O prefeito de Ibimirim, Welliton Siqueira (PSDB), enviou uma nota ao blog após a publicação, mais cedo, de uma matéria sobre sua declaração a respeito dos recursos destinados ao município. No documento, ele afirma que, durante o discurso, destacou as emendas enviadas pelos deputados Carlos Veras (PT) e Dannilo Godoy (PP), mas esclarece que Ibimirim também recebe investimentos do Governo de Pernambuco. O prefeito cita, ainda, obras e ações estaduais no município.
Confira o comunicado na íntegra:
Leia maisPrezado jornalista Magno Martins,
Diante da publicação de uma matéria descontextualizada em seu blog, com o título “Aliado de Raquel, prefeito de Ibimirim afirma que município não recebe recursos do Governo do Estado”, venho, para o bem da verdade, restabelecer os fatos e informar o seguinte:
Durante o arrastão e o comício históricos, que aconteceram no último domingo (20.09.2026), falei do apoio de parlamentares que têm enviado emendas ao nosso município, como o deputado federal Carlos Veras e o deputado estadual Dannilo Godoy.
Esse trecho isolado do meu discurso foi usado para sustentar uma afirmação que eu não fiz e que não corresponde à realidade.
Ibimirim recebe, sim, recursos do Governo do Estado. Nunca, na história do nosso município, Ibimirim teve tanta atenção e tanto investimento estadual quanto na gestão da governadora Raquel Lyra.
Entre as ações, destacamos:
a construção de uma creche, uma creche de verdade, que será entregue em breve pelo Governo do Estado; obras de calçamento e asfaltamento de ruas; a iluminação da cidade, com o programa Ilumina PE; a construção de quadras; melhorias no abastecimento d’água; uma nova frota de ônibus escolares; ambulâncias para a saúde do município; três cozinhas comunitárias e muitas outras iniciativas, inclusive com as Carretas da Mulher e de especialistas para zerar a fila de cirurgias.
É um trabalho realmente diferenciado, que a população de Ibimirim vê e sente no dia a dia. O ibimiriense reconhece e, permitindo Deus, vamos dar a maior votação do Moxotó à nossa governadora.
Por essa razão, solicito, com o respeito que sempre pautou minha relação com a imprensa, que o blog faça a retratação da informação divulgada, com o mesmo destaque dado à matéria original, para que o leitor tenha acesso ao contexto correto da minha fala.
Agradeço a atenção e me coloco à disposição para esclarecimentos.
Atenciosamente,
Welliton Siqueira
Prefeito de Ibimirim
O PT pediu que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), abra inquérito para investigar supostos episódios de interferência estrangeira nas eleições brasileiras.
A solicitação do partido foi apresentada em manifestação que já tem Dino como relator.
O partido pede para que a apuração deixe “expressamente abrangidas situações em que eventuais imposições ou operações de origem estrangeira possam alcançar o processo eleitoral brasileiro por meio de plataformas digitais, instituições financeiras, publicidade, recursos, bens ou serviços”. As informações são do g1.
Leia maisA petição reúne episódios que, na avaliação do PT, precisam ser esclarecidos e que envolvem a suposta existência de financiamento, apoio ou influência estrangeira na candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.
O PT cita suspeitas envolvendo a Rockbridge Network, organização americana voltada ao financiamento de campanhas conservadoras, e a publicidade paga no exterior em perfis do X favoráveis ao candidato.
O documento apresentado pelo partido menciona ainda a disponibilização de conteúdos do site Brasil Paralelo e do Estúdio Quinto Elemento à Academia da Direita, plataforma ligada ao PL.
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O pediatra Daniel Becker utilizou as redes sociais para criticar a declaração da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) sobre a realização de uma laqueadura sem o conhecimento de uma paciente. Em vídeo, Becker classificou a sugestão de esterilização sem consentimento como um desrespeito aos direitos das mulheres. “Planejamento familiar é política pública. Esterilização sem consentimento é violação da autonomia e de direitos básicos”, enfatizou.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta quarta-feira (23), de três carreatas pelo Agreste Setentrional e pela Zona da Mata Norte. Acompanhado da candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), ele percorreu os municípios de Limoeiro, Feira Nova e Lagoa de Itaenga, ao lado de lideranças políticas e apoiadores.
Em Limoeiro, João apresentou propostas para a economia do interior, como a atração de empresas, o fortalecimento dos distritos industriais e investimentos em infraestrutura. “A gente precisa criar as condições para as empresas chegarem, fortalecer os distritos industriais, melhorar a infraestrutura e fazer com que as pessoas possam trabalhar perto de onde nasceram e construíram suas vidas”, afirmou.
