Casal Tércio comparece à celebração e presta homenagem

A deputada federal Clarissa Tércio (PP) e seu marido, deputado estadual Júnior Tércio (PP), reforçam a credibilidade do blog, nesses seus 18 anos.

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Com uma agenda marcada por encontros, visitas e conversas com moradores e lideranças comunitárias, a candidata a deputada federal Priscila Ferraz (PSB) intensificou, neste fim de semana, sua presença em comunidades do Recife e da Região Metropolitana. Para Priscila, estar presente nas comunidades é fundamental para conhecer de perto os desafios e manter um diálogo permanente com a população. “É nas ruas e nas comunidades que a gente entende de perto os desafios e as necessidades das pessoas. Eu acredito no diálogo, na proximidade e em uma construção feita junto com quem vive diariamente essas realidades”, afirmou. Com uma trajetória ligada à defesa da Enfermagem, à valorização dos profissionais de saúde e ao fortalecimento do SUS, Priscila vem ampliando suas agendas e fortalecendo o contato com diferentes comunidades do Recife e da Região Metropolitana.

A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado, reconheceu, em entrevista ao portal G1, o peso da pauta de votações desta semana de esforço concentrado do Congresso Nacional, a última antes das eleições de outubro.

O governo trabalha pela aprovação de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) — a que estabelece o fim da escala 6×1 e a que cria novas regras para a política de segurança pública — e articula o aval ao projeto de lei do marco legal dos minerais críticos e das terras raras.

“Não há de se negar que ela [PEC que acaba com a escala 6×1] tem efeitos eleitorais porque ela está na boca do povo”, afirmou a senadora.

Primeira mulher a ocupar a liderança do governo no Senado, Teresa Leitão assumiu o cargo no lugar do senador Jaques Wagner (PT-BA), que deixou o posto após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que revelou um esquema de fraudes envolvendo o Banco Master.

Teresa chegou à liderança do governo no Senado dois meses depois de o presidente Lula passar pela sua mais dura derrota na Casa: a rejeição ao nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).

A senadora falou sobre o desgaste na relação entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mas negou ter havido ruptura entre os dois.

“Houve um afastamento entre os dois presidentes dessas instâncias, fundamentais para a democracia Brasileira, mas não houve ruptura”, disse Teresa.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

O Globo

Com quase 2,5 milhões de novos seguidores nas redes sociais em uma semana, o presidenciável Augusto Cury (Avante) vive um boom atestado pelos números da arena virtual — o índice de popularidade digital (IPD) medido pela Quaest mostra que Cury saltou, em uma semana, de 37,8 para 54,5 pontos em uma escala que vai de 0 a 100.

O movimento, na esteira de aparições na TV e do apoio de influenciadores como Pablo Marçal, tem levado adversários a questionar quão orgânica é a ascensão do psiquiatra nas plataformas e a colocar o candidato, até então ignorado, no alvo de críticas. Na prática, Cury acirrou a disputa para ver quem se sai melhor entre os postulantes que tentam espaço diante do cenário polarizado entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

O levantamento da Quaest, que considera resultados de sete plataformas digitais, mostra que, na semana passada, Cury passou da sétima para a quarta posição no ranking de popularidade digital, que considera aspectos como presença nas redes, reações positivas e negativas e engajamento. Agora, só fica atrás de Flávio Bolsonaro (PL), Lula (PT) e Renan Santos (Missão).

O crescimento é perceptível no alcance das publicações do candidato. Um corte da participação dele no debate da Band, publicado há seis dias, soma 21,2 milhões de visualizações e 1,3 milhão de curtidas no Instagram. Já o jingle da campanha alcançou 12 milhões de visualizações e 584 mil curtidas em quatro dias.

Além de impulsionado pelas idas a debates e sabatinas, o movimento ganhou força com vídeos favoráveis à candidatura publicados por influenciadores e personalidades. Um dos nomes que mais tem se aproximado do escritor é Pablo Marçal. A relação entre os dois antecede a campanha: Cury já participou do “Marçal Talks”, programa comandado pelo ex-coach, que passou a elogiar o presidenciável.

