Quem participou do 1º Festival do Morango, realizado entre 22 e 24 de setembro, no Brejo da Madre de Deus, não apenas se divertiu, como também teve a chance de conferir de perto o primeiro evento da cidade a obter o Selo de Carbono Zero.
“O compromisso com a sustentabilidade permeou todos os aspectos do evento, tornando o nosso Festival do Morango pioneiro nessa vertente na região”, revelou o prefeito da cidade, Roberto Asfora ao receber, ao lado da primeira-dama e secretária de Cultura, Mônica Asfora, o Selo que atesta a adoção de práticas sustentáveis.
Para atingir esse feito, foi realizado um inventário das emissões de gases de efeito estufa do evento, identificando todas as fontes de emissões de carbono. Posteriormente, essas emissões serão neutralizadas por meio do plantio de árvores nativas na área, o que torna o Festival neutro em carbono.
“Este é um passo significativo em direção a um futuro mais verde e sustentável”, afirma Roberto Asfora.
Aliado do presidente Lula (PT), o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), espera há quase quatro anos pela recriação do Ministério da Segurança Pública. A pasta, considerada um avanço, foi extinta em 2023, quando o petista assumiu o terceiro mandato no Palácio do Planalto. Parte das atribuições passou para o Ministério da Justiça, mas os crescentes índices de violência sugerem a necessidade de uma pasta específica.
“Eu sou favorável que o governo tivesse um Ministério da Segurança Pública. Há muito tempo defendo que o governo federal precisa ter a separação do Ministério da Justiça do Ministério da Segurança Pública, e evidentemente que todos os entes federados, estados e União, retardamos para estruturar as nossas polícias no enfrentamento das facções. Fomos reestruturando, e não tínhamos também um aspecto legal. Agora que temos, é fazer o trabalho para que possamos enfrentar essas organizações efetivamente. O tempo foi aquém do que era necessário, isso eu tenho que concordar, mas estamos trabalhando intensamente para enfrentar essa dificuldade. No Ceará os resultados têm acontecido, redução de roubo, redução de homicídios, aumento de prisão de faccionados. Temos tido uma colaboração do Poder Judiciário e do Ministério Público, e considero que esse enfrentamento é algo muito importante”, destacou Elmano, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
O governador ainda defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que tramita no Congresso Nacional a passos lentos. “A segurança pública é o maior desafio do país hoje. A verdade é que a presença de facções ocorre em todo o território nacional, e por isso que entendo que precisamos da aprovação da PEC da Segurança Pública e da aprovação da Lei Antifacção. Temos que avançar na integração das nossas forças para agir de maneira conjunta. Precisamos fazer um trabalho de enfrentamento nas ruas às facções, e também de inteligência, de asfixiar financeiramente essas organizações. No Ceará, já houve o bloqueio de R$ 3,3 bilhões de facções atuando no Estado do Ceará. Então precisamos ter ainda mais instrumentos legais para poder fazer um enfrentamento dessa cúpula e de uma colaboração institucional dos Três Poderes para que a gente possa fazer um enfrentamento vitorioso dessas facções no Brasil”, concluiu.
Atrás nas pesquisas de intenção de voto no Ceará, o governador Elmano de Freitas (PT) avalia que o quadro estadual vem mudando nas últimas semanas. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o gestor reforçou que já tirou a diferença para o principal adversário, o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), a quem acusou de ser traidor e de só ter recall, em função de já ser conhecido do eleitorado e por disputar eleições desde os anos 1990, inclusive por quatro vezes para presidente da República.
“O pré-candidato da oposição tem muito recall, ele tem um nome muito conhecido, foi candidato a presidente do país por quatro vezes, foi bem votado no Estado do Ceará como candidato a presidente. Na última vez (em 2022), como ele traiu um acordo com o senador Cid Gomes (PSB) e com o Camilo Santana (PT), e resolveu lançar outro candidato, ele teve uma derrota fragorosa no Estado do Ceará. Agora, movido pelo ódio, resolveu se abraçar com os bolsonaristas. Imagina o que pode dar um governo quando se junta ódio com ódio. Isso não vai dar certo, mas felizmente vamos derrotar esse projeto mais uma vez com o campo progressista, de esquerda, que tem aqui o melhor projeto da educação realizado em toda a nossa história do Ceará”, disparou Elmano.
