Com 71,33% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP) aparece com 57,39% dos votos válidos, somando 705.799 votos, enquanto Leandro Grass (PT) tem 42,64%, com 524.769 votos.
Com 71,33% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP) aparece com 57,39% dos votos válidos, somando 705.799 votos, enquanto Leandro Grass (PT) tem 42,64%, com 524.769 votos.
Em uma eleição acirrada marcada por uma virada inédita, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) presidente da República e conquistou seu quarto mandato à frente do Palácio do Planalto.
A confirmação da vitória de Lula foi feita pelo sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 21h08, quando 97% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Lula tinha 51,74% e Flávio tinha 48,26%. As informação é do g1.
Às vésperas de completar 81 anos, o que ocorrerá na próxima terça-feira (27), o petista se tornou, ao derrotar Flávio Bolsonaro (PL), o primeiro presidente da história do Brasil a ser eleito quatro vezes pelo voto popular.
A quarta vitória ocorre mais de duas décadas depois de chegar ao poder pela primeira vez, em 2002.
A virada histórica se deu após uma forte mobilização da campanha do petista, nas ruas e nas redes sociais.
No quarto mandato, Lula terá grandes desafios, como lidar com uma forte oposição no Congresso Nacional e equilibrar as contas públicas após ampliar benefícios durante campanha eleitoral e prometer reforçar programas sociais.
Um dos fundadores do PT, Lula foi eleito presidente em 2002, reeleito em 2006 e voltou ao Planalto em 2023, após vencer Jair Bolsonaro, pai de Flávio, nas eleições de 2022.
Sua trajetória também foi marcada por três derrotas presidenciais, condenações posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), 580 dias de prisão e o retorno à disputa eleitoral.
A nova vitória consolida Lula como o principal personagem da política brasileira no século 21. E garante ao petista mais quatro anos à frente do Palácio do Planalto.
Depois de ficar atrás de Flávio no primeiro turno, 47% a 45% dos votos válidos, o petista protagonizou uma virada histórica na segunda etapa da disputa eleitoral.
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O ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos), 44, foi eleito governador do Espírito Santo neste domingo (25), projeta Datafolha.
Com 99,07% das urnas apuradas, ele marca 52,15%, totalizando 1.117.586 votos, frente aos 47,84%, totalizando 1.033.346 votos, registrados pelo atual governador Ricardo Ferraço (MDB), 63. O resultado confirma a dianteira do candidato do Republicanos, que quase ganhou a eleição em primeiro turno — Pazolini obteve 49,65% dos votos válidos em 4 de outubro.
Advogado, Pazolini já foi auditor do TCE-ES (Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo) e delegado da Polícia Civil antes de entrar para a política. Ele foi eleito deputado estadual em 2018 e, em 2020, conquistou a Prefeitura de Vitória, cargo para o qual foi reeleito ainda em primeiro turno em 2024, com 56,22% dos votos válidos. Com informações da Folha de S.Paulo.
Ao longo da campanha, o governador eleito se associou ao PL, partido de sua vice-governadora Eliane Leal, e recebeu o apoio do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), com quem dividiu palanque no Bloco do 22 realizado na praia de Camburi, em Vitória, no último sábado (17). O ato contou com a participação de outros nomes alinhados ao bolsonarismo nacional, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), eleito neste ano.
Com 93,15% das seções totalizadas até o momento para a Presidência da República, Lula (PT) aparece com 51,69% dos votos válidos, somando 60.019.981 votos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tem 48,31%, com 56.094.333 votos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 80, bateu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e foi reeleito neste domingo (25) para seu quarto mandato, feito inédito na história brasileira, segundo projeção do Datafolha.
Para projetar a vitória de um candidato, o Datafolha acompanha os dados da apuração divulgados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e, por meio de um sistema próprio, faz a projeção do resultado considerando o agrupamento de eleitores por mesorregião e natureza do município em cada estado. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisQuando há um número razoável de votos apurados nesses agrupamentos, é possível estimar que um candidato não poderá mais ser ultrapassado e, portanto, projetar sua vitória.
Com 76,98% das urnas apuradas, o atual presidente tinha 51,17% dos votos válidos no segundo turno da disputa, contra 48,83% do senador pelo PL do Rio, que não pode mais alcançar o petista, segundo o instituto.
A vitória ocorre após uma campanha acirrada, na qual Lula ficou em segundo lugar no primeiro turno contra o filho de seu antecessor e antagonista Jair Bolsonaro, que está preso por tentativa de golpe de Estado após perder o pleito de 2022 para o petista.
