O Sextou de hoje, programa musical que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio às sextas-feiras, no horário do Frente a Frente, traz a cantora Kátia Cilene, rainha do forró moderno estilizado. Ela fala sobre sua saída do grupo Mastruz com Leite e da sua carreira solo.
Na entrevista, a artista também falou sobre os grandes sucessos que ela interpretou na Mastruz com Leite, como “Meu vaqueiro, meu peão”, “Cara metade” e “Verdadeiro amor”.
O Sextou vai ao ar das 18 às 19 horas pela Rede Nordeste de Rádio, formada por mais de 40 emissoras em Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Bahia, tendo como cabeça de rede a 102,1 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo, João Campos (PSB), teve de forma oficial o apoio da federação ‘Brasil pela Esperança’, composta pelos partidos PT, PCdoB e PV.
A oficialização ocorreu durante a convenção da Federação Brasil da Esperança (composta por PT, PV e PCdoB), que acontece nesta segunda-feira (20) no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. As informações são do JC.
Durante o evento, João Campos ressaltou a parceria política entre o PSB, partido no qual é presidente nacional e conta com o vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckimin, com o PT, partido do presidente Lula.
“Quero agradecer a todos os dirigentes partidários e a todas as militâncias presentes que participaram dessa construção. Uma construção que se dá com naturalidade e harmonia, não só em Pernambuco, mas em todo o Brasil. Porque a gente sabe que o PSB e o PT estarão juntos Brasil afora. Afinal, é a aliança de Lula com Alckmin que garantiu a vitória em 2022 e que garantirá a vitória em 2026. Estaremos juntos não só para vencer a eleição, mas também para construir um governo”, disse João Campos.
A Federação União Progressista (UP) realizará, no dia 5 de agosto, a convenção estadual para as eleições de 2026, no Recife. O encontro ocorrerá das 11h às 17h e reunirá os convencionais com direito a voto para deliberar sobre as definições partidárias para a disputa eleitoral. Na ocasião, serão homologadas as candidaturas aos cargos de senador, deputado federal e deputado estadual.
Além da homologação das candidaturas, a convenção também deliberará sobre a formação de coligação para as eleições majoritárias e outros assuntos relacionados ao processo eleitoral da federação. O edital de convocação foi assinado pelo presidente da União Progressista em Pernambuco e pré-candidato ao Senado, deputado federal Eduardo da Fonte.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terá 20% a menos de propaganda eleitoral na TV e no rádio do que o presidente Lula (PT) se continuar isolado, após o caso “Dark Horse” afastar o apoio de União Brasil e PP à sua pré-candidatura presidencial. Ele busca reverter isso com uma aliança com o Republicanos, o que lhe daria uma leve vantagem sobre a campanha petista.
Nesta eleição, apenas quatro candidatos à Presidência terão direito a propaganda na TV e rádio: Lula, Flávio, Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Os demais, como Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), não contam com apoio de partidos que superaram a cláusula de desempenho e por isso ficarão de fora do horário eleitoral. As informações são da Folha de S. Paulo.
Embora as redes sociais tenham ganhado papel central nas eleições, a propaganda na televisão e rádio ainda é vista como relevante pelas campanhas majoritárias. A publicidade na TV aberta atinge principalmente o público de até dois salários mínimos, única faixa de renda do eleitorado em que Lula vence Flávio (53% a 38% no segundo turno, de acordo com o Datafolha de 17 e 18 de junho).
Já no rádio, a propaganda chega mais ao eleitor do interior ou que está em deslocamento de carro nas grandes cidades. As inserções de 30 ou 60 segundos ao longo da programação são consideradas mais eficientes do que os blocos de propaganda eleitoral, que são mais longos e têm menor audiência, por permitir reforçar os pontos fortes dos candidatos e apontar problemas de adversários.
Lula está atualmente em vantagem em relação a propaganda na TV e rádio por ter conseguido unificar os maiores partidos de esquerda em torno da sua candidatura, mesmo sem conquistar o apoio de partidos de centro ou centro-direita. Ele deve disputar a reeleição numa aliança com as federações de PT/PV/PCdoB e do PSOL/Rede, além de PDT e PSB.
Com isso, num cenário em que Flávio continue isolado e com apoio apenas do PL, o petista terá um minuto a mais por dia nos blocos de 12min30s do horário eleitoral. Lula contará com 5min32s de cada programa, enquanto o candidato do PL terá 4min20s. Caiado vai dispor de 2min2s e Cury, de 36 segundos.
