Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro Moreira Franco (MDB), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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O pré-candidato ao Senado e presidente da Federação União Progressista em Pernambuco, deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), acompanhou, ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD), do prefeito de Pesqueira, Cacique Marcos Xukuru, e dos deputados federais Lula da Fonte e Túlio Gadelha, a abertura da 3ª edição do Festival Pernambuco Meu País, em Pesqueira, no Agreste Central.
O deputado destacou as ações destinadas à cidade, entre elas a parceria com o deputado federal Lula da Fonte (PP/UP), para a implantação da Casa Azul de Pesqueira, que já está em pleno funcionamento. O centro de referência oferece atendimento especializado a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
“É uma alegria ver Pesqueira recebendo um evento que valoriza nossa cultura, fortalece o turismo e movimenta a economia. Acompanhar mais uma edição do Festival Pernambuco Meu País, ao lado da governadora Raquel Lyra e desse grande time, só fortalece a nossa missão de continuar transformando Pernambuco”, afirmou Eduardo da Fonte.
Do jornal O Globo
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de manter a prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro endureceu as restrições impostas ao ex-presidente. Bolsonaro descumpriu as medidas cautelares ao produzir uma carta de apoio à pré-candidatura presidencial de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro.
Entre as medidas, Moraes:
Suspende por 30 dias todas as visitas sociais ao ex-presidente, preservando apenas os atendimentos médicos, fisioterapêuticos e as visitas de advogados;
Leia maisProíbe visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições gerais de 2026;
Veda a divulgação de manifestos políticos ou eleitorais produzidos por Bolsonaro, inclusive por intermédio de terceiros, independentemente do meio utilizado;
Flávio Bolsonaro continuará proibido de visitar o pai por 90 dias
Na decisão, o ministro do Supremo acolheu o entendimento da Procuradoria-Geral da República de que o episódio da carta não justifica o retorno imediato de Bolsonaro ao regime fechado, mas determinou novas restrições para impedir qualquer interferência do ex-presidente no processo eleitoral de 2026.
Na decisão, Moraes rejeita a alegação da defesa de que Bolsonaro desconhecia que a carta seria divulgada publicamente. Para o ministro, a versão é incompatível com o próprio conteúdo do documento, dirigido “aos brasileiros”, no qual o ex-presidente apresenta Flávio Bolsonaro como seu “porta-voz” e conclama apoiadores a se engajarem em sua pré-candidatura presidencial.
O relator lembra ainda que, desde julho de 2025, Bolsonaro já estava submetido à proibição de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, e que o Supremo havia esclarecido, à época, que também seria vedada a utilização de “material pré-fabricado” destinado à divulgação por terceiros. Segundo Moraes, tanto Bolsonaro quanto Flávio tinham pleno conhecimento da extensão da restrição e das consequências de seu descumprimento.
Apesar de reconhecer o descumprimento da medida cautelar, Moraes considerou que este foi o primeiro episódio desde o início da execução definitiva da pena e concluiu que sua gravidade não justifica a revogação da prisão domiciliar humanitária. Na avaliação do ministro, a suspensão temporária das visitas e a fixação de novas restrições são sanções proporcionais para prevenir novas tentativas de utilização da imagem de Bolsonaro durante a campanha eleitoral.
A decisão também rebate a argumentação apresentada pela OAB e pela defesa de Flávio Bolsonaro de que a suspensão das visitas comprometeria o exercício da advocacia. Moraes afirma que Bolsonaro já recebeu 185 visitas desde o início da prisão domiciliar, incluindo 64 encontros com advogados, e que é representado por uma equipe de 30 defensores, o que, segundo ele, demonstra que o direito de defesa permanece integralmente preservado.
Na decisão, o ministro do STF afirma ainda que a situação de Bolsonaro é “incomparavelmente mais benéfica” do que a das 705.872 pessoas privadas de liberdade em unidades prisionais do país, das quais 384.586 cumprem pena em regime fechado.
Segundo o ministro, os benefícios concedidos ao ex-presidente em razão de sua condição de saúde “não podem acarretar odiosos privilégios contrários à legislação e autorizar flagrante desobediência às decisões judiciais, inclusive por seus advogados”.
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O ex-vereador Joselito Nogueira aproveitou a visita da governadora Raquel Lyra (PSD) a Belém do São Francisco, neste sábado (18), para pedir a autorização do asfaltamento integral da PE-460, rodovia que liga o município a Salgueiro. Segundo ele, a obra é considerada estratégica para o desenvolvimento da região e beneficiaria um trecho de aproximadamente 42 quilômetros, passando pelo distrito de Riacho Pequeno.