Aliados da campanha

Outras figuras de alcance superlativo nas redes que manifestaram apoio ao psiquiatra incluem o comentarista político Caio Coppolla, os cantores Nego do Borel e Manoel Gomes e os influenciadores Yuri Meirelles e Raphael Soares. Geralmente, os vídeos incluem menção a algum livro de Cury, seguida de uma análise do que motiva a declaração de voto nele.

Como mostrou o colunista Lauro Jardim, do GLOBO, campanhas adversárias levantam a possibilidade de robôs estarem inflando os números do escritor nas redes. A Quaest, no entanto, afirma que o IPD identifica e exclui esses perfis do cálculo.

Nos últimos dias, institutos que adotam entrevistas por telefone e pela internet como metodologia mostraram crescimento acentuado do escritor em intenções de voto. Há expectativa pela divulgação das pesquisas Quaest e Datafolha desta semana — que saem na quarta e na quinta-feira, respectivamente, e são presenciais. Os próximos levantamentos vão dimensionar o tamanho de Cury após o início da propaganda eleitoral e da entrevista à TV Globo, no sábado.

Nas últimas pesquisas desses institutos, a performance dele nas sondagens foi tímida: Cury marcou 2% tanto na Quaest quanto no Datafolha, atrás dos demais candidatos que tentam ser alternativas a Lula e Flávio.

— Nossa leitura é que as pesquisas da semana vão trazer o doutor Augusto em terceiro — afirma o ex-deputado federal Júlio Delgado (Avante), candidato a vice na chapa do psiquiatra. — Estamos consolidando essa posição de tentar encontrar um buraquinho na bolha da polarização.

Nos primeiros meses do ano, o psiquiatra procurou diversos partidos, entre eles alguns dos maiores do país, para tentar viabilizar a empreitada presidencial. Esteve com representantes do Republicanos, PSD, MDB, PSB, PSDB e Podemos, como mostrou a newsletter Jogo Político, do GLOBO. O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, chegou a testar internamente a possibilidade. Consultadas, no entanto, as lideranças do partido refutaram a filiação.

‘Ganha-ganha’ com sigla

No Avante, a chegada de Cury foi vista como um “ganha-ganha”. Se o escritor que contava com milhões de seguidores conseguiria ali uma legenda para disputar o Planalto, o partido ganharia um nome forte para impulsionar também a votação de deputados, prioridade número um na cabeça de dirigentes de partidos pequenos e médios.

É com base no desempenho para a Câmara que se alcança ou não a cláusula de barreira — que determina, na prática, se uma sigla consegue sobreviver nos quatro anos seguintes.

Hoje, com a tendência de crescimento do candidato, o partido se anima, mas também faz observações internas para tentar corrigir o que ainda considera lacunas de Cury. Uma delas é o “tom professoral”, que precisaria ser trocado por um linguajar mais palatável.

Exemplo bem-sucedido disso, segundo um aliado, foi a agenda que teve no sábado na favela da Rocinha, no Rio. O candidato, inclusive, tem como jingle uma adaptação do “Rap da felicidade”, clássico carioca cuja letra do refrão estampou na camiseta que usou durante a visita à favela: “Eu só quero é ser feliz”.

Entende-se na campanha que, com a aparição na TV — seja em entrevistas ou no horário eleitoral —, as pessoas passaram a associar o escritor Augusto Cury ao candidato Augusto Cury. Ele se orgulha de ser “o psiquiatra mais lido do mundo”, com mais de 40 milhões de livros vendidos em cerca de 70 países. A obra literária inclui livros de ficção, como “O vendedor de sonhos”, e outros com pegada de autoajuda, embora ele refute o rótulo.

De influencers a drones

As propostas de Cury, defendidas nas entrevistas recentes, viralizaram. Uma que despertou comentários irônicos nas redes foi a de contratar influenciadores para divulgar trabalhos como o do Itamaraty. Seria uma forma, disse, de ajudar a “vender o Brasil” ao mundo. Outra ideia criticada é a de usar drones no combate ao feminicídio, que virou meme.

