Durante o Primeiro Seminário de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado do Nordeste, realizado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado Coronel Alberto Feitosa apresentou os índices em Pernambuco, divulgados recentemente pelo Atlas da Violência, questionou a postura do atual presidente Lula e cobrou um plano de segurança pública eficaz.
Durante sua fala, “Em um ano e meio não há um plano eficaz. Precisamos cobrar sim um Plano de Segurança Pública que combata os altos índices de violência”, disse Feitosa em resposta a parte da fala do Secretário Nacional de Segurança Pública, Mario Luiz Sarrubo, que abriu as falas do Seminário.
Quem é o patrão de Daniel Vorcaro? Quem manda no empresário e banqueiro do extinto Banco Master, responsável, quem sabe, como “laranja”, pela maior fraude bancária do país com desvios de até agora R$ 40 bilhões? O foco na extinção desta casa bancária pelo Banco Central pode ser, na verdade, uma manobra diversionista para distrair o público sobre o real interesse dos patrocinadores ou patrões do ex-banqueiro. É o efeito “mágico” de uma conspiração internacional de uma potência de olhos puxados com muito dinheiro e interesses no Brasil.
Pois é inconcebível que qualquer empreendedor ou financista distribua do seu dinheiro tantas propinas, faça pagamentos por serviços jurídicos não prestados, compre imóveis milionários em dólares para uso de “amigos” e promova eventos com as figuras mais notórias da República, sejam elas altas autoridades e personalidades, com o mero propósito de proteger seus negócios de futuros contratempos legais e financeiros.
Acreditar nessa balela é só enxergar o que se pode mostrar por conveniência. O já revelado pelas informações contidas nos aparelhos celulares de Vorcaro mexe com os Três Poderes do país. Apontar as vantagens distribuídas pelo ex-banqueiro a parentes de integrantes da mais alta Corte desmoraliza a Justiça. Incluir como beneficiários dos “brindes” vorcarianos membros do Legislativo é um atentado contra o povo brasileiro que deu crédito de confiança a seus representantes. E quando a cúpula do Executivo se vê inscrita no livro-caixa de Vorcaro, a nefasta tríade republicana se fecha.
Os mais notórios personagens alugados por Daniel Vorcaro já são de conhecimento público. As compras extravagantes de imóveis no Brasil e no Exterior já foram listadas pela imprensa, como também suas namoradas louras. Os eventos promovidos pelo ex-banqueiro, aqui e lá fora, foram notícias há meses. E até de suas famosas festas para homens do poder e garotas de programa que não entendem português já foram vazadas parcialmente em vídeos.
Registros apontam que Vorcaro desembolsou pelo menos R$ 390 milhões especificamente em festas e viagens de luxo, chegando a quase R$ 900 milhões em roteiros internacionais e eventos gerais entre 2021 e 2024. Os eventos para autoridades, por sua vez, geraram gastos de cerca de R$ 12 milhões em festas e jantares em Nova York para convidar e influenciar autoridades, além de eventos em Londres, Lisboa e São Paulo.
Mas qual é a intenção de um sujeito tido como muito esperto de manter nos celulares gravações de diálogos acertando negócios com parceiros e autoridades e não proteger digitalmente vídeos comprometedores das movimentações nas suas festas? Este manancial de informações de risco certamente não foi só para a proteção empresarial. Os brasileiros acompanharam as denúncias escabrosas contidas nos aparelhos que foram acessados sem grande dificuldade pela Polícia Federal, a ponto de descartar uma delação premiada do malfeitor.
É possível que por detrás das inconveniências descobertas e da corrupção ilimitada, Vorcaro, um economista mineiro de 43 anos que “enriqueceu” de forma rápida e desmedida em pouco tempo a partir de uma pequena empresa familiar, esteja, na verdade, apadrinhado por quem realmente tem dinheiro para os gastos extravagantes do superlobista. E que pode ser grana alta de uma potência estrangeira.