O dia da eleição refletiu a tensão, com o Supremo Tribunal Federal adiando de forma inédita a votação em todo o país por duas horas, após queixa da campanha do PT sobre obstáculos à liberação do transporte público em dez estados, inclusive os populosos São Paulo e Bahia.
A confusão teve tintas partidárias. Apesar de o problema ter sido apontado desde cedo, o ministro do Supremo Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral associado ao bolsonarismo, não se mexeu. Coube ao ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula, determinar o prolongamento da votação, sendo seguido pelo colega.
É a primeira vez que um candidato conseguiu tal virada no segundo turno desde o primeiro pleito presidencial direto da redemocratização, em 1989. Em 2014, Dilma Rousseff (PT) saiu atrás de Aécio Neves (PSDB) nas pesquisas do segundo turno e venceu, mas ela havia chegado em primeiro na rodada inicial.
Aos 81 anos a serem completados na próxima terça (27), Lula é o mais idoso ocupante do cargo na história. Com o triunfo deste domingo, somou sete disputas à Presidência, tendo ganhado quatro.
O triunfo do petista, que agora vai encarar o que salvo mudanças legais será seu último governo, foi definido nos momentos finais de uma campanha polarizada e uma reviravolta de tática no segundo turno.
A rejeição era a mais notável certeza do brasileiro ao ir às urnas, com cerca de metade do eleitorado dizendo não votar em cada um dos rivais.
Lula passou a campanha de segundo turno em modo mais olímpico, esquecendo que só bateu o então impopular Bolsonaro no segundo turno de 2022 por menos de 2 pontos percentuais.
Só acordou para o embate nos estertores da corrida, contando com anúncios eleitoreiros como a proibição das bets ou o reajuste do Bolsa Família, além da celeuma em torno de Nossa Senhora, que impulsionaram o voto em segmentos como mulheres periféricas e católicos.
Já Flávio apostou no antipetismo e aproveitou-se da crise na cúpula do Judiciário, primeiro acerca das relações de ministros ligados a Lula com o caso Master, depois com a interferência que levou ao cancelamento do debate da TV Globo antes do primeiro turno.
Vencedor na primeira rodada por 47,03% a 45,16% dos votos válidos, foi a vez de o senador adotar o salto alto. Falou como eleito, viu alianças consolidadas à direita e nomes de seu ministério serem especulados, e sugeriu uma obscura mudança constitucional para “redemocratizar o Brasil”.
O presidente, após uma primeira semana lavando roupa suja com aliados, mudou o comando da campanha e entregou a estratégia digital para o deputado André Janones (Rede-MG), que montou o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que chegou ao pleito com mais de 10 milhões de seguidores.
Flávio tentou bloquear o canal com o auxílio do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, ministro indicado por seu pai. Houve idas e vindas, mas ao fim o “Exército” operou até o fim.
Em paralelo, o risco da volta de um Bolsonaro ao poder acordou a militância à esquerda e os centristas que em 2022 também haviam votado em Lula. Começando por estudantes, o segundo turno foi coalhado de manifestações enormes e mais orgânicas, sem a tradicional organização de sindicatos, desafiando a primazia da direita nas ruas, que vinha desde dos atos de 2013.
Os rivais ainda se enfrentariam duas vezes ao vivo, algo inédito, nos debates da Band e da Globo. Primeiro encontro foi marcado por grosserias e baixo nível, que se transmutaram em agressividade com mais comedimento no segundo, ocorrido na noite de sexta (23).
Nada indica que Lula terá paz até a subida da rampa do Planalto, em janeiro. Um foco especial de atenção do governo é a administração Donald Trump, presidente americano que tem uma relação ciclotímica com o petista e é próximo do bolsonarismo.
Integrantes do governo passaram o pleito gritando lobo, apontando para indícios de que Trump iria trabalhar em favor de Flávio. Afinal, a eleição de governos populistas de direita nas Américas é um plano declarado do republicano em sua Estratégia de Segurança Nacional.
Na prática, o americano nada fez para apoiar Flávio, deixando a suspeita de ingerência estrangeira na mão da big tech Meta, investigada pelo TSE por tratamento diferenciado a conteúdos de Lula.
Resta saber agora se o pragmatismo na negociação em torno do tarifaço americano contra o Brasil, que seguiu mesmo com a turbulência eleitoral e o trabalho ativo nos EUA contra Lula de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, será mantido.
Ainda mais importante, o presidente eleito tem agora dois meses para tentar aplainar as grandes tensões políticas e econômicas. Terá certamente o apoio das siglas que já ajudam a sustentar seu governo, como o empoderado PSD de Gilberto Kassab e o MDB, e também de alas do centrão.
