Da mesma forma da última, há 15 dias, a Confra do meu Blog em Brasília atrai, neste momento, um expressivo número de “sócios”. Começou às 18 horas e não tem hora para acabar. Amanhã, conto tudo!
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Maria Vitória Ramos e Bruno Morassutti
Da Folha de S.Paulo
O Exército protocolou, no último dia 22, recurso contra decisão da Controladoria-Geral da União (CGU) que determinou a entrega das fichas funcionais dos militares acusados de envolvimento no assassinato do ex-deputado Rubens Paiva.
A decisão histórica, fruto de recurso interposto pela Fiquem Sabendo, determinou o envio dos documentos em até 30 dias. O recurso da Força ocorre justamente na semana em que a reabertura da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos completa um ano e volta ao noticiário ao cobrar do ministro da Defesa, José Mucio, acesso a arquivos militares ainda mantidos sob sigilo.
Leia maisMais de 50 anos após o crime, a batalha judicial e administrativa mostra como ainda é difícil superar a cultura de opacidade que protegeu perpetradores da tortura durante a ditadura. O argumento do Exército é de que, mesmo sendo documentos de meio século atrás, a entrega poderia ameaçar a “segurança institucional” ou a privacidade dos acusados, a maioria já falecida. A CGU, corretamente, afastou essa tese: trata-se de fatos de interesse público e violações de direitos humanos que jamais poderiam estar protegidos por sigilo.
O Exército chegou a alegar que “as sanções disciplinares aplicadas a militares constituem informação de natureza pessoal, cujo acesso é restrito”. O raciocínio é insustentável: as punições de servidores civis já são publicadas abertamente no Portal da Transparência. Não há justificativa para um tratamento privilegiado aos militares, que são igualmente servidores públicos.
À Folha Lorrane Rodrigues, coordenadora executiva da área de Memória, Verdade e Justiça do Instituto Vladimir Herzog, afirma: “Esses registros não são apenas burocracia, mas servem como prova em processos judiciais, embasam políticas de reparação e oferecem material indispensável para pesquisadores, jornalistas, educadores e cineastas” — como o caso de Walter Salles, cuja obra “Ainda Estou Aqui” trouxe ao Brasil o primeiro Oscar de filme internacional.
A decisão da CGU, se confirmada pelo ministro Vinicius Marques de Carvalho, cria um precedente histórico: pela primeira vez, uma instituição militar será obrigada a fornecer documentos primários de seus quadros, em vez de extratos incompletos usados sistematicamente para driblar a Lei de Acesso à Informação (LAI). Mesmo os extratos parciais que conseguimos no início do ano já revelaram absurdos: os cinco acusados foram promovidos após o assassinato, três receberam elogios formais e todos acabaram transferidos para a reserva.
A conquista foi destaque da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, e soma-se a um histórico consistente de demandas da sociedade civil. Em 2023, revelamos um processo militar que permaneceu inacessível por cinco décadas e que documenta torturas praticadas contra soldados do próprio Exército. O material resultou na reportagem “O crime do século”, publicada em parceria com a revista piauí, e trouxe à luz a única condenação por tortura conhecida no país.
Temos insistido nestes pontos: “Quando os militares vão entender que são servidores públicos?” (ago/24) e “Os 200 anos de sigilo dos militares” (nov/24) — mostramos como a cultura do segredo eterno mina a construção de instituições republicanas. O caso Rubens Paiva confirma que a disputa está longe de terminar, mas também demonstra que avanços são possíveis quando a sociedade insiste.
O governo Lula assumiu em campanha o compromisso de dar transparência aos fatos da ditadura. Cabe à CGU sustentar sua decisão e cumpri-la integralmente, sem recuar diante da resistência do Exército.
Leia menosO prefeito Carlos Santana inaugurou, em Camela, o núcleo do Programa Mãe Coruja do Ipojuca, marcando a retomada de uma política pública voltada para a proteção de gestantes, crianças e famílias do município. Também participou da cerimônia a deputada estadual Simone Santana, ao lado de secretários municipais, vereadores, da vice-prefeita Irmã Marinalva e de moradores do distrito.
