Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o advogado Chistopher Goulart, neto do ex-presidente João Goulart, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chegou por volta das 20h45 ao ato em apoio ao candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) no Recife.
O parlamentar chegou acompanhado do presidente do PL em Pernambuco, deputado federal eleito Anderson Ferreira, do preso estadual do Novo, Técio Teles, e de outras lideranças e aliados da direita. As informações são da Folha de Pernambuco.
A carreata tem início na Pracinha de Boa Viagem e segue até ao Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.
Apoiadores de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência da República (PL-RJ), marcam presença na Praça de Boa Viagem, para o “Bloquinho 22”, que terá participação do deputado federal eleito, Nikolas Ferreira (PL-MG), além de outros políticos da direita pernambucana.
Durante o ato, apoiadores cantaram música contra o PT e o presidente Lula. As informações são do JC.
Antes do começo da carreta do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) no Recife, deputados pernambucanos exaltaram o ato em apoio ao candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Para o deputado federal eleito deputado estadual André Ferreira (PL), o ato demonstra a força da direita no estado. As informações são da Folha de Pernambuco.
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“É o maior ato político da direita em Pernambuco. Não tenho dúvida nenhuma que (Flávio) Bolsonaro vai ser eleito, e Pernambuco vai dar sua contribuição em votação nele”, afirmou.
Já o deputado estadual reeleito Abimael Santos (PL) afirmou que o ato representa o desejo de mudança da população pernambucana.
“Isso aqui é resultado de várias forças, vários deputados trabalhando , mas não só isso. É mais um desejo de mudança do povo pernambucano. Nunca se viu um negócio desse”, disse.
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22), a três dias do segundo turno, mostra que 49% dos eleitores entrevistados aprovam o governo do presidente Lula (PT), candidato à reeleição, enquanto 48% desaprovam.
Na pesquisa anterior, de uma semana atrás, 50% desaprovavam o governo, e 48% aprovavam. As informações são do g1.
Leia maisAprovação do governo Lula:
É a primeira vez desde julho que a aprovação fica numericamente acima da desaprovação.
O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo. O Datafolha ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-09709/2026.
A pesquisa também mostra que 39% dos entrevistados consideram a gestão Lula 3 como ruim ou péssima, enquanto 36% consideram ótima ou boa. Aqueles que responderam regular são 24%.
Veja os números:
O levantamento mostra que Flávio Bolsonaro aparece com 47% das intenções de voto, e Lula tem 46%, em empate técnico dentro da margem de erro. Brancos e nulos somam 5%, os indecisos são 2%.
Em votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 50%. O número de votos válidos é o que a Justiça Eleitoral usa para determinar os resultados das eleições.
Veja os números:
O Datafolha mostra que 94% dos eleitores entrevistados estão totalmente decididos sobre o voto, e 6% ainda podem mudar.
A pesquisa aponta ainda que também que Flávio Bolsonaro tem uma rejeição de 46% dos eleitores (eram 44% na pesquisa anterior), enquanto a rejeição de Lula é de 45% (eram 46%).
Segundo a pesquisa, 3% dos eleitores dizem rejeitar ambos, e 6% não rejeitam nenhum dos dois.
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Minha amiga Kátia Cubel, que promove há 22 anos o Prêmio Engenho Comunicação, em Brasília, me fez uma convocação para participar de um dos painéis do Festival de Jornalismo no Recife, na próxima quarta-feira. Terá o mesmo formato do de Brasília, também promovido e coordenado por ela, com muito brilho e sucesso, com a participação da nata do jornalismo nacional.
O Festival de Jornalismo Recife será realizado no auditório da OAB-PE, das 13h às 20h, com participação de 15 profissionais da comunicação. O evento, voltado prioritariamente para estudantes de Jornalismo, terá entrada gratuita e vagas limitadas. A proposta é complementar a formação universitária com debates sobre prática profissional, ética, mercado de trabalho, apuração e os desafios atuais da profissão.
