Rogério Marinho defende Flávio Bolsonaro para presidente

Há duas semanas, o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) teve seu nome lançado como pré-candidato à Presidência da República, apoiado por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que atualmente cumpre prisão na Superintendência da Polícia Federal. Mesmo com muitas ressalvas, o nome do parlamentar foi defendido a unhas e dentes pelo líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), que classifica o colega parlamentar como “defensor de um legado”.

“Quando o nome dele foi lançado, o primeiro sentimento de parte da classe política foi de certa perplexidade. Ocorre que o tempo passou e as pessoas estão entendendo que essa candidatura de fato defende um legado, uma forma de se encarar o país, de se ter uma visão de mundo diferenciada. Ninguém melhor do que Flávio Bolsonaro para defender o que foi construído pelo presidente Jair Messias Bolsonaro ao longo de quatro anos. Flávio é uma pessoa jovem, que tem espírito público, alguém inclusive até mais moderado do que o pai, e que tem toda a possibilidade e capacidade de fazer um grande governo, defendendo essa visão de mundo que une a todos nós, que é respeito à família, à propriedade, à vida e sobretudo a visão de um Estado onde a proficiência, o equilíbrio e o mérito sejam levados em consideração”, afirmou Marinho, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, apresentado por este blogueiro.

Petrolina - Destino

Passadas as festas de fim de ano, o clima em Brasília deve seguir em ebulição já no início de 2026. É o que promete o líder da oposição no Senado Federal, Rogério Marinho (PL-RN), que revelou estar colhendo assinaturas para abrir mais uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). O alvo desta vez é a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República, em especial o ministro Sidônio Palmeira, um dos homens fortes do governo Lula (PT).

“Nós estamos vivendo um momento de narrativas cada vez mais fortes. E tem uma narrativa que é impulsionada e turbinada por recursos públicos, que têm sido injetados nas redes de comunicação, nas redes sociais dos grandes jornais do país, e isso inclusive vem sendo denunciado”, revelou Marinho, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

“Estamos recolhendo assinaturas para fazer uma CPMI da Secretaria de Comunicação do governo federal. Inclusive, há denúncias de se pagar influenciadores e pessoas da mídia para impulsionar não apenas propaganda positiva para o governo, mas também depreciar, detratar e desqualificar opositores do governo. O próprio Sidônio está sendo acusado porque sete ou oito empresas que ganharam licitação no Ministério das Comunicações, essa carteira são geridas por um ex-sócio dele. É muita coincidência, né?”, disparou o líder da oposição no Senado.

Ipojuca - IPTU 2026

Aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, o projeto de lei da dosimetria não agradou a base bolsonarista, segundo o senador e ex-ministro Rogério Marinho (PL-RN). O parlamentar afirmou, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, que o texto não era o que defendia o grupo, que sempre pregou anistia ampla, geral e irrestrita. Mesmo assim, existe a promessa de que seja vetado pelo presidente Lula (PT).

“Não é o projeto dos nossos sonhos, é o possível diante da situação. Colocamos que era necessário limitar os efeitos da lei aos eventos do 30 de outubro de 2022 a 8 de janeiro de 2023, uma vez que anistia é uma situação muito específica, ela acontece não como uma rotina ou fato recorrente, mas como um fato extraordinário. Então uma emenda de redação poderia nos ajudar a circunscrever esse tema e permitir que pudéssemos virar essa página. Seria a única mudança possível dadas as atuais circunstâncias”, lamentou Marinho.

Caruaru - Quem paga antes, paga menos

Mesmo preso, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deverá ser uma das vozes mais influentes da eleição do ano que vem. Esse é o pensamento do ex-ministro e atual líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, apresentado por este blogueiro, o liberal criticou a estratégia da esquerda de celebrarem a prisão do ex-mandatário, afirmando que “ninguém mata uma ideia”.

“Bolsonaro está preso, é verdade. Injustamente, sendo perseguido e censurado. Mas o que eles (esquerda) não entenderam é que ninguém mata uma ideia, ninguém aprisiona um sentimento. É isso que Bolsonaro representa, cada vez mais forte. Desconheço pesquisa que mostre que partidos de centro estão melhor posicionados. Todas as pesquisas mostram que só tem dois partidos no Brasil, um é o Partido das Trevas, que é o PT, e o outro é o Partido da Luz, que é o PL. São os dois maiores partidos do Brasil, a anos-luz dos outros partidos. São duas visões diferentes do mundo e nós vamos ter a oportunidade novamente, a partir de 2026, colocar isso à prova. Não tenho dúvida nenhuma que vamos governar de novo o país”, afirmou Rogério Marinho.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PL e líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

Palmares - IPTU 2026

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PL e líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. O programa é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras no Nordeste.

Na pauta, o cenário nacional, a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, a proposta de anistia, agora transformada em dosimetria (redução de pena aos envolvidos na tentativa de golpe em janeiro de 23), e a própria candidatura de Marinho ao Governo potiguar.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PL, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. O programa é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras no Nordeste.

Na pauta, o cenário nacional, a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, a proposta de anistia, agora transformada em dosimetria (redução de pena aos envolvidos na tentativa de golpe em janeiro de 23), e a própria candidatura de Marinho ao Governo potiguar.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Médico especializado em Ortopedia e Traumatologia, o deputado federal Allan Garcês (PP-MA) é autor de um projeto de lei que pretende instituir um exame para avaliar a formação dos profissionais, a exemplo do que faz a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com três décadas de atuação, ele exerce seu primeiro mandato como parlamentar, tendo a saúde como principal bandeira. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele desmente a ideia de que o número de médicos no Brasil é insuficiente, uma das principais queixas da sociedade em pesquisas de opinião.

“O número de médicos não é insuficiente. Nós estamos numa média acima do que é preconizada hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nós temos médicos suficientes. O que existe no Brasil é uma má distribuição desses médicos. Tem muitos médicos concentrados em um determinado local e poucos concentrados em outros locais. Na região Norte do país, existe uma concentração menor. Já nas regiões Sudeste e Sul, existe uma concentração maior da classe médica. Então o que tem que ter aí também é uma forma de melhor distribuir esses médicos no território nacional”, afirmou Garcês.

Um dos temas que mais geraram desgastes para os governos do PT foi a importação de médicos cubanos para o programa Mais Médicos. Instituído em 2013, a iniciativa gerou um grande desgaste do partido com os profissionais da saúde brasileiros, embora também tenha recebido elogios. Para o deputado federal Allan Garcês (PP-MA), que atuou no Ministério da Saúde no governo de Jair Bolsonaro (PL), a iniciativa foi uma “forma do Brasil incrementar a ditadura de Cuba”.

“Eu era diretor de Articulações Interfederativas, atuava com os conselhos nacionais de secretários de Estado e secretários municipais. Fiquei encarregado de desenvolver uma avaliação dos médicos cubanos. Bolsonaro fechou a porta para a entrada deles no Brasil, diferentemente do governo Lula, que abriu e vieram 13 mil médicos cubanos para cá. Bolsonaro fechou para criar o programa Médicos pelo Brasil, fui até eu que dei esse nome. Assim substituiu o Mais Médicos, só no nome, mas a gente também incrementou esse programa, e detectamos que realmente muitos médicos cubanos também eram de baixa qualidade”, revelou Garcês, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o médico e deputado Allan Garcês (PP-MA), coautor do Projeto de Lei (PL) 785/2024, que institui o Exame Nacional de Proficiência em Medicina como requisito obrigatório para o exercício da profissão no Brasil, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!