Já num cenário em que Flávio consiga o apoio do Republicanos, o senador do PL passará a ter leve vantagem sobre o petista: 5min16s a 4min51s. Caiado terá 1min49s e Cury, 34s.
O pré-candidato do PL atua pelo apoio do Republicanos, embora o partido indique que prefere ficar neutro na disputa presidencial. Negociações em quatro estados, no entanto, podem mudar esse cenário, junto com a oferta da vice-presidência na chapa.
O PL avançou em tratativas para apoiar os candidatos do Republicanos ao governo do Espírito Santo e aguarda só a decisão do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) sobre concorrer ao governo para anunciar uma aliança em Minas Gerais.
Por outro lado, segue indefinido no Acre, entre o apoio a governadora Mailza Assis (PP) ou o senador Alan Rick (Republicanos), e enfrentará o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) no Mato Grosso, com a candidatura do senador Wellington Fagundes (PL).
Outra tratativa é que o Republicanos poderia ficar com a vice na chapa –o nome de preferência de Flávio é o da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques. Ela, contudo, é recém-filiada ao partido e não seria o nome favorito da legenda.
Apesar dessas tratativas, o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, tem afirmado que a tendência hoje é o partido ficar neutro nas eleições presidenciais. Ele está consultando os diretórios estaduais para decidir até o fim do prazo, 5 de agosto.
O dirigente da sigla afirmou no domingo (12), em nota, que uma pesquisa encomendada pelo partido “detectou um sentimento de frustração à pré-candidatura de Flávio e uma indicação de preferência pela neutralidade nestas eleições”.
Dirigentes do Republicanos dizem que a sigla tinha posição mais favorável a Flávio, mas que o cenário mudou quando foi revelado em maio que ele pediu dinheiro ao Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Os recursos, segundo Flávio, seriam para custear o filme Dark Horse (“azarão”), sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Isso fez com que ele caísse nas pesquisas e também afastou o apoio de outros dois partidos do centrão, o PP e o União Brasil, que até então eram a prioridade para a candidatura. Se conseguisse uma coligação que unisse o PL com as três siglas, Flávio teria 6min50s de propaganda por bloco, quase o dobro do tempo de Lula, com 3min43s.
A conta é feita com base no tamanho das coligações de cada candidato e nas bancadas eleitas para a Câmara dos Deputados na última eleição (2022). No cálculo, 10% do tempo é dividido igualmente entre os presidenciáveis que têm apoio de pelo menos um partido que superou a cláusula de desempenho, e os outros 90% são repartidos de acordo com o número de deputados eleitos pelas siglas que compõem a chapa do candidato.
O volume de inserções no meio da programação é proporcional ao tempo de propaganda em cada bloco do horário eleitoral. No segundo turno, os dois candidatos que continuarem dividem o tempo em 50% para cada, independentemente do tamanho de suas coligações.
O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou dois processos contra a primeira-dama Janja Lula da Silva que apuravam supostas irregularidades durante viagens internacionais realizadas por ela. As ações pediam a investigação de Janja pelas infrações como desvio de finalidade e violação dos princípios da legalidade, economicidade e moralidade administrativa. Na semana passada, em entrevista ao UOL, ela disse que as críticas recebidas por ela pelos gastos no exterior seriam “misoginia”.
Entre os processos arquivados, estava uma ação movida pelo deputado Filipe Barros (PL-PR), na condição de presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. No pedido, ele pedia para que a Corte analisasse a legalidade de uma viagem antecipada pela primeira-dama para Nova Iorque, em setembro do ano passado, no mesmo período em que aconteceu a Assembleia-Geral da ONU. As informações são do jornal O GLOBO.
Relatado no TCU pelo ministro Jorge Oliveira, o caso teve acusações consideradas improcedentes. Além disso, a atuação e despesas da primeira-dama nesta viagem já foram investigadas em outro processo pela Corte das Contas, que não identificou “elementos aptos a caracterizar desvio de finalidade ou irregularidade na utilização de recursos públicos”.
Já o segundo caso dizia respeito a uma representação apresentada pela ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), que acusou a primeira-dama de suposto desvio de finalidade em relação aos gastos públicos relacionados à equipe de apoio dada a ela durante as viagens. Nesse caso, o relator, o ministro Bruno Dantas, pediu a arquivação do processo com base no reconhecimento da atribuição do gabinete pessoal do presidente da República “a função de apoiar o cônjuge presidencial em atividades de interesse público”.
