Razões circunstanciais levaram Raquel e Eduardo a deixar o PSDB, diz Aécio

Futuro presidente nacional do PSDB, cargo que exerceu entre 2013 e 2017, o deputado federal Aécio Neves (MG) lamentou a saída da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, de sua sigla. Ela deixou a legenda em março, e tempos depois se filiou ao PSD, presidido nacionalmente por Gilberto Kassab. Dois meses depois, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, fez o mesmo caminho que a pernambucana. Em agosto, foi a vez de Eduardo Riedel, do Mato Grosso do Sul, deixar o tucanato e se filiar ao PP.

“Tenho carinho enorme pela governadora Raquel Lyra, lamentei muito sua saída, até porque fui eu que a convidei para vir, quando ela estava sem partido para disputar a Prefeitura de Caruaru, e ela veio e venceu duas vezes. Mas todos têm as suas circunstâncias, e as dela a levaram a deixar o PSDB. E seguimos, estamos otimistas com a presidência do deputado Álvaro Porto e com o resultado que vamos ver em Pernambuco”, afirmou Aécio, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Petrolina - Destino

Prestes a assumir o comando nacional da sigla, em solenidade nesta quinta-feira (27), em Brasília, Aécio encontrará um partido bem menor que aquele ao qual já presidiu, entre 2013 e 2017. Na época, disputou a Presidência da República, mas perdeu para Dilma Rousseff (PT) no segundo turno. No tucanato, ele foi sucedido pelo pernambucano Bruno Araújo, e depois pelo então governador de São Paulo, João Dória, com quem viveu diversas turbulências e a quem atribui o encolhimento do PSDB nas eleições posteriores.

“Há formas distintas de se enxergar o cenário atual. Se tivéssemos ido para o caminho mais fácil, da incorporação ou da fusão, e não foram poucas as oportunidades que surgiram, talvez alguns estariam mais confortáveis. Mas não abrimos mão daquilo que representamos. Perdemos quadros, cometemos equívocos, e houve o projeto megalomaníaco de João Dória, que impediu que tivéssemos candidatura nacional. O partido nacional se subordinou a um projeto regional e pagamos um preço alto em relação a isso”, disparou Aécio.

Ipojuca - IPTU 2026

Oito anos depois de deixar a presidência nacional do PSDB, o deputado federal Aécio Neves (MG) voltará ao comando da sigla. A solenidade que marcará o seu retorno será nesta quinta-feira (27), em Brasília, quando sucederá Marconi Pirillo. Em entrevista ao podcast ‘Direto de Brasília’, ele defendeu o legado da sigla, que governou o Brasil entre 1995 e 2003, mas disse que o foco no momento não é tentar voltar à Presidência da República.

“Estamos reconstruindo o PSDB no país inteiro. O PSDB é necessário para o Brasil. Somos um partido programático, quase como uma ilha cercada por partidos programáticos, que qualquer que seja o governo estarão junto dele. Não nos curvamos nem ao bolsonarismo nem ao lulopetismo”, cravou ele, que em 2014 foi candidato a presidente da República pelo mesmo PSDB.

Caruaru - Quem paga antes, paga menos
Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) é o entrevistado de daqui a pouco do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o ‘Direto de Brasília’. Na pauta, seus planos para soerguer o partido, que perdeu grandes lideranças, governadores e prefeitos. Também o quadro nacional, a sucessão presidencial e nos Estados, incluindo Minas.

O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem o programa pela Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; pela Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; pela Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; ainda pela Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras; e pela LW TV, de Arcoverde.

Palmares - IPTU 2026

O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) é o entrevistado de hoje do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o ‘Direto de Brasília’. Na pauta, seus planos para soerguer o partido, que perdeu grandes lideranças, governadores e prefeitos. Também o quadro nacional, a sucessão presidencial e nos Estados, incluindo Minas.

Aécio será eleito, por unanimidade, presidente do PSDB em convenção marcada para a próxima quinta-feira. Ele tem defendido a retomada de bandeiras históricas do PSDB, como responsabilidade fiscal e modernização da gestão pública, para reconstruir a identidade tucana. A meta traçada por ele para 2026 é ambiciosa: ampliar a bancada federal dos atuais 13 deputados para 30.