Em seu apelo, Joselito destacou a importância histórica da estrada, lembrando que a área corresponde à antiga BR-116, construída na década de 1940 durante o governo de Getúlio Vargas para conectar o Nordeste ao Sul do país. De acordo com o ex-vereador, o projeto executivo da obra já está concluído, restando apenas a realização da licitação e a emissão da ordem de serviço. “Não podemos perder o bonde da história. Essa estrada faz parte da identidade do nosso povo e foi construída para encurtar distâncias, impulsionando o desenvolvimento da região”, pontuou Joselito.
O possível uso de um avião de socorro aeromédico do Governo de Pernambuco para transportar a governadora Raquel Lyra (PSD) a agendas de cunho político já motivou representações a pelo menos seis órgãos policiais e de controle nas esferas federal e estadual. As informações do caso já estão nas mãos da Polícia Federal (PF), do Tribunal de Contas da União (TCU), da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério Público Federal (MPF), do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que devem se manifestar em breve sobre o teor das denúncias.
O caso, conhecido como “Escândalo do Aeroquel”, aponta indícios de desvio de finalidade no emprego da aeronave King Air 260, prefixo PS-GEP, sob gestão da Secretaria de Defesa Social (SDS). Embora o avião tenha sido adquirido em 2025 para fazer o transporte de pacientes e de órgãos para transplante, passou a ser usado pela governadora em agendas políticas. Em dezembro, por exemplo, enquanto o veículo estava à disposição de Raquel em Brasília, o governo precisou alugar um táxi aéreo por R$ 100 mil para socorrer um paciente, gerando um gasto em duplicidade e desnecessário para os cofres públicos.
A denúncia indica que já houve o mapeamento de 55 voos ligados a compromissos políticos feitos em aeronaves do Governo do Estado que deveriam servir a demandas de segurança ou de saúde pública. Órgãos como a PF, a STN e o TCU também estão com informações que indicam um possível desvio de finalidade no uso de recursos de uma operação de crédito de R$ 1,097 bilhão para adquirir o avião usado por Raquel, já que a lei autorizativa da operação só deu aval para investimentos em infraestrutura, para a construção de um complexo de Polícia Científica e para a implantação de uma maternidade.
Do jornal O Globo
Enquanto intensifica a presença no Rio, onde se aproximou do governo interino, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem evitado estados com possíveis palanques duplos em apoio à sua reeleição. Em locais como Pernambuco, Maranhão e Paraíba, Lula tem calculado movimentos para não incomodar aliados que disputam seu apoio.
O presidente chegou a gravar um vídeo, em junho, para declarar apoio ao ex-prefeito João Campos (PSB) na eleição pernambucana, mas não compareceu ao estado. A fala de Lula ocorreu após o PSB manifestar incômodo com sugestões de um palanque duplo com Campos e a atual governadora Raquel Lyra (PSD), sua rival na corrida estadual.
Leia maisA única visita de Lula a Pernambuco neste ano ocorreu durante o carnaval, quando ele posou ao lado de Lyra e de Campos. No mês passado, o petista Wellington Dias, atual ministro do Desenvolvimento Social, disse em entrevista ao jornal O Globo que Lula teria “mais de um palanque em vários estados”, e citou justamente Pernambuco como um desses casos. O presidente do PT, Edinho Silva, desautorizou Dias após Campos se queixar da declaração.
“Meu partido e eu estamos apoiando João Campos para governador (…). Eu não preciso contar minha relação com o PSB, que é a maior aliança nacional que nós temos”, disse Lula, em video, após a entrevista.
Outro local evitado por Lula em meio a uma bola dividida é a Paraíba, estado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O pai de Motta, Nabor Wanderley (Republicanos), busca apoio do Planalto para concorrer ao Senado, mas a aliança local de Lula já inclui o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e o ex-governador João Azevêdo (PSB), que será candidato ao mesmo cargo.
Motta já manifestou incômodo após Lula gravar um vídeo em apoio a Veneziano. Assim como no caso de Pernambuco, o presidente se manifestou de forma remota, sem comparecer pessoalmente ao estado.