Leia maisA programação começa às 13h30, com o painel “O Papel do Jornalismo”, reunindo Breno Pires, da revista Piauí e da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji); Carla Egydio, da Associação de Jornalismo Digital (Ajor); e Patrícia Blanco, do Instituto Palavra Aberta e do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional. Pernambucano e formado pela UFPE, Breno é um premiado repórter investigativo.
Às 14h30, o painel “Os desafios do Jornalismo em Pernambuco” terá Carol Santos, do Marco Zero; Leusa Santos, da Folha de Pernambuco; Laurindo Ferreira, do Sistema Jornal do Commercio; e Magno Martins, do Blog do Magno. Na sequência, às 15h30, o jornalista Francisco José fará a conferência magna “Francisco José e o Jornalismo nas Linhas de Frente”. Aos 82 anos, ele participou de 103 edições do Globo Repórter e construiu uma trajetória marcada por grandes reportagens no Brasil e no exterior.
O debate “O que o Mercado espera de você”, às 16h30, reunirá Eduardo Scolese, da Folha de S.Paulo; Eldo Gomes, do Blog do Eldo; e Felipe Resk, do Diário de Pernambuco. Às 17h20, Basília Rodrigues, analista de conjuntura do SBT News e uma das jornalistas mais bem informadas sobre os bastidores do poder em Brasília, participa com Roberta Aureliano, da TV Guararapes, do painel “Precisão da Informação e o Impacto na Sociedade”. A programação será encerrada com a exibição do documentário Escola Base – Um Repórter Enfrenta o Passado, às 18h10.
O Festival de Jornalismo Recife tem patrocínio do Banco do Nordeste, da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) e da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), além do apoio da Prefeitura do Recife, do Instituto Palavra Aberta, Jornalistas & Cia, RXZ e OAB-PE. As inscrições são gratuitas e as vagas, limitadas.
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Por Cláudio Soares*
A corrida presidencial entra em sua fase decisiva com uma intensa agenda de pesquisas eleitorais registradas para os dois últimos dias antes da votação.
Na sexta-feira (23), estão previstas sete pesquisas nacionais. No sábado (24), véspera do segundo turno, outros dez levantamentos poderão ser divulgados.
O volume de entrevistas chama a atenção e permitirá uma comparação importante entre diferentes institutos, metodologias e períodos de coleta.
Leia maisSexta-feira, 23 de outubro
Para a sexta-feira estão previstas pesquisas dos seguintes institutos:
DataTrends, com 2.000 entrevistados.
Alfa Inteligência, com 1.200.
RealTime Big Data, com 2.000.
Veritá, com 15.554.
Ipespe, com 1.500.
Vox Brasil, com 2.100.
Vetor Arrow, com 3.000 entrevistados.
Somadas, essas sete pesquisas representam 28.354 entrevistas.
Sábado, 24 de outubro
A véspera da eleição terá uma concentração ainda maior de levantamentos.
Estão previstos estudos da Phoenix, com 4.001 entrevistados; AtlasIntel, com 5.000; CNT/MDA, com 2.002; Veritá, com 15.554; Gerp, com 2.400; Apex/Futura, com 2.000; Palver, com 5.000; Nexus/BTG, com 2.000; Quaest, com 3.702; e Datafolha, com 4.050 entrevistados.
Ao todo, são 45.709 entrevistas previstas nesses dez levantamentos.
A última fotografia antes das urnas
O interesse não está apenas no número de pesquisas, mas principalmente no período em que os entrevistados serão ouvidos.
Quaest, Datafolha, AtlasIntel e outros institutos terão trabalhos de campo realizados muito próximos da votação, oferecendo ao eleitorado uma das últimas fotografias da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro.
A comparação entre os resultados deverá ser feita com cautela. Diferenças de metodologia, tamanho da amostra, margem de erro e período de coleta podem produzir números diferentes sem que isso necessariamente represente uma mudança real na preferência do eleitor.
Outro ponto fundamental é distinguir registro de pesquisa de aprovação do resultado. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é uma exigência legal e permite consultar informações como contratante, metodologia, amostra e período de realização. O TSE, entretanto, não chancela previamente os números apresentados pelos institutos.
