsonarista.
A análise é do professor Eneus Trindade, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), especialista em semiótica do discurso político. Ele define o material divulgado por Michelle como “paradoxal”:
— Ao mesmo tempo em que ela aparece irreverente e em busca de autonomia, ela se submete a um princípio de coerência ideológica do papel dela de mulher na defesa do seu marido. É um paradoxo ela estar sendo crítica, combativa e, por outro lado, submissa — explica o professor. — O bolsonarismo desenvolve, sobretudo, uma crença. E nisso, quanto mais coerência, melhor. E ela é a garantidora dessa coerência — completa.
Em determinado momento do vídeo, Michelle verbaliza que é tratada pelos enteados “como idiota” e “alguém que chegou ontem” na política. Ela critica o apoio do PL no Ceará ao ex-governador Ciro Gomes (PSDB), que já direcionou xingamentos a Bolsonaro, e afirma que, apesar de “saber mais do que eles (enteados) pensam” sobre estratégias eleitorais, não é capaz de trocar seus valores por pragmatismo.
— Ele (Flávio) foi muito ríspido. Me desrespeitou e me maltratou ao telefone. Eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política — afirmou a ex-primeira-dama em um trecho.
O que sinaliza o cenário
De acordo com Trindade, Michelle aparece em um cenário que sugere um gabinete presidencial, como se sinalizasse estar disposta e eventualmente entrar na disputa no lugar de Flávio. Ela é acompanhada por uma série de elementos voltados justamente para grupos de eleitores que o senador tenta conquistar, além de utilizar uma caneta esferográfica básica, marca característica do ex-presidente.
— Quando ela critica a forma como foi tratada, ela destrói um pouco a possibilidade de uma narrativa coerente da campanha de Flávio em relação às mulheres. Ela dá um tiro no pé dele — diz o especialista. — Os signos que ela usa são do gosto do seu público, do repertório dos evangélicos. Ela também tenta demarcar o seu lugar de poder nesse território — completa.
Como exemplo, o professor cita a Estrela de Davi no lado direito de Michelle, que também utiliza um cordão com um pingente do mesmo símbolo. Ele lembra que os evangélicos utilizam essa relação com Israel no âmbito espiritual, especialmente os neopentecostais. O intuito, para Trindade, é se colocar em um lugar de maior legitimidade que Flávio no que diz respeito ao diálogo com esse público.
— É como se ela mostrasse que está com Deus. O que é você se questionar alguém que está com Deus em uma sociedade conservadora e cristão? Independentemente de ser evangélico ou católico — afirma o professor da USP.
Em relação à roupa, Michelle utiliza, na visão do especialista, uma camisa que mostra uma mulher alinhada a um papel conservador. A blusa é uma referência ao “fruto do espírito”, uma passagem bíblica do livro de Gálatas, com dizeres que abordam virtudes desenvolvidas na vida de uma pessoa guiada por princípios cristãos. Há palavras como “amor”, “alegria”, “mansidão” e “domínio próprio”.
— É quase como se ela fosse uma presidente, com um cenário de presidenciável. As campanhas não estão necessariamente fechadas. Essa provocação também é um prenúncio, e pode ser uma cisão que leve ela a decidir se candidatar — avalia Trindade, que destaca os trechos de reportagens utilizados no vídeo que “maculam” a imagem de adversários políticos.
Outro trecho que remete à continuidade, na análise do especialista, é a escultura que expressa “eu te amo” na Língua Brasileira de Sinais (Libras). O tema direcionado à inclusão foi uma das grandes marcas de Michelle enquanto primeira-dama, quando chegou a discursar em Libras durante a cerimônia de posse de Bolsonaro, em janeiro de 2019.
Prestígio
Presidente do PL Mulher, Michelle também aparece com um mapa do Brasil na cor rosa, que demonstra a atuação do núcleo do Partido Liberal pelo país. O material parece mostrar o comando dos respectivos diretórios estaduais.
O cenário é composto por vários diplomas e condecorações de cunho político e religioso. Uma das honrarias é a Medalha do Mérito Legislativo, concedida no fim de 2022 pela Câmara dos Deputados, à época sobre a presidência do deputado federal Arthur Lira (PP-AL).
