Coluna do Sabadão

A pedalada fiscal de Raquel

Sempre tão vigilantes do dinheiro público quando deputadas, Raquel Lyra e Priscila Krause, agora juntas governando o Estado, já demonstram o que há de pior na gestão dos recursos estaduais. Se vangloriam de terem economizado no custeio da máquina, mas na verdade protagonizam um apagão na administração desde janeiro com os já conhecidos episódios na educação, na saúde e na segurança.

Agora, tentaram dar uma pedalada nos demais poderes constituídos escondendo mais de R$ 1 bilhão das contas públicas no Projeto de Lei Orçamentária Estadual para 2024.

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A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) estruturou uma operação especial de mobilidade para acompanhar o evento eleitoral do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que acontece nesta quarta-feira (16), no Bairro do Recife. A concentração do público está agendada para as 16h, no Marco Zero, com percurso previsto pela Avenida Rio Branco e chegada ao Cais da Alfândega. O esquema envolve intervenções em toda a Ilha do Recife e nas pontes de acesso ao bairro.

O primeiro ponto de interdição será montado na Ponte 12 de Setembro (Ponte Giratória). A depender do volume de participantes e da movimentação no local, as pontes Maurício de Nassau e do Limoeiro também poderão ser bloqueadas temporariamente pelos agentes de trânsito. As informações são da CNN.

Sebrae - Fazer dar certo

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) questionou, durante sabatina na CNN Brasil nesta terça-feira (15), o discurso de dificuldades financeiras atribuído pela atual governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), à situação fiscal do Estado. João criticou o aumento do salário da governadora no início da gestão e defendeu que o orçamento estadual tenha como prioridade a população que mais precisa.

“Como é que o Estado estava quebrado se a primeira medida da atual governadora foi quase triplicar o salário? Como é que um Estado quebrado você triplica o próprio salário? Isso mostra que é uma inverdade”, afirmou.

Segundo João, Pernambuco mantém cerca de R$ 3 bilhões em disponibilidade de caixa, enquanto as medidas que pretende implementar representam aproximadamente R$ 900 milhões em custeio. O candidato também destacou que o IPVA zero para motos de até 180 cilindradas teria impacto inferior a R$ 100 milhões para o Estado, beneficiando diretamente cerca de 1,4 milhão de pessoas.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Muito pior que qualquer um esperava. A sabatina da Globo, que ocorre este ano no NE1, é um dos momentos importantes da campanha eleitoral.

As expectativas de cada lado, seja a campanha da candidata, seja dos jornalistas, seja da campanha adversária, apontavam para um resultado diferente.

Cada um tem suas expectativas e ao final avalia os resultados. Pois bem, a sabatina de Raquel, com certeza, veio abaixo do que todos esperavam.

Caruaru - Minha rua nova

Direto de Brasília

Por causa de um pedido de vista do ministro Flávio Dino, a sessão do STF, que acabou, há pouco, não entrou no mérito do julgamento do processo sobre o ministro Alexandre de Moraes. A análise, no entanto, foi interrompida por um pedido de ordem de Gilmar Mendes, que solicitou que a sessão fosse suspensa e a ação sobre Moraes fosse julgada apenas no próximo dia 23, junto com o processo que investiga supostas irregularidades cometidas por André Mendonça.

Fachin votou para manter as ações separadas e foi acompanhado por Mendonça, Cármen Lúcia e Luiz Fux, enquanto Zanin e o próprio Moraes votaram na direção oposta, apoiando o pedido de Gilmar.

Flávio Dino chegou a manifestar apoio à junção das ações, mas pediu vista (mais tempo para análise) e seu voto não foi computado na ata final da sessão. O placar oficial, portanto, ficou em 4 votos a 3 por manter separadas as ações.

A sessão chegou ao fim sem decisão e o assunto somente volta a julgamento em 90 dias, prazo de um pedido de vista.

Ipojuca - Na palma da sua mão

A sessão do Supremo Tribunal Federal desta terça-feira (15) que trata da crise que atinge a Corte terminou com 4 votos a 3 para manter separadas as análises pela Corte das condutas de Alexandre de Moraes, na relação com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, na condução do relatório do caso Master.

Fachin votou para manter a separação. Ele foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Já Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes votaram para que as análises sejam conjuntas. O ministro Flávio Dino, que havia votado com essa corrente, mudou o voto para um pedido de vista, o que suspendeu o julgamento. As informações são do g1.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Direto de Brasília

A ministra Cármen Lúcia votou com o presidente do STF, Edson Fachin, para manter separados os julgamentos envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça. Com isso, o placar chegou a 4 a 4. Durante uma sessão marcada por fortes discussões entre os ministros, Flávio Dino criticou a condução de Fachin e pediu vista, suspendendo o julgamento. Pelo regimento do Supremo, Dino tem até 90 dias para devolver o processo, embora possa fazê-lo antes.

Palmares - Forró Mares 2026

A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que o “clamor público” não influencia seu discernimento e não teve peso em seu voto diante da petição que envolve o ministro Alexandre de Moraes.

Durante a abertura de seu voto na sessão extraordinária desta terça-feira (15), a ministra afirmou que defende a “independência” dos magistrados para que tomem as decisões sem interferência do interesse público.

Cármen possui o voto decisivo em relação ao pedido de julgamento conjunto das ações envolvendo os pedidos de investigação dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. O placar está em 4×3 para a apreciação conjunta. As informações são da CNN.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A minsitra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), criticou a “espetacularização” da sessão da Corte nesta terça-feira (15), voltada à análise de um relatório da PF (Polícia Federal) que reúne mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

“Eu peço desculpas ao povo brasileiro. Eu queria ter sido melhor em poder ter ajudado a acalmar as coisas, mas eu não consegui. Houve uma espetacularização desse caso e dessa sessão”, disse. As informações são da CNN.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O GLOBO

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), se disse envergonhada ao votar durante julgamento que trata de mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes.O sentimento, segundo a ministra, tem relação com o fato de, a menos de 20 dias da eleição, “estarem todos voltados a questões” do Supremo. Segundo a ministra, o Poder Judiciário existe para “tranquilizar o povo”, mas o STF “gerou intranquilidade” nos últimos dias, “inebriando o sentimento de justiça da cidadania brasileira”.

— Eu estou nesta sessão, como talvez muitos de meus colegas, em estado de profunda consternação e tristeza. Hoje um dos colegas me dizia se eu estava aborrecida com alguma coisa. Eu disse, eu estou triste. Não apenas pelo tema que nos traz aqui, que teria sido aquele a ser decidido, mas porque este Supremo Tribunal Federal provocou, acho, um mal-estar cívico em todas as cidadãs e cidadãos brasileiros nesses últimos dias — relatou.

O GLOBO

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista para interrompeu a sessão desta terça-feira que analisa o relatório da Polícia Federal com as mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes.

O pedido veio após um bate-boca entre os ministros.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a palavra para negar que tenha relacionamento de proximidade com Vorcaro. Afirmou que só se encontrou uma vez com Vorcaro e disse que não tem amizade com banqueiro.

Direto de Brasília

O ministro Flávio Dino pediu vista. Em seguida, o presidente Edson Fachin convidou os ministros Luiz Fux e Carmén Lúcia a anteciparem os votos.

Direto de Brasília

Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram um embate durante o julgamento da petição. Após o voto de Menonça, Moraes afirmou que os argumentos do ministro “reforçam a necessidade de um julgamento conjunto”. Os magistrados, então, passaram a debater sobre relatório de inteligência que baseou a investigação. Mendonça reagiu às declarações de Moraes: “Meu Deus do céu”, afirmou.