Chance de triplo apoio
No Maranhão, outro estado que não foi visitado por Lula neste ano, o vice-governador Felipe Camarão (PT) disputa o apoio do presidente com o atual chefe do Executivo, Carlos Brandão — que apoia o sobrinho, Orleans Brandão (MDB), para sucedê-lo no governo.
Camarão é apoiado por aliados do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, ex-governador do Maranhão, que rompeu com Brandão, seu antigo vice.
Uma ala do PT, por outro lado, tem feito acenos à pré-candidatura de Eduardo Braide (PSD), abrindo a chance de um palanque triplo para Lula no estado.
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Acabei de ser cumprimentado pela governadora Raquel Lyra (PSD), no café do restaurante Cruzeiro, em Arcoverde, onde tenho uma choupana e passo o fim de semana com minha Nayla.
Estava acompanhada apenas do secretário André Teixeira, com quem dividiu um suculento café da manhã. Ela passou pela minha mesa para cumprimentar as pessoas ao lado e ficou surpresa quando me viu.
Eu estava de cabeça baixa, escrevendo a crônica domingueira e só percebi que ela estava frente a frente pela voz. Levantei-me e apertei sua mão, depois de um rápido comentário dela: “Você por aqui? Como vai?”
Em seguida, se dirigiu à mesa onde André Teixeira a aguardava.
Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) recomendou a rejeição das contas de 2020 do ex-governador da Bahia Rui Costa (PT), referentes à sua atuação como presidente do Consórcio Nordeste durante a pandemia de Covid-19.
O parecer aponta a existência de “erros administrativos grosseiros” na condução da compra de 300 respiradores, operação que resultou no pagamento antecipado de R$48,7 milhões à empresa Hempcare, sem que os equipamentos fossem entregues. As informações são do Diário do Poder.
Leia maisSegundo os auditores, Rui Costa e o então secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas, aparecem como responsáveis pelas decisões que levaram à contratação.
A auditoria conclui que houve falhas na verificação da capacidade técnica, financeira e operacional da empresa contratada, além da autorização do pagamento antecipado sem o cumprimento das cautelas recomendadas pelos órgãos jurídicos.
O relatório também destaca que a Hempcare possuía capital social de R$100 mil, havia sido criada poucos meses antes da contratação e não tinha registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercializar respiradores.
Os técnicos afirmam ainda que a empresa foi contratada como intermediária de uma importação internacional sem experiência comprovada no setor, o que, segundo a auditoria, elevou significativamente os riscos da operação.
Além das falhas na escolha da empresa, o parecer sustenta que recomendações da Procuradoria-Geral do Estado da Bahia para adoção de medidas de segurança, como estimativa prévia de preços e apresentação de certidões negativas, não foram observadas antes da liberação dos recursos. Os auditores classificam a condução do processo como um “evidente descuido” na avaliação dos riscos envolvidos.
Caso a recomendação da auditoria seja confirmada nas etapas seguintes do processo, Rui Costa e Carlos Gabas poderão ser responsabilizados pelo ressarcimento dos R$48,7 milhões pagos à empresa.
O processo ainda está em fase de instrução, será analisado pelo plenário do TCE-BA e, posteriormente, a decisão final sobre a aprovação ou rejeição das contas caberá à Assembleia Legislativa da Bahia.
Em sua defesa apresentada ao Tribunal de Contas, Rui Costa argumentou que a contratação ocorreu em um cenário excepcional de emergência sanitária, marcado pela escassez mundial de respiradores, e afirmou que a decisão foi tomada de forma colegiada pelos governadores que integravam o Consórcio Nordeste.
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Entre os dias 10 e 14 de julho, a cidade de Cabaceiras, no Cariri paraibano, reconhecida nacionalmente como a “Roliúde Nordestina”, voltou a ser palco do cinema nacional com as gravações do média-metragem “O Trem do Destino”.
Inspirado no livro “Eu Venho Lá do Sertão – Um Sertanejo que Nasceu na Praia”, de Marcelo Queiroga, o filme tem argumento de Marcelo Queiroga, roteiro de Lucas Fernandes, direção e direção de fotografia de Thelmo Maia, produção executiva de Silmara Turra e Gal Cunha Lima e trilha sonora original de Beto Brito. A obra é independente e conta com apoiadores privados.
Combinando drama, romance e realismo fantástico, “O Trem do Destino” acompanha Fátima, personagem interpretada por Rita Guedes, uma jornalista brasileira de projeção internacional que retorna ao Cariri paraibano após décadas distante de suas origens.
