O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (16) para declarar inconstitucional a lei aprovada em Santa Catarina que proíbe o ingresso via cotas raciais ou outras ações afirmativas no ensino superior em instituições que recebem verbas do Estado.
O placar está em 7 a 0. O sexto voto, que formou a maioria, foi o do ministro Edson Fachin. Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia também foram favoráveis ao voto do relator Gilmar Mendes.
Ainda faltam votar: Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça. O julgamento no plenário virtual começou em 10 de abril e caso não haja pedidos de vista ou destaque, o que não ocorreu até o momento, segue até as 23h59 desta sexta-feira (17). As informações são do g1.
Leia maisO entendimento adotado no caso de Santa Catarina deve ser seguido pelo Supremo na análise de eventuais leis estaduais semelhantes sobre cotas.
O texto sancionado em janeiro pelo governador Jorginho Mello (PL) estabelecia a proibição da política de reserva de vagas para estudantes, professores e técnicos através de cotas raciais ou outras ações afirmativas, como indígenas, pessoas trans, entre outras.
As exceções eram para pessoas com deficiência (PCDs), oriundas de escolas públicas e ingresso por critérios de renda.
Até a última atualização desta reportagem, as justificativas por escrito dos votos de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cristiano Zanin não estavam disponíveis no processo. Como prevê o regimento das sessões virtuais, não há a obrigatoriedade da apresentação de voto, com exceção do relator e de votos divergentes.
Edson Fachin, presidente da corte, apresentou voto. Ele declarou que a inconstitucionalidade da lei catarinense reafirma o compromisso do STF com a Constituição e com os “objetivos fundamentais da República”, citando “a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, a promoção do desenvolvimento nacional e a redução das desigualdades sociais e regionais”.
“A neutralidade estatal diante de assimetrias históricas profundas não constitui virtude constitucional, mas forma de omissão inconstitucional, pois acaba por conservar e agravar situações de exclusão sistemática de grupos historicamente vulnerabilizados”, escreveu.
Segundo Fachin, a política pública das cotas, mesmo não sendo a única medida possível, é um mecanismo “adequado e necessário de combate ao racismo estrutural”.
Lei estava suspensa no estado e aguardava julgamento no STF
A lei catarinense está em discussão em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF. O PSOL, em parceria com a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes (Educafro), entrou com o processo.
Nessa mesma ação, o ministro Gilmar Mendes já havia pedido para que o governo de Santa Catarina, a Assembleia Legislativa catarinense, que propôs a lei, e a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), diretamente afetada pela norma, dessem explicações.
Em janeiro, o governo afirmou, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que a lei é legal porque Santa Catarina tem a “maior população branca do país”. Para embasar, utilizou dados desatualizados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Além do argumento racial, o governo de Santa Catarina afirmou que a lei “não tem índole discriminatória ou segregacionista” e que a autonomia universitária “não é absoluta”. Também diz que as universidades continuam autorizadas a reservar vagas para pessoas com deficiência, estudantes de baixa renda e egressos da rede pública estadual.
Na prática, a norma estadual está suspensa, já que há outra ação no mesmo estilo tramitando no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
Como foi o voto do relator Gilmar Mendes
No voto, Mendes sustentou que Lei Estadual 19.722/2026 desconsiderou que ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais já foram reconhecidas como constitucionais pelo STF.
Além do argumento racial, o governo de Santa Catarina afirmou que a lei “não tem índole discriminatória ou segregacionista” e que a autonomia universitária “não é absoluta”. Também diz que as universidades continuam autorizadas a reservar vagas para pessoas com deficiência, estudantes de baixa renda e egressos da rede pública estadual.
Na prática, a norma estadual está suspensa, já que há outra ação no mesmo estilo tramitando no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
Como foi o voto do relator Gilmar Mendes
No voto, Mendes sustentou que Lei Estadual 19.722/2026 desconsiderou que ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais já foram reconhecidas como constitucionais pelo STF.
Voto de Flávio Dino
O ministro Flávio Dino também considerou inconstitucional a norma catarinense. Ele argumentou que “A lei foi aprovada em tramitação célere, sem audiências públicas, sem oitiva das universidades afetadas e sem qualquer análise concreta dos resultados da política pública que se pretendia extinguir”.
