Durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, hoje, o deputado Edson Vieira (União) voltou a defender a implantação de uma escola de Ensino Médio no distrito de São Domingos, em Brejo da Madre de Deus, e cobrou maior sensibilidade do Governo do Estado diante da demanda.
O parlamentar relembrou que o pedido foi apresentado em novembro, por meio da Indicação nº 14551/25, e que recebeu resposta da Secretaria de Educação em janeiro, através do Ofício nº 148/26, informando que, no momento, não há previsão para a construção da unidade. “Sigo empenhado na luta pela educação e continuarei trabalhando para que o Governo compreenda a importância dessa unidade para o futuro dos estudantes de São Domingos”, afirmou.
A contagem regressiva para a folia começou. A MV, multinacional líder na América Latina no desenvolvimento de softwares para a saúde, realizará, no dia 11 de fevereiro, a 12ª edição do tradicional bloco “Quem Me Viu, Quem MV”. A prévia, maior corporativa do estado e que já faz parte do calendário da cidade, reunirá colaboradores, clientes, parceiros e foliões no coração do Recife Antigo.
Com a expectativa de manter o sucesso de público e receber cerca de três mil foliões, a concentração terá início às 19h, na Venda do Bom Jesus, em frente à Praça do Arsenal. O evento é gratuito e aberto ao público. O cortejo deve seguir o trajeto tradicional, percorrendo a Rua do Bom Jesus, Avenida Rio Branco e Rua da Guia, com retorno à Praça do Arsenal. A programação musical completa será liderada pela Orquestra do Maestro Oséas e Patusco.
Para 2026, o bloco promete celebrar a cultura pernambucana com o tema “Manguebeat” (na edição anterior, o ritmo homenageado foi o Maracatu). Para quem deseja curtir a festa a caráter, os abadás e kits folia estarão disponíveis através do site oficial: https://quemmeviuquemmv.mv.com.br/. “O bloco é um momento de integração e alegria. Este ano escolhemos o tema do Manguebeat e queremos continuar a exaltar a nossa cultura, a conexão com Pernambuco e energizar a todos para o ano que começa”, destaca Paulo Magnus, CEO da MV.
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
“Quem levou Daniel Vorcaro a Lula não foi o Marcola”. A frase é do presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL). E, calma, ele não está falando do famoso líder do PCC, Marcos Camacho. O Marcola a quem Renan se refere é o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Ribeiro, que tem o mesmo apelido.
Na manhã desta quarta-feira (4), Renan apresentou o plano para o Grupo de Trabalho da CAE que irá investigar as operações do Banco Master, de Vorcaro. E um dos pontos centrais do que deseja apurar Renan é a teia de relações de Vorcaro, que o fizeram mesmo chegar até o gabinete de Lula, num encontro fora da sua agenda.
Leia maisPelo que se sabe, o encontro foi intermediado pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. E a intermediação, diz Renan, teria envolvido também o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Vorcaro teria ido ao Palácio do Planalto em pelo menos quatro vezes, entre 2023 e 2024. De acordo com o Planalto, somente em uma dessas vezes, em 4 de dezembro, teria se encontrado com Lula.
Também estava na reunião o sócio de Vorcaro, Augusto Lima, que, como vem mostrando o Correio da Manhã, foi o artífice dos consignados fantasmas que engordaram a carteira de crédito do Master a partir do CredCesta. Caetano Veloso e Gilberto Gil tornaram famosa uma canção de Riachão, que dizia: “Xô, xuá, cada macaco no seu galho/Xô, xuá, o meu galho é na Bahia/O seu é em outro lugar”. Há um galho importante na Bahia que é uma das pontas de todo esse esquema que vai precisar ser investigada.
Por essa ponta, Augusto Lima adquiriu o CredCesta e levou para o Master o modelo ali usado de empréstimos consignados. Empréstimos que, como mostra o Correio da Manhã, eram falsos, nunca existiram de fato. Eram meras fantasias contábeis para aumentar o valor da carteira de crédito que acabou negociada com o Banco de Brasília (BRB).