O governador voltou a descartar uma eventual substituição de sua candidatura pela do ex-ministro Camilo Santana. “Tem pesquisa que coloca que eu estou na frente, tem pesquisa em que ele (Ciro) está na frente e tem pesquisa que é praticamente empate. Mas o que eu tenho percebido claramente é de que a mudança é muito grande no Ceará. Eu tenho a convicção de que nós vamos chegar à época da convenção já à frente do nosso adversário. Nós não estamos necessitando de mudança de nome nenhum, porque o nosso projeto é de muita entrega e, mesmo nas pesquisas que apresentaram o candidato da oposição à frente, a avaliação do nosso governo é amplamente positiva, de 58% a 62%, com 45% de bom e ótimo. Não tenho nenhuma dúvida de que o nosso projeto será exitoso, independentemente do nome da oposição”, completou Elmano de Freitas.
O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), avalia que seu antecessor, o ex-ministro Camilo Santana (PT), pode ser o nome da sigla para o pós-Lula (PT). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o cearense, que também disputará a reeleição em outubro, avalia que o foco do partido deve ser a reeleição do presidente, para que a sucessão seja construída “com muita tranquilidade”.
“Aprendi que é sempre bom ter humildade no coração. Temos uma eleição em outubro. Vamos cuidar dessa eleição, é muito importante a reeleição do presidente Lula para o Ceará, para o nosso povo, para o Nordeste e para o Brasil. O pós-Lula nós vamos construir com muita tranquilidade. Eu aprendi que liderança não se constrói em gabinete e nem na decisão de alguém. Liderança é esforço pessoal, é relacionamento com o povo, com as lideranças políticas. E o mais importante é que candidatura a presidente, como a governador ou a prefeito, são as circunstâncias lá do momento da decisão. Se tem alguma coisa que eu tenho tranquilidade é que o nosso querido Camilo Santana é um homem muito maduro. Ele sabe que quem fica pensando muito nisso só tem uma certeza: que não será. Então ele se concentra em trabalhar, em fazer o melhor pelo Brasil e pelo Ceará”, destacou Elmano.
“O importante é Camilo se dedicar como sempre fez na sua vida, sempre com uma postura muito respeitosa às pessoas, com muita humildade, com muito diálogo. Se ele vai ser ou não vai ser, a gente não sabe. Pode acontecer de ser. A gente tem que dar o melhor de si naquilo que está fazendo, e as circunstâncias do momento é que vão definir se a pessoa é ou não é candidato. E, não sendo, não tem problema, pode ser outro companheiro, outra companheira. O importante é que a gente tenha compromisso com um projeto e com as políticas que vão melhorando a vida do povo brasileiro e do povo cearense. Eu estou governador, podia ser outro companheiro. O importante é que a gente garanta a melhoria da educação, da saúde, da segurança e do emprego. Estamos na política para isso, não para disputar cargos. Nós disputamos cargos para realizar essas políticas”, completou.
O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) desistiu de se candidatar ao Senado. A informação foi confirmada por ele ao Metrópoles, na noite desta quarta-feira (8).
“Quero descansar. Já cuidei de Brasília e agora quero cuidar de mim”, resumiu o ex-governador. Ibaneis viajou para a fazenda e disse que retornará ao DF apenas depois das convenções partidárias, que acabam em 5 de agosto. As informações são do Metrópoles.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
Após a reunião entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e os dirigentes nacionais da federação União Progressistas (UP), Ciro Nogueira, que preside o PP, e Antonio Rueda, que preside o UB, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho levantou a possibilidade de lançamento de três candidaturas na chapa da gestora e afirmou aceitar ser candidato avulso.
No encontro ocorrido em Brasília, na última segunda (6), Raquel Lyra expôs ter firmado compromisso de dar espaço a Miguel Coelho na chapa para o Senado, ao lado do deputado federal Túlio Gadêlha (PSD).
Após a repercussão, Coelho disse não entender o motivo do receio do Partido Progressistas de que ele dispute a eleição para o Senado, lembrando que, de acordo com o estatuto da federação, nenhum dos dois partidos possui poder de veto.
“Eu defendi isso lá atrás, que os dois fossem os senadores da chapa dela, mas o PP não quis. Agora, se o PP fez uma reavaliação e quer lançar o Eduardo, vamos embora; de forma avulsa ou como for, topo qualquer jogo”, assumiu o pré-candidato.
Miguel também reafirmou que caberá à governadora conduzir o processo de escolha da chapa.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) visitou, nesta quarta-feira (8), as instalações da TRON, empresa instalada no Parque Tecnológico Industrial (Parqtel), no Recife. A agenda contou com a presença do prefeito do Recife, Victor Marques, e teve como foco a apresentação da estrutura da empresa, especializada na montagem de equipamentos eletroeletrônicos para automação. Durante a visita, João destacou o papel do setor tecnológico no desenvolvimento econômico do Estado.