Não será tarefa simples, a começar pela bomba-relógio no Judiciário. O pleito indicou claramente a divisão entre ministros lulistas e bolsonaristas.
Parece difícil uma solução simples para o imbróglio, ainda mais com uma bancada à direita robustecida no Senado, Casa onde impeachment de ministros da corte pode ser apresentado.
Na economia, o mau humor do mercado com o caráter gastador de Lula 3 poderá se ampliar se não houver sinalizações de algum tipo de austeridade, algo que passou longe do discurso da campanha —ao contrário.
Diferentemente de 2022, desta vez não haverá a boa vontade no Congresso para passar uma PEC assinando um cheque em branco para o governo de largada.
Em outra frente, ainda há respingos eventuais do caso Lulinha, envolvendo o mais exposto dos cinco filhos desse líder sindical nascido em Garanhuns (PE), algo incerto —na eleição, não houve impacto significativo.
Para o bolsonarismo, a derrota de Flávio vai levar a uma disputa por protagonismo no campo da direita.
Um ano atrás, o senador não era considerado um sucessor natural do pai, que acabara de ir à prisão. Nomes da órbita bolsonarista, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), eram vistos como opções que inclusive aglutinariam apoios mais amplos no centro e no centrão.
Com efeito, a unção que o senador recebeu do ex-presidente preso em 5 de dezembro de 2025 foi recebida com ceticismo por líderes até do seu próprio PL. Se o candidato do clã teria de ter o sobrenome de Jair, a ex-primeira-dama Michelle parecia uma figura mais palatável.
O senador fluminense, eleito em 2018, era visto como pesado eleitoralmente devido à coleção de escândalos associados a seu nome —e sua relação próxima com o ex-dono do Master, Daniel Vorcaro, ainda nem havia sido revelada.
Hoje ele é investigado pelas suspeitas acerca do dinheiro que pediu para a cinebiografia “Dark Horse” e pela relação com lavagem de dinheiro com bets. Já havia contra ele acusações de rachadinha nos seus quatro mandatos como deputado estadual no Rio, dúvidas acerca de seu patrimônio e a relação próxima com milicianos.
Sem mandato, Flávio perderá espaço de articulação, e Tarcísio, reeleito no primeiro turno batendo novamente o herdeiro presumido de Lula, Fernando Haddad (PT), está na linha de largada para ocupar o vácuo até 2030.
Por outro lado, o ativo do sobrenome Bolsonaro se mostrou forte, dada a competitividade do senador e o desempenho de candidatos associados ao grupo Brasil afora. O Congresso e os estados têm mais coloração à direita. A polarização que domina a vida política brasileira desde 2018 pode até ganhar nuances, mas seguirá viva.
A vitória também dá um respiro ao PT, que experimentaria uma hecatombe com a eventual derrocada de seu líder histórico. Lula nunca quis sombra, e mesmo Haddad é empregado como mais como um fiel escudeiro do que como um herdeiro de fato.
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Omar Aziz (PSD) foi eleito governador do Amazonas neste domingo (25), ao derrotar no segundo turno a Professora Maria do Carmo (PL). Às 19h31, com 85,24% das seções apuradas, Omar Aziz tinha 59,96% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Alessandra Campelo (PSD).
Com 85,24% das urnas apuradas, Professora Maria do Carmo (PL) teve 40,04%. Ao todo, foram 728.255 votos válidos. As informações são do g1.
Leia maisComo foi a disputa
Omar Aziz terminou o primeiro turno na liderança para o cargo de governador do Amazonas, com 40,63% dos votos válidos (841.846 votos). Professora Maria do Carmo obteve 24,49% (507.335 votos).
O governador eleito manteve a liderança durante toda a apuração. Também foi o mais votado na maioria dos 62 municípios do estado.
A disputa ao Governo do Amazonas foi marcada por discussões sobre ampliação da capacidade de extração de minerais no estado, por meio de mudanças na legislação, com menções à exploração das chamadas terras raras, além de apresentação de propostas sobre saúde, educação e infraestrutura. Combate à corrupção e segurança pública também estiveram no centro das discussões.
Durante o 2º turno, Omar Aziz liderou nas duas pesquisas Quaest publicadas no período. No primeiro levantamento, publicado em 13 de outubro, Omar tinha 51% dos votos na pesquisa estimulada, contra 37% de Professora Maria do Carmo.