— (O drone) se aciona na delegacia, ele sai da delegacia antes do policial e faz uma sirene de alerta. E isso pode evitar que o predador, que age rapidamente, possa matá-la ou agredi-la — explicou o presidenciável na TV Globo.

Um dos principais aliados do candidato Renan Santos, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) foi um dos que pegaram carona na proposta para criticar Cury. “Eu nunca vi nem a Dilma (Rousseff) falar tantas bobagens quanto este senhor. O Brasil não aguenta mais tanta picaretagem”, escreveu em publicação no Instagram.

O próprio Renan, instado a avaliar o crescimento de Cury durante sabatina do jornal O Estado de S. Paulo, tentou minimizar o movimento.

— Há um momento de forte despolitização no Brasil. É a eleição mais desengajada que eu vi desde 2010. Para as pessoas que estão cansadas da hiperpolitização nos últimos anos, talvez (Cury) seja um produto que faça sentido momentaneamente — alegou o presidenciável, que também classificou como “inorgânica” a subida do candidato do Avante nas redes.

O político do Missão vinha despontando como o “outsider” desta eleição, figurino que Romeu Zema (Novo) tentou incorporar. Cury, que nunca teve envolvimento com a política, disputa esse espaço.

Quem também comentou o momento de Cury, mas em tom mais ameno, foi o presidenciável do PSD, Ronaldo Caiado.

— Isso mostra que a população brasileira não quer mais nem Lula e nem Flávio. A população brasileira começou a se movimentar agora para buscar um candidato do segundo pelotão — disse em entrevista à Jovem Pan.

Na sabatina O GLOBO, CBN e Valor, na semana passada, o psiquiatra se valeu em muitos momentos de discursos mais genéricos, como na hora de falar de economia. Em linhas gerais, apresentou mais críticas a Lula do que a Flávio Bolsonaro, tanto que disse preferir enfrentar o petista num eventual segundo turno.

Caruaru - Transparência 2026

O dia em que Carlos Monforte abandonou o Bom dia, Brasil

Cheguei em Brasília em meio à campanha das Diretas Já e logo passei a conviver com jornalistas do mais alto nível, principalmente quando fui eleito para a presidência do Comitê de Imprensa da Câmara dos Deputados no segundo mandato do presidente da Casa, Michel Temer, com quem criei uma relação profissional respeitosa que perdura até hoje. Um grande aprendizado, uma verdadeira universidade do jornalismo político.

Atuei entre o Salão Verde da Câmara e o Salão Azul do Senado, ambiente no qual as feras eram vistas farejando notícias. Figurões do jornalismo nacional, como Dora Kramer, Fernando Rodrigues, Heraldo Pereira, Júlio Mosquéra, Denise Rothenburg, José Maria Trindade, Marcelo Tognozzi, Tales de Farias, Weller Diniz, Luiz Queiroz, Cristiane Lobo e até o Carlos Castelo Branco, o Castelinho, o maior de todos.

Com Carlos Monforte, que Deus levou ontem aos 77 anos, também tive uma convivência bem próxima. Era a ele que recorria para levar ao Bom dia, Brasil, programa que ancorou por muitos anos, o presidente da Fundação Rondon, Sílvio Amorim, a quem assessorei em Brasília numa primeira etapa, e depois, já num outro momento da minha carreira, o então governador de Pernambuco, Joaquim Francisco, de quem fui secretário de Imprensa.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) foi indicado para a vaga no TCU (Tribunal de Contas da União) na noite desta segunda-feira (31). A formalização foi feita pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e a votação está prevista para esta semana.

O parlamentar foi indicado para a vaga de Bruno Dantas, que deixou o TCU. Ele apresentou o pedido de renúncia ao cargo nesta segunda-feira em movimento que era esperado por ter sido comunicado a colegas. Pacheco despontou como favorito a substituir Dantas. As informações são da CNN.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou no domingo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pediu direito de resposta por declarações do adversário Flávio Bolsonaro (PL) durante a sabatina da TV Globo. Segundo o PT, o senador disse “mentiras em série” em relação a temas como urnas eletrônicas, o Pix e os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

A campanha do petista afirma que o senador “veiculou diversas afirmações falsas e gravemente descontextualizadas acerca de fatos diretamente relacionados ao processo eleitoral e à candidatura” de Lula. As informações são do jornal O GLOBO.