“O Master teve que inventar essas operações porque não tinha a menor liquidez”, disse Renan ao Correio Político. Ou seja, em dificuldades, tratou de tentar ser comprado apresentando uma contabilidade tão fictícia quando a Alice no País das Maravilhas. Agora, como toda essa lambança contábil foi possível?
“Eu assinei todas as CPIs que me apresentaram”, diz Renan. Isso significa que ele, então, assinou tanto os pedidos de CPMI de Carlos Jordy (PL-RJ) quanto de Heloisa Helena (Rede-RJ) e Fernanda Melchiona (Psol-RS). E assinaria, segundo disse, o pedido de CPI de Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) se deputado fosse.
“Toda apuração desse caso é necessária”, defende Renan. O que não significa, ele afirma, que o Grupo de Trabalho que criou na CAE tenha o propósito de querer evitar a instalação de uma comissão de inquérito. “O que estamos fazendo na CAE é nossa obrigação constitucional”, defende o presidente da comissão.
Explica Renan que é atribuição constitucional da Comissão de Assuntos Econômicos fazer esse tipo de acompanhamento, de fiscalização e de controle. Com a prerrogativa, inclusive, de requisitar e analisar documentos sigilosos, que ficam sob a guarda da comissão para sua análise. Pode ainda convocar depoimentos.
Segundo Renan, até mesmo fazer pedidos de quebra de sigilo fiscal, bancário e telefônico, algo que seria atribuição de uma comissão de inquérito, o GT da CAE pode fazer. Só que, nesse caso, o pedido precisa ser levado para análise e aprovação do plenário do Senado. A comissão não decide sozinha.
Mas, para além das obrigações constitucionais da CAE, o Senado é uma casa política. Numa CPMI ou ali, será inevitável o embate político evolvido nessa impressionante teia de aliados que o Master montou. Que tem governo, oposição, partidos de um lado e de outro, Executivo, Legislativo, ministro de contas…
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, hoje, que conversou com seu filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, após o nome dele ter sido citado na CPMI do INSS – que investiga fraudes e descontos indevidos de aposentados e pensionistas.
Lula contou que chamou Lulinha no Palácio do Planalto para uma conversa e que alertou o filho de que se ele tivesse algum envolvimento com os descontos indevidos, ele deveria “pagar o preço”.
“Quando saiu o nome do meu filho, chamei ele e disse: só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, vai pagar o preço, mas se não tiver, se defenda”, contou. Em seguida, o presidente fez um paralelo com a sua prisão e afirmou ter “decidido ficar no Brasil para se defender”.
A líder do Governo Raquel Lyra na Assembleia Legislativa (Alepe), deputada Socorro Pimentel (União Brasil), recebeu salários como médica efetiva da rede pública de saúde de Pernambuco mesmo estando afastada do cargo para cumprir o mandato de deputada estadual. O acúmulo de funções ocorreu entre julho de 2024 e março de 2025 e levou a pagamentos irregulares que se aproximaram de R$ 100 mil. O recebimento das duas remunerações por profissionais de saúde é vetado pela Constituição em casos como o da parlamentar, além de esbarrar em portaria publicada pelo governo estadual em 2023.
Em 1º de dezembro daquele ano, a Secretaria de Administração de Pernambuco formalizou no Diário Oficial do Estado o afastamento da deputada das funções de médica efetiva do estado durante o mandato parlamentar. A medida foi retroativa a 1º de janeiro de 2023 e vai até 31 de janeiro de 2027, abrangendo toda a atual legislatura e também o período de um mês em que Socorro Pimentel cumpriu um mandato-tampão por ser suplente da então deputada Priscila Krause (PSD), que renunciou ao cargo para assumir como vice-governadora. A portaria é específica ao indicar que Pimentel fez “opção remuneratória pelo cargo de deputada estadual”, o que deveria vetar ganhos salariais por sua função como servidora efetiva do estado.
