A Prefeitura de Manari inicia, nesta sexta-feira (16), a “Festa de Janeiro” 2026 com um esquema especial de segurança voltado à prevenção de ocorrências e à proteção do público. Considerada a maior edição já realizada no município, a programação segue até o dia 19 e contará com atuação integrada de forças municipais e estaduais.
O planejamento envolve diversas secretarias e estabelece medidas preventivas no pátio de eventos, como a proibição da entrada de garrafas de vidro, objetos perfurocortantes e fogos de artifício, com o objetivo de reduzir riscos e garantir a segurança de moradores e visitantes.
Leia maisAlém da contratação de segurança privada para atuar em pontos estratégicos, a Prefeitura garantiu reforço do 3º Batalhão da Polícia Militar (BPM), que disponibilizará efetivo especial para o patrulhamento ostensivo. O esquema também inclui apoio da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar, de bombeiros civis e das equipes da Secretaria Municipal de Saúde, que atuarão em regime de prontidão durante todo o evento.
As estratégias de segurança foram definidas em reunião entre o prefeito Júnior de Audálio e o tenente-coronel Henrique Luiz da Silva, comandante do 3º BPM. Segundo o prefeito, o alinhamento prévio foi essencial para assegurar o funcionamento integrado das forças envolvidas.
“Uma festa desse porte exige planejamento e responsabilidade. Reunimos todas as forças de segurança para alinhar cada detalhe do policiamento e das ações preventivas. Nosso objetivo é garantir que a população de Manari e os visitantes possam aproveitar a Festa de Janeiro com tranquilidade, sabendo que o poder público estará presente e atuando durante todos os dias do evento”, afirmou o prefeito Júnior de Audálio.
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O ministro Alexander de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja transferido para a Papudinha ainda nesta quinta-feira (15).
Bolsonaro estava na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde 22 de novembro, quando foi preso preventivamente após tentar violar a tornozeleira eletrônica.
Três dias depois, o processo contra ele em curso no Supremo transitou em julgado e ele iniciou o cumprimento de pena de 27 anos e 3 meses a que foi condenado por tentativa de golpe de Estado. As informações são da CNN.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) reagiu nesta quinta-feira ao fato de o governo federal disponibilizar 40 Smart TVs para que os presos das penitenciárias federais de segurança máxima tenham acesso a sessões de cinema. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro compartilhou um vídeo que compara o benefício aos presidiários com a situação do próprio pai, que cumpre pena na na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Em 8 de janeiro, a defesa de Bolsonaro solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que ele tenha acesso a uma televisão smart na prisão, o que a Procuradoria-Geral da República manifestou ser contra. O vereador costuma fazer críticas às condições do pai no cárcere, como o “ruído enlouquecedor intenso” provocado por um ar-condicionado e um rádio de pilha que “não funciona direito”. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais“É tudo só coincidência no país atualmente controlado pela sopa de letrinhas”, ironizou Carlos, nesta quinta-feira, que compartilhou um vídeo em que o vereador de Vitória (ES) Dárcio Bracarense (PL) diz que tal distinção “é um negócio descarado”.
– Governo Lula destinará Smart TVs para programa de cinema em presídios. (Metrópoles – 14/01/2026)
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) January 15, 2026
– É tudo só coincidência na país atualmente controlado pela sopa de letrinhas!!!!
– Via @DarcioVix pic.twitter.com/zh1fYxpbBT
Nesta terça-feira, Carlos também reclamou dos protetores auriculares fornecidos pela PF ao pai por destacar que, em vez de “eliminar a causa do problema” consertando o ar-condicionado, a corporação optou pela “suposta medida”.
“Ruído constante, privação de descanso e ambiente hostil configuram tratamento degradante, especialmente quando impostos a alguém com quadro de saúde sensível, agravando riscos físicos e psicológicos de forma desnecessária e injustificável”, afirmou o ex-vereador.
Na quinta-feira passada, Carlos afirmou que Bolsonaro está detido em uma “sala insalubre e molhada de cerca de oito metros quadrados” e, ao visitá-lo, levou uma novo rádio para que o pai possa “ao menos possa escutar algumas estações”:
“O presenteei com um novo rádio de pilha, para que ao menos possa escutar algumas estações, pois o anterior não funcionava direito, e visto que não tem nem uma pequena TV com capacidade para assistir um canal de YouTube e acompanhar notícias e outras informações”, reclamou o vereador.