Implantado pela primeira vez em 2013, pelo próprio Carlos Santana, o programa é inspirado no Mãe Coruja Pernambucano. A nova versão foi ampliada e modernizada, reunindo ações integradas de diversas secretarias municipais. O foco é oferecer não apenas acompanhamento médico, mas também inclusão social, alfabetização, resgate da cidadania e fortalecimento dos vínculos familiares às mulheres atendidas.
Também estão entre os objetivos do programa, a redução da mortalidade materna e infantil, a garantia de atenção integral às mulheres durante o ciclo gravídico-puerperal, a oferta de cuidado humanizado às crianças de 0 a 6 anos, a melhora da qualidade da alimentação das gestantes e nutrizes, além da criação de espaços de acolhimento e informação para as famílias beneficiárias.
Durante o evento, o prefeito Carlos Santana destacou a relevância da iniciativa. “O Mãe Coruja investe no começo da vida, no momento mais decisivo para o desenvolvimento das nossas crianças. Ao cuidar das mães e das famílias, estamos construindo uma Ipojuca mais justa, humana e fraterna”, afirmou.
O projeto Carreta da Mulher Pernambucana, iniciativa do Governo do Estado em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e apoio da Prefeitura de Salgueiro, foi alvo de críticas de moradoras da região. Apesar da ampla divulgação, com promessa de exames como mamografia, citologia, ultrassonografia e consultas especializadas, muitas mulheres relataram não ter conseguido atendimento.
Segundo depoimentos, houve distribuição limitada de senhas, o que deixou dezenas de pessoas sem acesso ao serviço. Algumas relataram ter chegado de madrugada para garantir uma ficha, mas retornaram para casa frustradas. Com informações do blog Sertão Central.
Do Poder360
A politização do megaesquema do PCC (Primeiro Comando da Capital) revelado na quinta-feira (28) ofereceu as condições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltar a propor o resgate de regras que fecham o cerco contra as fintechs. Depois de desistir da iniciativa em janeiro, o governo reeditou ontem as normas que aumentam a fiscalização sobre essas empresas de tecnologia que atuam no sistema financeiro.
A decisão da Receita Federal foi tomada num ambiente de disputa política, em que o governo federal acusa a oposição de ter impedido o país de adotar regras mais severas para as fintechs. O presidente Lula também abriu um embate com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sobre quem teve mais protagonismo nas operações Carbono Oculto, Quasar e Tank – que foram comandadas por vários órgãos de controle federais e estaduais.
Leia maisLogo depois de a Carbono Oculto ter sido deflagrada, na última quinta-feira (28), abriu-se uma guerra de narrativas entre governo e oposição. Integrantes da Receita Federal falaram em público que o que consideraram “fake news sobre o Pix”, no início de 2025, permitiram manter brechas para o PCC continuar a atuar por meio de fintechs. Lula, por sua vez, disse que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) atuou para “defender o crime organizado”. Nikolas fez um vídeo em janeiro deste ano acusando o governo de tentar criar regras que poderiam permitir taxar as operações via Pix. O deputado já anunciou que vai processar o presidente da República.
Na realidade, nada impedia a Receita Federal de ter baixado antes as regras mais rígidas sobre fiscalização de fintechs. A decisão de ter editado as normas só agora foi política. O atraso se deu por causa do temor do Palácio do Planalto de ver ressuscitar a campanha da oposição sobre haver algum interesse oculto de taxar operações via Pix.
O Planalto, o Ministério da Fazenda e a Receita Federal não explicam objetivamente por que as normas sobre fintechs não foram baixadas antes para assim ter evitado que essas empresas fossem usadas para movimentar, ocultar e lavar dinheiro. Justificam o atraso apenas dizendo que ficaram sem reagir por causa do que chamam de “desinformação” que “prejudicou a própria operação dos serviços, forçando o órgão a dar um passo atrás” no início de 2025, quando foi abortada uma regra editada ainda em 2024.