Palmares - Forró Mares 2026

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral do Distrito Federal, se manifestou novamente contra registro da candidatura de José Roberto Arruda (PSD) ao cargo de governador do DF após o candidato contestar a impugnação feita pelo órgão. O caso ainda será julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).

Em documento anexado ao processo na noite desse domingo (30/8), o procurador regional eleitoral Francisco Guilherme Vollstedt Bastos reafirmou que Arruda está inelegível desde dezembro de 2018, quando foi confirmada sentença condenatória por ato doloso de improbidade administrativa. As informações são do Metrópoles.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorização para que dois ex-assessores voltem a integrar a equipe de apoio que atende Bolsonaro em sua residência. O pedido foi apresentado nesta segunda-feira (31).

O pleito envolve Sérgio Rocha Cordeiro e Max Guilherme Machado de Moura. Os advogados pedem que os dois sejam incluídos novamente na relação de servidores autorizados a exercer atividades de rotina na casa do ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. As informações são da CNN.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

A ex-primeira-dama de Granito, no Sertão de Pernambuco, Raila Miranda, denunciou em vídeo divulgado nas redes sociais neste domingo (30), ter sido vítima de violência contra mulher. Apesar da publicação não informar quem praticou o ato de violência, o prefeito de Granito, George de Sidney, publicou na tarde desta segunda (31) uma nota à imprensa.

Segundo a ex-primeira-dama, as agressões aconteceram há pouco mais de 20 dias dentro da própria casa. Nas filmagens, é possível ver hematomas no rosto e cortes na parte de trás da cabeça da vítima. Ainda de acordo com Raila Miranda, o filho de sete anos presenciou as agressões e “o desespero de uma mãe que sangrava”. As informações são do Diario de Pernambuco.

A equipe jurídica da candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República afirmou que entrará, ainda nesta segunda-feira (31), com um mandado de segurança para tentar reverter a decisão do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, que suspendeu a participação dele em debates e vetou a utilização de recursos do fundo eleitoral. Durante coletiva de imprensa nesta segunda, Arthur Rollo, o advogado da campanha, disse que a medida viola artigos da lei eleitoral.

— Nós temos três pareceres da Procuradoria Geral Eleitoral pelo deferimento do registro da candidatura. O Ministério Público Eleitoral, lá no TSE, disse o seguinte: estão preenchidos todos os requisitos, não existem ineligibilidades. E aí vem uma decisão, ou três decisões de ofício (que suspendem a campanha). Nós não temos dúvida de que essa decisão é ilegal — disse Rollo. — Um mandado de segurança será impetrado hoje ainda. E por que mandado de segurança? Porque essa decisão, essas três decisões, são o que a gente chama de decisões teratológicas e manifestamente ilegais. As informações são do jornal O GLOBO.

Após quatro anos com as contas no vermelho, o governo federal fixou uma meta fiscal com saldo positivo em 2027, de R$ 18,6 bilhões, primeiro ano de mandato do próximo presidente da República — a ser eleito em outubro.

O objetivo de superávit para as contas do governo federal consta da proposta de Orçamento para 2027, enviada nesta segunda-feira (31) ao Congresso Nacional. As informações são do g1.

A PEC da Segurança Pública (Proposta de Emenda à Constituição nº 18/2025), que deve ter o relatório votado nesta quarta-feira (2) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, pode retirar, segundo estimativa de entidades do setor, aproximadamente R$ 500 milhões por ano que hoje são destinados ao esporte brasileiro.

Em entrevista exclusiva à Folha de Pernambuco, a vice-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Yane Marques, detalhou o impacto da medida nos investimentos esportivos e como atletas e confederações estão lutando para convencer os senadores a evitarem a alteração na redistribuição dos recursos. As informações são da Folha de Pernambuco.