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Atualmente, o salário dos deputados estaduais pernambucanos é de R$ 34,7 mil, mas verbas indenizatórias turbinam esse valor. Já como médica, Socorro Pimentel embolsou R$ 8,5 mil mensais entre julho de 2024 e março de 2025, o que, somado ao 13º salário proporcional nos dois anos, chegou a R$ 96.188,59. Os dados são do Portal da Transparência.
Curiosamente, os pagamentos em duplicidade passaram a ocorrer após uma mudança na matrícula de Pimentel, que teve seu cargo modificado de pediatra, como ocorria desde 2005, para o termo genérico “servidora efetiva”, sem local de trabalho definido.
A Constituição proíbe o acúmulo de funções públicas remuneradas. Há ressalvas para algumas categorias profissionais, inclusive da área de saúde, desde que haja compatibilidade entre as cargas horárias dos dois empregos. Registros de frequência da Alepe confirmam que a líder do governo é assídua, o que tornaria improvável o cumprimento das duas jornadas de trabalho. Em novembro de 2024, por exemplo, um dos meses em que recebeu o salário de médica do estado, a deputada registrou presença em comissões, pela manhã, e em nove das 12 sessões plenárias do período, realizadas à tarde.
Ouvida pelo blog, a deputada afirmou que é servidora efetiva do Estado de Pernambuco e, automaticamente, ao assumir o cargo eletivo de deputada estadual, foi regularmente afastada das funções como servidora, conforme determina a legislação vigente. Esse afastamento foi formalizado por ato administrativo, com opção expressa pela remuneração do mandato parlamentar.
“O pagamento citado na matéria decorreu exclusivamente de um erro operacional da Secretaria Estadual de Administração. Quando a inconsistência foi identificada, os valores foram integralmente ressarcidos ao erário, de forma correta e transparente. Procedimento, inclusive, idêntico ao adotado em situações semelhantes envolvendo outros parlamentares com vínculo funcional com o Estado. Não há, portanto, qualquer acúmulo de funções, má-fé ou irregularidade. Não existe um único indício de ilegalidade ou de conduta incompatível com a Constituição ou com as normas administrativas”, disse a parlamentar.
Ainda em resposta ao blog, a deputada afirmou: “É lamentável que um tema já esclarecido, resolvido administrativamente seja trazido a público de maneira distorcida, gerando ilações que não se sustentam nos fatos. O desespero da oposição tem gerado esses ataques infundados, dirigidos a quem faz o enfrentamento aos absurdos postos por eles. Tenho uma trajetória pública ilibada, marcada pelo respeito às instituições, pela transparência e pelo compromisso permanente com a população de Pernambuco”.
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A Câmara Municipal de Olinda rejeitou, hoje, cinco pedidos de impeachment contra a prefeita Mirella Almeida (PSD). Todos eles foram rejeitados de forma unânime. O ex-candidato Antônio Campos fez quatro das cinco solicitações. O advogado teve várias derrotas judiciais contra Mirella, além de haver sofrido revés nas urnas em 2024.
“Sempre respeito a legalidade, as instituições e o devido processo legal, mantenho minha atuação pautada pela transparência, pelo diálogo e pelo compromisso com a cidade e com a população de Olinda. Lamento profundamente que um instrumento constitucional tão relevante esteja sendo utilizado de forma politiqueira, com o objetivo de criar instabilidade e tentar transformar gestores públicos e o próprio processo democrático em reféns de disputas políticas e interesses menores”, comentou Mirella.
A gestora reforçou a determinação em garantir mais conquistas para Olinda. “Vamos seguir no trabalho, na entrega de resultados e no cuidado com Olinda, sem se deixar desviar por tentativas de politização excessiva que não contribuem para o desenvolvimento da cidade nem para o fortalecimento da democracia”, afirmou.