Hoje, quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, visitei @jairbolsonaro , que segue preso de forma ilegal e desumana em uma sala insalubre e molhada de cerca de 8 metros quadrados, soluçando, agora tomando antidepressivos e utilizando aparelhos para apneia do sono, sem exercícios… pic.twitter.com/urQatikjMt
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) January 8, 2026
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se nesta terça-feira contra o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para ter acesso a uma smart TV. A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que ainda deve decidir sobre as medidas.
“Quanto ao pedido de acesso a aparelho de Smart TV, a medida não se afigura razoável. A conexão permanente à rede mundial de computadores inviabilizaria o controle sobre as proibições de acesso a redes sociais e a comunicação com terceiros não autorizados” disse Gonet.
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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu, nesta quinta-feira (15), a destinação e execução de recursos de emendas para organizações não-governamentais e outras entidades do terceiro setor administradas ou vinculadas a parentes de parlamentares e de seus assessores.
“Não se revela compatível com o regime republicano que parlamentar possa destinar emendas a entidades vinculadas a familiares, direta ou indiretamente, transformando recursos públicos em moeda de afeto, conveniência ou lealdade pessoal, para não mencionar hipóteses de escancarado peculato. Tal prática não apenas desnatura por completo a finalidade constitucional das emendas, como também esvazia a impessoalidade, degrada a legitimidade da despesa e alimenta a desconfiança da sociedade nas instituições democráticas”, escreveu. As informações são do g1.
Leia maisDino é o relator de processos no Supremo que discutem a validade da execução de emendas parlamentares ao Orçamento. A decisão foi tomada no âmbito do acompanhamento do plano de trabalho homologado pelo plenário do STF para ampliar transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares.
As emendas são indicações de deputados e senadores para o envio de dinheiro para obras e outros serviços públicos pelo país.
Na decisão, o magistrado citou reportagens que apontam indícios de irregularidades nos recursos destinados por parlamentares para estas instituições, “com a destinação de recursos para a satisfação de interesses privados”.
O ministro lembrou ainda que é proibida a contratação de parentes até o terceiro grau na administração pública para cargos em comissão (preenchidos sem concurso). A prática também pode representar improbidade administrativa.
“Qualquer tentativa de contornar a vedação legal — seja por interpostas pessoas, vínculos indiretos ou construções artificiais de autonomia formal das entidades do terceiro setor — afronta frontalmente o núcleo axiológico das citadas normas, que é impedir que agentes públicos utilizem sua posição institucional para favorecer entidades com as quais mantenham laços familiares, diretos ou indiretos”, argumentou.
“Por exemplo, não é possível que uma entidade destinatária de emenda da saúde acabe por contratar para prestar serviços uma empresa ou cooperativa integrada exatamente por parentes do Deputado Federal ou do Senador que procedeu à destinação do recurso, ou de assessor parlamentar detentor de cargo comissionado”, completou.
No texto, o ministro afirma que a ampliação de repasses para entidades privadas precisa vir acompanhada de critérios e controles compatíveis com a administração pública.
Dino menciona que, mesmo com avanços recentes em regras e instrumentos de transparência, ainda há necessidade de ajustes para assegurar a moralidade e a impessoalidade.
Dino também cita regras do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) e aponta que tentativas de contornar vedações por meio de vínculos indiretos ou “interpostas pessoas” não se compatibilizam com as finalidades das normas de controle.
Outras determinações no despacho
Além da proibição envolvendo parentes, Dino determinou uma série de providências:
O ministro também indeferiu um pedido da Rede Sustentabilidade para ingresso como amicus curiae na ADPF, citando que o mérito já foi julgado e houve trânsito em julgado.
Entenda: terceiro setor e emendas parlamentares
O terceiro setor reúne entidades privadas sem fins lucrativos — como ONGs, associações e institutos — que podem firmar parcerias com o poder público para executar projetos e serviços.