“As viagens internacionais questionadas se encontram amparadas por decretos autorizadores específicos, fundamentados na participação da primeira-dama em comitivas oficiais ou na condição de colaboradora eventual (…) o exame das agendas públicas e das justificativas apresentadas revela a aderência das referidas missões a compromissos institucionais vinculados a temas sociais e diplomáticos de relevância para o Estado brasileiro, a exemplo da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza”, escreveu Dantas.
A Corte também reconheceu que o Ministério Público Federal (MPF) e a Justiça já teriam analisado os mesmos ocorridos anteriormente e não teriam identificado irregularidades.
A pré-candidata ao Senado por Pernambuco, Marília Arraes, participou da convenção nacional do PDT, em Brasília, ao lado do presidente Lula. Responsável por acompanhar o petista na chegada ao evento e fazer a saudação oficial, a pernambucana afirmou: “O PDT é o primeiro partido a declarar, já na abertura do prazo legal das convenções, o apoio nacional ao presidente Lula. E isso é um compromisso de quem conhece e luta pelo Brasil e pelos brasileiros. Hoje, somos milhões de Lulas espalhados pelo Brasil. Marília é Lula, e Lula é Marília, e assim vamos garantir Lula tetra e o Brasil avançando”, declarou sob os aplausos dos presentes.
Primeiro partido a oficializar o apoio à reeleição de Lula na disputa de 2026, o PDT aposta no fortalecimento de sua bancada no Congresso, com um conjunto de mulheres pré-candidatas ao Senado e à Câmara dos Deputados. Entre elas estão a deputada estadual do Rio de Janeiro e pré-candidata a deputada federal Martha Rocha; a ex-deputada estadual pelo Rio Grande do Sul e pré-candidata ao governo gaúcho Juliana Brizola; e a senadora pelo Distrito Federal e pré-candidata à reeleição Leila Barros.
Aliada de Lula, Marília é apontada como uma das prioridades da direção nacional do PDT para as eleições deste ano. A pré-candidata ao Senado aparece na linha de frente nacional do partido e, em Pernambuco, integra a chapa da Frente Popular.
Em sua fala, Lula agradeceu o apoio do PDT e destacou a importância da união em torno da eleição de aliados progressistas. “Nós temos vários traidores que vão aos Estados Unidos pedir para os Estados Unidos imporem punição ao Brasil. Não há possibilidade de a gente permitir que a democracia sofra mais um arranhão, como sofreu no golpe contra Dilma Rousseff, em 2016. O lema é esse”, afirmou ao defender os nomes de Marília para o Senado e de Juliana Brizola para o governo do Rio Grande do Sul.
Também estiveram presentes ao evento o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e os ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e da Previdência Social, Wolney Queiroz. O encontro reforçou a participação de Marília na articulação nacional do PDT e a presença de Pernambuco nas prioridades eleitorais do partido.
Dirigentes e lideranças da federação União Progressista em São Paulo declararam apoio ao senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL) durante convenção do diretório estadual realizada nesta segunda-feira, 20, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A postura contrasta com a estratégia da sigla a nível nacional, que deve ficar neutra e liberar cada Estado para definir o posicionamento.
Presidente da federação no Estado, o ex-vereador Milton Leite (União) se referiu a Flávio como “nosso candidato a presidente”. Já o vice-presidente, Maurício Neves (PP), disse que o apoio da União Progressista será fundamental para a eleição do pré-candidato do PL. As informações são do Estadão.
Pré-candidato ao Senado, Guilherme Derrite (PP) reforçou o apoio a Flávio, que participa da convenção na Alesp.
“Independentemente, com todo o respeito à nacional, aqui em São Paulo não tem neutralidade nenhuma. Em São Paulo, a Federação União Progressista é Flávio Bolsonaro”, declarou ele. “Se existe esse problema em outros Estados, aqui em São Paulo, o maior colégio eleitoral, não haverá neutralidade”, acrescentou.
Em um sinal de distanciamento em relação a Flávio, o presidente nacional da federação, Antonio Rueda (União), e o vice-presidente, Ciro Nogueira (PP), não compareceram ao evento.