A melhada foi criada, segundo a Câmara, para “condecorar autoridades, personalidades, instituições ou entidades, campanhas, programas ou movimentos de cunho social, civil ou militar, nacionais ou estrangeiros, que tenham prestado serviços relevantes ao Poder Legislativo ou ao Brasil”. Os agraciados podem ser personalidades que “realizaram algum trabalho que teve repercussão e recebeu a admiração do povo brasileiro”.
Outra honraria que consta na parede é o Colar Dom Ives Gandra da Silva Martins, concedido pela Academia William Shakespeare (AWS) durante cerimônia na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) no ano passado.
O diploma logo atrás o ombro direito de Michelle contém a expressão “embaixadora da paz”, concedido pela Federação Universal para a Paz (UPF), rede internacional e inter-religiosa com status consultivo geral na Organização das Nações Unidas (ONU)
O município de Petrolina recebeu, pela primeira vez, a Nota A no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). De acordo com o órgão, a Prefeitura alcançou 99% de acertos na consistência dos dados fiscais enviados ao Governo Federal, superando o índice mínimo de 95% exigido para a classificação máxima. A avaliação é realizada anualmente por meio do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).
Segundo a STN, a classificação reconhece a qualidade e a precisão das informações contábeis e fiscais prestadas por estados, municípios e União, além de facilitar o acesso a operações de crédito em melhores condições. Em 2024, Petrolina havia obtido 94% de acertos e, neste ano, atingiu 99%, conquistando o conceito A.
O prefeito Simão Durando afirmou que o resultado reflete o trabalho da equipe técnica da administração municipal. “Em 2024, atingimos 94% de acertos e ficamos muito próximos da nota exigida. Em 2025, alcançamos 99%, o que nos permitiu conquistar a nota máxima, o conceito A. Esse resultado reflete o trabalho sério e comprometido de toda a equipe”, declarou.
O vídeo gravado por Michelle Bolsonaro (PL) reclamando de ter sido “humilhada” por Flávio Bolsonaro (PL) abriu uma crise que dificilmente será encerrada apenas com uma nota oficial ou uma declaração de pacificação. A ex-primeira-dama voltou a falar em “união da família” no dia seguinte à divulgação do vídeo em que reclamou do enteado mais velho, mas não o citou diretamente. A omissão acabou confirmando que o desgaste permanece.
Em qualquer campanha presidencial, divergências internas são inevitáveis. Poucas, porém, atingem um ativo eleitoral tão importante quanto Michelle representa para o bolsonarismo. Principalmente entre as mulheres. E Flávio precisa muito delas.
As pesquisas mostram que Flávio Bolsonaro enfrenta mais dificuldades entre as mulheres do que entre os homens. Na última pesquisa Quaest, Lula (PT) chega a ter 45% desse grupo e o filho 01 de Bolsonaro chega a 36%. Esse quadro ganha peso porque elas representam mais de 52% do eleitorado brasileiro. Nenhum candidato competitivo consegue ignorar um segmento dessa dimensão.
Foi justamente entre essas eleitoras que Michelle construiu sua relevância política, principalmente à direita. Sua presença ampliou o diálogo do bolsonarismo com mulheres conservadoras, especialmente entre evangélicas, e ajudou a reduzir resistências que a própria família Bolsonaro sempre encontrou nesse público, desde que Jair Bolsonaro surgiu candidato em 2018.
Quando Michelle afirma publicamente ter sido “humilhada” pelo candidato, cria uma contradição difícil de administrar. A principal defensora da candidatura passa a relatar um tratamento incompatível com o discurso que o próprio grupo pretende apresentar ao eleitorado feminino.
Credibilidade
Michelle não acrescenta tempo de televisão ou capacidade de mobilização. Ela empresta credibilidade a uma candidatura que precisa crescer justamente entre as mulheres.
Essa influência não desaparece por causa de um desentendimento familiar, mas perde força quando a própria coloca em dúvida a relação construída com Flávio. A partir desse momento, qualquer gesto de aproximação poderá ser interpretado como resultado de uma necessidade eleitoral, e não de uma relação política consolidada. O estrago já foi feito.