As emendas parlamentares são indicações feitas por deputados e senadores ao Orçamento da União para destinar recursos a ações em estados e municípios. Nos últimos anos, decisões do STF passaram a exigir regras mais rígidas de identificação do autor, destino do dinheiro, planos de trabalho e rastreabilidade da execução.
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Uma denúncia anônima recebida pela Polícia Federal em seu e-mail institucional auxiliou as investigações de um esquema de fraude bilionária no Banco Master e levou à abertura de um inquérito. O inquérito foi instaurado após a PF fazer uma investigação preliminar confirmando os elementos trazidos pela denúncia anônima.
Os detalhes da investigação são citados em decisão do ministro Dias Toffoli, que foi tornada pública nesta quinta-feira (15). As informações são da coluna de Malu Gaspar para o jornal O GLOBO.
O Xerém completa 15 anos de atuação no Recife, com três unidades em funcionamento na Zona Sul da cidade. Ao longo desse período, o grupo consolidou presença no cenário gastronômico pernambucano e ampliou sua projeção fora do estado, mantendo uma proposta baseada na cozinha regional e em processos internos padronizados.
A trajetória do restaurante conta com a participação de profissionais reconhecidos, como o chef Bigode, que possui cerca de 30 anos de experiência à frente do tradicional Leite. A atuação do chef integra a estrutura operacional do grupo, contribuindo para a definição do cardápio e para a manutenção da identidade gastronômica da marca ao longo dos anos.
Além da cozinha, a administração do Xerém é marcada pela gestão familiar. Flailza Araújo Miranda, esposa de um dos fundadores, atua na coordenação administrativa do grupo, com foco na organização dos processos, no controle da operação e na padronização dos serviços. Na mesma data em que o restaurante celebra seus 15 anos, também é registrado o aniversário de Flailza, cuja atuação está diretamente ligada à estrutura que sustenta o funcionamento e a expansão das unidades.
Enquanto pessoas próximas do senador Flávio Bolsonaro (PL) comemoram o desempenho na primeira pesquisa Quaest do ano, diante de um desempenho acima do esperado por auxiliares dele, outro nome de centro-direita foca nas redes sociais com uma campanha antipetista sobre segurança pública para tentar melhorar os números.
Ronaldo Caiado (União-GO), governador de Goiás, vai impulsionar sete filmes nas redes sociais que tratam da comparação entre dados nacionais de violência com indicadores do estado que governa. “Eu fiz de Goiás o estado mais seguro do Brasil, mesmo sem ter o maior orçamento do país. Se o PT não consegue enfrentar os bandidos, tem quem consiga”, diz o governador em vídeo. As informações são da CNN.
Leia maisA estratégia, segundo apurado pela CNN, é explorar fragilidades do governo atual, para manter viva a possibilidade de uma candidatura de centro-direita competitiva.
Segundo aliados de Flávio Bolsonaro, a estratégia de moderar o tom e se apresentar como candidato equilibrado tem funcionado e deve ser mantida. No entanto, a busca de Flávio pelo centro “toma território” de outros nomes, como Caiado, Ratinho Jr. (PSD) e Romeu Zema (Novo).
O cenário pulverizado de candidatos na centro-direita, segundo estrategistas ouvidos pela CNN, é o “melhor dos mundos” para Lula e o PT.
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Por Clara Oliveira – Blog da Folha
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), garantiu que não há empecilhos nos diálogos da Frente Popular para a formação de chapa nas eleições deste ano, pois a colaboração e a harmonia estão no centro das conversas.
A declaração foi dada nesta quinta-feira (15), durante uma visita ao local onde será construído o Terminal Intermodal do Aeroporto Internacional do Recife. Na ocasião, o gestor municipal recebeu o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos).
Leia maisEm meio à disputa de aliados por espaços na chapa da Frente Popular, João Campos assegurou que não há instabilidade nas articulações. De acordo com o prefeito, o presidente Lula (PT) está acompanhando com otimismo todos os passos da composição estadual para as eleições.