Dirigentes partidários dão a neutralidade de PP e União Brasil como “99% certa” – liberar os diretórios estaduais atenderia ao Nordeste, onde o partido é mais próximo do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A convenção nacional foi remarcada do próximo dia 26 de julho para o dia 5 de agosto, prazo final para os partidos decidirem as táticas eleitorais.
Presidente do PP, Ciro Nogueira chegou a ser citado por Flávio como possível vice na chapa presidencial. Eles se afastaram após Ciro ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal no caso Master. Segundo aliados do dirigente partidário, o distanciamento ocorreu pela avaliação de que Flávio não defendeu Ciro como seria esperado e optou por se descolar do presidente do PP.
O União Progressista também oficializou apoio à reeleição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). O chefe do Executivo paulista é a principal aposta da federação para eleger Derrite. O outro candidato da chapa é o presidente da Alesp, André do Prado.
O apoio de Tarcísio se tornou fundamental para Derrite e André do Prado porque o deputado federal Ricardo Salles (Novo) também é pré-candidato ao Senado. Dessa forma, a direita tem três candidatos para apenas duas vagas em disputa.
O receio das campanhas de Derrite e Do Prado é que os eleitores votem em apenas um deles e deem o segundo voto para Salles. Para evitar que isso aconteça, os dois devem continuar fazendo agendas juntos. “ Eu particularmente lamento porque se tivéssemos só dois candidatos, a direita teria mais chances de fazer as duas cadeiras ao Senado”, disse Derrite, que considera que Salles tem direito de se candidatar.
A pesquisa Datafolha mais recente sobre a disputa pelo Senado em São Paulo aponta as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) na liderança da corrida pelas duas vagas em jogo. No cenário estimulado, Marina aparece com 18% das intenções de voto, seguida por Tebet, com 16%.
Salles ocupa a terceira posição, com 13%, à frente de André do Prado, que registra 11%, e de Derrite, com 10%. O levantamento foi realizado entre os dias 1º e 3 de julho de 2026.
Abrindo a estação das convenções partidárias, o Podemos realizou nesta segunda-feira (20) a oficialização das candidaturas da sigla para as eleições de outubro. O evento aconteceu no bairro da Ilha do Leite, área central do Recife, e serviu para ratificar o apoio à governadora Raquel Lyra (PSD), que, inclusive, esteve representada na solenidade pela vice-governadora Priscila Krause (PSD).
Além dela, o pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (UB), e outros quadros locais se fizeram presentes. A vice-governadora Priscila Krause exaltou a relação que o governo estadual tem com o Podemos.
“Estamos aqui para reafirmar essa parceria que temos com o partido. Tem sido muito importante estarmos juntos por Pernambuco”, garantiu.
Ela aproveitou ainda para comentar sobre a disputa eleitoral deste ano no estado.
“Toda eleição é dura. Por isso, precisamos ter os pés no chão, humildade e foco no trabalho. Pernambuco já conhece a governadora Raquel Lyra e me conhece, como também as práticas e o modus operandi dos nossos adversários. Somos mulheres que respeitam cada centavo do dinheiro público. Ele é sagrado e por isso que rende na nossa administração”, continuou.
De acordo com o presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia, o Podemos estará atuando de forma constante para dar apoio ao nome da governadora para os próximos quatro anos.
“Para nós é uma satisfação podermos cravar esse apoio à governadora. A reeleição dela é importante e, a partir de agora, vamos andar o estado para que ela possa dar continuidade ao Senado”, destacou.
Ainda segundo ele, a sigla estará apoiando apenas Miguel Coelho na campanha para o Senado.
“O nosso partido declarou apoio a ele há três, quatro meses. Entendemos que ele é o melhor para Pernambuco e vamos trabalhar para a sua eleição”, finalizou.
Pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, classificou a possibilidade de haver uma judicialização em torno da definição do nome que irá compor a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra seria o “caminho mais burro” para a definição.
Atualmente, há um impasse na Federação União Progressista (composta pela União Brasil e pelo PP) entre ele e o também pré-candidato Eduardo da Fonte para saber qual dos dois terá o nome selecionado para .
“Óbvio que a judicialização uma alternativa, mas acho que é o caminho mais burro, pois mostra que o diálogo e o respeito não puderam suprir uma demanda que é básica do ser humano. As conversas [entre as partes] são muito amadurecidas, tanto por nossa parte da federação quantos por parte da própria governadora”, disse Miguel Coelho.