Na última pesquisa Quaest, divulgada no sábado (25), Omar Aziz liderava com 59% dos votos válidos, contra 41% de Professora Maria do Carmo.
Perfil do governador eleito
Omar José Abdel Aziz, de 68 anos, é formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Natural do município de Garça, no interior de São Paulo, Omar construiu sua trajetória política no Amazonas.
A primeira vez que ele ocupou um cargo público foi em 1990, quando assumiu como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Entre 1997 e 2002 assumiu como vice-prefeito de Manaus.
Na eleição de 2002, disputou o cargo de vice-governador na chapa do candidato Eduardo Braga, sendo reeleito em 2006. Quatro anos depois, em 2010, Omar assumiu o cago de governador após a renúncia de Braga para disputar o Senado. Ele foi reeleito e ficou no cargo até abril de 2014.
Desde 2015, o governador eleito do Amazonas ocupava o cargo de senador pelo Amazonas, após ser eleito em 2014 e reeleito em 2022. Em 2018, ele já havia tentado voltar ao Governo do Amazonas, mas ficou em terceiro lugar na disputa.
No Senado Federal, ele atuou em pautas importantes e assumiu relatorias de projetos considerados relevantes para o país. Em 2021, foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. Neste ano, foi o relator da proposta que põe fim à escala 6×1.
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A governadora Mailza Assis (PP), 49, foi reeleita neste domingo (25) para comandar o Acre pelos próximos quatro anos.
Até a última atualização desta matéria, 91,98% das urnas haviam sido apuradas. Mailza tinha 66,18% dos votos válidos, totalizando 248.835 votos, conforme dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), enquanto seu adversário, Alan Rick (Republicanos), tinha 33,82% dos votos, totalizando 127.047 votos.
Mailza assumiu o Governo do Acre em abril, após a saída de Gladson Cameli (PP), que deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado — com 16,59% dos votos válidos, ele ficou na terceira colocação, atrás dos eleitos Marcio Bittar (PL), com 25,59% dos votos, e Mara Rocha (Republicanos), com 17,95%. Com informações da Folha de S.Paulo.
Eleita vice-governadora em 2022, na chapa de Cameli, Mailza passou a comandar o estado e disputou neste ano seu primeiro mandato direto como chefe do Executivo. No primeiro turno, ela já havia passado perto da vitória, obtendo 49,76% dos votos válidos ante 32,27% de Alan Rick.
Durante a campanha, Mailza apresentou a continuidade da gestão como uma das principais marcas de sua candidatura. Seu plano de governo para 2027 a 2030 foi organizado em dez eixos e incluiu propostas para saúde, educação, segurança, infraestrutura, agricultura, meio ambiente e desenvolvimento econômico. Entre as promessas estão a criação de um pronto-socorro infantil, a ampliação do programa Opera Acre, novos serviços de UTI, hemodiálise e oncologia no interior.
Na reta final, a governadora intensificou as agendas no interior e na capital com caminhadas, reuniões, encontros com categorias profissionais, empresários e lideranças locais.
Com 76,20% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) aparece com 51,25% dos votos válidos, somando 820.284 votos, enquanto Allyson (União) tem 48,75%, com 780.234 votos.
Com 42,29% das seções totalizadas até o momento para a Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 50,17% dos votos válidos, somando 26.145.142 votos, enquanto Lula (PT) tem 49,83%, com 25.970.533 votos.
O deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB), 41, foi eleito governador do Tocantins neste segundo turno.
Até a última atualização desta matéria, 87,23% das urnas haviam sido apuradas na noite deste domingo (25). Vicentinho já marcava 64,11% dos votos válidos, totalizando 491.061 votos, de acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), enquanto sua adversária, a senadora Professora Dorinha (União Brasil), 62, registrava 35,89%, com 274.901 votos.
Vicente Alves de Oliveira Júnior, conhecido como Vicentinho Júnior, é empresário e natural de Goiânia. Filho do ex-senador Vicentinho Alves, integra uma família com trajetória na política tocantinense. Sua carreira eleitoral começou em 2014, quando conquistou o primeiro mandato de deputado federal pelo PSB.
Ele foi reeleito em 2018 pelo PR, atual PL, e em 2022, pelo PP. Em seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados, atuou em temas ligados à agricultura, infraestrutura e desenvolvimento regional. Em 2026, filiou-se ao PSDB para concorrer ao governo estadual pela primeira vez.
Celina Leão (PP) foi reeleita governadora do Distrito Federal neste domingo (25). O vice-governador eleito é Gustavo Rocha (Republicanos).