Ele também escreveu que o argumento da norma de Santa Catarina, de que as cotas raciais violariam o princípio da isonomia, contraria o entendimento consolidado sobre o assunto no STF.
O ministro também lembrou que o Brasil assumiu um compromisso, através do decreto número 19.932/2022, para adotar políticas de promoção da igualdade de oportunidades para pessoas ou grupos sujeitos ao racismo, à discriminação racial e formas correlatas de intolerância.
“O legislador catarinense não apenas deixou de avaliar os resultados da política pública, como, conforme bem delineado pelo Relator, editou a norma impugnada com fundamento em premissa expressamente reconhecida como inconstitucional por esta Corte”, escreveu Flávio Dino no voto.
Lei estadual proibia cotas raciais e prevê multa por descumprimento
A lei 19722/2026 proibia a adoção de cotas e outras ações afirmativas no ingresso em universidades públicas estaduais ou entidades de ensino superior comunitárias e privadas que recebam verbas públicas do governo de Santa Catarina.
A regra valia para o ingresso de estudantes ou contratação de professores, técnicos e qualquer outro profissional em instituições de ensino superior públicas ou que recebam verbas públicas.
Com isso, o fim das cotas raciais atingiria estudantes e profissionais:
A lei diz que ficavam excluídas da proibição a reserva de vagas para:
Em caso de descumprimento, a lei previa as seguintes penalidades:
Liberado na quarta-feira de detenção nos Estados Unidos, o ex-deputado Alexandre Ramagem disse nesta quinta-feira, em vídeo publicado nas redes sociais, que foi detido por uma “questão migratória”. Ex-chefe da Agência Brasileira de Insteligência (Abin), Ramagem também afirmou que estudou e cumpriu os requisitos para um pedido de asilo, que ainda é analisado pelo governo americano.
— Eu fui detido por uma questão migratória, nada de trânsito. Agora, ocorre que eu entrei nos Estados Unidos em setembro do ano passsado de forma perfeitamente regular, com passaporte válido, visto válido, sem condenação nenhuma. Em seguida, nós entramos com um pedido de asilo — afirmou Ramagem. As informações são do jornal O GLOBO.
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Ramagem também agradeceu a aliados, como o blogueiro Allan dos Santos, o ex-deputado Eduardio Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo. Ele ainda disse que contou com o apoio de membros da “mais alta cúpula” do governo do presidente Donald Trump, e que está em situação regular nos Estados Unidos..
— Aqui eu quero agradecer o governo americano, à mais alta cúpula da administração Trump, pessoas que já estavam cientes da nossa questão, e aquelas pessoas que tiveram que se debruçar por essa detenção (…) não apenas estou absolutamente em situação regular, como não estou me escondendo aqui nos Estados Unidos, meu endereço é conhecido, da administração pública americana — disse o ex-deputado.
Ramagem havia sido preso na segunda-feira por agentes do ICE, na Flórida, o que foi seguido por anúncio da PF de cooperação no caso.
Ele é considerado foragido no Brasil desde que deixou o país após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 16 anos de prisão por participação na trama golpista. Antes de ser preso, Ramagem havia requisitado um pedido de asilo nos Estados Unidos.
No vídeo publicado nesta quinta, Ramagem ainda criticou o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, pela atuação da corporação em seu caso.
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Neste dia histórico, onde viro cidadão triunfense, em sessão na Câmara, às 19 horas, apresento, daqui a pouco, o meu programa diretamente dos estúdios da Triunfo FM 87,9, parceira da Rede Nordeste de Rádio. Participam o ancora Thiago André e o jornalista Alex Souza, diretor de marketing da emissora. Nossos convidados, o prefeito Luciano Bonfim (PSD) e o ex-prefeito João Batista Rodrigues. Confira:
Neste dia histórico, onde viro cidadão triunfense, em sessão na Câmara, às 19 horas, apresento, daqui a pouco, o meu programa diretamente dos estúdios da Triunfo FM 87,9, parceira da Rede Nordeste de Rádio. Participam o ancora Thiago André e o jornalista Alex Souza, diretor de marketing da emissora. Nossos convidados, o prefeito Luciano Bonfim (PSD) e o ex-prefeito João Batista Rodrigues.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto (MDB), destacou os resultados do programa Alepe Cuida durante visita ao município de Vertentes, nesta quinta-feira (16). A ação acontece desde 2023 e vem percorrendo cidades do Grande Recife e do interior, oferecendo serviços gratuitos à população.