Miguel Coelho garantiu ainda que a sua candidatura para a Casa Alta estará assegurada para as eleições de outubro.
“A minha tranquilidade é que terei a minha candidatura registrada, seja com apoio da federação local ou seja com a anuência da nacional. E, acima de tudo, eu tenho o apoio da governadora Raquel Lyra”, disse.
O PDT (Partido Democrático Trabalhista) oficializou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito deste ano. A convenção partidária da sigla, que marcou o anúncio, aconteceu nesta segunda-feira (20).
Entre outras composições estaduais, a aliança entre os partidos garantiu o apoio de Lula e do PT às pré-candidaturas de Juliana Brizola (PDT) e Requião Filho (PDT) aos governos estaduais do Rio Grande do Sul e do Paraná, respectivamente. As informações são da CNN.
Após a reunião que definiu o apoio do PDT a Lula, a sigla organizou um ato político na sede da legenda, em Brasília. Além do presidente da República e de Carlos Lupi, presidente do PDT, o evento contou com a presença dos principais quadros do partido ao redor do Brasil.
O PDT esteve no centro de uma das principais crises do governo Lula 3. Carlos Lupi era o ministro da Previdência quando foram reveladas as fraudes bilionárias no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O dirigente indicou Alessandro Stefanutto – recentemente indiciado pela PF (Polícia Federal) – à presidência da autarquia.
PDT volta ao palanque de Lula
É a primeira vez em 12 anos que o PDT apoiará um presidenciável petista já no 1° turno. A última vez se deu em 2014, quando a legenda esteve na coligação de Dilma Rousseff, que venceu a reeleição na ocasião.
Nas últimas duas eleições gerais, o PDT decidiu lançar Ciro Gomes à Presidência. Em 2018, a sigla comandada por Carlos Lupi anunciou “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT) no 2° turno diante de Jair Bolsonaro (PL); em 2022, optou por Lula, também diante de Bolsonaro.
Ciro Gomes deixou o PDT no final de 2025 e se filiou ao PSDB. Pré-candidato ao governo do Ceará, ele tenta voltar ao comando do estado e negocia uma composição com o PL de Jair e do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A segunda edição do Juá Literária começou na segunda-feira (20) e segue até sábado (25), em Juazeiro, no Vale do São Francisco. O festival reúne mais de 180 atrações e cerca de 200 artistas e escritores em dez espaços da cidade e do interior, com programação que inclui rodas de conversa, mesas, oficinas, contação de histórias e apresentações musicais. As atividades começaram na Carreta Literária, com estudantes da rede municipal de ensino, e também acontecem na Tenda das Palavras e Canções do Rio, no Centro de Cultura João Gilberto e na Casa do Artesão.
Entre os convidados estão o jornalista Bob Fernandes, o escritor Daniel Munduruku, autor de mais de 50 livros e vencedor de duas edições do Prêmio Jabuti, além dos cantores e compositores Oswaldo Montenegro e Adriana Calcanhotto, que também atuam como escritores. O festival ainda promove ações como as Embarcações de Poesias, o Cais da Palavra, a Flijuá e a Praça do Zé Livrório, integrando a programação às comemorações pelos 148 anos de Juazeiro.
O coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou nesta segunda-feira (20) que o nome para pleitear a vice-presidência na chapa do PL não deve ser decidido até a convenção do partido. O evento será realizado no próximo sábado (25), em São Paulo.
“A princípio [o nome da vice], não será anunciado. Nós temos até o dia 5 de agosto. Então, nós estamos conversando com outros partidos. É evidente que essa decisão só ocorrerá quando tivermos um quadro mais claro de qual vai ser a nossa política de aliança, qual é a nossa composição partidária. A partir daí é que nós vamos olhar, dentro dos quadros que existem em cada partido, quais aqueles que se adequam ao perfil que nós achamos desejável”, declarou Marinho a jornalistas. As informações são do Valor Econômico.
Questionado se a proibição de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, estaria atrapalhando as negociações, o senador respondeu que “isso se reflete na velocidade, na agilidade necessária das negociações que antecedem a convenção e posteriormente a ela”.
Ele também admitiu que nem todos os palanques para as eleições deste ano estão definidos, mas destacou que esse número vai ser o dobro de palanques que o PL teve em 2022. Os partidos têm ate o dia 5 de agosto para fazer essa definição.