Os adversários dificilmente deixarão essa oportunidade passar. O episódio tende a extrapolar o âmbito familiar e ganhar espaço no debate eleitoral. O vídeo está aí, é real, e será utilizado pelos adversários quando for preciso pedir voto das mulheres. O argumento de que “Flávio humilha e menospreza as mulheres” estará ancorado num vídeo de uma mulher de sua família. O estrago é grande.
Disputa
Lula não precisa conquistar eleitoras bolsonaristas. Basta manter a vantagem entre as mulheres e impedir que Flávio recupere espaço nesse grupo.
Uma candidatura que encontra obstáculos para crescer onde mais precisa acaba sendo obrigada a buscar compensações em grupos nos quais já atingiu um teto eleitoral. E Flávio já está no limite por causa de outros problemas bem conhecidos.
A família Bolsonaro ainda dispõe de tempo para reconstruir essa relação diante do público. O episódio, porém, atingiu justamente a liderança responsável por ampliar o alcance do bolsonarismo entre as mulheres. Resta saber se, até o prazo final das convenções em agosto, haverá espaço para recompor essa imagem ou se novos desdobramentos ainda podem aprofundar a crise.
A governadora Raquel Lyra (PSD) disse, nesta quinta-feira (25), que não teve oportunidade de encontrar o pré-candidato à Presidência da República do seu partido, Ronaldo Caiado, mas que conversou com ele por telefone. Não revelou o teor da conversa, no entanto, contou que o correligionário compreende a sua estratégia de esperar o momento certo para se posicionar sobre a disputa nacional. As informações são do Blog Dantas Barreto.
“Não consegui, mas a gente conversou por telefone e com o presidente (do PSD), Gilberto Kassab. Ele sabe da minha posição e deixou isso de maneira muito clara na imprensa, quando deu as entrevistas. Ronaldo Caiado é um cara que eu tenho respeito, tenho admiração”, disse Raquel Lyra, acrescentando “ter liberdade aqui em Pernambuco para construir o melhor caminho para o nosso povo e para o nosso Estado”.
Questionada sobre quando será construída, a governadora foi curta na resposta: “Todos os dias”. Há uma expectativa de que Raquel declare apoio ao presidente Lula (PT), porém ela pode repetir a estratégia de 2022, quando ficou neutra. E, assim, evitar que Lula venha a Pernambuco e faça campanha ao lado de João Campos (PSB).
Quanto à programação que terá, a partir de 5 de julho, devido aos impedimentos impostos pela legislação eleitoral, Raquel disse que continuará trabalhando no mesmo ritmo.
“Eu não vou entregar, mas os outros entregam por mim. A gente vai continuar trabalhando com o pé no acelerador. O fato de eu não estar presente na inauguração não diz nada, até porque a gente já entregou muita obra que eu não fui inaugurar porque nossos secretários estavam presentes. Tem mais de 20 estradas que foram feitas e eu não inaugurei. O mais importante é entregar o serviço à população. Então, o nosso time vai estar entregando. O que a gente não pode é perder o prumo. E eu vou continuar trabalhando, moendo. Na última segunda-feira, por exemplo, era dia de ponto facultativo, mas eu saí às 9h da noite. A gente estava trabalhando e vai continuar assim”, comentou a governadora.
As declarações foram dadas na cerimônia de formação de 36 oficiais do Corpo de Bombeiros. “Hoje é dia de celebração, em que a gente forma novos oficiais do Corpo de Bombeiros Militar. A gente esteve aqui há 15 dias, entregando praças do Corpo de Bombeiros, na maior contratação da história. A gente está completando esse ciclo, são 660 novos bombeiros militares contratados para trabalhar no Governo de Pernambuco”, ressaltou.
A Secretaria de Proteção e Defesa Civil de Camaragibe implementou um novo formato de comunicação emergencial voltado para moradores de áreas vulneráveis do município.
A partir de agora, o órgão passa a emitir alertas meteorológicos por meio de cartões digitais com áudio, com o objetivo de tornar as orientações acessíveis a pessoas com dificuldades de leitura ou que necessitam de dados imediatos durante temporais. As informações são do JC.
A medida funciona de forma complementar aos avisos tradicionais emitidos em texto e imagem pelas redes e canais oficiais da prefeitura.
