Por Vitor Nascimento
Repórter do blog
Com 86,76% das urnas apuradas, São Luís (MA) já definiu o seu prefeito. Eduardo Braide (PSD) foi reeleito com 69,84%. Em segundo lugar, ficou Duarte (PSB) com 22,66%. Em terceiro, Dr Yglésio (PRTB) com 3,27%.
Por Vitor Nascimento
Repórter do blog
Com 86,76% das urnas apuradas, São Luís (MA) já definiu o seu prefeito. Eduardo Braide (PSD) foi reeleito com 69,84%. Em segundo lugar, ficou Duarte (PSB) com 22,66%. Em terceiro, Dr Yglésio (PRTB) com 3,27%.
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Na sua mesmice com relação aos números anteriores, a pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (27) traz um dado importante. A estagnação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já aparecia em pesquisas anteriores. Agora, porém, a Nexus mostra também uma estagnação do principal opositor de Lula, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os últimos levantamentos mostravam o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro, num viés de subida. Flávio parou de subir. Se antes a estagnação de Lula e a subida de Flávio aconteciam mais pelos erros de Lula do que por eventuais acertos de Flávio, agora parece acontecer o contrário: é Flávio quem erra. E o maior erro está na estratégia limitada do PL, que não amplia alianças.
Carlos quer “corrigir” apoios no PL
Na semana passada, o filho 02, Carlos Bolsonaro, postou nas suas redes sociais que quer “corrigir” os apoios àqueles que não declararem publicamente estar com Flávio Bolsonaro na disputa presidencial. De fato, esse apoio às vezes parece tímido. Mas pode ser improvável corrigi-lo com ameaças. Porque isso acontece justamente por conta da estratégia que limitou a possibilidade de alianças com outros partidos nos estados.
Leia maisRecados de Santa Catarina
Carlos começou a atacar Nikolas | Foto: Instagram/@nikolasferreiraadm
A começar pelo próprio caso de Carlos, que, ao se mudar para Santa Catarina, escanteou o senador Esperidião Amin (PP), que migrou para outra chapa e não fará campanha para Flávio Bolsonaro. Curioso que foi também de Santa Catarina que vieram recados para a governadora do DF, Celina Leão. O senador Jorge Seif (PL-SC) cobrou de Celina não ter visto “nenhuma postagem” nas redes dela de apoio a Flávio. A estreiteza nas alianças embute um outro receio do clã Bolsonaro: perder o protagonismo no comando da direita.
Daí, fogo amigo com Nikolas
É daí que parte o fogo amigo em Nikolas Ferreira (PL-MG). A possibilidade de que o deputado venha a crescer politicamente pela força que tem nas redes sociais parece incomodar fortemente Carlos Bolsonaro, especialmente. Carlos tem chamado Nikolas de “traidor” e o atacado com frequência. E Nikolas responde na mesma moeda, mantendo a tensão.
“Toupeira”
Nessa briga, Nikolas chegou a dizer que Carlos tem a “capacidade cognitiva de uma toupeira cega”. Celina entrou no alvo depois que disse, numa entrevista, que Flávio Bolsonaro deveria pedir “perdão” a Michelle Bolsonaro pelas brigas entre os dois. Michelle, diga-se também, não morre de amores por Flávio.
Agressividade
No fundo, o comportamento agora do clã Bolsonaro replica um pouco o que fez Lula em outros momentos, quando tratou também de ofuscar qualquer arroubo na esquerda de alternativa política a ele. A diferença é que Lula sempre fez isso com maior sutileza. O clã, nessa tarefa, é muito mais agressivo.
Lula
Independentemente das chances que poderiam ter ou se era somente pretensão, nomes como Luiza Erundina, Eduardo Suplicy e Cristovam Buarque se viram no passado escanteados por Lula. O presidente só admitia que essa condução de eventuais sucessores acontecesse sob seu comando.
Dirceu
Em 2002, na sua primeira eleição como presidente, o plano de Lula era abrir o caminho para que seu sucessor fosse seu ministro da Casa Civil, José Dirceu. Mas o mensalão atrapalhou os planos. Dirceu acabou tendo o mandato cassado (juntamente com Roberto Jefferson) e terminou condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e preso.