Ao conhecer a estrutura da empresa, o pré-candidato defendeu a ampliação dos investimentos em tecnologia e na produção industrial. “É fundamental desenvolvermos a indústria e a tecnologia no Estado, não apenas na área de software, onde Pernambuco já é referência nacional, mas também fortalecer o hardware. Temos aqui uma estrutura de ponta e esse desafio da industrialização é decisivo para a soberania e o fortalecimento de Pernambuco”, afirmou.
Criado em 1995, durante a gestão do ex-governador Miguel Arraes, o Parqtel reúne empresas voltadas à fabricação de equipamentos eletroeletrônicos e ao desenvolvimento de soluções tecnológicas. O parque abriga projetos nas áreas de hardware, software, inteligência artificial e sistemas embarcados, além de um data center em implantação com investimento inicial previsto de R$ 50 milhões, segundo a administração do empreendimento.
Meu podcast Direto de Brasília, agora em fase itinerante, em parceria com a Folha de Pernambuco, começa, hoje, por Fortaleza, uma série pelo Nordeste, região para a qual o programa é transmitido por 165 emissoras de rádio. O start se dá com o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), candidato à reeleição nas eleições de outubro.
Gravado, ontem, no Palácio da Abolição, sede do Governo do Ceará, o podcast será exibido, excepcionalmente, hoje, o segundo em uma semana, tendo em vista que o programa é semanal, com episódios sempre às terças-feiras.
O governador me recebeu em alto estilo no seu gabinete. Foi provocado a falar sobre os mais variados assuntos que estão na mídia estadual e nacional, como a polêmica incineração de 290 mil pés de maconha em Acopiara, no interior do Estado, que já resultou no afastamento de dois delegados do caso.
Falou também da sua sucessão, atacou Ciro Gomes, seu principal adversário, por ter feito uma aliança no campo bolsonarista, e disse já ter pesquisas que ultrapassou o tucano. Ele garantiu que virou o jogo e Ciro será derrotado em outubro.
Formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará, Elmano advogou jurídica e politicamente por sindicatos e movimentos sociais. Iniciou sua carreira política em 1996, quando candidatou-se a vereador de Baturité. Depois de assumir, entre 2011 e 2012, a Secretaria Municipal da Educação de Fortaleza na gestão da prefeita Luizianne Lins, disputou cargos no executivo e no legislativo cearenses, sendo eleito deputado estadual em 2014 e 2018 e governador em 2022.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quarta-feira que não pretende escolher uma nova presidente para o PL Mulher após a saída de Michelle Bolsonaro do comando do segmento. Segundo ele, indicar uma das parlamentares da legenda poderia gerar insatisfação entre as demais mulheres do partido.
— Você já imaginou? Se a gente colocar uma, você sabe, mulher, como é que é, né? Arruma um inguiço com 20 — disse Valdemar. As informações são do jornal O GLOBO.
Segundo o dirigente, a solução escolhida para evitar o mal-estar, e também a necessidade de suprir o vácuo deixado por Michelle é extinguir a presidência nacional do PL Mulher e dar mais autonomia às estruturas estaduais da organização.
— Nós queremos extinguir a presidência nacional e deixar todas as estaduais com autonomia.
Antes da declaração, Valdemar elogiou as deputadas do partido, mas afirmou que nenhuma delas reúne as características de Michelle Bolsonaro para liderar o segmento.
— Sem querer desmerecer as mulheres do nosso partido, que são 17 mulheres de primeira. São excelentes deputadas. Aliás, são muito melhores do que os homens. Mas nós não temos ninguém à altura da Michelle. A Michelle tem um poder muito grande de comunicação, fala bem, tem imagem boa e é dedicada.
Questionado sobre nomes como as deputadas Bia Kicis (PL-DF) e Caroline de Toni (PL-SC), frequentemente apontadas entre as principais lideranças femininas da legenda, Valdemar repetiu que prefere não indicar uma sucessora justamente para evitar disputas internas.
O presidente do PL também afirmou que, caso Michelle Bolsonaro decida voltar ao comando do PL Mulher, o partido atenderá ao que ela desejar.
— Se a Michelle repensar, eu faço o que ela quiser.
Perguntado sobre a relação entre Michelle e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Valdemar afirmou que os dois seguem sem diálogo.
— Não, eles têm dificuldade.