Ao lado do prefeito Rael Ferreira, o parlamentar ressaltou que os impactos do programa têm sido reconhecidos nos municípios por onde passa. Até o meio-dia, a edição em Vertentes já contabilizava mais de 3,5 mil atendimentos. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“Estamos vendo o quanto as pessoas precisam deste cuidado, de informações sobre prevenção de doenças, além de serviços que solucionam questões da vida prática e asseguram mais dignidade”, afirmou Álvaro Porto, após visitar os estandes de atendimento.
O prefeito Rael Ferreira também destacou a importância da iniciativa para o município, enfatizando o acesso da população a diferentes especialidades médicas e serviços essenciais.
“Quem veio até aqui está encontrando atendimento em várias áreas e podendo cuidar da saúde. É uma ação que faz a diferença para a nossa gente”, disse.
Realizado no Ginásio de Esportes José Rodrigues de Lima, o Alepe Cuida oferece consultas em áreas como dermatologia, endocrinologia, ginecologia e vascular, além de serviços odontológicos e atendimento voltado ao pé diabético. Também estão disponíveis exames como mamografia e ultrassonografias.
A programação inclui ainda ações de bem-estar, vacinação, apoio psicossocial e serviços de cidadania, como emissão de documentos, orientação jurídica e negociação de débitos com órgãos públicos. A edição em Vertentes foi iniciada na quarta-feira (15) e segue até esta quinta-feira, das 9h às 16h.
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A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, relator do caso Master, uma delação premiada “forte” que envolva personagens dos Três Poderes, segundo relatos feitos por interlocutores à CNN.
A conversa entre o advogado José Luís de Oliveira Lima e o ministro aconteceu recentemente em São Paulo e foi pelo menos a segunda já realizada entre ambos. As informações são da CNN.
Leia maisOs relatos foram de uma mudança entre a primeira e a segunda conversa.
Enquanto no primeiro encontro Mendonça saiu mais pessimista quanto ao alcance da delação de Vorcaro e sem dar garantias de que caminharia para homologar a delação, conforme revelado pela CNN, nesta segunda o ministro pareceu mais otimista.
A expectativa é de que o material, que só deve ser apresentado a ele em maio, seja amplo e aborde a relação de Vorcaro com integrantes dos Três Poderes da República tratando inclusive de ministros do governo Lula e o Judiciário.
Uma mudança no plano inicial da defesa de poupar ministro do Supremo Tribunal Federal, conforme mostrou a CNN no início das tratativas.
O motivo principal é de que sem uma delação completa, a chance de Mendonça não homologar o acordo é grande e consequentemente a de Vorcaro permanecer por um longo tempo preso.
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Por Janguiê Diniz*
A publicação do Edital Seres/MEC nº 1, de 15 de abril de 2026, traz um alerta importante para o sistema de educação superior brasileiro. Ao tornar pública a relação de instituições que ainda não implementaram o diploma digital ou que não registraram as informações exigidas no sistema e-MEC, o Ministério da Educação reforça que o tema deixou de ser uma agenda futura e passou a ser uma obrigação imediata, com implicações diretas no campo regulatório.
Desde 1º de julho de 2025, a emissão de diplomas de graduação em formato digital é obrigatória, e o não cumprimento desse requisito configura irregularidade administrativa, sujeita a desdobramentos que podem chegar ao âmbito da supervisão. Esse movimento se insere em um processo mais amplo de transformação digital que envolve não apenas a emissão de diplomas, mas a própria gestão do acervo acadêmico das instituições.
Leia maisTrata-se de uma mudança estrutural, que exige planejamento, investimento e, sobretudo, compreensão estratégica por parte das instituições de educação superior. Mais do que atender a uma exigência normativa, a digitalização dos documentos institucionais e a adoção do diploma digital devem ser encaradas como instrumentos essenciais para a sustentabilidade e a segurança das IES.
No campo da segurança, os ganhos são evidentes. Como destacado por representantes do ministério durante o seminário promovido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) no último dia 14, o ambiente analógico expõe as instituições a riscos que, muitas vezes, passam despercebidos. Há relatos de instituições sendo acionadas judicialmente em unidades da federação onde nunca atuaram, a partir da circulação de documentos físicos falsificados, sem qualquer controle ou rastreabilidade.