“A nova abordagem é uma resposta a um revés ocorrido no ano passado, quando uma norma similar teve de ser revogada. Na época, a instrução foi alvo de uma enorme onda de mentiras e fake news que espalharam a falsa informação de que a medida criava uma tributação sobre os meios de pagamento”, diz a nota da Receita Federal.
Editada em setembro de 2024, uma instrução normativa (eis a íntegra) da Receita Federal que aumentava a fiscalização sobre as fintechs passou a valer em 1º de janeiro. Na prática, impunha dispositivos de monitoramento que já eram usados no caso de bancos tradicionais. Naquele mesmo mês, a medida culminou no “Pixgate”, do qual o governo Lula saiu chamuscado.
A instrução normativa ampliava o monitoramento de transações financeiras de fintechs e bancos digitais, incluindo operações via Pix acima de R$ 5.000 mensais para pessoas físicas e R$ 15.000 para empresas. A medida foi alvo de críticas nas redes sociais e foi associada a uma “taxação do Pix”.
A Receita Federal tentou conter a investida da oposição. A Secom (Secretaria de Comunicação Social) disse que era falsa a informação sobre a tributação do Pix, mas o governo não obteve sucesso. A disputa por narrativas ficou quase inviável depois que um vídeo de Nikolas tomou as redes sociais, com mais de 300 milhões de visualizações.
O deputado não falava em “taxação do Pix”, mas criticava a iniciativa do governo de aumentar a fiscalização. Chamava atenção, principalmente, para o fato de que, com monitoramento de transações acima de R$ 5.000 por mês nos bancos digitais – inclusive via Pix –, trabalhadores informais, que não pagavam imposto de renda, poderiam começar a pagar.
Ainda em janeiro, 15 dias depois que a normativa havia entrado em vigor, o governo voltou atrás e derrubou o aumento da fiscalização contra fintechs. O deputado federal da oposição foi celebrado com a hashtag #NikolasPresidente.
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse, em janeiro, que o foco do Fisco não era o trabalhador, mas as pessoas que se utilizam das ferramentas tecnológicas para movimentar dinheiro ilícito.
Reviravolta na operação
O “Pixgate” voltou à tona agora de forma intencional pelo governo. Nas horas seguintes à operação de quinta-feira (28), Barreirinhas afirmou: “A Receita Federal recebeu o maior ataque de sua história, de mentiras e fake news, dizendo, mentirosamente, que aquela instrução normativa tratava de tributação de meios de pagamento.”
O secretário anunciou então que seria preciso retomar o debate sobre a fiscalização. “Nós temos que voltar a discutir essa regulamentação, para que haja transparência em relação às fintechs, sim. Mas agora sabemos o caminho. O caminho para o combate ao crime organizado é atingir seu pilar financeiro. E isso se faz com inteligência, com dados e com cooperação entre os órgãos de Estado”.
No mesmo dia, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou: “A partir de amanhã [sexta-feira], a Receita Federal enquadra as fintechs como instituição financeira. O que significa isso? Que as fintechs terão que cumprir rigorosamente as mesmas obrigações que os grandes bancos. Porque, com isso, aumenta o potencial de fiscalização da Receita e a parceria da Receita com a Polícia Federal, para chegar nos sofisticados esquemas de lavagem de dinheiro que o crime organizado tem utilizado”.
Na sexta-feira (29), Lula associou as “fake news” de janeiro à derrubada de regras que davam mais transparência às informações financeiras das fintechs. Em entrevista à Rádio Itatiaia, o presidente disse o seguinte: “Um deputado que fez campanha contra as mudanças que a Receita Federal propôs”. E completou: “Agora está provado que o que ele estava fazendo era defender o crime organizado”.
Em resposta, Nikolas afirmou que vai processar Lula por difamação. O deputado afirmou que o presidente contou uma “mentira torpe, criminosa e irresponsável”.