“Nos vamos ter, seguramente, o dobro de palanques que tivemos em 2022. Estamos conversando com mais uns três ou quatro Estados, mas, com certeza, vamos ter mais do que o dobro”, afirmou o parlamentar.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recorreu nesta segunda-feira (20) da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que suspendeu por 90 dias a autorização para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai.
O pedido é para que Moraes reconsidere a decisão. Mas caso o ministro mantenha a proibição, os advogados querem que o recurso seja submetido ao julgamento da Primeira Turma do STF. As informações são da CNN.
No agravo, a defesa afirma que a suspensão integral das visitas é “desproporcional” à conduta atribuída ao ex-presidente. A decisão de Moraes veio após o senador tornar pública uma carta redigida pelo ex-presidente na qual empoderava o filho como porta-voz na disputa eleitoral deste ano.
Os advogados reafirmaram que o ex-presidente “jamais teve ciência” de que o filho divulgaria a carta escrita “aos brasileiros” e negaram qualquer combinação prévia para a publicação do conteúdo nas redes sociais.
“Com efeito, conforme esclarecido nos autos, o Agravante jamais teve ciência do meio pelo qual a carta manuscrita seria posteriormente divulgada, tampouco houve qualquer ajuste prévio para utilização de redes sociais”, diz.
Para a defesa, mesmo que a divulgação fosse considerada irregular, a proibição de contato entre pai e filho por 90 dias seria “excessiva”.
O recurso sustenta que a manutenção dos vínculos familiares é parte relevante da execução da pena e cita normas nacionais e internacionais que asseguram às pessoas privadas de liberdade o direito ao contato com parentes.
De forma alternativa, a defesa pede que Flávio possa se encontrar com o pai na condição de advogado, mesmo que a visita familiar continue suspensa.
Flávio integra formalmente a equipe jurídica do ex-presidente. Segundo os advogados, a decisão de Moraes se baseou em um dispositivo da Lei de Execução Penal que autoriza a restrição de visitas de familiares e amigos, mas não alcançaria a comunicação profissional entre advogado e cliente.
A defesa argumenta ainda que o vínculo familiar não descaracteriza a atuação profissional de Flávio. Também afirma que a existência de outros advogados no processo não retira de Bolsonaro o direito de se comunicar com um defensor de sua confiança.
A federação PSDB-Cidadania oficializou nesta segunda-feira a candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará. O tucano disputa o Palácio da Abolição contra o governador petista Elmano de Freitas, que tem o senador Cid Gomes na chapa. A homologação da candidatura de Ciro ocorreu durante convenção, que também confirmou as postulações de 23 candidatos à Câmara dos Deputados e de 45 a Assembleia Legislativa.
— Estou mais do que entusiasmado, estou compenetrado da grave responsabilidade que as senhoras e os senhores colocam sobre as minhas mãos. Não sei se estou preparado, mas estou entusiasmado em levar essa bandeira à vitória — disse Ciro após a aprovação da candidatura. As informações são do jornal O GLOBO.
O tucano aguarda a realização das convenções de outras legendas de oposição ao governo petista para definir a composição da chapa. O ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União) deve ser o vice, enquanto o ex-deputado federal Capitão Wagner (União) e o deputado estadual Alcides Fernandes (PL) são cotados para o Senado.
A candidatura de Ciro também foi pivô de um embate no bolsonarismo, que posicionou publicamente a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro contra o presidenciável Flávio Bolsonaro.
Crise no PL
A crise pelo apoio ao tucano começou em maio deste ano, quando o deputado federal André Fernandes, que preside o núcleo local do PL, anunciou o apoio a Ciro afirmando que “toda ajuda é bem-vinda” para derrotar a gestão do PT”. Para justificar a decisão, o parlamentar lembrou que já trocou críticas recíprocas com o tucano, mas ponderou que as diferenças “sempre irão existir”.
A primeira manifestação pública de Michelle contra a aliança ocorreu justamente durante o lançamento da pré-candidatura de Girão ao governo do estado. Àquela altura, André justificava ter tido o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro para buscar a composição com Ciro.
A ex-primeira-dama também compartilhou um vídeo em que Ciro defende que o ex-presidente era um homem “quase doente” e “burro”, com capacidade intelectual “curta”. Para Fernandes, no entanto, a nova composição política significa a “coragem de agir” em nome dos cearenses.