Palocci
Após a reeleição de Lula, cogitou-se o nome do então ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Mas Palocci acabou atingido também, agora pela Lava Jato. Partiu para um desastrado acordo de delação premiada, que acabou não sendo comprovado. Caiu em desgraça quando as condenações de Lula foram anuladas.
Pela direita
O resultado é que Lula não formou sucessores. Fez Dilma Rousseff. Que acabou sofrendo processo de impeachment. Agora, é o clã Bolsonaro quem tenta definir um processo semelhante pela direita. Pode acabar pagando um preço alto. A vida nem sempre segue o roteiro que desejamos para ela.
Leia menos
Um abaixo-assinado foi lançado para sugerir que a nova ponte em construção entre os bairros do Cordeiro e Casa Forte, no Recife, receba o nome do engenheiro Joaquim Correia (1934–2018). A iniciativa é liderada pela Tecomat Engenharia e pelo Instituto Engenheiro Joaquim Correia. A obra, com investimento de R$ 218 milhões, terá 380 metros de extensão e previsão de entrega para maio de 2029, com estimativa de reduzir em 63% o tempo de deslocamento entre as zonas Norte e Oeste da capital.
A proposta conta com apoio institucional do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (Crea-PE), da Mútua e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde Joaquim Correia atuou como professor. Segundo José Neto, diretor-geral do instituto, a homenagem busca reconhecer a contribuição do engenheiro para projetos como o Metrô do Recife, a Via Mangue e a duplicação da BR-232. “Batizar uma obra dessa magnitude com o nome de Joaquim Correia é uma forma de imortalizar um legado que impactou diretamente a infraestrutura e a economia regional”, afirmou.
O abaixo-assinado pode ser acessado através do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScCw3QbaDF0VPM9InpbtDGrRkF8Y93X8ktWcg4v0l3oWWUIVg/viewform.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, será sabatinado na quarta-feira (29) pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e terá que enfrentar temas sensíveis levantados pelos congressistas. A CNN ouviu de senadores que o indicado ao STF (Supremo Tribunal Federal) deve ser submetido a perguntas relativas ao caso do Banco Master, prisões do 8 de Janeiro e aborto.
Por ser um indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os questionamentos mais críticos devem partir da oposição. Apesar do otimismo do governo, senadores da direita ainda articulam o veto a Messias e mantêm um discurso público de que ainda é possível barrar a indicação no plenário. Messias precisa do apoio de, ao menos, 41 senadores para ser aprovado. As informações são da CNN.
Leia maisUm dos temas abordados será o caso do Banco Master. Senadores opositores explorarão a atual relação entre ministros do Supremo e a teia da instituição financeira.
O caso mais emblemático é o de Dias Toffoli. A relação com o banqueiro Daniel Vorcaro ficou exposta depois de reportagens mostrando que o magistrado viajou no avião de uma empresa ligada ao ex-dono no Master.
Os senadores devem questionar justamente a conduta dos ministros e concentrar esforços no código de ética. Messias nunca se manifestou sobre o tema, mas em julho de 2025 assinou uma portaria criando um código de ética na AGU pela primeira vez.
Outro assunto que deverá ser debatido pelos senadores é a condenação das pessoas que participaram da tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023. Os congressistas de direita entendem que houve abusos do Supremo e aprovaram o PL da Dosimetria para reduzir as penas de quem esteve na Esplanada. Messias será questionado sobre a atuação do STF nesse momento.
Messias já disse em entrevista ter pedido pessoalmente a prisão dos envolvidos no 8 de Janeiro. De acordo com ele, a AGU foi a primeira instituição a formalizar o pedido de punição daqueles que estiveram na Esplanada.
Um outro assunto levantado pelos congressistas e que deve ser tratado na sabatina será o aborto. Senadores da direita entendem que há uma grande contradição no fato de Messias ser evangélico e defender questões relacionadas ao aborto legal no Brasil.
Enquanto esteve à frente da AGU, o órgão enviou ao STF um parecer pela inconstitucionalidade da resolução aprovada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) para proibir a assistolia fetal para interrupção de gravidez. O procedimento é usado nos casos de abortos previstos em lei, como o caso de estupro.