“Eu não vejo nenhum empecilho, pelo contrário, eu vejo uma relação muito madura construída com o PT. […] Inclusive, estou conversando com todo mundo, com o PT, conversei bastante com o Silvio ontem, tive pessoalmente com Miguel Coelho na sexta-feira uma conversa extraordinária, com concordância indo e voltando”, explicou o prefeito.
O encontro de Campos com o ministro Silvio Costa Filho corroborou com o discurso de tranquilidade e confiança do prefeito.
Após o anúncio da saída de Silvio do Ministério de Portos e Aeroportos para se candidatar ao Senado, uma parcela das pessoas visualizou a atitude como uma estratégia de pressionar sua entrada na chapa majoritária de João Campos. Então, a visita demonstrou integração política entre os aliados.
“De forma muito franca, quando eu vejo o nome de Miguel, o nome de Marília, o nome de Silvinho, nomes do PT também, todo mundo está jogando o jogo certo. Qual é a chance de eventualmente isso não dar certo? Só se você chegar ali e mentir para todo mundo. Sair prometendo tudo, sair dizendo só o que as pessoas querem ouvir. Por isso que nenhuma decisão no âmbito da Frente Popular vai ser tomada de forma isolada”, esclareceu.
Apesar da formação da frente ainda não ser definitiva, os possíveis cotados estão em alinhamento constante para a definição dos cargos. Segundo Campos, as candidaturas serão escolhidas em conjunto, e não por determinados partidos ou pressões.
O chefe do executivo do Recife também avaliou que a estabilidade da condução da Frente Popular e do PSB não é superficial, pois o projeto não é meramente eleitoral.
“Tem mais de 15 estados do Brasil onde a gente está fazendo tudo de forma absolutamente alinhada. Então, se vocês acham que isso não tem um peso para a decisão, por isso que eu tenho muita tranquilidade, porque não é uma relação artificial que vai ser criada para uma eleição”, complementou João Campos.
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O presidente em exercício da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Rodrigo Farias (PSB), cobrou explicações públicas da governadora Raquel Lyra (PSD) após a denúncia revelada pela imprensa, que aponta irregularidades envolvendo a Logo Caruaruense, empresa de transporte pertencente ao pai da governadora. Nova denúncia aponta que a governadora foi sócia da empresa.
Segundo o parlamentar, a denúncia é grave e precisa ser esclarecida com urgência. Farias destacou a contradição entre o discurso do Governo do Estado e a prática de sua estrutura administrativa. “Enquanto a Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI) multa e apreende veículos de trabalhadores e motoristas de Toyotas no Agreste pernambucano, fecha os olhos para as irregularidades cometidas pela empresa do pai da governadora. E que segue circulando livremente pelas estradas do Estado”, afirmou.
Leia maisAs reportagens publicadas ontem e hoje apontam que a empresa familiar da governadora estaria operando linhas intermunicipais de forma irregular, já que documentos mostram que os veículos da Logo Caruaruense rodam sem vistorias há pelo menos três anos e com atraso no pagamento da Taxa de Certificado de Registro Cadastral (CRC).
A denúncia coloca em xeque a imparcialidade da fiscalização do governo Raquel Lyra. O caso, segundo o deputado, exige total transparência. “É inaceitável que o governo use a mão pesada do Estado contra o pequeno trabalhador, ao mesmo tempo em que silencia diante de irregularidades que envolvem um empreendimento de dentro da própria família da governadora. Pernambuco exige uma resposta clara e imediata”, cobrou Farias.
Rodrigo Farias reforçou que a Alepe acompanhará o caso de perto e que espera um posicionamento oficial do Palácio do Campo das Princesas. Para ele, a credibilidade das instituições e a confiança da população estão em jogo. “É momento de tratar com a seriedade que o caso requer e prestar esclarecimentos ao povo pernambucano”, concluiu o presidente em exercício da Assembleia.
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O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César, afirmou nesta quinta-feira (15) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer fazer do combate ao crime organizado uma “ação de Estado”, com a articulação conjunta de diferentes órgãos do poder público.
“Houve uma decisão do presidente da República, compartilhada por todos esses atores, de elevar ao status de ‘ação do Estado’ o combate ao crime organizado, de maneira que a relevância que o crime organizado assumiu nesse momento impõe a necessidade de uma atuação conjunta, de todos os órgãos de estado”, afirmou o ministro.