Na reta final, portanto, mais importante do que observar uma pesquisa isoladamente será verificar a tendência conjunta dos levantamentos.
A sexta-feira poderá indicar o movimento da disputa. No sábado, a véspera da eleição, poderá apresentar a última grande fotografia antes de o eleitor transformar números de pesquisas em votos nas urnas.
*Advogado e jornalista
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A Faculdade de Medicina de Olinda (FMO) lançou, nesta quinta-feira (22), a Comenda Inácio de Barros Melo, criada para homenagear personalidades de destaque na sociedade, especialmente na área da educação. O primeiro agraciado foi o médico cardiologista e professor Eduardo Lins Paixão, escolhido por decisão unânime do corpo docente da instituição.
Durante a homenagem, Eduardo Lins Paixão destacou sua relação com a medicina e com a docência. “A medicina é a arte de servir, de trabalhar para as pessoas. O sucesso é apenas uma consequência disso. Eu adoro ensinar e procuro sempre entregar o meu melhor”, afirmou. Formado em Medicina pela Universidade de Pernambuco (UPE), ele atua nas áreas de cardiologia nuclear e tomografia cardiovascular e é professor da FMO.
A comenda leva o nome do advogado e professor Inácio de Barros Melo, fundador da Associação de Ensino Superior de Olinda (Aeso), criada em 1968 e responsável pela implantação da Faculdade de Direito de Olinda. Segundo o diretor-geral da FMO, Inácio de Barros Melo Neto, a homenagem busca preservar o legado do educador. “A Comenda nos ajuda a perpetuar a história de um grande educador”, declarou.
O Partido Liberal (PL) realiza, nesta quinta-feira (22), uma mobilização política em apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, no Recife. O ato, intitulado “Bloquinho do 22”, é realizado no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana, e conta com a participação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e outros políticos conservadores.
A concentração ocorre na Pracinha de Boa Viagem. Os participantes seguem em caminhada pela orla da Avenida Boa Viagem até o Parque Dona Lindu. As informações são da Folha de Pernambuco.
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Entre os políticos que participam da caminhada estão o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP), o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) e o senador eleito Marcel van Hattem (Novo-RS).
Também marcam presença representantes pernambucanos, como o presidente estadual do PL e deputado federal eleito, Anderson Ferreira; o deputado estadual eleito André Ferreira (PL); e o ex-candidato ao Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, Mendonça Filho (PL), além de outros políticos e aliados.
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A ex-líder do governo de Jair Bolsonaro (PL) no Congresso Joice Hasselmann (Podemos) declarou nesta quinta-feira (22) que votará no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em vídeo publicado no Instagram, a ex-parlamentar explica que sua decisão decorre da defesa da democracia, apesar das divergências políticas que mantém com Lula e o PT. “Afinal, perder uma eleição, tudo bem. Perder a democracia, jamais”, afirma. As informações são do Brasil 247.
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Joice apresenta o voto como uma escolha pela preservação das condições que permitem o debate político e o exercício da oposição. “Voto em Lula, sem meias palavras, sem hipocrisia”, declara.
No vídeo, Joice relembra sua trajetória de enfrentamento ao PT e sua participação na campanha de Jair Bolsonaro em 2018. Ela afirma que acreditava estar contribuindo para uma mudança política e para o combate à corrupção.
“Em 2018, acreditei em Bolsonaro, sim”, diz. A ex-deputada recorda a proximidade que teve com o então candidato e sua atuação posterior como líder do governo no Congresso Nacional.
Segundo seu relato, a decepção ocorreu ainda no primeiro ano da gestão. Joice afirma que a convivência com o núcleo familiar e com aliados de Bolsonaro revelou práticas incompatíveis com as promessas que a haviam levado a apoiar o projeto.
“Eu vi o clã por dentro”, afirma. Ao reconhecer sua responsabilidade na ascensão do ex-presidente, acrescenta: “Eu errei em ajudar, mas não poderia ficar de braços cruzados”.
Joice afirma que o rompimento foi acompanhado de perseguições, agressões e ataques à sua reputação. No vídeo, relata ter perdido poder, aliados e base política, além de ter sido grampeada e espancada – o que ocorreu em 2021, quando seu apartamento foi invadido.