O envio dos áudios será direcionado para as comunidades monitoradas e acionado conforme a evolução das condições climáticas na cidade. O sistema foi estruturado em três níveis de aviso para indicar a gravidade da situação:
Aviso preventivo: emitido em caso de previsão de chuvas moderadas, com orientações básicas de segurança;
Alerta de atenção: acionado quando o volume de chuva acumulado atinge índices que exigem vigilância redobrada dos moradores;
Alerta de emergência: disparado em situações de risco iminente de deslizamentos ou alagamentos, indicando a necessidade de evacuação imediata.
De acordo com o governo municipal, a inclusão do áudio tenta reduzir o tempo de resposta da população diante de eventos climáticos extremos, utilizando a tecnologia como ferramenta de acessibilidade.
O pré-candidato ao governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (25) que “não viu e não vai ver” o vídeo em que Michelle Bolsonaro relata ter sido maltratada e humilhada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o ex-ministro, a crise não diz respeito à política cearense, mas ao Partido Liberal em âmbito nacional. As informações são do jornal O GLOBO.
— Não vi o vídeo e nem vou ver. É uma questão do PL nacional e envolve coisas muito mais complexas do que a nossa paróquia aqui. Eu sigo aqui tranquilo. O eixo do nosso entendimento aqui é um projeto de emancipação do Ceará que nós consideramos que está sendo muito mal tratado — declarou Ciro.
A manifestação ocorre um dia após Michelle publicar vídeos nas redes sociais em que revela um desentendimento com Flávio Bolsonaro e afirma que os dois não se falam desde o fim de 2025. Segundo a ex-primeira-dama, a discussão teve como pano de fundo a articulação do PL no Ceará para apoiar a pré-candidatura de Ciro Gomes ao governo estadual.
Michelle afirmou que, após criticar publicamente a aproximação entre o PL e Ciro durante um comício realizado em Fortaleza, no fim de 2025, recebeu uma ligação de Flávio Bolsonaro. De acordo com o relato, o senador teria dito que ela deveria ficar fora das decisões do partido e que ela “havia chegado ontem e não entendia nada de política”.
— Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço — afirmou Michelle.
Na ocasião do comício, Michelle também criticou a aliança do PL com Ciro Gomes, lembrando declarações feitas pelo ex-ministro contra Jair Bolsonaro e seus filhos. Ela defende que o senador Eduardo Girão (Novo) seja o candidato da direita ao governo do Ceará e afirmou que um eventual apoio do PL a Ciro deveria ocorrer apenas em um segundo turno.
Divergências sobre candidatura ao Senado
Além da disputa pelo governo estadual, Michelle citou divergências sobre a candidatura do partido ao Senado. Ela reiterou apoio à então pré-candidatura da deputada federal Priscila Costa (PL), que, segundo ela, havia sido acordada com Jair Bolsonaro. Já o presidente estadual do PL, deputado federal André Fernandes, articula a candidatura de seu pai, o deputado estadual Alcides Fernandes, para a vaga.
— Não honrar essa determinação do meu marido será um ato de traição contra Jair Messias Bolsonaro […] Já que a aliança com Ciro é tão boa, por que o André não disponibiliza a vaga de seu próprio pai? Por que só a mulher tem que ceder? — questionou Michelle no vídeo.
A aproximação entre Ciro Gomes e lideranças do PL Ceará começou após as eleições municipais de 2024 e evoluiu ao longo de 2025, quando passaram a negociar uma chapa para enfrentar o governador Elmano de Freitas (PT). Depois de críticas públicas de Michelle, o PL suspendeu temporariamente as conversas com o PSDB, mas, em maio deste ano, oficializou o apoio à pré-candidatura de Ciro ao governo estadual.
O pré-candidato ao governo de Pernambuco e presidente nacional do PSB, João Campos, voltou a criticar a gestão de Raquel Lyra (PSD), desta vez em entrevista concedida à Naza FM, na tarde desta quinta-feira (25). O ex-prefeito do Recife afirmou que o efetivo da Polícia Militar está concentrado nos bairros mais ricos da capital, enquanto o interior do estado e as periferias permanecem desassistidos.
“Novos policiais estão se formando, mas ficam concentrados principalmente nos bairros mais nobres do Recife. Existem ruas com quatro ou cinco policiais para proteger apartamentos de alto valor ou lojas luxuosas, enquanto não se coloca a polícia na zona rural, no interior ou na periferia. […] É necessário combater o bandido e proteger o trabalhador, cuidando de toda a população e não apenas de quem tem dinheiro”, afirmou.