O que seria apenas uma breve viagem para resolver questões familiares transforma-se em uma inesperada jornada de autoconhecimento e de ponderação de que o verdadeiro destino não é o lugar para onde se vai, mas aquele ao qual a vida, de alguma forma, sempre nos faz voltar.
Ao seu lado está Bento, personagem vivido por Humberto Martins, um artesão do couro com fortes raízes na cultura da Paraíba e que permaneceu em Cabaceiras, preservando seu ofício e a esperança silenciosa de reencontrar a mulher amada que um dia partiu.
A narrativa combina elementos da literatura de cordel, da xilogravura e da música nordestina para construir uma obra enraizada na cultura brasileira, mas com temas atuais e universais capazes de dialogar com públicos de diferentes espectros.
No filme, Cabaceiras deixa de ser usada apenas como cenário para tornar-se uma personagem da história, reafirmando a vocação de um dos principais polos audiovisuais do Brasil.
Mais do que uma história de amor, “O Trem do Destino” presta uma homenagem ao sertão nordestino, à força de suas famílias, ao valor da educação e à capacidade humana de reencontrar o caminho de volta para casa.
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Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360
Roubar é verbo transitivo direto, mas tem suas maleabilidades, porque, afinal, o roubo pode ser praticado de formas distintas. Vale a criatividade. O verbo vai se esgueirando pela gramática, como o ladrão com o bolso recheado de joias saindo à francesa de uma festa chique. Ou o punguista, que depois de bater a carteira do cavalheiro no metrô, desliza até a porta do vagão da frente, ganha a plataforma, a escada rolante e, finalmente, a rua.
Esse verbo tão conjugado, pode ser bitransitivo, quando tem dois objetos, tanto direto quanto indireto. É o caso do falsário surrupiando algo ou de alguém, enganando o otário com a ilusão do ganho fácil, papéis na Bolsa, aplicações milagrosas, rendimentos gordos, pesados, obscenos, de um dinheiro que vai e não volta. Mas se roubar for transitivo indireto, é porque o freguês está sendo roubado na balança ou no preço. Agora, se o ladrão já está roubando, então o roubar é intransitivo.
Leia maisAs qualidades do roubo são de uma multiplicidade capaz de deixar qualquer um de queixo caído. No Brasil, se rouba pela internet, pelo aplicativo, e os golpes são cada vez mais incríveis. A mulher de 37 anos se fazendo passar por uma criança de 12. São muitas faunas e floras daquilo que se convencionou chamar de gatunagem, surrupio, furto, desfalque, desvio, ladroagem, saqueio, rapinagem, latrocínio, esbulho, assalto, golpe, subtração, expropriação, pilhagem, tantos nomes para um verbo camaleão, escorregadio, uma enguia ensaboada difícil de segurar.
O Brasil é o país do roubo criativo, intuitivo, escolado com graduação e pós-graduação. O banqueiro inteligente monta um produto descolado capaz de seduzir a classe média ávida por lucros fáceis. Ganha apoio da mídia, anuncia, muitos sujeitos, uns bem vivos, alguns ocultos, outros simples, muitos compostos, se encontram no objeto direto: quem rouba, rouba algo, pois há sempre alguém disponível para ser enganado pelos artistas da rapinagem sofisticada.
Há os velhos, esses insaciáveis objetos do desejo daqueles mestres da arte de furtar e transformar empréstimos consignados em ilusão de riqueza, pois a aposentaria sai dos cofres do Tesouro e os velhos que as recebem precisam de atenção. Virá uma bolada no primeiro mês, e depois descontos até o fim do que resta da vida. Não tem mais remédio, supermercado, feira, nem agrado para os netos. Nesta técnica precisa e cirúrgica, o dono do consignado vira sócio do Estado, que paga o velho pobre, mas também desconta sem dó nem piedade os juros e o principal, assegurando ao dono da máquina emprestar seu quinhão.
Há roubos de apostas, inundando celulares, tablets e computadores. O influencer, a louraça belzebu ou o artista da novela levam o apostador pela mão e ele se entrega a tigrinhos, betinhos, leõezinhos e outros bichos sanguessugas. Bolsa Família não pode! Pode sim, meu pai. A gente paga com o cartão e o que era para ser comida, vira alimento de bet. O ladrão rouba teu celular na rua. Outro arranca com os dentes o anel emperrado nos dedos gordos da mulher. Depois se encontram no bar para uma cervejinha, uma aposta no tigrinho e segue o baile.