A ex-parlamentar também afirma que denunciou a existência de uma minuta de golpe ainda em 2019 e que levou a informação ao então presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.
“Esta minuta já existia no primeiro ano de governo”, declara. Ao revisitar sua trajetória, Joice sustenta que suas denúncias foram feitas quando ainda enfrentava resistência e ataques de antigos aliados.
O argumento central da declaração de voto é a distinção entre divergências políticas e ameaça à democracia. Joice afirma que continua discordando da esquerda, mas considera que essas diferenças podem ser enfrentadas dentro das instituições.
“Hoje posso confirmar: os dois lados não são iguais”, diz. Sobre o campo político ao qual se opôs durante décadas, afirma que ele tem ideias que combate, “mas dentro das regras da democracia”.
A ex-deputada faz duras acusações contra a família Bolsonaro e sustenta que o grupo representa um risco à alternância de poder. Em sua avaliação, uma vitória de Flávio Bolsonaro poderia abrir caminho para a continuidade do domínio familiar sobre a Presidência durante décadas, além de assalto aos cofres públicos.
Joice afirma estar consciente das consequências pessoais e políticas de seu posicionamento. Prevê críticas, rompimentos de amizades e fechamento de portas, mas diz que esses custos não a farão recuar. “Já perdi muito e não tenho medo de perder”, declara.
A ex-deputada ressalta que seu voto não representa adesão ao programa do PT. Sua intenção, segundo explica, é retomar a oposição depois da eleição, com a garantia de poder exercê-la em um ambiente democrático.
“Sim, volto à oposição, mas dentro do processo democrático, onde é possível fazer oposição”, afirma.
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, a três dias do segundo turno, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto, contra 46% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. Em votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, ambos têm 50%.
Na pesquisa Datafolha anterior, divulgada em 15 de outubro, Flávio Bolsonaro aparecia com 47% das intenções de voto, contra 45% de Lula.
Os dados da pesquisa espontânea — quando o nome dos candidatos não é apresentado ao entrevistado — mostram um cenário de estabilidade. Flávio manteve 46%, enquanto Lula marcou novamente 45%. Os indecisos, por sua vez, passaram de 3% para 4%. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisOs pesquisadores foram às ruas entre terça e quinta-feira. Ocorreram 2.520 entrevistas feitas pessoalmente. O levantamento, contratado pela TV Globo e pela Folha de S. Paulo, tem nível de confiança de 95%. O registro junto à Justiça Eleitoral foi feito sob o código BR-09709/2026.
A nova pesquisa mede o impacto de desdobamentos importantes da campanha. Na semana passada, foi promulgado o fim da escala 6×1, bandeira eleitoral de Lula. Depois, os candidatos participaram das entrevistas da Globo e do debate da TV Band. Também cresceram, desde então, as mobilizações nas ruas e nas redes em prol dos candidatos.
Nos últimos dias, outra tendência que se acentuou foi o duelo de narrativas sobre o Bolsa Família. Baseada em declarações da coordenadora econômica de Flávio, Daniella Marques, a campanha de Lula passou a alegar que a vitória do filho de Jair Bolsonaro colocaria em risco o programa. O período de entrevistas do instituto, no entanto, não pegou tanto o auge dessas afirmações, que cresceram ontem.
O debate da Band foi considerado de péssimo nível pelas campanhas, que tentam agora modular a postura de Lula e Flávio para o encontro da Globo, na sexta. Pesquisas qualitativas também diagnosticaram que os eleitores não gostaram do primeiro embate.
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O ministro André Mendonça, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) autorizou, nesta quinta-feira (22), os candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a divulgarem seus sigilos.
A decisão é uma resposta a ofícios apresentados pelos dois candidatos ao tribunal entre terça-feira (20) e quinta-feira. Cada um se dispôs a liberar seus dados e os de familiares e empresas, desde que o adversário fizesse o mesmo.
“Não cabe à Justiça Eleitoral definir o que cada candidato quer ou não divulgar. O que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor”, afirmou o ministro. As informações são da CNN.