Segundo ele, cada um dos órgãos de Estado, no âmbito de suas competências e atribuições, estarão empenhados em desenvolver uma ação articulada para combater o crime organizado. As informações são da CNN.
Leia maisEsta foi a primeira declaração pública de Wellington desde que foi anunciado ministro. Ele falou a jornalistas após uma reunião no Palácio do Planalto com Lula e autoridades ligadas ao combate ao crime organizado e ao crime financeiro.
O encontro se dá um dia após a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da operação Compliance Zero, que apura fraudes financeiras no Banco Master.
Questionado se o assunto foi abordado na reunião, o ministro disse apenas que “o tema foi tratado como eixo, como diretriz de órgãos de estado que não se preocupam com nenhuma particularidade específica”.
Na ocasião, o diretor-geral da Polícia Federal também falou a jornalistas. Ele ressaltou a importância da integração dos órgãos de Estado e elogiou a atuação da Receita Federal e do Banco Central no combate a crimes financeiros.
Os dois órgãos são personagens centrais na trama do Banco Master e tiveram representantes na reunião.
O encontro reuniu o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes; o diretor da Receita, Robinson Barreirinhas; o diretor do Banco Central, Gabriel Galípolo; o procurador-geral da República, Paulo Gonet; e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Participaram também o vice-presidente Geraldo Alckmin; o ministro da Secom, Sidônio Palmeira; o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan; e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu, nesta semana, uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apelar pela saúde do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e defender que ele vá para a prisão domiciliar. O blog da Andréia Sadi obteve relatos de bolsonaristas e aliados do ex-presidente, que defendem que Bolsonaro não tem condições de permanecer na cadeia devido a problemas de saúde.
Bolsonaro está preso na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre a pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O relator do caso, Alexandre de Moraes, negou recentemente mais um pedido da defesa para que o ex-presidente vá para a domiciliar.
Ao ministro decano do STF, a ex-primeira-dama relatou estar vivendo um drama particular e pediu pelo marido. Nos bastidores, bolsonaristas relataram ao blog que ministros do STF demonstram discordar da posição de Moraes e que, por isso, Michelle tenta sensibilizar outros integrantes da corte para falarem com o relator. Procurado, Gilmar Mendes apenas confirmou o encontro, mas não quis comentar os detalhes.
A Logo Caruaruense deve quase R$ 1 milhão de reais em impostos à União. A empresa é do pai da governadora Raquel Lyra (PSD), o ex-governador João Lyra Neto, e ganhou notoriedade, esta semana, depois que o portal Metrópoles publicou uma matéria na qual expõe que a empresa de ônibus opera de forma irregular no Estado desde o início da gestão da filha.
De acordo com dados do aplicativo da dívida ativa, a Logo Caruaruense deve R$ 904.217,63 em impostos (veja os anexos abaixo). Os dados são públicos e qualquer pessoa que baixar o aplicativo poderá ter acesso.
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Hoje, o Metrópoles postou outra matéria na qual afirma que Raquel Lyra integrou o quadro societário da Logo Caruaruense. Cabe ao governo comandado pela gestora fazer a fiscalização do setor.

Um documento da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI) obtido pelo Metrópoles revelou que os veículos da Logo Caruaruense rodam sem vistorias há, pelo menos, três anos e com atraso no pagamento da Taxa de Certificado de Registro Cadastral (CRC), exigências que devem ser cumpridas para não colocar em risco a segurança dos passageiros.
Outro lado
A EPTI, do governo estadual, disse ao Metrópoles, por meio de nota, que “a empresa Logo, sucessora da empresa Caruaruense que é operadora do sistema nos últimos 66 anos, citada na reportagem, foi vencedora do certame licitatório de 2014, ao lado de outras empresas para operação do transporte intermunicipal em Pernambuco”.
Segundo o Metrópoles, a EPTI disse que realiza fiscalização em terminais rodoviários, pontos de embarque e desembarque e outros locais estratégicos como entradas e saídas de cidades, mas não respondeu por qual motivo as vistorias ainda não foram feitas após a identificação das irregularidades pelo órgão nem se a empresa foi punida.
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