A agenda seguiu por Feira Nova e terminou em Lagoa de Itaenga. Nesta última cidade, João esteve acompanhado da prefeita de Lagoa do Carro, Cássia do Moinho, do deputado federal Pedro Campos, candidato à reeleição, e do deputado estadual Sileno Guedes, também candidato à reeleição, além de outras lideranças locais e regionais.
Soube, há pouco, da morte do jornalista Wilson Soares, aos 86 anos. Da velha guarda do jornalismo pernambucano, Soares foi presidente do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco e por muito tempo atuou no Diário de Pernambuco cobrindo a área de economia. Na foro, ao lado de Wilson, sua filha Luziana.
Uma funcionária terceirizada do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe) denunciou ao blog que trabalhadores contratados pela empresa Zelo Locação de Mão de Obra estariam sendo pressionados a participar de atividades de campanha da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e de Miguel Coelho. Segundo o relato, funcionários seriam convocados no fim da tarde para embarcar em um micro-ônibus e participar de caminhadas e panfletagens. A trabalhadora afirma que, após se recusar a participar das atividades, foi transferida de um setor interno do laboratório para a varrição da área externa, mudança que considera uma punição.
Em áudios enviados à encarregada da empresa, a funcionária questiona a transferência e afirma que não é obrigada a apoiar uma candidatura. “Eu sei que isso aí é uma punição da sua parte, sim. Mas eu não sou obrigada a apoiar uma pessoa, porque eu não quero”, declarou. A trabalhadora também relatou que outros funcionários temem sofrer consequências caso se recusem a participar das atividades eleitorais.
Na resposta à funcionária, a encarregada negou que a mudança de setor tenha sido uma punição e afirmou que a empresa realiza rodízio entre os trabalhadores. “Não tem nada a ver com punição de ninguém, não. […] Não dá pra manter todo mundo no setor”, disse. Segundo ela, eventuais punições são aplicadas por meio de advertências, e a varrição faz parte das atividades desempenhadas pelos funcionários.
A Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho está construindo a primeira creche em tempo integral de Suape, com capacidade para atender 160 crianças de 1 a 5 anos. A conclusão da obra está prevista para dezembro de 2026. A unidade integra o plano da gestão municipal de ampliar a oferta de vagas na educação infantil.
O prefeito Lula Cabral afirmou que a ampliação das creches busca atender às necessidades das crianças e de suas famílias. “Pais e mães precisam trabalhar com a certeza de que seus filhos estão em um lugar seguro, bem cuidados e aprendendo. É para isso que estamos ampliando as creches em tempo integral no Cabo”, declarou.
A unidade de Suape faz parte da meta da Prefeitura de entregar quatro Centros Municipais de Educação Infantil até o fim de 2026. Outras três unidades estão previstas para 2027. Segundo Lula Cabral, o compromisso da gestão é entregar dez creches até o fim do mandato.
Áudios vazados de uma conversa entre o deputado federal José Medeiros (PL-MT) e o prefeito de Diamantino Francisco Mendes (União) viralizaram nas redes sociais ao mostrarem o bolsonarista ironizando os próprios eleitores. Nas redes sociais, Medeiros, que é candidato ao Senado no Mato Grosso, comentou o assunto e não desmentiu o conteúdo das gravações.
“O meu eleitor é aquele eleitor que ora para alienígena e bebe detergente”, diz Medeiros na mensagem que teria sido encaminhada a Mendes, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisObtido pela imprensa local, o áudio viralizou nas redes e fez com que o deputado estadual Gilberto Cattani (MT) também se manifestasse, com outra ironia. “Ô Medeiros, agora não, meu irmão. Você passou de todos os limites (…) Como que você me fala que bebemos detergente? Você fala que bebemos detergente e não fala que é o Ypê? Você acha que vamos beber qualquer detergente?”
Medeiros respondeu Cattani com um comentário na publicação do Instagram. “Fui policial a vida toda, DETER GENTE foi o que mais fiz!”, escreveu o candidato ao Senado. Em um story, ele deixou outra mensagem em resposta ao vídeo: “Esse é o problema. O momento que eu falava a marca cortaram, assim como cortaram quando eu disse Havaianas não!”.