Leia mais“Ante o exposto, e diante da ausência de óbice legal à divulgação espontânea de seus próprios dados, nos termos aqui expostos, reitera-se que os candidatos e pessoas físicas e jurídicas a que se referiram estão autorizadas a divulgar, por ato próprio, como e quando entenderem pertinentes, seus respectivos dados e informações, conforme os compromissos públicos assumidos”, concluiu o vice-presidente do TSE.
Na petição, Lula autoriza a abertura de seus sigilos e os da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, e dos filhos Lurian, Marcos Cláudio, Fábio Luís, Sandro Luís e Luís Claudio, referentes aos últimos oito anos.
O petista pede ainda que os dados sejam divulgados à população no sistema DivulgaCandContas, do TSE, ou em outro site de acesso público.
A condição é que Flávio adote a mesma providência em relação a si e a seus familiares: o ex-presidente Jair Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro, os irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan e a mulher, Fernanda Bolsonaro.
O desafio foi lançado por Lula no final do primeiro debate do segundo turno, no domingo (18), e reforçado em ato de campanha em Porto Alegre na segunda-feira (19).
”Sigilo protege o próprio titular”
Mendonça argumenta que os sigilos existem para proteger o titular, que pode abrir mão deles quando quiser. O ministro cita a Lei Complementar 105/2001, segundo a qual não há quebra do dever de sigilo quando as informações são reveladas com consentimento expresso dos interessados.
Segundo a decisão, extratos bancários estão disponíveis nos bancos ou em seus aplicativos, as declarações de Imposto de Renda podem ser acessadas no portal da Receita Federal pela conta gov.br e os registros de chamadas podem ser obtidos com as operadoras de telefonia.
“Para que não reste dúvida”, o relator reafirma que os candidatos e as pessoas físicas e jurídicas citadas estão autorizados a divulgar os dados “como e quando entenderem pertinentes”.
Sobre gastos com recursos públicos, como os do cartão corporativo, Mendonça afirma que, se essas informações tiverem sido classificadas como sigilosas com base na Lei de Acesso à Informação, a própria autoridade responsável pela classificação, ou uma superior, pode revê-la e dar publicidade imediata, sem necessidade de intervenção judicial.
O ministro, porém, faz uma ressalva sobre o alcance da divulgação. Segundo ele, é de conhecimento público que recursos de corrupção e lavagem de dinheiro costumam não passar pelas contas dos beneficiários, mas por intermediários, os chamados “laranjas”.
Por isso, diz Mendonça, a divulgação voluntária de extratos e declarações, embora legítima, não substitui investigações conduzidas por órgãos competentes sob controle judicial.
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Por Cláudio Humberto – Diário do Poder
O verdadeiro sócio do advogado Willer Tomaz, investigado pela Polícia Federal, tem nome e sobrenome bem diferente de Flávio Bolsonaro (PL). Ao contrário do que o governo Lula (PT) e aliados na mídia tentam fazem parecer, o sócio de verdade de Willer se chama Eugênio Aragão, é um velho ativista de esquerda que atuou como advogado das campanhas do PT e de Lula em 2018 e a mais recentemente, em 2022. Por sua militância, acabou premiado com o cargo de ministro da Justiça do governo Dilma Roussef (PT).
Aragão foi ministro de Dilma por curto período, entre março a maio de 2016, porque foi obrigado a deixar o cargo com a aprovação pelo Senado do impeachment da então presidente.
Leia maisA dupla Eugênio Aragão/Willer Tomaz são sócios há 9 anos no escritório Aragão & Tomaz Advogados Associados, e atuam fortemente em tribunais superiores, principalmente no Supremo Tribunal Federal (STF).
A “parceria” foi anunciada oficialmente em 17 de outubro de 2017, logo após Eugênio Aragão se aposentar do Ministério Público Federal (MPF), onde foi subprocurador de uma classe mais antiga que permitia o exercício da advocacia. A associação profissional com o escritório de Willer Tomaz segue registrada e ativa em casos nos tribunais superiores.
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