Roubou, roube, roubará. Ao longo de mais de 500 anos de evolução permanente, cada época com seu golpe, cada personagem no seu melhor estilo. Golpe da mulher vinda de longe para casar e precisa do dinheiro da passagem, do frango congelado recheado de água, do paco, do bilhete de loteria, do terreno fantasma, pirâmide, ouro de tolo, carro bichado, mulher que era homem, a lábia ensaiada, treinada, a habilidade do convencimento aplicada caso a caso.
Arte de roubar na política, a emenda que não se emenda, a eleição na cidade onde votam até os mortos e os vivos são mais do dobro do eleitorado registrado. A arte de transformar voto em dinheiro, dinheiro em voto. O melhor sempre vence. Isso não é e nem nunca será gatunagem, golpe ou roubança. É o estado da arte a ser admirado, jamais condenado. Afinal, em quantos países do mundo temos riqueza sendo acumulada todos os dias fruto de pequenos, médios, grandes ou colossais golpes? O roubo tem de pagar imposto, porque se não pagar, aí sim vai dar cadeia, vira devedor contumaz.
A grilagem sobrevive aqui como nos tempos de Jean-Jacques Rousseau, para quem o verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que cercou um terreno, declarou ser seu e encontrou gente suficientemente trouxa para acreditar nele. Passados 248 anos da morte do filósofo, seguem os grileiros cercando terrenos e vendendo estas terras para quem sonha com seu pedacinho de chão, seja em Brasília ou no sertão.
Vendemos também sentenças, absolvições ou condenações. Há mercado para tudo, seja rico ou seja pobre, cada qual com sua medida, justiça seja feita. Há juízes, promotores e desembargadores à venda. Uns entregam, outros nem tanto. Soltar ou prender é uma questão de negócios. Vejam bem, temos delegados, agentes, comissários, todo um corpo técnico de talento a toda prova. E os advogados tão preparados, ativos, corporativos, com seus honoráveis honorários.
Se o roubo é intransitivo, transitivo direto, bitransitivo ou transitivo indireto, não importa. O que importa é executar com refino, arte e precisão. Há dinheiro de sobra e quando não sobra, produz-se um desconto na conta ou aplica-se o conto do vigário, porque vivemos num país onde há sempre um otário à espera de um malandro para depená-lo.
Vamos para as urnas em outubro, porque são o remédio capaz de manter tudo como está. Umas eleições que nunca foram tão pobres, tão feias e tão vigiadas. Neste país roubaram o direito de escolhermos o melhor. Resta-nos escolher o menos pior, mas essa escolha só nos divide mais, porque o que é menos pior para uma banda é muito pior para a outra.
Roubar, verbo tão flexível, camaleônico de tanta transitividade e intransitividade, independente do objeto ser direto ou indireto, há sempre um sujeito, oculto ou não, pronto para pôr em prática a sofisticada técnica da rapinagem, ladroagem, gatunagem ou como queiram chamar a profissão que nestas terras se tornou mais antiga que a praticada pelas moças injustamente acusadas de parir aqueles que dela sobrevivem.
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Traições enfraquecem a Frente Popular e fortalecem Raquel
A aproximação de prefeitos eleitos pela Frente Popular com a base da governadora Raquel Lyra (PSD) tem provocado rupturas políticas e alimentado o discurso de traição entre antigos aliados. Os casos mais recentes são os de Diego Cabral, de Camaragibe, e Dió Filho, de Riacho das Almas, ambos acusados pelo ex-ministro e presidente estadual do Republicanos, Silvio Costa Filho, de abandonar o grupo que os elegeu em troca do alinhamento com o Palácio do Campo das Princesas.
Em Camaragibe, a ruptura foi pública. Diego Cabral, eleito com o apoio decisivo do Republicanos e do PSB, deixou o partido de Silvio Costa Filho, filiou-se ao PSD e passou a apoiar o projeto de reeleição de Raquel Lyra. Nos bastidores, o rompimento ocorreu após o prefeito descumprir o compromisso de apoiar a reeleição de Silvio para a Câmara. Como já publicado por este Blog, por pressão da governadora, o gestor irá apoiar a candidatura de Daniel Coelho (PSD).