A menção a alienígenas é uma referência aos vídeos nos quais apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apareciam apontando celulares para o céu nas manifestações posteriores à derrota nas urnas em 2022. Já a citação sobre “beber detergente” diz respeito aos vídeos nos quais bolsonaristas apareceram defendendo o uso dos produtos da marca Ypê, cuja produção foi suspensa por determinação da Anvisa em maio. A lembrança relativa às Havaianas, por sua vez, rememora um comercial no qual a atriz Fernanda Torres dizia aos espectadores desejar que eles não começassem o ano com o “pé direito”, mas “com os dois pés”. A peça de publicidade foi alvo de críticas de bolsonaristas.
Esse foi o segundo áudio vazado envolvendo Medeiros. Na segunda-feira, outra mensagem, também enviada a Francisco Mendes e obtida pelo site Metrópoles, citava o STF. Nela, o bolsonarista afirmava não atacar o tribunal e diz nunca ter mencionado o nome de Gilmar Mendes. Ele também assegura não atacar ministros da Corte — com exceção de Alexandre de Moraes.
“Eu não ataco o STF, viu, Chico? Meu marketing tinha feito um negócio… falei: ‘Quero que corte tudo’. Eu não leio um texto para gravação que tenha qualquer coisa mencionando o STF”, diz Medeiros que, em outro trecho, acrescenta: “Se vocês pedirem para esculhambar Alexandre de Moraes, pode me ligar até no meio da noite, que eu faço. Mas não me peça para falar de outros”.
Após esse primeiro vazamento, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defendeu Medeiros nas redes sociais. Segundo o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Medeiros é “o único candidato conservador do MT”. “Sua atuação contra os abusos do STF é exemplar. Ele apenas disse o óbvio, criticar ministro não é ataque”, acrescentou.
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Durante uma carreata realizada no domingo (20), o prefeito de Ibimirim, Welliton Siqueira (PSDB), aliado da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), afirmou que não recebe recursos do Governo do Estado para o município. Ao ser questionado sobre como consegue viabilizar investimentos, atribuiu o apoio aos parlamentares de sua base.
“Nós temos um deputado federal que tem sido recordista em enviar emendas para o município de Ibimirim, que é nosso deputado federal, Carlos Veras”, disse, referindo-se ao parlamentar do PT. O prefeito também destacou a atuação do deputado estadual Dannilo Godoy (PP), a quem atribuiu a abertura de portas para a gestão municipal.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) anunciou, nesta quarta-feira (23), a inclusão do projeto das Casas Azuis em seu plano de governo. A proposta, defendida pelo candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP), prevê a criação de centros de referência para atendimento e acolhimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de suas famílias. O anúncio foi feito durante um encontro com pais e mães de crianças na Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes.
Raquel afirmou que pretende apoiar financeiramente as prefeituras para implantar uma Casa Azul em cada município pernambucano. Segundo a governadora, o projeto seguirá o modelo de parceria adotado pelo Estado com as cozinhas comunitárias. “Vamos levar para esse projeto a metodologia que deu certo com as cozinhas comunitárias e apoiar financeiramente os municípios para que cada cidade pernambucana possa ter uma Casa Azul”, declarou.
Eduardo da Fonte afirmou que já existem iniciativas semelhantes em Exu e Santa Maria da Boa Vista e disse que, caso seja eleito senador, buscará recursos federais para ampliar a rede. “No Senado Federal, vou trabalhar para garantir os recursos necessários”, afirmou. Também participaram do encontro a vice-governadora Priscila Krause (PSD), o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, e o candidato ao Senado Túlio Gadêlha (PSD).
A candidata a deputada estadual Delegada Natasha Dolci (MDB) questionou, nas redes sociais, a promessa da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) de abrir um centro de referência para mulheres vítimas de violência em cada município de Pernambuco. Natasha cobrou esclarecimentos sobre os recursos, as equipes e o funcionamento das unidades. “Vai ter dinheiro? Vai ter equipe? Vai funcionar? Porque não adianta fazer promessa linda que não vai sair do papel, depois o povo cobra”, afirmou.
A candidata comparou o anúncio à promessa de construir 250 creches, feita por Raquel na campanha anterior, e criticou o número de unidades entregues até o momento. Segundo Natasha, a ampliação do atendimento às mulheres depende de planejamento, orçamento e definição das equipes responsáveis pelos serviços.
Como alternativa, Natasha apresentou a proposta da Rede Mulher Protegida, que prevê a instalação de espaços de acolhimento nos municípios, por meio de convênios entre o Governo do Estado e as prefeituras. Segundo a candidata, cada cidade teria ao menos uma sala com psicóloga e advogada para realizar o atendimento inicial e, quando necessário, encaminhar a mulher a um centro de referência regional. “Política pública precisa ser possível, mas pra isso é preciso ter planejamento, orçamento, equipe e capacidade de gestão”, declarou.