O governo também tem em Messias um nome de interlocução com os evangélicos. O AGU é um dos nomes mais representativos da Igreja Batista no primeiro-escalão de Brasília e esse contato tem sido tratado como diferencial pelo governo não só para a aprovação no Senado, como também mirando as eleições presidenciais de 2026.
Durante a sabatina, os congressistas também vão explorar a forma que o STF tem lidado com as redes sociais. A direita tem chamado de “censura” a forma como o Supremo atua para regular ataques nas plataformas. Na semana passada, a Corte abriu um edital de licitação para contratar uma empresa para acompanhar às menções ao Tribunal.
Os senadores também devem lembrar do episódio envolvendo o indicado e a ex-presidente Dilma Rousseff. Em um grampo telefônico divulgado pela imprensa em 2016, ela diz a Lula que Messias levaria um “termo de posse” para que o atual mandatário fosse nomeado ministro-chefe da Casa Civil. Na ocasião, Messias era subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil.
Leia menos
O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 01/2026, de concessão de Título de Cidadão do Recife ao ator, diretor, roteirista, produtor e músico Wagner Moura, foi rejeitado pela Câmara dos Vereadores do Recife durante sessão plenária nesta segunda-feira (27). O autor da proposta, Carlos Muniz (PSB), declarou que já recorreu do resultado e espera que o texto volte em uma nova discussão.
A proposta precisava de, no mínimo, 23 votos favoráveis para ser aprovada. Contudo, a sessão desta segunda-feira teve quórum reduzido, contando com a presença total de 23 parlamentares. Por isso, mesmo apresentando a maioria dos votos, o projeto foi rejeitado com 16 votos positivos e sete negativos. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisO vereador Carlos Muniz disse que o título foi pensado após o ator interpretar o papel principal do filme “O Agente Secreto”, dirigido pelo recifense Kleber Mendonça Filho e ambientado na capital pernambucana. “O longa demonstrou elementos da cultura, folclore e história da nossa cidade, que há muito fazem parte da nossa construção como povo. Wagner Moura imprimiu o DNA recifense em seu personagem”, discursou Muniz. O filme, premiado em dezenas de festivais ao redor do mundo, concorreu em quatro categorias ao Oscar em 2026 e Wagner Moura esteve entre os candidatos ao prêmio de “Melhor Ator”.
O vereador Eduardo Moura (Novo) foi contrário à homenagem e teceu duras críticas em relação à pertinência do projeto. “Eu queria saber o que Wagner Moura fez pelo Recife. Agora vamos dar títulos de recifense a todos os atores que fizeram filmes sobre Recife? Deveria ter uma mudança no Regimento [Interno] para que certos tipos de ação totalmente políticas não acontecessem. E eu garanto que o povo do Recife não aprovaria um projeto desses. Então, peço aos meus pares que votem não a esse projeto”, afirmou Moura, que ainda declarou que o filme traz mentiras históricas no roteiro.
Em contrapartida, Carlos Muniz esclarece à Folha de Pernambuco que solicitou à Mesa Diretora da Casa de José Mariano que reconsidere a votação do projeto e avalie a possibilidade de discuti-lo em uma nova sessão plenária.
“Fizemos um pedido de reconsideração à Mesa Diretora da Câmara após vários vereadores relatarem que não conseguiram votar pelo sistema de votação da Casa. Esse pedido já foi protocolado. Esperamos que uma nova consulta ao plenário seja feita e, assim, aprovemos esse título ao ator Wagner Moura, que com sua atuação em “O Agente Secreto”, colocou o Recife no topo da indústria cinematográfica mundial, e que, além disso, representa o nosso apoio à cultura recifense e pernambucana”, defendeu o vereador.
Votaram a favor:
Aderaldo Pinto (PSB);
Chico Kiko (PSB);
Carlos Muniz (PSB);
Fabiano Ferraz (MDB);
Gilberto Alves (PRD);
Hélio Guabiraba (PSB);
Júnior de Cleto (PSB);
Luiz Eustáquio (PSB);
Marco Aurélio Filho (PV);
Professora Ana Lúcia (Republicanos);
Rinaldo Junior (PSB);
Rodrigo Coutinho (Republicanos);
Romerinho Jatobá (PSB);
Samuel Salazar (MDB);
Tadeu Calheiros (MDB);
Zé Neto (PSB).