No ambiente digital, por sua vez, a lógica se inverte: apenas os documentos que constam no repositório institucional, com metadados que registram informações como autoria, data e integridade, são reconhecidos como legítimos, permitindo que a instituição comprove, de forma objetiva, aquilo que de fato lhe pertence.
Nesse contexto, o diploma digital representa um avanço significativo no combate a fraudes. A existência de mercados ilegais de comercialização de diplomas, fenômeno amplamente documentado, evidencia a necessidade de mecanismos mais robustos de validação. Ao vincular cada diploma a uma URL institucional cadastrada no MEC, cria-se um ambiente de verificação pública, no qual estudantes, empregadores e órgãos de classe podem consultar a autenticidade do documento. Trata-se de uma camada adicional de proteção que, embora não elimine totalmente os riscos, eleva substancialmente o nível de segurança do sistema.
Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer que a digitalização não é apenas um instrumento de controle, mas também um ativo estratégico. A organização estruturada dos dados acadêmicos abre novas possibilidades de gestão, análise e inovação, permitindo que as instituições conheçam melhor o perfil de seus estudantes, aprimorem seus cursos e utilizem ferramentas tecnológicas, inclusive baseadas em inteligência artificial, para qualificar suas decisões. O acervo acadêmico deixa de ser um passivo operacional e passa a ser um patrimônio informacional com alto valor agregado.
Outro ponto que merece atenção diz respeito à relação entre a conformidade normativa e a atuação supervisora do Ministério da Educação. Conforme ressaltado pela Seres/MEC no seminário da ABMES, não há interesse em instaurar processos de supervisão por questões pontuais, como eventuais atrasos na entrega de diplomas. Para essas demandas, a prioridade estabelecida pela pasta é por soluções mediadas. No entanto, é inegável que o descumprimento reiterado de obrigações, como a implementação do diploma digital ou o registro das informações exigidas, pode levar à abertura de processos administrativos.
Nesse sentido, a adequação às normas vigentes deve ser compreendida como uma medida preventiva. Ao cumprir os prazos estabelecidos, estruturar seus sistemas e garantir a rastreabilidade dos seus documentos, as instituições reduzem significativamente sua exposição a riscos regulatórios e evitam desgastes que poderiam ser facilmente prevenidos. Trata-se de uma agenda que exige ação imediata, especialmente por parte das instituições expressamente notificadas no edital recentemente publicado.
A transformação digital da educação superior é irreversível e traz consigo oportunidades relevantes, mas também responsabilidades que não podem ser negligenciadas. A segurança dos documentos institucionais e a conformidade com as exigências regulatórias não são apenas obrigações legais, mas elementos fundamentais para a credibilidade e a integridade do sistema.
O momento exige, portanto, uma postura proativa. Mais do que responder a notificações, é necessário antecipar soluções, fortalecer processos internos e compreender que a digitalização não é um custo, mas um investimento na proteção, na eficiência e no futuro das instituições de educação superior brasileiras.
*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador e controlador do grupo Ser Educacional, e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo.
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O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Novo, Romeu Zema, disse, hoje, em São Paulo que não pretende deixar a cabeça de chapa da disputa presidencial para ser eventualmente vice do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL. As informações são do portal G1.
Ao lançar as diretrizes do seu futuro plano de governo, Zema afirmou que vai levar a candidatura até o final. “Vou manter a pré-candidatura até o final. Porque nós temos propostas que a maioria da classe política tem pavor. Mas nós temos as propostas que o Brasil precisa. Entre os pré-candidatos, sou o único que já consertou as barbaridades do PT, porque assumi um estado arruinado e tenho esse diferencial”, declarou.
A afirmação foi feita durante o evento “O Brasil sem intocáveis”, onde Zema apresentou as diretrizes do seu plano de governo e diz que pretende acabar com “privilégios de ricos” no Brasil. O ex-governador de Minas disse que chegou a falar com o ex-presidente Jair Bolsonaro no ano passado e defendeu o maior número de candidatos da direita na eleição de outubro, na tentativa de levar o pleito para o segundo turno e impedir a vitória de Lula (PT) no 1° turno. Ele afirmou, porém, que, num eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, que os candidatos da direita estarão todos juntos se apoiando.