Ainda de acordo com João Campos, a política de segurança pública em Pernambuco estaria sendo conduzida com base em critérios políticos. Como exemplo, o pré-candidato mencionou dois municípios administrados por prefeitos aliados ao PSB.
“São Lourenço da Mata e Cabo de Santo Agostinho figuram como as cidades mais violentas de Pernambuco. Em São Lourenço, a proposta apresentada pelo atual governo foi a de fechar o batalhão da cidade, apesar dos altos índices de criminalidade. Já no Cabo de Santo Agostinho, o prefeito solicitou o apoio da Força Nacional ao governo federal devido à situação crítica, mas o pedido foi negado. Não se faz política pública de segurança politizando ou ideologizando o tema; é preciso enfrentar o crime com técnica e seriedade.”
João Campos também afirmou que Pernambuco perdeu protagonismo na atração de investimentos e na execução de projetos estruturantes. Segundo ele, o estado precisa iniciar um novo ciclo de desenvolvimento econômico para voltar a competir com outras unidades da federação.
“O estado demonstra hoje uma falta de capacidade na construção de um plano de desenvolvimento e na execução de projetos estruturantes. É necessário inaugurar um novo ciclo econômico, porque o protagonismo e a atração de indústrias vistos em 2013 não se repetem na gestão atual. Pernambuco está sendo ultrapassado por estados vizinhos, como a Paraíba, na instalação de centros de distribuição e operações hoteleiras por falta de decisões estratégicas. Se não houver um governo com capacidade administrativa e tamanho político para tirar as obras do papel, os investimentos não chegarão”, disse.
O ex-prefeito do Recife voltou a mencionar o descumprimento da promessa de construção de creches pela gestão estadual e comparou com o que foi realizado durante a administração dele na Prefeitura do Recife.
“A gestão estadual assumiu o compromisso de entregar 250 creches, mas, após anos, entregou apenas cerca de cinco unidades. No Recife, construímos 107 creches em cinco anos, garantindo mais de 13 mil novas vagas. Durante três anos seguidos, a capital pernambucana foi a cidade que mais abriu vagas de creche entre os mais de cinco mil municípios do Brasil. O resultado aparece quando se trabalha com foco na entrega, em vez de apenas colocar dificuldades”, afirmou.
João Campos também direcionou críticas à saúde pública estadual. De acordo com o pré-candidato, a gestão de Raquel Lyra reduziu os investimentos na área e fechou unidades hospitalares. Ele defendeu a ampliação dos serviços de média e alta complexidade no interior do estado e o fortalecimento da telemedicina.
“A situação da saúde em Pernambuco é crítica porque o governo estadual retirou R$ 1,5 bilhão do orçamento anual da área e fechou três hospitais. No Recife, realizamos a maior expansão da saúde do país para uma prefeitura, triplicando os atendimentos anuais por meio de gestão informatizada e prontuário eletrônico. É fundamental interiorizar os serviços, aumentar a complexidade dos hospitais regionais e investir em teleconsulta, área na qual estados como o Piauí já estão muito à frente de Pernambuco. O compromisso é ampliar o atendimento na Zona da Mata e trazer novas especialidades para reduzir o deslocamento de pacientes”, concluiu.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, voltou a fazer gestos para tentar superar a crise com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Alvo de críticas da madrasta, o senador está com sua pré-campanha presidencial desgastada.
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio voltou a pedir que Michelle participe de um evento da pré-campanha presidencial do PL voltado para mulheres. O senador já havia falado sobre esse encontro ontem e disse que Michelle não confirmou a participação. As informações são do jornal O GLOBO.
–A reunião na próxima quarta-feira está mantida para tratar justamente das soluções que a gente vai propor para as mulheres de todo o Brasil, que acordam cedo, trabalham, estudam e cuidam das famílias – declarou.
– De coração aberto, quero reforçar o convite que eu já tinha feito para Michelle. Justamente porque eu acredito que o diálogo, respeito e a união vão ser sempre o melhor caminho. O convite segue de pé e o coração segue aberto, Michelle, porque a gente tem que focar no nosso Brasil, resgatar nosso país e sozinho é muito mais difícil – completou.
