Câmara de Caruaru vira alvo de ação judicial por homenagens a políticos vivos

Dar nome de pessoas vivas a espaços públicos fere a Constituição por contrariar princípios como impessoalidade e moralidade administrativa. Com esse entendimento, o advogado Allan de Andrade Ferreira entrou com duas ações populares contra a Câmara de Vereadores de Caruaru. Ele questiona resoluções, aprovadas em 2024, que autorizam a homenagem a políticos ainda vivos em espaços da nova sede do Legislativo municipal.

Segundo o advogado, o principal problema é o uso da máquina pública para promoção individual. “Ao dar o nome de uma obra a uma pessoa viva, na prática, é uma promoção com dinheiro público”, afirmou.

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No último sábado (13), a cidade de Arcoverde, no Sertão, sediou a primeira edição do Forró do Magno, festa em comemoração aos 20 anos deste Blog e 1 ano de casamento meu com minha Nayla Valença. Foi um sucesso! Os artistas Maestro Zezinho do Acordeon, Paulinho Leite, Orquestra Super Oara, Mayana Neiva e Sebá Rossi garantiram a animação da festa do início ao fim.

O cardápio, composto por diversas comidas típicas, uma deliciosa feijoada e um primoroso xerém com galinha de capoeira, deliciaram os presentes e garantiram elogios. Confiram no vídeo os melhores momentos da festa, que já se consagrou no calendário de eventos da cidade.

Jaboatão dos Guararapes - Refis 2026

A expressão “amor bandido” costuma ser usada para descrever uma relação marcada por contradições, conveniências ou comportamentos que não parecem compatíveis com o discurso de amor ou lealdade.

O pré-candidato ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra, Túlio Gadelha (PSD), tem exaltado o amor que diz ter pelo presidente Lula (PT). No entanto, todos os seus movimentos políticos parecem voltados para uma aproximação com o centro e a direita em busca de votos, o que demonstra que o amor talvez não seja tão grande quanto se imagina.

Pelo contrário. Dá para concluir que está mais para amor bandido.

Petrolina - São João 2026

Uma moradora de São Benedito do Sul, na Mata Sul do Estado, Nilza Vieira de Moura Oliveira, de 58 anos, afirma viver um drama que já dura dois anos após uma cirurgia realizada no Hospital Getúlio Vargas (HGV), no Recife. Segundo a família, ela procurou atendimento para retirada de pedras nos rins, mas saiu do procedimento sem um dos rins e com a bexiga perfurada.

De acordo com o relato dos familiares, durante a cirurgia foi retirado um rim que, segundo a equipe médica, apresentava atrofia. A família também sustenta que houve perfuração da bexiga durante o procedimento. Desde então, Nilza convive com perda involuntária de urina, necessita do uso constante de fraldas e enfrenta gastos com medicamentos e pomadas para assaduras.

“Retiraram meu rim, perfuraram minha bexiga e hoje eu não consigo nem sair de casa porque fico me urinando. Eu não saio de casa mais pra nada”, relata a paciente.

O marido, Francisco, afirma que a família enfrenta dificuldades para obter respostas sobre o caso. Segundo ele, durante o período de internação chegou a ser retirado da sala onde buscava esclarecimentos junto à equipe médica. Desde então, o casal passou a buscar apoio para tentar garantir tratamento e reparação pelos danos.

O caso chegou ao Ministério Público de Pernambuco. Em documento encaminhado pela direção do Hospital Getúlio Vargas à 11ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital (Saúde), em agosto de 2025, o hospital informou que a paciente já possuía programação cirúrgica agendada e seria chamada para internação para complementação de exames pré-operatórios e programação do procedimento. O ofício foi encaminhado à promotora de Justiça Eleonora Marlise Silva Rodrigues e integra procedimento acompanhado pelo Ministério Público.

Apesar dessa informação encaminhada por parte da direção do hospital, a família afirma que continua aguardando a solução. Enquanto isso, Nilza Nilza convive diariamente com as sequelas e aguarda um procedimento para reparar a perfuração feita na bexiga e tentar retomar suas atividades.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Tapumes e ordens de serviço

A governadora Raquel Lyra (PSD) só tem mais 20 dias, até 4 de julho, para propagandear um rosário de feitos no horário nobre da TV que, na verdade, não passam de muito oba-oba. Em três anos, pouco ou quase nada seu governo entregou.

O tempo se encarregou de revelar a face mais cruel, mas ao mesmo tempo real: um governo sem identidade, sem entregas de obras ou projetos estruturadores para o Estado. O que é o Governo Raquel? Um amontoado de tapumes sem obras por dentro e um festival de ordens de serviço para obras fantasiosas.

Caruaru - São João que o mundo reconhece

Neste fim de semana, mais uma estrutura do Hospital da Restauração desabou. Desta vez, foi o forro da área de alimentação da unidade que veio abaixo. Junto com os destroços, surgiu um timbu. A cena gerou susto, comentários e até certo desconforto cômico, mas acabou se transformando em um símbolo das fragilidades estruturais do hospital.

O episódio reacendeu questionamentos sobre as condições de conservação do HR, que já acumulava registros de problemas em sua infraestrutura. Embora ninguém tenha ficado ferido, as imagens rapidamente circularam nas redes sociais e reforçaram críticas à situação da unidade.

Olinda - Trabalhando para superar desafios
Palmares 146 anos

Apresentador do 1º Forró do Magno, Micael Lima, radialista e âncora da Rádio Itapuama FM, de Arcoverde, postou há pouco nos stories do Instagram um relato emocionante sobre as lembranças do avô, a influência do programa Frente a Frente e a inspiração para seguir a carreira jornalística.

“Tive a honra de apresentar a 1º edição do Forró do Magno. Participar desse momento me trouxe boas lembranças do meu avô, que, quando eu ainda era adolescente, parava comigo todas as noites para ouvir o Frente a Frente. Sem dúvida, Magno foi uma das grandes inspirações para que eu seguisse o caminho do jornalismo. Em Arcoverde, ele celebrou os 20 anos do blog e os 40 anos de carreira — uma trajetória que continua sendo escrita diariamente. Que venham as próximas edições desse grande evento!”, escreveu.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias
Camaragibe - Forró da Vila

Por Almir Albuquerque*

Considero importante o rastreamento que está sendo desenvolvido pelas autoridades competentes. Minha intenção com esse texto é chamar a atenção sobre a existência, ou não, de operações do Banco Master com bancos nacionais e internacionais.

Troca de Chumbo, como é conhecida no mercado financeiro, é uma operação proibida pelo BACEN – Banco Central. Exemplo de operação Troca de Chumbo: depois do Banco A e Banco B acertarem valor e vencimento, Banco A emite um CDB nominal ao banco B.