Nos bastidores, a palavra de Diego Cabral passou a ser tratada como “dinheiro falso”: circula bastante, mas não tem valor real na hora de pagar a dívida. Já no caso de Dió Filho, Silvio afirmou que a governadora “tem mágoa dele”. “Ela não conseguiu me comprar com orçamento e cargos. Então, foi atrás daqueles que eram meus aliados”, declarou o ministro em entrevista recente. Como deputado, inicialmente, e depois ministro, Silvio alavancou recursos federais para as duas gestões. Mas foi pago com traição.
Leia maisOs dois casos se somam aos de Miruca, em Água Preta; Zé Martins, em João Alfredo; e Carol Jordão, em Ribeirão. Eleitos pelo PSB e beneficiados pela força eleitoral da Frente Popular, todos hoje integram a base política de Raquel Lyra. As mudanças são consideradas baixas para o projeto político de João Campos (PSB). Para adversários da governadora, o movimento não ocorre por acaso: a adesão de prefeitos seria estimulada pela estrutura do Governo do Estado, com a perspectiva de liberação de investimentos, convênios, cargos e outras vantagens políticas em troca do apoio ao projeto de reeleição de Raquel.
Empresa de Raquel na mira Ministério da Justiça – A Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça, investiga a Logo Caruaruense, empresa da família da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), após denúncia sobre ausência de vistorias técnicas exigidas e sucateamento dos ônibus. O caso foi revelado pelo portal Metrópoles. Após as reportagens, a Logo Caruaruense anunciou o encerramento das atividades. A Senacon instaurou averiguação preliminar para apurar o caso. Na notificação à empresa, a Senacon apontou que “há relatos consistentes de irregularidades na execução do serviço, as quais podem caracterizar infração às disposições do Código de Defesa do Consumidor, especialmente aos arts. 6º, 20 e 22 da Lei nº 8.078/1990”. A Senacon também solicitou dados sobre as vistorias técnicas, fiscalizações ou inspeções realizadas na frota nos últimos anos em operação, com apresentação de relatórios, laudos e registros.

Maratona de convenções começa na segunda – Os partidos iniciam, na próxima segunda-feira (20), a maratona de convenções para oficializar as candidaturas que disputarão as eleições de outubro em Pernambuco. A federação composta por PT, PV e PCdoB abre o calendário, às 14h, no Hotel Jangadeiro, no Recife, quando deverá homologar a candidatura do senador Humberto Costa à reeleição. Na terça-feira (21), o Novo lança Carlos Sant’Anna ao Senado e o Republicanos formaliza Carlos Costa como vice na chapa de João Campos (PSB). O MDB marcou sua convenção para o dia 25, enquanto PSB, PSD, PL, União Progressista e a federação PSOL/Rede preparam os encontros para o início de agosto.
Bispo nega crítica a João e elogia gestão do Recife – O arcebispo emérito de Maceió, Dom Antônio Muniz Fernandes, afirmou que foram desvirtuadas as declarações dirigidas a João Campos (PSB) durante a celebração de Nossa Senhora do Carmo. Segundo o religioso, as palavras foram pronunciadas “em tom de bom humor e fraternidade” e não representaram crítica à Prefeitura do Recife. Dom Antônio elogiou a postura “respeitosa e colaborativa” da gestão municipal na requalificação da Basílica do Carmo e ressaltou a relação de diálogo entre a Prefeitura, a Arquidiocese e a Ordem Carmelita.
Miguel acompanha Raquel em congresso da Assembleia de Deus – Em meio às articulações para a formação da chapa governista, o presidente estadual do União Brasil e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, participou, ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD), do 22º Congresso de Mulheres da Assembleia de Deus em Pernambuco, realizado no Templo Central da denominação, em Abreu e Lima. Também estiveram presentes a vice-governadora Priscila Krause (PSD) e o presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia.

João apresenta propostas à CDL – Em encontro com dirigentes da CDL Recife, o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), afirmou que, se eleito, fará do Estado um agente da reabilitação do Centro da capital. Ao defender investimentos estaduais em moradia e recuperação urbana, criticou a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD): “A Prefeitura fez a parte dela. O Estado pode ser um construtor disso”, afirmou. João também defendeu maior integração entre os municípios da Região Metropolitana e disse que a participação do Governo pode acelerar as intervenções na área central do Recife.
CURTAS
Moraes endurece restrições a Bolsonaro – O ministro Alexandre de Moraes manteve a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas ampliou as restrições após concluir que ele descumpriu medidas cautelares ao produzir uma carta de apoio à pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Entre as novas determinações, estão a suspensão de visitas sociais por 30 dias e a proibição, até o fim das eleições de 2026, de manifestações e visitas com finalidade político-eleitoral.