O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além TV LW, de Arcoverde. Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Dois dias antes da convenção do PSDB, da qual sairá eleito, por unanimidade, novo presidente do PSDB, o deputado Aécio Neves (MG) estará no meu podcast ‘Direto de Brasília’, em parceria com a Folha de Pernambuco. Na pauta, seus planos para soerguer o partido, que perdeu grandes lideranças, governadores e prefeitos. Também o quadro nacional, a sucessão presidencial e nos Estados, incluindo Minas.

Aécio tem defendido a retomada de bandeiras históricas do PSDB, como responsabilidade fiscal e modernização da gestão pública, para reconstruir a identidade tucana. A meta traçada por ele para 2026 é ambiciosa: ampliar a bancada federal dos atuais 13 deputados para 30.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Dois dias antes da convenção do PSDB, da qual sairá eleito, por unanimidade, novo presidente do PSDB, o deputado Aécio Neves (MG) estará no meu podcast ‘Direto de Brasília’, em parceria com a Folha de Pernambuco. Na pauta, seus planos para soerguer o partido, que perdeu grandes lideranças, governadores e prefeitos. Também o quadro nacional, a sucessão presidencial e nos Estados, incluindo Minas.

Aécio tem defendido a retomada de bandeiras históricas do PSDB, como responsabilidade fiscal e modernização da gestão pública, para reconstruir a identidade tucana. A meta traçada por ele para 2026 é ambiciosa: ampliar a bancada federal dos atuais 13 deputados para 30.

Ex-comandante do Batalhão de Choque de Pernambuco e conhecido pela linha dura nas operações policiais, o hoje deputado federal Coronel Meira (PL) integra a chamada “bancada da bala” na Câmara. O parlamentar recentemente lançou outdoors em Pernambuco inflando a população a completar a frase de que “bandido bom é bandido”. Em entrevista ao podcast ‘Direto de Brasília’, ele ressalta que a segurança é uma bandeira histórica, anterior ao mandato que assumiu em janeiro de 2023.

“Eu hoje faço parte com muita honra da bancada da bala. Sempre defendi e defendo esse lema (bandido bom é bandido morto), mas estou dando uma oportunidade ao povo pernambucano. Pode botar bandido “solto”, “preso” ou “morto”. Esse é um lema que a gente defende. Bandido para mim é um custo enorme. Enquanto o cidadão brasileiro, mulher ou homem que acorda de madrugada, ganha um salário-mínimo de R$ 1.500, sacrificado, e que com esse salário tem que comprar gás, tem que comprar tudo. E você vê os bandidos que mataram, que estupraram, que fizeram de tudo de terror da população recebendo um recurso bem maior, com as cinco ou seis refeições garantidas na prisão. Tem presídio aí que dá lanchinho da tarde, com banho de sol, com encontros íntimos. Não pode”, disparou.

Membro titular da Comissão Especial que analisa a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da Segurança Pública, o deputado federal Coronel Meira (PL) não acredita que a matéria seja votada este ano. Apesar da pressão gerada em função da megaoperação policial no Rio de Janeiro, o parlamentar entende que o texto enviado pelo governo federal não agrada o Congresso Nacional, o que dificulta a tramitação da matéria. Ele atribuiu à figura do ministro Ricardo Lewandowski, que não ajuda a gestão Lula nesse assunto.

“É difícil a gente trabalhar na Câmara quando vem um pacote fechado do governo de um ministro que não entende nada, que é o Ricardo Lewandowski. Ele não entende nada de segurança pública. Está até bem assessorado em algumas áreas, mas não adianta ser assessorado se ele não ouve. Prova tal é que recentemente o diretor da Polícia Federal foi dar um depoimento, depois dessa ação do Rio de Janeiro, e o ministro mal educadamente empurrou o diretor. Se eu fosse esse diretor, pediria para sair na hora. Ele é um técnico, um delegado da polícia federal. E o ministro simplesmente atropelou, porque ele está ali simplesmente fazendo política partidária de um governo que na verdade é aliado do crime organizado. Quero que diga que o Coronel Meira está mentindo”, disparou, em entrevista ao podcast ‘Direto de Brasília’.