Em nota assinada pelo presidente do partido, Valdemar Costa Neto, o partido afirma que reconhece o resultado proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas que “questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos”.
“Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos dentro de um debate político equilibrado e democrático. Seguiremos acompanhando os fatos e buscando respostas com responsabilidade, transparência e respeito às instituições”. As informações são do g1.
Leia mais“O PL continuará firme, atuando com independência e responsabilidade na defesa da democracia, da liberdade e dos valores que representamos. Nosso compromisso é com o Brasil e com os milhões de brasileiros que confiam em nosso trabalho”, diz a nota.
Em um vídeo divulgado nesta segunda-feira (26), Flávio afirmou que vai pedir a cassação da chapa do presidente Lula.
“O que ele fez foi um abuso do poder político e econômico sem precedente, um total desequilíbrio na disputa eleitoral. Isso tudo sem falar no complexo industrial de fake news que eles criaram com a difusão ilegal e em massa de mentiras para aterrorizar a população brasileira. Então eu vou pedir sim a cassação da chapa do Lula por todos os abusos que ele cometeu. A lei tem que valer para todo mundo”.
Logo após o resultado apontar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como vencedor do segundo turno, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicado ao cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), confirmou o resultado e afirmou que tem “absoluta segurança de todo o processo eleitoral”.
Flávio, ainda assim, insistiu que “é impossível reconhecer esse resultado”.
“É inexplicável ter acontecido o que aconteceu. Inclusive, nas palavras de algum ministro aí que a própria imprensa publicou, as eleições deveriam ter sido anuladas nas condições que as coisas aconteceram nesse momento. E o que eu tenho que falar aqui agora é que é impossível, é impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto como essas coisas aconteceram. Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições”, disse o candidato derrotado.
Durante o pronunciamento, Flávio também criticou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de prorrogar por duas horas o horário de encerramento das votações neste domingo (25).
“O que aconteceu hoje não foi algo normal, foi inclusive inaceitável. Um ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história, e ex-advogado do Lula dá uma canetada a pedido de um ex-sócio dele e muda a regra do jogo no meio do jogo. Às 17:01, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior Eleitoral, atropelando a Justiça especializada, toma uma decisão prorrogando por duas horas as eleições. Isso nunca tinha acontecido na história do Brasil”, disse.