Na noite de ontem, ao rebater as declarações da ex-primeira-dama, Flávio também revelou que tentou reabrir o diálogo antes da divulgação do vídeo. O tom usado hoje, no entanto, foi suavizado.
Quando se manifestou sobre o assunto na quarta-feira, Flávio fez cobranças mais diretas a Michelle e disse que fez um “gesto de reciprocidade que Michelle não atendeu”.
Segundo ele, na terça-feira pediu à senadora Damares Alves (Republicanos-DF) que organizasse um encontro com lideranças femininas conservadoras para discutir propostas voltadas às mulheres e sugeriu que Michelle fosse convidada.
Hoje, além de reduzir as cobranças, Flávio também disse que entende as reclamações de Michelle.
– Toda a nossa família está passando por um momento muito difícil. Eu entendo a angústia da Michelle vendo meu pai todos os dias sofrendo com uma injustiça gigantesca. Eu também sofro muito, mas eu sigo firme.
Em outro momento do vídeo de hoje, Flávio também reforça que age alinhado com o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
– Eu estou cumprindo uma missão designada por Jair Messias Bolsonaro. Todas as minhas decisões são tomadas sempre com o respaldo dele. O Brasil se livrar do Lula e do PT, a gente tem que ter o foco nisso.
Ontem, Michelle publicou dois vídeos nas redes sociais em que fez uma série de críticas a Flávio. Ela disse que foi “maltratada e desrespeitada” pelo senador do PL e que ele foi ríspido com ela.
A desavença foi motivada por uma queda de braço sobre a posição do PL no Ceará. Flávio e a maior parte da cúpula do partido desejam apoiar Ciro Gomes (PSDB) para governador, enquanto Michelle é contra.
Embora uma das promessas do plano de governo de Raquel Lyra fosse fortalecer a Polícia Científica e criar núcleos de perícia criminal e papiloscópica no interior de Pernambuco, a categoria afirma que nunca foi recebida pela atual gestora do Executivo estadual.
Em entrevista ao Diario, a perita e vice-presidente da Associação dos Peritos Papiloscopistas de Pernambuco, Ana Cristina Souza disse que diversas tentativas de diálogo foram realizadas ao longo dos últimos anos, sem que houvesse uma reunião com a governadora. “Nossa função é de extrema importância. Cada vez que um crime é elucidado por meio da perícia papiloscópica, a sociedade fica mais protegida”, afirma. As informações são do Diario de Pernambuco.
Ela destaca que a promessa contida no plano de governo não se concretizou e ressalta a deficiência de profissionais no interior do estado. “Atualmente, há 286 peritos papiloscopistas na ativa, dos quais apenas 71 estão lotados no interior. Às vezes, é preciso percorrer mais de 200 quilômetros para realizar uma perícia”, explica.
Além da ampliação do efetivo, uma das principais reivindicações da categoria é a migração dos profissionais para o quadro técnico policial, conforme previsto no Decreto nº 39.921/2013, que já reconhece as atribuições dos peritos papiloscopistas.
“Cabe ao Executivo encaminhar o projeto de lei que faça essa adequação. No entanto, mais um ano se passou e o prazo expirou. Por direito, deveríamos integrar o mesmo quadro policial dos peritos criminais e dos médicos-legistas”, pontua.
Ela ressalta que, atualmente, os peritos papiloscopistas permanecem na base da estrutura da polícia, juntamente com agentes escrivães, da medicina legal e da perícia criminal.
O perito papiloscopista desempenha suas atividades com autonomia técnica, sendo responsável pela emissão de laudos utilizados tanto nas investigações quanto pelo Poder Judiciário. “A diferença salarial chega a quase 100%”, afirma.
Pioneirismo
Apesar de Pernambuco ter sido pioneiro na busca pelo reconhecimento dos direitos da categoria, o Rio de Janeiro sancionou recentemente uma lei que reconhece oficialmente os mesmos direitos concedidos aos peritos criminais e médicos-legistas.
“Eles utilizaram como base jurídica a Ação Direta de Inconstitucionalidade de Pernambuco para fundamentar a mudança. Nós iniciamos esse trabalho, mas acabamos ficando para trás”, lamenta.