O resultado foi declarado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 20h02, com 90% das urnas apuradas.
No momento do anúncio, Celina Leão tinha 57,22% (889.908) dos votos válidos, contra 42,78% (680.125) de Leandro Grass (PT). As informações são do g1.
Leia maisCom a vitória, Celina Leão é a primeira mulher eleita nas urnas, de forma direta, para governar do DF. Até aqui, outras mulheres e a própria Celina já haviam assumido o governo – mas foram eleitas como vice-governadoras e assumiram a titularidade por diferentes motivos.
A vitória de Celina se soma a outro marco no DF: a eleição inédita de uma bancada 100% feminina para o Senado – todas, aliás, aliadas da candidata à reeleição.
No primeiro turno, Celina recebeu 825.530 votos, o equivalente a 49,93% dos votos válidos. Ela ficou a apenas 1.089 votos de alcançar o necessário para vencer ainda na primeira etapa, o que levou a eleição para o 2º turno contra Leandro Grass (PT).
Além do DF, cinco estados tiveram disputa em segundo turno: Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Norte, Acre e Tocantins.
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Por Estadão Conteúdo
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, demorou mais de duas horas para analisar um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para prorrogar o horário de votação neste domingo (25). Mesmo assim, quando se manifestou sobre o caso, não deu uma decisão: mandou os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) apresentarem informações até o limite do horário de votação.
Foi diante dessa demora de Nunes Marques que o PT decidiu recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mais de duas horas depois, para que seu pedido fosse analisado.
Leia maisO timing alongado de Nunes Marques para tomar uma decisão sobre o caso contrasta com a conduta ágil que o ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral em 2022, teve na condução da votação naquele ano. Na época, também houve pedido para prorrogação da votação (por causa de operações da Polícia Rodoviária Federal em Estados em que o PT tinha maioria). Moraes decidiu que não prorrogaria a votação naquela oportunidade.
Neste ano, o atual presidente do TSE não adotou a mesma rapidez. O primeiro pedido do PT foi protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 13h22. O processo foi distribuído ao presidente do TSE às 13h54, segundo o sistema do Tribunal.
Nunes Marques só assinou o despacho solicitando informações dos tribunais regionais eleitorais às 16h12, duas horas e 18 minutos depois de ter recebido o primeiro pedido feito pelo PT. O partido de Lula solicitou, com “máxima urgência”, uma posição do TSE sobre o assunto. No despacho das 16h12, Nunes Marques solicitou que os TREs apresentassem informações. Essas respostas deveriam ser prestadas em 30 minutos após as intimações.
Depois do primeiro pedido, o PT apresentou novas ações, uma delas no próprio TSE, para prorrogar o horário de votação também em Alagoas, em Pernambuco, no Piauí, na Paraíba, no Paraná, no Pará, no Rio de Janeiro, em Roraima e em São Paulo. Essa segunda ação foi protocolada às 15h42. Nunes Marques levou 30 minutos para dar seu despacho aos TREs.
Diante da ausência de decisão por parte do presidente do TSE, a quem cabe esse tipo de decisão sobre casos de extrema urgência, o PT recorreu também ao Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido no STF foi às 16h22, dez minutos depois de Nunes Marques ter assinado o despacho dando mais meia hora para os TREs prestarem informações antes de ele próprio tomar uma decisão.
Na prática, o despacho de Nunes Marques, dando 30 minutos para os TREs, jogou para o limite do fim do horário de votação o prazo para ele tomar uma decisão sobre o pedido feito pelo PT. Haveria pouquíssimo tempo para uma decisão dele. O recurso ao STF, que acabou sorteado para o ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula, foi apresentado em meio a essa letargia do TSE para adotar uma posição.
Apesar de agora estar reclamando de uma interferência no STF no caso, a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) também pediu ao TSE a prorrogação do horário de votação em alguns Estados. Às 15h27, os advogados de Flávio protocolaram a ação no Tribunal pedindo a prorrogação em municípios do São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina. Às 15h43, o processo chegou ao ministro Kássio Nunes Marques.
Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o STF tomou uma medida inédita ao estender duas horas para o fechamento das urnas eleitorais em todo o País. A decisão foi do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, que foi sorteado relator após pedidos das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Com a decisão, as urnas serão fechadas neste domingo às 19 horas. A apuração chegou a começar a ser feita, mas foi interrompida logo após a decisão de Zanin.
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Com 61,84% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD) aparece com 57,19% dos votos válidos, somando 768.529 votos, enquanto Professora Maria do Carmo (PL) tem 42,81%, com 575.176 votos.