Por Larissa Rodrigues – Efeito Político
Com a polêmica da laqueadura sem consentimento defendida pela governadora Raquel Lyra (PSD) em uma paciente da rede pública e que dominou os noticiários políticos, as redes sociais e até a classe artística, as articulações da campanha para o Governo do Estado em cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR) acabaram ofuscadas nos últimos dias. Mas o clima em alguns locais é de fervura, muita disputa e movimentações calculadas que já miram as eleições de 2028 para as prefeituras.
Um exemplo é a cidade de Ipojuca (RMR), que está entre os 15 maiores colégios eleitorais de Pernambuco, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), e tem 89.251 eleitores e uma população de 106.539 habitantes. O candidato da Frente Popular ao Governo do Estado, João Campos (PSB), enfrentava uma certa dificuldade em fazer política atualmente em Ipojuca.
Leia maisA cidade é administrada pelo prefeito Carlos Santana (Republicanos), ex-sogro de João e aliado da governadora Raquel Lyra (PSD). No entanto, movimentos dos últimos dias indicam que o socialista tem conseguido derrubar algumas barreiras, enquanto o Palácio do Campo das Princesas pressiona para impedir que João “entre” em Ipojuca.
Em poucos dias, foram observadas ações envolvendo Carlos Santana e sua maior opositora, a ex-prefeita Célia Sales (PSD), além de atitudes de Irmã Marinalva (do PT e vice de Santana) e Adilma Lacerda (PP), esta última ex-candidata a prefeita e ligada a Célia Sales. Os movimentos colocaram Ipojuca no centro das articulações pela disputa do Governo de Pernambuco.
O clima político local entrou em ebulição. Na última sexta-feira (18), a vice-prefeita Irmã Marinalva apareceu em foto ao lado de João Campos (PSB), em manifestação de apoio à candidatura do socialista ao Governo de Pernambuco.
Pressão do Palácio
Dois dias depois, veio um movimento em sentido contrário. Marinalva divulgou vídeo reforçando apoio ao prefeito Carlos Santana e afirmando que, em Pernambuco, defende a “continuidade”. Curiosamente, não citou nominalmente nem João Campos nem Raquel Lyra.
Nos bastidores, a mudança ganhou outros contornos. Segundo informações colhidas por este blog, a fotografia com João teria provocado reação no entorno do Palácio do Campo das Princesas, com pressão para uma nova manifestação pública da vice-prefeita. A suposta interferência não foi confirmada oficialmente pelo Governo do Estado nem por Marinalva.
Outra “bomba”
Quando o episódio de Marinalva ainda repercutia, outro movimento mexeu no tabuleiro. Na última terça-feira (22), João Campos recebeu o apoio de Adilma Lacerda, que foi candidata à Prefeitura de Ipojuca na última eleição e politicamente é ligada ao grupo da ex-prefeita Célia Sales (PSD), hoje candidata a deputada federal e, assim como Santana, uma das fiadoras da campanha de Raquel em Ipojuca.
Nas conversas políticas do município, a adesão de Adilma já é interpretada como um possível contragolpe do grupo de Célia ao movimento de Carlos Santana de levar seu grupo para o palanque da governadora.
De olho em 2028
A leitura passa também por 2028. Nos bastidores, comenta-se que uma eventual reeleição de Raquel poderia fortalecer Carlos Santana na sucessão municipal, sobretudo pela condição de quem já ocupa a prefeitura e mantém relação política com o Palácio. É uma interpretação corrente no meio político local, não uma posição anunciada pelos envolvidos.
Movimentos dessa dimensão raramente acontecem de forma espontânea. Articulação política, construção de pontes e capacidade de diálogo são peças fundamentais para transformar insatisfações ou interesses locais em movimentos concretos de campanha. Por trás de uma fotografia ou de um anúncio público de apoio, quase sempre existe um trabalho menos visível de interlocução, composição e leitura do cenário político.
Ao mesmo tempo, a movimentação ocorre num momento em que pesquisas recentes mostram uma disputa competitiva entre Raquel e João. Mais do que os números isoladamente, essa percepção de competitividade alimenta um componente conhecido da política: a expectativa de poder, capaz de acelerar aproximações e reposicionamentos.
Ipojuca parece traduzir esse fenômeno em velocidade máxima.
Na sexta, Marinalva apareceu com João. No domingo, reafirmou alinhamento com Carlos Santana. Na terça, Adilma atravessou o tabuleiro em direção ao socialista. Em cinco dias, três movimentos e um recado nítido: em Ipojuca, ninguém parece disposto a ficar parado no tabuleiro.
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