Por Antonio Magalhães*
“Este ano não vai ser igual aquele que passou…” canta a marchinha carnavalesca “Até quarta-feira” dos anos 1960. Ela poderia ser uma metáfora da diferença das eleições presidenciais de 2022 e 2026. Diferente do que ocorreu no pleito passado, quando foi estrondosa a interferência do Judiciário em favor do candidato do PT, este ano o eleitor está mais atento aos desvios de procedimentos, o olhar de fora do país é outro e o comandante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai ser um dos “mudinhos” indicado por Bolsonaro, Kassio Nunes Marques. Os conservadores garfados anteriormente podem ficar tranquilos sobre a lisura da eleição? É uma pergunta sem resposta até agora.
Enquanto Nunes Marques não assume a presidência do TSE, no segundo semestre deste ano, a atual presidente Carmem Lúcia, vai aprontando pela velha ótica alexandrina, censurando sob um argumento burocrático a divulgação de pesquisa de opinião que dá vantagem no segundo turno a Flávio Bolsonaro diante de Lula. O seu pedido de suspensão, ao contrário do pretendido, alavancou a divulgação pelas redes sociais da pesquisa desconfortável ao petismo.
Leia maisA ministra do TSE também distribuiu uma carta de regras de conduta para os juízes eleitorais do país recheada de algumas obviedades já postas em prática em eleições passadas sem problemas pelos magistrados regionais e contendo ainda outros requisitos que sequer são cumpridas pela Suprema Corte. Na verdade, as normas são ignoradas pelo Supremo na cara dura. A importante regra descumprida pelos ministros é sobre a escolha política do julgador, pondo em dúvida sua imparcialidade.
Carmem Lúcia anota na lista a proibição de juízes receberem ofertas e presentes. Já os ministros do STF estão acima dessa disposição. E ainda, segundo ela, não são admissíveis, ética nem juridicamente, sinalizações favoráveis ou contrárias a candidatas ou candidatos, partidos políticos ou ideologias, o que pode conduzir a ilações ou conclusão sobre favorecimento ou perseguição em julgamento. Não vale chorar, nem chiar.
Já o futuro presidente do TSE, Nunes Marques, corporativamente, revela seu conceito de eleição democrática, mas nem tanto. O ministro propôs que as empresas provedoras dos serviços de redes sociais sejam obrigadas a retirar do ar as publicações mesmo sem autorização judicial. Pela regra vigente, que valeu para as últimas eleições municipais, os provedores somente poderiam ser responsabilizados caso descumprissem alguma decisão judicial.
Com esta decisão, o “mudinho” de Bolsonaro repassa para as empresas provedoras a iniciativa de censurar conteúdos, podendo ser penalizadas se não o fizerem. Isso estimula a autocensura e a preguiça da justiça eleitoral. O autor da mensagem fica entregue ao entendimento correto ou incorreto do provedor sem qualquer direito de defesa. Que Justiça é esta?
Outra sugestão apresentada ontem ao TSE, o PT, por sua vez, pede a retirada, dentro das regras eleitorais, de um dispositivo que autoriza a crítica aos governos no período de pré-campanha, com impulsionamento pago das postagens. Uma das minutas de sugestões do tribunal prevê que essa prática “não caracteriza propaganda eleitoral antecipada negativa a crítica ao desempenho da administração pública, realizada por pessoa natural, ainda que ocorra a contratação de impulsionamento, desde que ausentes elementos relacionados à disputa eleitoral”.
Os petistas contestam a permissão sugerida alegando que “toda crítica formulada por pré-candidato à gestão pública, nesse período, é inevitavelmente associada ao pleito vindouro. Do contrário, sequer haveria razão para a regulamentação específica das práticas de pré-campanha”. Os governistas querem passar sem mácula pela campanha eleitoral, proibindo as críticas ao governo Lula.
O ministro deixou ainda inalteradas as regras sobre a utilização de inteligência artificial durante a campanha. Em 2024, o TSE aprovou normas para o uso de IA na propaganda eleitoral, incluindo a proibição do chamado deep fake – conteúdo fabricado em formato de áudio, vídeo ou combinação de ambos e que tenha sido gerado ou manipulado digitalmente para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou fictícia. Os candidatos que sempre se valem de seus parentes políticos já falecidos em vídeos de IA vão ficar literalmente na orfandade eleitoral.