Regras de controle
A instrução normativa que aumenta a fiscalização sobre fintechs muda as regras sobre a chamada e-Financeira. Entenda:
• O que é a e-Financeira? Constituída por arquivos digitais referentes a cadastros, operações financeiras, previdência privada e repasse de valores recebidos por meio dos instrumentos de pagamento.
• Para que serve? É emitida de forma eletrônica pelo representante legal da empresa para prestar informações financeiras à Receita Federal.
• Quem precisa usar a e-Financeira? Empresas que comercializam: plano de previdência complementar; fundos de aposentadoria; aquelas que têm finalidade principal ou acessória a captação, intermediação ou aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros; seguros de pessoas.
Até quinta-feira (28), a regulamentação do e-Financeira era de 2015 e não contemplava modelos de negócios mais recentes de parte das fintechs. Portanto, essas empresas poderiam não informar dados que são obrigatórios há uma década para bancos comerciais e outras instituições financeiras.
Para a Receita Federal, a defasagem da instrução normativa permitiu a lavagem de dinheiro em fintechs. Ontem, o governo publicou uma outra medida que obriga essas empresas de tecnologia a seguir as mesmas obrigações de transparência e fornecimento de informações já aplicadas às instituições tradicionais, como os grandes bancos.
Motivações políticas
O ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel afirmou ao Poder360 que aumentar a fiscalização sobre as fintechs é uma medida positiva. Ele criticou o recuo do governo em janeiro. “A Secom recomendou revogar a instrução normativa. Isso é uma maluquice. Se revogou, é porque tinha algum vício de legalidade, de constitucionalidade. Revogou porque está sento criticado um assunto que não está sendo tratado nela? São todos jogos políticos de segunda classe”, disse.
A instrução normativa publicada ontem, segundo Everardo, é um “pedaço” do que foi determinado em janeiro. “Os atos que estão sendo praticados têm uma única motivação, que é política. E isso está errado, porque quando atos são praticados com essa única motivação, não tem nenhuma fundamentação jurídica, operacional, técnica ou qualquer outra”, disse.
Leia menosO corpo do escritor Luis Fernando Verissimo está sendo velado, neste sábado (30), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Amigos, familiares e admiradores começaram a se despedir do grande nome da literatura brasileira às 12h.
É esperado que a despedida aberta ao público se estenda até 16h45. A família de Verissimo ainda não revelou se o corpo será sepultado ou cremado. As informações são do portal Metrópoles.
O escritor e cronista Luis Fernando Verissimo morreu neste sábado (30), aos 88 anos. Ele estava internado desde 11 de agosto, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), para tratar uma pneumonia e não resistiu.
Em nota compartilhada com o Metrópoles, o Hospital Moinhos de Vento confirmou que a morte foi decorrente de complicações relacionadas a uma pneumonia. Além do quadro de pneumonia, Verissimo lidava com limitações motoras e de comunicação consequentes de outros problemas de saúde. Ele usava um marca-passo desde 2016, teve um câncer ósseo em 2020 e um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em 2021, o que o levou a parar de escrever, e lidava com a doença de Parkinson.
Do UOL
Após o ultimato de Lula na reunião ministerial dessa semana, o ministro do Turismo, Celso Sabino (União-PA), decidiu sair do governo federal. A federação entre PP e União Brasil ajudou opositores a assumirem CPMI do INSS e tem sinalizado uma guinada à oposição, articulando desde já a favor de uma candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos) a presidente no ano que vem.
Após a publicação dessa reportagem, o Ministério do Turismo disse que Sabino “segue trabalhando pelo turismo e desenvolvimento do Brasil”.
Leia maisNa reunião ministerial da última terça-feira, Lula sugeriu que ministros que não estivessem à vontade para defendê-lo saíssem do governo, e acrescentou que não gosta de Antonio Rueda, presidente do União. A observação teve dois alvos específicos: André Fufuca (PP-MA), ministro do Esporte, e Celso Sabino, do Turismo.