A declaração ocorreu em meio ao distanciamento de Michelle do comando do PL Mulher e às divergências internas no partido, especialmente como entendado, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Nas últimas semanas, a ex-primeira-dama criticou publicamente decisões da direção da legenda e relatou atritos com Flávio Bolsonaro, afirmando que o senador foi ríspido com ela durante discussões sobre os rumos do partido. O episódio aprofundou a crise entre dois dos principais nomes do bolsonarismo e abriu uma disputa sobre o futuro da participação de Michelle na estrutura do PL.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) apresentou uma proposta para isentar da tarifa básica de água as famílias beneficiadas pela Tarifa Social que vivem em áreas submetidas ao rodízio de abastecimento. Pela medida, esses consumidores deixariam de pagar a cobrança mínima de R$ 27,50 pela água e também ficariam isentos da taxa de esgoto enquanto o fornecimento permanecer irregular. A proposta prevê ainda que consumidores que utilizam até 10 metros cúbicos de água por mês, mas não integram a Tarifa Social, paguem apenas pelo volume efetivamente consumido.
Segundo João Campos, a proposta busca adequar a cobrança à prestação do serviço. “O cidadão não pode continuar pagando como se estivesse recebendo um serviço completo quando passa vários dias sem água. Nossa proposta corrige essa distorção e coloca a população em primeiro lugar”, afirmou. De acordo com o pré-candidato, Pernambuco possui cerca de 2 milhões de ligações residenciais de água, das quais aproximadamente 580 mil pertencem à Tarifa Social, enquanto mais da metade da população convive com o racionamento.
João Campos afirmou ainda que a medida criaria um incentivo para que a futura concessionária responsável pelos serviços de abastecimento amplie os investimentos e reduza o tempo de rodízio, já que deixaria de receber a receita correspondente à tarifa básica nas áreas afetadas. Segundo os cálculos apresentados pela equipe do pré-candidato, o custo anual da proposta pode chegar a R$ 191 milhões para os beneficiários da Tarifa Social, além de R$ 30 milhões destinados aos consumidores que passariam a pagar apenas pelo consumo registrado.
A senadora Teresa Leitão (PT) anunciou, por meio de uma publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (8), que deixou a liderança do PT no Senado para dar lugar ao ex-ministro da Educação e senador, Camilo Santana (PT-CE).
“Tenho certeza de que Camilo seguirá conduzindo essa missão com a sensibilidade, experiência e capacidade de articulação. Seguimos juntos, somando forças no Senado para defender as prioridades do Brasil e do presidente Lula”, escreveu a senadora. As informações são do Blog da Folha.
A congressista havia assumido a liderança do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 25 do mês passado, após a saída do senador Jaques Wagner (PT-BA). O então líder havia sido alvo de uma operação da Polícia Federal, que investiga um suposto envolvimento do parlamentar no Caso Master. Para evitar que o desgaste também contaminasse o governo, Wagner entregou a função.
Desafio Entre os principais desafios de Camilo Santana como novo líder do PT no Senado está ajudar a destravar pautas relevantes para o governo, como o fim da escala 6×1, além de evitar as chamadas “pautas-bomba”.
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta quarta-feira (08) que quem votar no senador Flávio Bolsonaro (PL) vai reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Diante do cenário atual, muitos não querem confessar, mas se você votar no Flávio vai reeleger o Lula. A verdade é essa. A candidatura dele está sendo construída como a que o PT deseja”, disse Caiado. As informações são da CNN.
Para o ex-governador, a conduta moral e o envolvimento dos candidatos em esquemas de corrupção vão pautar a escolha dos eleitores na disputa presidencial.
“Agora, o que temos que analisar é como vai ser o candidato aprovado no 1º turno. Se ele tem a condição de bater o Lula, sendo que o grande divisor de águas vai ser a conduta moral de envolvimento com corrupção”, completou o ex-governador após o evento “Agenda dos Presidenciáveis”, organizado pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
Ronaldo Caiado também criticou a postura de Flávio durante a audiência pública promovida pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) sobre a proposta de um novo tarifaço de 25% contra produtos brasileiros.
O ex-governador classificou como “inaceitável” o pedido feito pelo senador ao governo de Donald Trump para que adiassem as tarifas para depois das eleições no Brasil.
“Temos falhas de um candidato, e todo respeito a ele, do Flávio, em se colocar em uma sessão nos EUA, e dizer que adie a tributação a partir da eleição. É inaceitável isso, você tem que estar dentro do jogo para saber o peso disso para o país”, afirmou o presidenciável.