Observou-se que em nenhuma das audiências públicas desta semana no TSE alguém fez referência ao tema-tabu eleitoral: a correção dos resultados das urnas eletrônicas não auditáveis. Em 30 anos de uso desses equipamentos em eleições não foi possível encontrar até agora ilegalidades no procedimento, porque não existe modo claro de verificação. Pode ter acontecido ou não alguma irregularidade, mas nunca vamos saber enquanto não houver o voto impresso junto das urnas e que a contagem dele seja pública, como determina a Constituição Federal.
Enfim, só no decorrer da campanha eleitoral e na própria eleição poderemos saber se “este ano não vai ser igual aquele (2022) que passou”. É isso.
*Jornalista
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A Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) diz estar havendo omissão da Polícia Civil em fornecer acesso a documentos sobre as diligências feitas contra auxiliares do prefeito do Recife, João Campos (PSB), entre agosto e outubro do ano passado. A entidade alega que, apesar de ter solicitado que a defesa dos alvos obtivesse o material desde 29 de janeiro, não houve qualquer resposta da corporação, o que viola a Constituição e o exercício da atividade dos advogados.
A reclamação foi apresentada em ofício remetido, ontem, pelo diretor de Prerrogativas da OAB-PE, Yuri Herculano, e pela presidente da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas da OAB-PE, Tássia Perruci. A cobrança é feita ao chefe da Polícia Civil, Felipe Monteiro. A OAB afirmou que, no ofício da semana passada, já havia pedido acesso a “procedimento investigativo, formulado por advogados regularmente constituídos, no legítimo exercício do múnus público da advocacia”.
Leia maisAinda no texto, os advogados afirmam que a falta de resposta da Polícia Civil, mesmo após provocação expressa da OAB, é “grave, pois obsta o exercício da defesa técnica, esvazia o contraditório e compromete a ampla defesa”. A entidade também explicou que o pedido não tem como foco o mérito da investigação, mas o acesso a “elementos já documentados, condição mínima para o exercício da defesa técnica e para a regularidade do procedimento investigatório”. “A persistência da omissão poderá ensejar a adoção das medidas institucionais cabíveis, inclusive perante órgãos de controle e correição”, escreveram.
A investigação vem sendo questionada por juristas de todo o país desde que o caso veio à tona, em 25 de janeiro. Um dos pontos críticos é a alegação do governo estadual de que o monitoramento do secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro, e do irmão dele, Eduardo Monteiro, teve amparo legal. A Polícia Civil fez diligências iniciais com base em uma denúncia anônima de corrupção e sem inquérito. Também vigiou os alvos com um rastreador veicular sem ordem judicial. Nenhum registro documental foi fornecido para justificar o emprego de recursos públicos e humanos no caso.
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O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco, deputado federal Carlos Veras, participa, entre os dias 5 e 7 de fevereiro, das atividades pelos 46 anos do PT, em Salvador (BA).
Com o slogan “Quando o povo acredita, o Brasil acontece”, a programação marca o início da agenda anual partidária na defesa de seu legado à frente do governo federal, dos desafios do projeto democrático-popular e das estratégias políticas para o próximo período, em um momento considerado estratégico para o país.
Leia maisAs atividades têm início hoje, com debates temáticos sobre comunicação, soberania, justiça climática, juventude, cultura, luta LGBT e estratégias políticas, e se encerram no sábado (7), com um ato político comemorativo dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Além de Carlos Veras, participam da programação o senador Humberto Costa, a senadora Teresa Leitão, a prefeita de Serra Talhada, Maria Conrado, o vereador do Recife, Osmar Ricardo, membros do Diretório Nacional do PT. Também confirmaram presença a deputada estadual Rosa Amorim, o deputado estadual João Paulo, Carlos Padilha, membro da Executiva Estadual; Rivania Rodrigues, secretária LGBT do PT Pernambuco; e Guylherme Oliveira, secretário estadual de Juventude do partido.