Ao longo da semana, Sabino foi pressionado por integrantes da bancada do partido na Câmara dos Deputados a sair. No grupo de WhatsApp do partido, se defendeu e rebateu as críticas, apontando deputados que tinham conseguido nomear apadrinhados em seu ministério desde que ele assumiu.
O ultimato que Lula deu, porém, Fufuca e Sabino também receberam de seus dirigentes partidários, Ciro Nogueira (PP-PI) e Rueda: deverão escolher entre seus partidos e o governo.
O UOL apurou que a situação se tornou insustentável e Sabino já comunicou a interlocutores que irá sair. Fufuca, por sua vez, deve ter uma conversa na semana que vem com Nogueira antes de decidir que rumo seguir.
Na semana que vem, a Executiva do União Brasil irá se reunir para oficializar uma deliberação para entregar os cargos no governo.
Para os dois ministros, ficar no governo seria importante para suas bases eleitorais. No Maranhão e no Pará, Lula é bem votado e deve continuar assim em 2026.
A federação, com 109 deputados e 14 senadores, quer se consolidar como uma força independente da direita, plano que não é compatível com a manutenção de um ministro na Esplanada.
Os outros dois ministros ligados ao União, Waldez Góes (PDT), do Desenvolvimento Regional, e Frederico Siqueira, das Comunicações, são da cota pessoal do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e devem ficar.
Em nota, o Ministério do Turismo disse que “Celso Sabino segue trabalhando pelo turismo e desenvolvimento do Brasil, não sendo verídicos os rumores sobre a sua saída da Pasta”.
“Nesta sexta-feira (29), cumpriu agenda em Belém (PA), onde comandou a instalação das primeiras placas de sinalização turística da cidade. A ação recebeu R$ 4,7 milhões do Ministério do Turismo.”
Leia menosO jornalista Cláudio Humberto, cuja coluna nacional é publicada em mais de 30 jornais, mencionou o podcast Direto de Brasília no último episódio ao comentar a entrevista do deputado federal Luciano Bivar (PE): “Continua um poço até aqui de mágoas o deputado Luciano Bivar (PE), destronado da presidência do União Brasil. Ele aproveitou entrevista ao podcast do jornalista Magno Martins para insultar o sucessor no cargo”.
No dia seguinte à megaoperação que mirou um esquema do Primeiro Comando da Capital (PCC) envolvendo postos de gasolina e lavagem de dinheiro por meio de fintechs, ao menos 22 carretas de empresas alvo da investigação, carregadas com combustível, foram abandonadas em Camaçari, na Bahia, ontem. As informações são do Metrópoles.
Um vídeo mostra os veículos estacionados em um posto de gasolina na cidade baiana. Veja:
De todos os conjuntos, 13 pertencem à G8Log, empresa de fachada usada para “ocultar e blindar a frota de veículos e para a lavagem de capitais”, segundo a investigação realizada pela Polícia Federal (PF), Ministério Público de São Paulo (MPSP) e Receita Federal.
A G8Log pertence a Mohamad Hussein Mourad, apontado como “epicentro” das operações fraudulentas com combustíveis. Ele também é o verdadeiro dono da formuladora Copape e da distribuidora Aster, junto de Roberto Augusto Leme da Silva, indicado como outro “cabeça” do esquema.
Entenda esquema do PCC envolvendo combustíveis e fintechs
Por Reuters
O ex-presidente do Parlamento da Ucrânia Andriy Parubiy foi morto a tiros na cidade de Lviv, no oeste do país, neste sábado (30). Uma operação foi montada para encontrar o autor do crime.
Segundo o gabinete do procurador-geral do país, um atirador disparou várias vezes contra Parubiy, que morreu no local. O agressor fugiu, e as buscas começaram.
Leia maisParubiy tinha 54 anos e era membro do Parlamento. Ele presidiu a Casa entre abril de 2016 e agosto de 2019 e foi um dos líderes dos protestos realizados em 2013 e 2014 que pediam laços mais estreitos com a União Europeia.