Votaram contra:
Agora é Rubem (PSB);
Allef Collins (PP);
Davi Muniz (PSD);
Eduardo Moura (Novo);
Gilson Machado Filho (Podemos);
Felipe Alecrim (Novo);
Thiago Medina (PL).
O Sextou, programa musical que ancoro às sextas-feiras no lugar do Frente a Frente, recebe nesta semana o cantor Neno o Magnífico, um dos vocalistas mais duradouros e marcantes da banda Magníficos, grupo que ajudou a consolidar o forró eletrônico romântico no Brasil a partir dos anos 1990.
Com mais de duas décadas de carreira, Neno construiu sua trajetória dentro de uma das formações mais populares do gênero, integrando o trio vocal que marcou a fase de maior sucesso da banda. Após seguir carreira solo, mantém o repertório que o consagrou, com canções que atravessam gerações do forró romântico.
Leia maisO programa desta semana gira em torno do novo DVD do artista, gravado recentemente em Monteiro, na Paraíba, com participação da própria banda Magníficos e de outros nomes do forró. O projeto reúne os grandes sucessos que marcaram sua trajetória e celebra sua história na música nordestina.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
Leia menos
O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), cumpre agenda em Garanhuns nesta quinta-feira (30), no Agreste Meridional. A programação inclui visita ao Hospital do Amor, que está em fase final para inauguração, e participação na entrega de uma Sala Azul ao lado do prefeito Sivaldo Albino (PSB). À noite, ele também acompanha a abertura do Festival Viva Garanhuns.
Durante a passagem pelo município, João Campos será homenageado pela Câmara de Vereadores com o título de cidadão honorário, em solenidade marcada para as 16h30, no plenário da Casa Raimundo de Moraes. O evento deve reunir lideranças políticas da região. Campos estará acompanhado da ex-deputada federal Marília Arraes, que receberá a Medalha Oswaldo Ferreira da Silva. O deputado federal Silvio Costa Filho também será agraciado com o título de cidadão do município.
Além do título, João Campos receberá a Medalha Oswaldo Ferreira da Silva em homenagem póstuma ao ex-governador Eduardo Campos. A agenda será encerrada com a participação na abertura do Festival Viva Garanhuns, que terá apresentações de Nando Cordel, Elba Ramalho e João Gomes na primeira noite.
Blog da Andréia Sadi – G1
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, se encontraram na semana passada em Brasília e conversaram sobre a sabatina no Senado marcada para quarta-feira (29).
Na semana passada, na agenda de Messias, consta que ele estava de férias entre os dias 22 e 24. Alcolumbre não tem registro de compromissos na agenda oficial nesse período. No dia 21, terça, foi feriado de Tiradentes.
Leia maisA informação foi publicada pela coluna de Mônica Bergamo, na “Folha de S.Paulo”, e confirmada pelo blog.
No encontro, Alcolumbre e Messias conversaram sobre o cenário no Senado, apurou o blog. Foi lembrado que as últimas sabatinas não tiveram placar com muita vantagem, como o caso de Paulo Gonet quando foi reconduzido ao cargo de procurador-geral da República em novembro do ano passado. A permanência de Gonet na PGR teve a votação mais apertada desde a redemocratização, com 45 votos a favor e 26 contra.
Interlocutores de Messias definem ao blog o encontro como um “reencontro de dois amigos”, afastados por “razões do destino”, mas que tinham “certeza de que se queriam bem logo que se encontraram”.
Interlocutores de Alcolumbre afirmam que ele não se comprometeu com votos para Messias, mas que garantiria um processo institucional.
Lula indicou o advogado-geral da União em novembro, mas só formalizou a indicação, enviando a mensagem ao Senado, em abril deste ano.
No dia 14 de abril, o relator da indicação, senador Weverton Rocha (PDT-MA), apresentou parecer favorável à indicação de Messias.
No documento, o relator apontou que Messias atendeu aos requisitos exigidos pela lei, como, por exemplo, apresentar regularidade fiscal e não ter parentes que exerçam atividades públicas ou privadas relacionadas ao seu trabalho.