Investigações
O perito papiloscopista realiza perícia oficial de natureza criminal. Seus laudos subsidiam inquéritos policiais e processos judiciais, fortalecem provas materiais, evitam condenações injustas e contribuem para a proteção dos direitos humanos.
Entre os casos de grande repercussão solucionados com o auxílio da perícia papiloscópica está a identificação dos criminosos que invadiram a residência de uma juíza, renderam sua família, roubaram objetos e obrigaram as vítimas a realizar transferências via Pix. O caso foi elucidado após a coleta e análise de vestígios de impressões digitais.
Os peritos papiloscopistas também desempenham papel fundamental na identificação de pessoas desaparecidas. “Uma mulher com transtornos mentais estava afastada da família havia mais de 20 anos. Por meio de suas impressões digitais, conseguimos descobrir sua verdadeira identidade e localizar um familiar”, relata.
Associação
A Associação dos Peritos Papiloscopistas de Pernambuco foi criada em 1988. Esta é a primeira vez que a entidade é presidida por uma mulher e tem outra mulher ocupando a vice-presidência.
A reportagem procurou a Secretaria de Defesa Social (SDS), mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.
A Prefeitura de Garanhuns divulgou uma nota oficial após decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) sobre o uso de recursos do Fundeb para o pagamento de verbas trabalhistas de professores aposentados. No comunicado, o município informa que recorrerá ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), defende a legalidade dos pagamentos referentes a direitos adquiridos entre 2018 e 2020 e afirma que quitou débitos deixados pela gestão anterior.
Como já é de conhecimento público, a atual gestão municipal de Garanhuns precisou honrar compromissos e dívidas deixadas pelo ex-prefeito Izaías Régis. Uma delas está em julgamento na justiça federal, trata-se de valores pagos a professores, direitos trabalhistas adquiridos como 13º salários e férias, da época de quando estavam na ativa, referentes aos anos de 2018, 2019 e 2020, e que não foram pagos pelo ex-prefeito. Como se vê pelos anos, dívidas herdadas pela atual gestão municipal.
Surpreendeu-nos, à atual gestão, o questionamento judicial pelo pagamento vir da própria equipe do ex-prefeito, sua sobrinha Rayssa Régis, e seu advogado, ou seja, não pagaram e ainda questionam o pagamento pela atual gestão.
Neste presente momento existe um debate judicial no sentido de se reconhecer a legalidade do pagamento das verbas trabalhistas (Férias, 13º, entre outros) dos servidores da educação com recursos do Fundeb, que no momento do pagamento já estavam inativos, lembrando e registrando ainda, que as referidas verbas foram adquiridas quando os mesmos estavam em atividade plena em sala de aula.
O entendimento do município de Garanhuns, em se tratando de direitos adquiridos dos professores à época em que estavam na ativa, é legalmente aceito o uso do Fundeb. Ressaltamos aqui que não foi usado o fundo para pagamentos de aposentadorias e pensões, como veda a lei, mas de indenizações de 13º e férias não pagas pela gestão da época.
Assim, o município recebe com tranquilidade a decisão do colegiado do Tribunal Regional Federal, que, em decisão dividida, por três votos a dois, entende que não seria possível o uso do Fundeb para pagar os aposentados, mesmo em se tratando de remunerações de quando estavam em sala de aula. Informa ainda que estará recorrendo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), para que o entendimento do Tribunal possa servir aos demais entes da federação, pois mantemos a clareza e convicção que a Prefeitura de Garanhuns cumpriu com uma obrigação legítima, de fazer o pagamento devido, com a verba federal devida.
Por fim, o município de Garanhuns, através de seu representante legal, firma o entendimento de que, na presente questão, agiu dentro da legalidade, pois o aludido pagamento se efetivou, único e exclusivamente, no sentido de garantir as verbas trabalhistas devidas, a professores que tinham o direito adquirido em sala de aula, e que cujos pagamentos foram negligenciados na gestão do ex-prefeito Izaías Régis.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, no fim da tarde desta quinta-feira (25), da assinatura da ordem de serviço para a construção de uma pista de cooper e outras obras de urbanização em Timbaúba, na Mata Norte. A agenda foi realizada ao lado do prefeito Marinaldo Rosendo e de outras lideranças políticas. Durante a visita, João também foi recebido por moradores que acompanharam o evento.