Lula promete “guerra da verdade” contra Trump – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que responderá ao novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos com uma “guerra da narrativa” e da verdade. Segundo ele, o Brasil demonstrará ao mundo quem tem razão na disputa comercial e não aceitará “desaforo” do governo de Donald Trump.
R$ 95 mi com segurança de presidenciáveis – A Polícia Federal estima gastar cerca de R$ 95 milhões na segurança dos candidatos à Presidência da República durante as eleições de 2026. O esquema começa após a homologação das candidaturas e poderá mobilizar até 458 servidores. A equipe de Flávio Bolsonaro informou que o senador manterá a segurança da Polícia do Senado e dispensará o serviço da PF.
Perguntar não ofende: Por que a Logo Caruaruense encerrou as atividades justamente quando passou a ser investigada?
Leia menos
Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foram às redes sociais nesta sexta-feira (17) criticar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que suspendeu todas as visitas do ex-mandatário por 30 dias.
O presidente interino da Suprema Corte divulgou no início da noite sua decisão sobre a denúncia de que Bolsonaro teria feito propaganda eleitoral antecipado e violado as restrições de sua prisão domiciliar quando divulgou, por meio do seu filho, senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), uma “Carta aos Brasileiros”. As informações são da CNN.
Na decisão, Moraes mantém a prisão domicilair de Bolsonaro, mas suspende por 30 dias o direito do ex-presidente de receber qualquer tipo de visita, inclusive de familiares. As únicas exceções permitidas são médicos, fisioterapeutas e advogados.
Leia maisSegundo o ministro, o direcionamento da carta, assinada de punho pelo ex-presidente, demonstrou finalidade político-eleitoral.
“O texto da ‘Carta aos brasileiros’, portanto, claramente comprova que Jair Messias Bolsnaro pretendia comunicar-se com seus apoiadores políticos por intermédio das redes sociais de seu filho”, escreveu o ministro.
Com a decisão, alguns nomes da direita publicaram seu repúdio à determinação do juiz. Carlos Bolsonaro (PL), segundo filho do ex-presidente e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, escreveu sobre a decisão de proibir “visitas de TODOS os FILHOS ao PAI.”
Pelo que tive ciência, alexandre proibiu, em questão de segundos após a PGR, visitas de TODOS os FILHOS ao PAI.
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) July 18, 2026
Eu creio, tenho fé e força…
O pré-candidato a deputado federal e quarto filho do ex-presidente, Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), também criticou a medida de Moraes, alegando que as decisões contra o pai têm outra “régua”.
“Meu pai está preso injustamente e agora proibiram até que os próprios filhos o visitem. Trinta dias sem poder ver o meu pai, meu irmão Flávio, noventa. Lula, quando esteve preso, recebia político, artista, sindicalista, e ainda foi lançado candidato a presidente de dentro da cadeia. Meu pai não pode receber um abraço de um filho dentro da própria casa. É a mesma Justiça, mas a régua muda conforme o sobrenome. Pai, estarei sempre com o senhor”, escreveu.
Meu pai está preso injustamente e agora proibiram até que os próprios filhos o visitem. Trinta dias sem poder ver o meu pai, meu irmão Flávio, noventa.
— Jair Renan Bolsonaro (@bolsonaro__jr) July 18, 2026
Lula, quando esteve preso, recebia político, artista, sindicalista, e ainda foi lançado candidato a presidente de dentro da…
O líder do PL no Senado Federal Rogério Marinho também foi às redes rechaçar a decisão. Segundo ele, a deteminação é “extravagante, inusitada e sem precedentes na história recente do país”. Assim como Jair Renan, Marinho também comparou o tratamento dispensado a Bolsonaro com o de Lula (PT), que ficou preso por 580 dias entre 2018 e 2019.
“O contraste é evidente. Lula, durante o período em que esteve preso, recebeu inúmeras visitas e divulgou manifestações de conteúdo político. Hoje, Jair Bolsonaro, maior liderança popular da direita brasileira, é submetido a restrições muito mais severas. Tenta-se calar quem representa milhões de brasileiros e impedir que exerça sua liderança, dialogando e orientando o povo sobre os desafios do país.”