Sabatina na CCJ
A sabatina de Jorge Messias está marcada para quarta-feira (29) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Esta é a primeira etapa da tramitação do processo para que Messias preencha a vaga deixada por Barroso em outubro do ano passado, quando adiantou sua aposentadoria como ministro do STF.
A CCJ é composta por 27 senadores e, nesta etapa, Messias precisa ser aprovado por 14 deles. Se aprovado na CCJ, há a fase da análise no plenário. Quem decide quando a indicação é analisada no plenário é o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
O escolhido por Lula precisa obter o voto favorável da maioria absoluta da Casa Legislativa, ou seja, 41 senadores. A votação é secreta.
Se a indicação for rejeitada, o presidente da República poderá escolher outro nome.
Já se a indicação for aprovada, a comunicação será feita ao Poder Executivo, a quem cabe oficializar a nomeação no Diário Oficial da União.
Leia menos
Por Simão Durando, prefeito de Petrolina
Há momentos em que os números deixam de ser estatísticas e passam a representar vidas reais. São famílias que voltam a sonhar, jovens que encontram oportunidades e trabalhadores que conquistam dignidade.
Os dados mais recentes do Novo Caged mostram isso com clareza: Petrolina é hoje a cidade que mais gerou empregos em Pernambuco no primeiro bimestre, com mais de 2,1 mil novas vagas formais.
Esse resultado não é acaso. É fruto de trabalho, planejamento e de uma decisão firme: estimular quem produz, apoiar quem empreende e garantir que o desenvolvimento chegue à ponta, à vida das pessoas.
Mesmo diante de um cenário ainda desafiador no país, Petrolina avançou com consistência, superando grandes centros como Recife e Caruaru. Isso mostra que, quando há gestão séria e compromisso, os resultados aparecem.
Leia maisNossa força vem de uma combinação que dá certo: vocação econômica e ambiente favorável para investir. O agronegócio, que leva o nome de Petrolina para o Brasil e para o mundo, segue como um dos pilares. Ao mesmo tempo, o setor de serviços cresce impulsionado por investimentos, infraestrutura e políticas públicas que incentivam o empreendedorismo.
Hoje, são cerca de 87 mil vínculos formais ativos. Por trás desse número estão homens e mulheres que fazem a cidade acontecer todos os dias. Gente do campo, empreendedores, profissionais de diversas áreas que constroem, com esforço, uma Petrolina cada vez mais forte.
Mas a gente sabe que gerar emprego é só parte da missão. O nosso compromisso é fazer esse crescimento chegar a todos. E é isso que estamos fazendo: com obras, investimentos e ações que alcançam toda a cidade — do centro às periferias, da zona urbana à zona rural.
Petrolina hoje é a maior cidade do interior de Pernambuco e também uma referência em educação. Temos a melhor educação do estado e seguimos avançando para ser, cada vez mais, uma das melhores cidades do Nordeste para viver, trabalhar e investir.
Vivemos um ciclo positivo, mas não nos acomodamos. Estamos preparando Petrolina para o futuro, com novos investimentos, mais geração de empregos e ampliação das oportunidades, sempre com atenção especial a quem mais precisa.
Petrolina deixou de ser promessa há muito tempo. Hoje, é realidade. Uma cidade que cresce com responsabilidade, que gera oportunidades e que constrói um futuro mais justo.
A terra dos impossíveis continua mostrando, com trabalho, que é possível.
Seguiremos firmes, com fé, trabalho e educação. Com os pés no chão e a determinação de quem sabe onde quer chegar. Porque cada emprego gerado é mais que um número — é uma vida que muda. E é por isso que a gente não para.
Leia menos
O Sindicato dos Metroviários de Pernambuco enviou ao blog uma denúncia sobre a aquisição de trens usados para o metrô do Recife e levantou questionamentos sobre os valores envolvidos nas negociações. As críticas foram reforçadas durante audiência pública do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que discutiu o modelo de concessão do sistema. “Uma farra com dinheiro público nos trilhos do Recife”, afirmou o sindicato ao comentar o caso.