Para o presidente estadual do PT, Carlos Veras, o aniversário do partido é também um momento de reafirmação política. “O PT chega aos 46 anos reafirmando seu compromisso com a classe trabalhadora e com a defesa da democracia. Seguiremos na luta pelo fim da escala 6×1 e pela ampliação de direitos”, afirmou.
Durante a programação, o partido realiza reunião do Diretório Nacional, na sexta-feira (6), quando deve avançar nas definições políticas para a formação da tática eleitoral nacional. Carlos Veras destaca que o PT de Pernambuco vai confirmar a disposição de alinhamento com as orientações nacionais: “nossa prioridade é a reeleição do presidente Lula, a recondução do senador Humberto Costa e o fortalecimento das bancadas estadual e federal, com a reeleição dos atuais parlamentares e a ampliação da nossa representação”, concluiu.
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A empresa de transporte rodoviário Progresso prepara o lançamento de um novo serviço voltado ao aumento do conforto dos passageiros. Denominado ‘Suíte Cama’, o modelo representa um investimento da empresa na modernização da frota e na elevação do padrão das viagens, reforçando uma estratégia baseada em visão de futuro e respeito ao usuário.
Segundo informações divulgadas nas redes sociais, o lançamento ocorre em meio a um período de ajustes operacionais próprios de um processo de transição, mas mantém como diretriz a evolução contínua do transporte no Nordeste. A iniciativa sinaliza o compromisso da Progresso com melhorias constantes, aliando responsabilidade, inovação e qualificação dos serviços prestados ao público.
Uma tempestade atingiu o município de Serra Talhada, no Sertão, na tarde de ontem, surpreendendo moradores e trabalhadores que estavam pelas ruas da cidade. De acordo com o Instituto Climatempo, a previsão indicava 74% de probabilidade de chuva, com volume mínimo de 4,4 mm, apesar da sensação de calor intenso já comum na cidade.

Foram registrados diversos pontos de alagamento, queda de e bueiros estourados pelo centro comercial. A água invadiu as lojas e obrigou os comerciantes a fecharem as portas. As informações e imagens são do portal Farol de Notícias. A chuva também provocou trovoadas e até mesmo granizo. A forte ventania derrubou uma árvore no meio da BR-232, nas proximidades do viaduto, provocando engarrafamento naquela região.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou, hoje, a criação de uma nova rota aérea ligando o Recife a Cabo Verde, marcando um importante passo na conectividade internacional do Nordeste. A rota começará a ser operada a partir do dia 6 de maio, com dois voos regulares semanais, reforçando os laços entre Brasil e o país africano.
A nova ligação, que será operada pela Cabo Verde Airlines, representa não apenas um incremento na malha aérea internacional do Aeroporto de Recife/Guararapes, mas também uma oportunidade estratégica de ampliar o intercâmbio de pessoas, cultura e negócios entre o Nordeste brasileiro e o arquipélago.
Leia maisA iniciativa foi selada após reunião de Silvio Costa Filho com o embaixador de Cabo Verde no Brasil, S.E. José Pedro Máximo Chantre D’Oliveira, durante cerimônia do Brasil Export. Após as tratativas, o ministro Silvio destacou a importância de “conectar Recife cada vez mais com o mundo”, enfatizando que a nova rota deve estimular o turismo e facilitar a mobilidade entre os povos dos dois países.
A operação de voos regulares com a Cabo Verde Airlines também é vista como um estímulo à economia local e uma forma de incentivar mais viagens entre Brasil e África. A República de Cabo Verde, composta por um conjunto de ilhas no Oceano Atlântico, é um país com forte vocação turística e histórico-cultural, e essa nova conexão direta com o Brasil fortalece ainda mais o seu papel como destino internacional e ponto de encontro entre culturas lusófonas.
“Estamos trabalhando para conectar Recife cada vez mais com o mundo. Essa nova rota com Cabo Verde vai estimular o turismo, gerar oportunidades econômicas e aproximar ainda mais os povos brasileiro e cabo-verdiano”, afirmou o ministro.
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