NOTA
— Rogério Marinho🇧🇷 (@rogeriosmarinho) July 18, 2026
A escalada de restrições às liberdades fundamentais é incompatível com os princípios do Estado Democrático de Direito. A decisão que impõe o isolamento de Jair Bolsonaro é extravagante, inusitada e sem precedentes na história recente do país. Ao impedir até mesmo visitas de…
O líder do PL na Câmara dos Deputados Sóstenes Cavalcante também se fez presente nas redes sociais a fim de criticar a medida.
“Suspender as visitas até o final da eleição, mostra o quanto a esquerda/Alexandre querem violar todos os direitos humanos ao maior presidente que a República Federativa do Brasil já teve! Podem prender, censurar, ninguém consegue deter um SENTIMENTO!”, escreveu.
Quanto medo o sistema tem do eterno presidente @jairbolsonaro
— Sóstenes Cavalcante (@DepSostenes) July 18, 2026
Suspender as visitas até o final da eleição, mostra o quanto a esquerda/Alexandre querem violar todos os direitos humanos ao maior presidente que a República Federativa do Brasil já teve!
Podem prender, censurar,…
O advogado do ex-presidente, João Henrique de Freitas, afirmou que é “difícil não notar o alcance crescente dessas restrições”.
Leia menos
Na decisão em que manteve Jair Bolsonaro em prisão domiciliar, mas suspendeu por 30 dias o seu direito de receber visitas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes apontou que o ex-presidente da República já recebeu pessoas em 185 ocasiões, incluindo advogados, médicos, fisioterapeuta e um cabeleireiro.
A restrição não se aplica à sua mulher, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, e nem à filha do casal, Laura, e à enteada do ex-presidente, Letícia, uma vez que as três vivem na mesma casa. O ministro ainda frisou que Bolsonaro tem a presença diária em sua residência de uma cozinheira e de agentes de segurança responsáveis pela sua proteção pessoal. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisDe acordo com levantamento feito pelo ministro, Bolsonaro já recebeu 70 visitas de médicos particulares, 64 visitas de advogados, 17 do fisioterapeuta Kleber Freitas, 19 visitas do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 11 de Carlos Bolsonaro (PL), que disputa uma vaga no Senado Federal nestas eleições por Santa Catarina, e duas do vereador de Balneário Camboriú (SC) Jair Renan Bolsonaro (PL), além do cabeleireiro e da funcionária de um cartório.
Moraes também elenca seis visitas pontuais de prestadores de serviços para a residência de Bolsonaro, localizada no bairro do Jardim Botânico.
“Ressalte-se, por fim, ser patética a alegação de que restrições temporárias de visitas por descumprimento de medidas cautelares acarretariam a incomunicabilidade do custodiado Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes em sua decisão.
O magistrado também comparou as condições do regime domiciliar do ex-presidente com a dos demais detentos brasileiros, o que já havia feito quando transferiu Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a chamada Papudinha, em janeiro passado diante da pressão de bolsonaristas.
“Não há dúvidas, portanto, que a situação do sentenciado, em que pese a gravidade de seus crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito, é incomparavelmente mais benéfica que as situações das 705.872 (setecentas e cinco mil, oitocentas e setenta e duas) pessoas recolhidas em unidades prisionais físicas, ou seja, privadas de liberdade em estabelecimento carcerários, sendo 384.586 (trezentas e oitenta e quatro mil, quinhentas e oitenta e seis) cumprindo pena em regime fechado e as demais em prisão provisória”, acrescentou.
Na decisão desta sexta-feira, Moraes também proíbe visitas com “finalidade político-eleitoral” até o término das eleições gerais de 2026 e a divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por intermédio de terceiros, como foi o caso da carta lida por Flávio no sábado passado.
Moraes suspendeu as visitas de Flávio após o pré-candidato do PL ir às redes sociais no último sábado (11) para divulgar uma carta à mão escrita por Jair Bolsonaro. No documento, o ex-presidente elege o filho como “porta-voz” e conclama a militância a se unir em torno da candidatura do senador, definida pelo pai como “a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência, e do empobrecimento”.
Para Moraes, houve um desvio de finalidade da visita: Flávio teria deliberadamente aproveitado o encontro para obter a carta com a “exclusiva finalidade” de divulgá-la nas redes sociais, burlando, assim, a restrição imposta pelo ministro.
Na avaliação da Procuradoria-Geral da República (PGR), a “carta aos brasileiros” lida pelo filho 01 de Bolsonaro “teve o inequívoco intuito de alcançar e influenciar o público com interesse no processo eleitoral deste ano”.
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