Vorcaro, contudo, não precisou estar presencialmente no país do Dragão Vermelho, para cadastrar o Master como o primeiro banco brasileiro a operar no CIPS, sistema de pagamentos da China em yuan (moeda chinesa). Com esta iniciativa, ele tentava atrair investidores árabes usando a rota chinesa para realizar transações blindadas às sanções dos Estados Unidos, o que significaria operar fora do sistema financeiro ocidental. O uso desse sistema em yuan a partir de meados de 2025 e a dispersão de recursos em regiões do Oriente, como a China, são apontados por autoridades brasileiras como fatores que dificultam o rastreamento e a repatriação de valores nas investigações contra o ex-banqueiro.
Os acertos financeiros com os chineses podem ter resultado na montagem de uma rede de espionagem para gravar fulanos e fulanas em situações constrangedoras para futura chantagem ou extorsão, oferecendo pequenas e grandes vantagens a altas autoridades, patrocinando eventos milionários, emprestando casas com sistemas de gravações para os “amigos”, enfim, comprometendo a cúpula governamental, políticos, artistas e gestores de estatais para viabilizar cobranças de favores adiante. Prática mafiosa.
E essa atividade valeu o investimento dos patrões no “laranja” Vorcaro. Uma potência estrangeira com posse desses dados pode usufruir da desestabilização institucional para avançar no controle do campo político e econômico de um país como o Brasil, com grandes oportunidades de negócios em minerais, no setor energético, portos, ferrovias e no controle da produção de alimentos, foco do nosso maior parceiro comercial.
A divulgação pela mídia de vazamentos das investigações da Polícia Federal sem qualquer incômodo da Suprema Corte não é apenas um grande gesto de transparência. Apesar de apontar corretamente os corruptos desta conspiração internacional, a iniciativa também deixa muito mal as instituições do país. Abala a credibilidade nelas e o país fica com poucas referências positivas. Assim, viramos uma verdadeira República de Bananas, onde pode prevalecer a vontade do patrão e financiador do “laranja” Daniel Vorcaro. Temos que mudar muita coisa nesse Brasil. É isso.
A senadora eleita pelo DF, Michelle Bolsonaro (PL), vai percorrer o país no segundo turno para fazer campanha pelo enteado, Flávio Bolsonaro (PL). A ex-primeira-dama se reuniu nesta quarta-feira com mulheres eleitas pelo partido para definir os próximos passos e deve escolher quatro ou cinco capitais onde concentrará sua atuação. Manaus está entre os destinos em preparação.
Um dos critérios determinantes para a escolha dos destinos é a possibilidade de ir e voltar no mesmo dia. A ex-primeira-dama pretende evitar ficar muito tempo longe de Brasília por causa de Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar na capital. A ideia é conciliar a atuação na campanha de Flávio com a necessidade de permanecer próxima do marido. As informações são do jornal O GLOBO.
Para isso, as viagens deverão ser organizadas de acordo com os horários disponíveis de voos de carreira, de forma a permitir deslocamentos rápidos e o retorno a Brasília no mesmo dia. Segundo interlocutores da ex-primeira-dama, seria possível montar esse tipo de agenda, por exemplo, para Salvador e João Pessoa. Outro destino que vem sendo aventado é o Amapá.
A ideia é que Michelle faça uma agenda própria, sem integrar a comitiva de Flávio, mas participe de atos pontuais ao lado do candidato. Ela também deve viajar em alguns compromissos acompanhada da senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF), numa estratégia de mobilização do eleitorado feminino e evangélico.
A decisão de ampliar sua participação na campanha teve o incentivo de Jair Bolsonaro. Segundo aliados, o ex-presidente estimulou a esposa a entrar de maneira mais efetiva na disputa e pedir votos para o filho. Impedido de participar diretamente das atividades eleitorais, Bolsonaro tem orientado familiares e aliados a reforçarem a mobilização em torno de Flávio.