Nota oficial
Nós, deputados e membros da Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Assembleia Legislativa de Pernambuco, reafirmamos o nosso empenho em solucionar o impasse orçamentário existente em nosso estado. Assim sendo, é importante ressaltar que a reunião Ordinária do colegiado, realizada nessa quarta (15), ocorreu de forma regular e em absoluto respeito ao Regimento Interno da Casa. Todas as etapas foram corretamente cumpridas, garantindo a legalidade das decisões tomadas.
Reforçamos, portanto, a importância e a qualidade do parecer apresentado pelo deputado João de Nadegi ao Projeto de Lei Ordinária nº 3993/2026. O documento foi construído com responsabilidade e atenção às necessidades urgentes de Pernambuco. A medida é fundamental para que o Governo do Estado possa direcionar recursos para as demandas mais prioritárias da população pernambucana.
Leia maisO parecer do deputado João de Nadegi ao projeto dispõe do nosso integral respaldo, uma vez que ele exerceu, regularmente, a prerrogativa constitucional de parlamentar para aprimorar projetos de lei, o qual foi devidamente aprovado pelos membros desta Comissão. Além de garantir a suplementação orçamentária no valor de R$ 155 milhões ao Tribunal de Justiça de Pernambuco, o parecer resgata a capacidade de remanejamento na Lei Orçamentária Anual (LOA) pelo Poder Executivo.
Os interesses de Pernambuco exigem uma solução rápida. Tanto os setores produtivos quanto os municípios pernambucanos têm cobrado uma solução célere para esse impasse, garantindo a continuidade das ações governamentais.
Diante do exposto, nós reforçamos a importância de que o PLO 3993/2026 seja incluído na Ordem do Dia na próxima quarta-feira (22), a fim de que a matéria possa ser discutida e votada pelos deputados em Plenário.
Atenciosamente,
Antonio Coelho, Débora Almeida, João de Nadegi e Joãozinho Tenório
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Em comemoração aos 378 anos de criação do Exército Brasileiro, o Comando Militar do Nordeste (CMNE) realizou uma solenidade com entrega de condecorações e desfile militar, hoje, no Quartel-General Forte Guararapes.
A cerimônia foi presidida pelo Comandante Militar do Nordeste, general de Exército Francisco Carlos Machado Silva, e contou com a presença de militares, civis e veteranos da Força Terrestre. Estiveram também presentes alunos do Centro Educacional SacréCœur e do Colégio Militar do Recife.
Leia maisForam entregues condecorações como a Medalha Ordem do Mérito Militar (OMM), Medalha Exército Brasileiro (MEB), Medalha do Serviço Amazônico, Medalha Corpo de Tropa, Medalha Marechal Trompowsky e Medalhas Militar Ouro, Prata e Bronze. Foram condecorados militares e civis que prestaram relevantes serviços à Força Terrestre na Região Nordeste.
Encerrando a solenidade, tropas das Organizações Militares das Guarnições do Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes desfilaram no Pátio Heróis de Guararapes, com destaque para o grupamento da Base Administrativa do Curado, formado pelas soldados que integram o primeiro efetivo do serviço militar inicial feminino do Exército Brasileiro.
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Os deputados estaduais Coronel Alberto Feitosa (PL) e Diogo Moraes (PSB) apresentaram ofícios à Presidência da Assembleia Legislativa contestando relatório da Comissão de Finanças que aprovava o remanejamento de 20% no orçamento do Estado, como quer o Governo Raquel Lyra (PSD). Os parlamentares apontam, nos documentos, uma fraude orquestrada pelo presidente do colegiado, Antônio Coelho (UB), que enseja quebra de decoro e pode levar à cassação do mandato do petrolinense.
Feitosa e Diogo alegam, conforme, inclusive, se comprova em vídeo da sessão, que Antônio incluiu, no parecer do relator sobre outra matéria, o remanejamento dos 20% na LOA, coisa que ele mesmo tinha travado com um verdadeiro “nó” ainda em 2025. O projeto em questão trata apenas de outro assunto, a abertura de Crédito Suplementar de R$ 155 milhões para o Tribunal de Justiça.