Segundo a entidade, seis composições oriundas de Belo Horizonte estariam sendo adquiridas por cerca de R$ 60 milhões. O sindicato aponta indícios de que esses mesmos trens já teriam sido negociados anteriormente por valores próximos a R$ 2 milhões cada. Documentos técnicos (anexados abaixo) indicam que os equipamentos têm mais de 30 anos de uso e apresentam limitações tecnológicas. Um parecer da Companhia Brasileira de Trens Urbanos destaca que os trens utilizam sistemas considerados obsoletos e podem demandar maior manutenção, especialmente em ambientes com alta umidade, como o Recife.
Leia maisAlém dos questionamentos sobre os custos, o sindicato também critica o contexto da concessão do sistema e a possível participação de empresas interessadas no leilão. “A população tem o direito de saber por que trens antigos estão sendo adquiridos, quais critérios foram utilizados e quais garantias existem de que o serviço não será prejudicado”, afirmou a entidade. A denúncia inclui preocupações com impactos na operação, manutenção e qualidade do serviço prestado aos usuários.
Leia menos
Pesquisa divulgada nesta terça-feira (28) pelo instituto Quaest aponta a ex-deputada Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa pelo Senado Federal em Pernambuco em todos os cenários testados. Na primeira simulação, com todos os nomes, Marília aparece com 18%, seguida pelo senador Humberto Costa (PT), com 12%, e pelo ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), com 10%. Na sequência estão Mendonça Filho (PL), com 8%, Anderson Ferreira (PL), com 6%, e Túlio Gadelha (PSD), também com 6%.
No segundo cenário, sem Mendonça Filho e Anderson Ferreira, Marília sobe para 21% e Humberto Costa vai a 13%, enquanto Miguel Coelho mantém 10%. Armando Monteiro Neto (Podemos) aparece com 8%, seguido por Anderson Ferreira, com 7%, Jô Cavalcanti (PSOL), com 4%, e Paulo Rubem Santiago (Rede), com 3%. Nesse recorte, 18% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam, e 16% declararam voto branco ou nulo.
Já no terceiro cenário, Marília registra 20% e Humberto Costa, 12%, mantendo a liderança. Mendonça Filho aparece com 9%, seguido por Túlio Gadelha, Armando Monteiro Neto e Eduardo da Fonte (PP), todos com 6%. A pesquisa foi contratada pela Genial Investimentos, ouviu 900 eleitores entre os dias 22 e 26 de abril e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-08904/2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A governadora Raquel Lyra (PSD) afirmou, em entrevista à Rádio Pajeú, na manhã desta terça-feira (28), que o período eleitoral não deve contaminar a relação entre ela e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Só quem pode falar sobre a posição do presidente é ele mesmo. Ele não vai entrar nessa seara agora, como até agora não entrou. Por quê? Porque ele é presidente da República e tudo que a gente tem ouvido dele e que ele precisa governar e que não vai governar só para os que votaram nele, mas para todos, que é o que a gente está fazendo aqui em Pernambuco”, declarou. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisLula, candidato natural à reeleição em outubro, tem o apoio público do pré-candidato ao governo e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB). O PT estadual formalmente aderiu ao projeto eleitoral de Campos e indicou o senador Humberto Costa (PT) como um dos candidatos ao Senado na chapa.
Parceria
A governadora ressaltou que a parceria entre ela e Lula transcende questões partidárias. Disse, ainda, que os projetos por ela apresentados foram aceitos pelo governo federal por haver, por parte do gestão estadual, comprometimento.
“O presidente Lula, desde o primeiro momento, disse que ajudaria Pernambuco, e tudo que eu pedi a ele é que não deixasse a contaminação de qualquer processo eleitoral de 4 anos depois atrapalhar o que a gente podia fazer juntos por Pernambuco”, declarou.
Críticas
A governadora criticou os adversários que, segundo ela, estão focando apenas na pré-campanha. A chefe do Executivo estadual enfatizou que, por estar à frente do governo, não tem falado sobre o período eleitoral, porque “esse não é o trabalho de quem governa”.
“Eu sempre acredito que quando você disputa uma eleição e, no caso, uma reeleição, é o seu trabalho que vai poder ser demonstrado. Eu sou sempre favorável a quem governa ter que governar todos os dias. E eu tenho feito isso”, disse.
Leia menos