Ele também foi secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia entre fevereiro e agosto de 2014, período em que começou o conflito no leste do país — e quando a Rússia anexou a península da Crimeia.
As autoridades não deram nenhuma indicação imediata de que o assassinato tivesse ligação direta com a guerra da Rússia na Ucrânia. “O ministro do Interior, Ihor Klymenko, e o procurador-geral, Ruslan Kravchenko, acabaram de relatar as primeiras circunstâncias conhecidas de um assassinato horrível em Lviv. Andriy Parubiy foi morto”, escreveu o presidente Volodymyr Zelenskiy no X.
Ele enviou condolências à família e aos entes queridos de Parubiy e acrescentou: “Todas as forças e meios necessários estão empenhados na investigação e na busca pelo assassino.”
A polícia nacional informou que o tiroteio em Lviv foi registrado por volta do meio-dia (6h no horário de Brasília). O prefeito de Lviv, Andriy Sadovyi, afirmou que encontrar o assassino e esclarecer as circunstâncias do ataque era de máxima importância.
“Esta é uma questão de segurança em um país em guerra, onde, como podemos ver, não existem lugares totalmente seguros”, escreveu ele no Telegram.
Leia menosNa passagem ontem por Arcoverde, a governadora Raquel Lyra (PSD) foi recebida com protestos. Familiares que perderam parentes por negligência no hospital mantido pelo Estado se concentraram em frente ao local de um dos eventos no qual ela esteve presente.
Com roupa de luto, exibiram cruzes e na chegada da comitiva relataram o drama na saúde. Segundo a reportagem da Mega TV, os alunos da rede estadual foram liberados das aulas e obrigados a comparecer ao evento, para aumentar a plateia.
Um grupo de estudantes também protestou contra as condições da Universidade de Pernambuco (UPE). Os participantes exibiam cartazes com críticas à falta de transporte público, à necessidade de recuperação das estradas, à carência de segurança e à iluminação precária no campus.
Clique e confira!
Internado às pressas em Niterói, o deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP) teve alta hospitalar ontem. Após sofrer uma arritmia cardíaca enquanto participava de um evento em Maricá, o petista foi levado ao hospital onde se constatou que ele precisava colocar um marca-passo. O procedimento foi realizado na quarta-feira.
Apesar da internação, Suplicy manteve agenda de participação no Congresso Latino-Americano da Renda Básica, realizado na cidade fluminense. O petista passou mal na última terça-feira e foi encaminhado do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, de Maricá, para Niterói às pressas. De acordo com o hospital, Suplicy foi prontamente atendido na quarta-feira e após exames teve identificada uma arritmia cardíaca. As informações são do jornal O Globo.
Leia maisEm setembro de 2023, Suplicy revelou ter sido diagnosticado com Parkinson e iniciado tratamento com Cannabis medicinal. O petista, hoje com 84 anos, afirmou que a doença foi detectada em estágio inicial, com sintomas leves.
Suplicy participava do 24º Congresso da Rede Mundial de Renda Básica (Basic Income Earth Network – BIEN), que tem como tema o “Renda Básica e Economia Solidária: Novos Horizontes para a Proteção Social” e é realizado em Maricá e Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Sua luta pela instituição da renda básica universal é sempre lembrada como de grande importância para o combate à desigualdade social, e sua personalidade é descrita como “autêntica”.
Eleito com 807 mil votos para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em 2022, Suplicy é um dos parlamentares mais populares do PT. Naquele ano, o nome mais votado do partido para a Câmara dos Deputados, por exemplo, foi Gleisi Hoffmann, com 261 mil votos.
Leia menosNa próxima segunda-feira (1), a partir das 8h, o presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro realiza, no Mirante do Paço, no Bairro do Recife, a 12ª edição do Fórum Nordeste. O evento vai reunir grandes lideranças empresariais e políticas para discutir temas ligados à transição energética brasileira, como sustentabilidade e descarbonização da economia. As informações são do blog da Roberta Jungmann.
Entre os nomes confirmados no Fórum estão: