Após mais de 65 anos de abandono, Edifício 13 de Maio, no Recife, será demolido

Diário de Pernambuco

O Edifício 13 de Maio, localizado na Rua da União, no bairro Boa Vista, no Centro do Recife, será demolido após mais de 65 anos. O serviço começou a ser executado ontem, pela Secretaria de Ordem Pública e Segurança (Seops) da cidade. Inacabado, o edifício acumula diversos problemas estruturais e por muito tempo causou tensão nos comerciantes e transeuntes.

O prédio foi abandonado antes mesmo de ser concluído, na década de 1950, e encontra-se com 11 pavimentos, uma estrutura precária e apresentando risco de desabamento. O prédio foi levantado pela antiga Imobiliária União e, hoje, é cercado de diversos tipos de imóveis, além do Ginásio Pernambucano, do Parque 13 de Maio e de edificações da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Moradores e comerciantes da Rua Tomé Gibson, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, relatam o uso frequente de crack em plena via pública. Segundo os relatos, usuários da droga ocupam diariamente calçadas e áreas próximas a residências e estabelecimentos comerciais, em diferentes horários do dia, alterando a rotina da rua.

A situação preocupa quem circula pelo local, especialmente em razão do intenso fluxo de estudantes e trabalhadores que transitam pela área durante o dia. De acordo com moradores, o cenário tem provocado sensação de insegurança e levado comerciantes a registrarem queixas recorrentes sobre a presença constante de usuários de drogas na via.

Ainda segundo os relatos, apesar das reclamações encaminhadas aos órgãos competentes, não houve até o momento mudanças perceptíveis no quadro. A população cobra a adoção de medidas que envolvam segurança pública, saúde e assistência social, com ações voltadas tanto à proteção dos moradores quanto ao atendimento adequado das pessoas em situação de dependência química.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Por Lauro Jardim – O Globo

2026 será um ano de eleição e de casamento para João Campos e Tabata Amaral. Noivos desde novembro do ano passado, o prefeito de Recife (e pré-candidato a governador de Pernambuco) e a deputada federal (que tentará a reeleição) vão se casar no fim de fevereiro. João e Tabata têm a mesma idade, 32 anos, e estão juntos há sete anos.

A cerimônia – ou melhor, as cerimônias, pois será um casamento no civil e no religioso – é descrita por pessoas próximas ao casal como de “formato pequeno e familiar” e será realizada no Recife.

Caruaru - Primeiro lugar no IDEPE

O corpo de Carlos Augusto Carneiro, de 56 anos, sogro do deputado federal Pedro Campos (PSB), é velado neste domingo (4), no Cemitério Parque das Flores, Zona Oeste do Recife. A cerimônia é restrita a familiares e amigos, e o sepultamento está marcado para 11h30. As informações são da TV Jornal.

O deputado federal Pedro Campos (PSB) prestou homenagem, ontem, ao sogro que morreu após uma colisão entre duas motocicletas na Avenida Cruz Cabugá, área central do Recife. O sinistro ocorreu na sexta-feira (2). Carlos Augusto Carneiro pilotava uma das motos envolvidas na ocorrência. Ele era pai de Augusta Carneiro, esposa de Pedro Campos.

Em nota divulgada nas redes sociais, o parlamentar agradeceu as mensagens de solidariedade e as orações recebidas desde a confirmação da morte. “Com o coração dilacerado, venho, em nome da minha família, agradecer as orações e mensagens de carinho e fé que nos chegam em razão do falecimento do meu sogro”, escreveu. Segundo o deputado, ele foi “um filho exemplar, marido companheiro, pai excepcional e o melhor avô” da neta Nina, filha do casal.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

Do Diário de Pernambuco

Familiares de Fábio Vicente, de 48 anos, uma das vítimas do grave acidente que matou dois motociclistas na tarde de ontem (2), na Avenida Cruz Cabugá, em Santo Amaro, usaram as redes sociais para expressar luto. “Quero lembrar de você sempre sorrindo”, escreveu a irmã dele, Flávia Analine.

Fábio conduzia uma motocicleta acompanhado da esposa, 47, no momento da colisão. Em suas redes sociais, Flávia afirma que Fábio já estava planejando a festa de São João da família. “Você sempre queria reunir a família. Por que você se foi?”, lamenta.