Leia mais“Conforme tratamos por telefone na noite de ontem, reitero a solicitação para que não seja publicado o parecer da Comissão de Finanças relativo ao Projeto nº 3993/2026. Recebi, com perplexidade, por meio da imprensa, a informação de que o referido parecer teria incluído a ampliação da margem de remanejamento do orçamento estadual, por decreto, para 20%. Tal deliberação, entretanto, não ocorreu na reunião de ontem. Em nenhum momento foi dada publicidade ao teor do parecer aos membros da Comissão, tampouco o seu Presidente ou o Relator fizeram qualquer menção à inclusão de emenda que acrescentasse matéria diversa da abertura de crédito em favor do Poder Judiciário”, destacou Feitosa, no documento.
O parlamentar seguiu com críticas. “Ao encaminhar, de forma sorrateira, para publicação, parecer em desacordo com o que foi efetivamente aprovado na reunião, o Presidente da Comissão incorre não apenas em desrespeito aos seus pares, mas também na prática de fraude processual. O comportamento reiterado do Presidente da Comissão, no sentido de tentar manipular tanto seus colegas quanto o regular processo legislativo, não pode mais ser tolerado. Diante disso, solicito a adoção de medidas urgentes para a imediata correção do parecer, de modo a refletir fielmente o que foi deliberado no âmbito da Comissão, bem como a devida responsabilização do seu Presidente pelos atos praticados”, finalizou.
Diogo Moraes foi na mesma linha. “Causou-me profunda surpresa a notícia, veiculada pela imprensa, de que o mencionado parecer teria incorporado a ampliação da margem de remanejamento do orçamento estadual, por meio de decreto, para o percentual de 20%. Esclareço que tal matéria não foi objeto de deliberação na reunião. Em nenhum momento o conteúdo do parecer foi apresentado aos membros da Comissão, tampouco houve, por parte do Presidente ou do Relator, qualquer referência à inclusão de emenda que extrapolasse o escopo da abertura de crédito destinada ao Poder Judiciário”, pontuou.
“A remessa para publicação de um parecer que diverge do que foi efetivamente discutido e aprovado configura conduta incompatível com o regular funcionamento da Comissão. Trata-se de atitude que desrespeita os seus membros e compromete a integridade do processo legislativo. A reiteração desse tipo de comportamento por parte do Presidente da Comissão, ao tentar induzir seus pares a erro e distorcer o trâmite regular das matérias, ultrapassa os limites do aceitável. Diante disso, impõe-se a adoção imediata de providências para retificar o parecer, adequando-o ao que de fato foi deliberado, bem como para apurar a responsabilidade do Presidente pelos atos praticados”, finalizou Moraes em seu ofício.
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O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, destacou, durante visita às ações do ‘Alepe Cuida’, no município de Vertentes, hoje, que os impactos positivos dos serviços de saúde e cidadania oferecidos pelo programa têm sido cada vez mais reconhecidos. “O retorno que temos obtido dos municípios que já receberam o Alepe Cuida é sempre favorável. E, em Vertentes, não é diferente”, disse. O programa acontece desde 2023 e vem percorrendo municípios do Grande Recife e do interior.
Até o meio-dia de hoje a ação somava mais de 3,5 mil atendimentos em Vertentes. De acordo com o deputado, ao circular pelos estandes onde estão sendo feitos consultas, exames e tratamentos médicos, foi possível verificar a satisfação da população com a qualidade e humanização dos atendimentos. “Estamos vendo o quanto as pessoas precisam deste cuidado, de informações sobre prevenção de doenças, além dos serviços que solucionam questões da vida prática e asseguram mais dignidade a elas”, ressaltou.
O prefeito do Vertentes, Rael Ferreira, que recebeu deputado e, ao lado dele, percorreu locais de atendimento, endossou os benefícios levados ao município pelo programa. “Quem veio até aqui está encontrando atendimento médico em várias especialidades e está podendo cuidar da saúde. Agradecemos ao deputado e à Alepe por trazerem o Alepe Cuida até Vertentes, garantindo este atendimento à nossa gente necessitada”, disse, acompanhado de vereadores e secretários do município. A edição do Alepe Cuida em Vertentes foi iniciada ontem (15.04) e se encerra hoje (16). Os serviços estão sendo oferecidos das 9h às 16h, no Ginásio de Esportes José Rodrigues de Lima.