Palmares - Pavimentação Zona Rural

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), e a depútada federal Tábata Amaral (PSB) compartilharam nas redes sociais, hoje, uma nota de pesar pela morte de Carlos Augusto Carneiro, de 56 anos. Conhecido como Guto, ele era pai de Augusta Carneiro (Guta), esposa do deputado federal Pedro Campos (PSB), irmão do gestor municipal.

Na publicação, João Campos descreveu o dia como “muito difícil” para a família e prestou homenagem a Carlos Augusto. “Uma pessoa incrível, que deixa a lembrança de amor partilhado, de presença constante e de ensinamentos silenciosos que permanecem vivos na memória e no coração de todos”, escreveu.

O prefeito também manifestou solidariedade aos familiares, citando nominalmente parentes próximos, e desejou serenidade, conforto e força para enfrentar o momento de luto. “Estaremos juntos, atravessando unidos este período tão duro”, afirmou.

Guto faleceu ontem (2), após um grave acidente envolvendo duas motocicletas no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. Além dele, outro motociclista, identificado como Fábio Vicente, de 48 anos, também morreu.

Olinda - Refis últimos dias 2025

O velório de Carlos Augusto Carneiro será realizado amanhã (4), a partir das 8h, no Cemitério Parque das Flores, no bairro do Curado. O sepultamento está marcado para o mesmo dia, às 11h30, no local.

Carlos Augusto Carneiro era pai de Augusta Carneiro (Guta), esposa do deputado federal Pedro Campos. A cerimônia de despedida deve reunir familiares, amigos e pessoas próximas para prestar as últimas homenagens.

Augusto morreu na tarde de ontem, após um acidente de moto na Avenida Cruz Cabugá, no Recife. Ele se envolveu em uma colisão com outra motocicleta por volta das 17h30, nas proximidades do supermercado Mix Mateus, no bairro de Santo Amaro. Na outra moto estava um casal, e o homem, de 48 anos, também morreu no local.

O deputado federal Pedro Campos e a esposa, Augusta Carneiro (Guta), divulgaram uma nota lamentando a morte do sogro, Carlos Augusto Carneiro, ocorrida ontem, e agradeceram as manifestações de solidariedade, orações e mensagens de carinho recebidas pela família neste momento de luto.

Veja nota na íntegra:

A família de Augusto Carneiro, de 56 anos, sogro do deputado federal Pedro Campos, informou que ainda não foram definidos os detalhes do velório e do sepultamento. A decisão depende da liberação do corpo pelo Instituto de Medicina Legal (IML).

Augusto Carneiro morreu na tarde de ontem, após um acidente de moto na Avenida Cruz Cabugá, no Recife. Ele se envolveu em uma colisão com outra motocicleta por volta das 17h30, nas proximidades do supermercado Mix Mateus, no bairro de Santo Amaro. Na outra moto estava um casal, e o homem, de 48 anos, também morreu no local. Augusto era pai de Augusta Carneiro, esposa do parlamentar, conhecida como “Guta”.

Por Letícia Lins – Oxe Recife

Lugar normalmente esquecido pelas gestões públicas, o Largo de Santo Amaro acaba de ser repaginado. E de ganhar um novo nome: Largo Miguel Arraes. É que foi ali, ao longo da Rua Frei Casimiro, que aconteceu a maior festa de recepção do Brasil a um político beneficiado pela anistia nos anos 70 do século passado. No caso, o ex-Governador Miguel Arraes (1916-2005), que amargou 15 anos de perseguição e exílio impostos pela ditadura implantada no país a partir de 1964.

A concentração, organizada pelo hoje licenciado Senador Jarbas Vasconcelos – então um dos principais líderes de oposição à ditadura – aconteceu no dia 16 de setembro de 1979 e atraiu mais de 65 mil pessoas. E eu estava lá, como repórter, acompanhando os primeiros passos de um dos mais notáveis exilados brasileiros, em seu retorno ao país. Foi um dos eventos mais emocionantes que assisti, em minha vida de jornalista. Arraes foi o maior mito da política pernambucana e ao acompanhá-lo, em suas primeiras incursões pelo interior após o retorno, cheguei a ver camponeses idosos se ajoelhando aos seus pés. Isso porque ele marcou sua atuação em defesa das classes desfavorecidas, principalmente o campesinato da Zona da Mata, que era tratado quase como escravos por usineiros e senhores de engenho, até os anos 1960.