Nesta quarta-feira, Michelle participou de uma reunião de Flávio com a bancada eleita do PL, em Brasília, e anunciou que pretende intensificar sua atuação na reta final. Ao discursar, fez um apelo pela mobilização das mulheres e afirmou que Jair gostaria de estar nas ruas durante a campanha.
A ex-primeira-dama também confirmou uma carreata em Formosa (GO), no sábado. A agenda deve marcar o início dessa nova fase de sua participação na campanha.
Manaus é um dos destinos que Michelle já manifestou interesse em visitar. A viagem deve servir também para reforçar a campanha da Professora Maria do Carmo (PL), que disputa o segundo turno pelo governo do Amazonas contra o senador Omar Aziz (PSD).
Além da capital amazonense, a equipe de Michelle deve definir outras três ou quatro cidades para receber agendas durante o segundo turno. A escolha levará em conta a presença de aliados e candidaturas do campo bolsonarista, além da possibilidade de mobilização de mulheres.
O desenho da campanha representa uma mudança em relação ao primeiro turno. Michelle concentrou esforços na própria candidatura ao Senado pelo Distrito Federal e não participou de atos de rua ao lado de Flávio. Os dois haviam aparecido juntos pela última vez em agosto, durante uma gravação para o horário eleitoral.
Com a eleição ao Senado já definida, Michelle terá mais disponibilidade para viajar nas próximas semanas. Aliados avaliam que a ex-primeira-dama poderá usar a estrutura que construiu nos últimos anos, especialmente por meio do PL Mulher e de sua rede de lideranças femininas, para ampliar a presença da campanha de Flávio nos estados.
A previsão é que Michelle mantenha seu próprio roteiro, separado da agenda oficial do candidato. O encontro entre os dois deverá ocorrer em ocasiões específicas, sobretudo em atos considerados estratégicos pela campanha.
A atuação conjunta com Damares também deve ser usada para reforçar a mobilização de mulheres e evangélicos. As duas mantêm uma relação política construída durante o governo Jair Bolsonaro e devem dividir palanques em parte das viagens previstas para o segundo turno.
O movimento ocorre enquanto Flávio amplia sua articulação política com partidos, governadores e lideranças regionais. Desde o fim do primeiro turno, o candidato recebeu o apoio de PP, União Brasil, Republicanos, Novo, além de governadores como Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a votação antecipada da PEC 221/2019, que acaba com a escala 6×1, depende da apresentação de um requerimento. Segundo ele, ainda não há requerimento para antecipar a votação. Caso seja apresentado, Davi afirmou que levará a matéria à deliberação do Plenário, como já fez em situações semelhantes.
O ex-senador por Pernambuco e ex-ministro José Jorge receberá, no peóximo dia 20 de outubro, às 19h, o título de Doutor Honoris Causa do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), em cerimônia no IDP Norte, em Brasília. A honraria, considerada a mais alta distinção acadêmica concedida pela instituição, reconhece a trajetória pública de José Jorge, que também foi ministro de Minas e Energia e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), além de suas contribuições ao fortalecimento das instituições e ao desenvolvimento do país.
O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, afirmou nesta quinta-feira (8) que ainda não se sabe o que provocou o incêndio que atingiu, na noite de quarta-feira (7), o prédio da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo da instituição, no Recife. A declaração ocorre após ganhar forte repercussão nas redes sociais a informação de que estudantes teriam recebido, horas antes do incêndio, mensagens com ameaças contra setores da universidade, incluindo menção a “explodir o departamento” em nome do senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Até o momento, não há confirmação de que as ameaças tenham relação com o incêndio.
Segundo Alfredo Gomes, a UFPE acionou o Corpo de Bombeiros, as instâncias internas responsáveis pela apuração e a Polícia Federal. A universidade informou que a definição sobre a origem das chamas dependerá do trabalho pericial. O incêndio atingiu uma área que abrigava laboratórios das áreas de fármacos, informática e genética, provocando danos a equipamentos, amostras e pesquisas. O incidente não deixou vítimas.
Entre as manifestações sobre o caso está a do deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL), que divulgou as mensagens e pediu investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. “A sequência dos fatos é gravíssima e precisa ser esclarecida com urgência”, escreveu.
Diz um provérbio antigo que “em casa onde falta pão todos brigam e ninguém tem razão”. Neste segundo turno, poderia ser adaptado para “campanha em que faltam votos…” Este é o espírito que tem dominado o comando da corrida do presidente Lula à reeleição: acusações mútuas, muita lavação de roupa suja e um fratricídio político típico de quem não esperava um resultado tão ruim como foi o primeiro turno. O maior alvo das críticas é o presidente do PT, Edinho Silva, seguido da primeira-dama, Janja. E não faltam também críticas ao próprio candidato.
É neste clima pesado que Lula convocou três novos coordenadores, o que vai, na prática, diminuir o poder de Edinho na campanha. O UOL apurou que o ex-ministro Camilo Santana vai assumir a coordenação política e o ex-ministro Rui Costa, a agenda. O governador Rafael Fonteles também entrará em campo, assumindo a comunicação.
Lula não tem poupado Edinho. Em reunião com deputados nesta quarta-feira (7), afirmou que reclamou com o dirigente de que esta foi a campanha mais desorganizada desde que ele concorreu pela primeira vez ao Planalto, em 1989, e que estava “aquém” de sua possibilidade. Foi uma crítica dura, que Edinho teve de ouvir diante de todos, ao lado do presidente.
Se a mudança na coordenação pode aplacar a guerra interna no comando da campanha, outra queixa será ignorada por Lula: o protagonismo de Janja nos palanques e nos bastidores. A insatisfação foi verbalizada pela ex-ministra Katia Abreu, mas tem apoio de grande parte dos dirigentes petistas. Segundo “O Globo”, Janja afirmou à ex-ministra que sua participação na campanha ocorre a pedido de seu marido, o presidente.
“A fala de Janja sobre Nikolas (Ferreira) ser um ‘piá de bosta’ rendeu os votos de cinco deputados para o PL em Minas”, queixou-se uma pessoa da direção à coluna, referindo-se aos mais de três milhões de votos do deputado no estado. Até o fato de a primeira-dama cantar um jingle de teor evangélico nos comícios tem incomodado os dirigentes, que acreditam que essa atuação piora o relacionamento de Lula com religiosos.
Mas o presidente está longe de declinar da participação de Janja. Ontem, pediu desculpas a ela por não ter aceitado antes a ideia de fazer vídeos em estilo selfie para a campanha. Esse tipo de conteúdo não era pedido apenas por ela, mas pelo QG de marketing. Mas o fato é que o presidente, agora com os apelos dos deputados mais jovens eleitos no domingo, começará a fazer esse tipo de vídeo, o que vai mudar um pouco a cara da campanha nas redes sociais.
Nesse tiroteio, não têm faltado críticas ao próprio presidente. A coluna ouviu reservadamente dirigentes que consideraram que o petista começou a campanha do primeiro turno de “salto alto” e subestimou o adversário. Além disso, impôs que a propaganda falasse mais de seu legado e não do futuro, contrariando a proposta do ministro Sidônio Palmeira e do marqueteiro Rui Rabelo.
Agora, Lula parece querer assumir as rédeas: desde segunda-feira tem se reunido com dirigentes, parlamentares, candidatos de todo o país derrotados ou vencedores, numa clara mudança de postura. Tem sido mais agressivo em relação a Flávio Bolsonaro e faz críticas mais incisivas aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Deixou o tema da soberania nacional e abraçou o da segurança pública. E está fazendo do fim da escala 6×1 um diferencial entre petistas e bolsonaristas.
Sobre segurança pública, arriscou um slogan nesta quarta-feira, dizendo que seu eventual quarto mandato protegeria os trabalhadores e mandaria os criminosos para a cadeia. Ainda neste tema, tanto o presidente quanto os líderes lulistas têm afirmado que Flávio não teria condições de combater o crime organizado e teria ligação com as milícias.
Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que 54% dos eleitores acreditam que Flávio Bolsonaro (PL) tem mais chance de vencer o 2º turno da eleição presidencial. Outros 37% apontam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 9% não sabem responder.
Em relação à rodada anterior, realizada de 30 de setembro a 2 de outubro, a expectativa de vitória do senador subiu 9 pontos percentuais, de 45% para 54%. No mesmo período, a taxa do petista caiu 11 pontos, de 48% para 37%. As informações são do Poder 360.
É o 1º levantamento do PoderData/Aya depois do 1º turno. Antes da votação, Lula era numericamente o mais citado como provável vencedor, com 3 pontos de vantagem sobre Flávio. Agora, o senador está 17 pontos à frente do presidente nesse indicador.
O levantamento perguntou: “No 2º turno da eleição para presidente, quem você acha que tem mais chance de vencer?”. As respostas medem a expectativa sobre o resultado da eleição. Não correspondem à intenção de voto dos entrevistados.
CONFIANÇA ENTRE OS ELEITORES Entre os entrevistados que declaram ter votado em Flávio no 1º turno, 92% acreditam que o senador tem mais chance de vencer o confronto. Outros 6% apontam Lula, e 2% não sabem.
No grupo que afirma ter votado no petista, 76% consideram o presidente o provável vencedor. Já 14% dizem que Flávio tem mais chance de ganhar, enquanto 9% não sabem responder.
Flávio também é o mais citado entre os que declaram ter votado em Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema no 1º turno. As taxas dos que acreditam na vitória do senador nesses grupos são de 71%, 62%, 66% e 81%, respectivamente.
Pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (8), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente na disputa de 2º turno à Presidência da República, marcada para 25 de outubro. No embate com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o congressista tem 53% dos votos válidos, ante 47% do petista.
É a 1ª pesquisa depois do 1º turno das eleições, em que Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%. A vantagem do senador sobre o petista havia sido de 1,87 ponto percentual nas urnas. Agora, a dianteira é de 6 pontos. As informações são do Poder 360.
O levantamento, realizado de 5 a 7 de outubro, mostra uma mudança no cenário em relação à rodada anterior. Em uma semana, a taxa de Lula recuou 3 pontos percentuais, enquanto a de Flávio avançou na mesma proporção. A diferença, que era zero a 2 dias do 1º turno, passou a ser de 6 pontos percentuais.
O resultado consolida a vantagem numérica de Flávio sobre Lula na disputa pelo Planalto. No 1º turno, o senador recebeu 56.104.503 votos válidos (47,03%), enquanto o petista teve 53.879.538 (45,16%). Os votos válidos, pela legislação brasileira, são só os dados aos candidatos –desconsideram-se votos brancos e nulos.
O resultado consolida a vantagem numérica de Flávio sobre Lula na disputa pelo Planalto. No 1º turno, o senador recebeu 56.104.503 votos válidos (47,03%), enquanto o petista teve 53.879.538 (45,16%). Os votos válidos, pela legislação brasileira, são só os dados aos candidatos –desconsideram-se votos brancos e nulos.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah, a maior e mais completa banca digital do Brasil.
Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 705 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08134/2026.
Para chegar a 3.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData/Aya faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
DEMOGRAFIA NO 2º TURNO Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado. Entre as mulheres, o presidente registra 50% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL. Flávio vai melhor no Centro-Oeste (54%), no Sudeste (51%) e no Sul (58%) e entre os que cursaram o ensino médio (55%).
VENCEDOR DO 2º TURNO
O levantamento PoderData/Aya ainda fez a seguinte pergunta aos entrevistados: “No 2º turno da eleição para presidente, quem você acha que tem mais chance de vencer?“.
A pergunta mede a expectativa de vitória, e não a intenção de voto. Entre os entrevistados, 54% avaliam que Flávio tem mais chances de vencer a eleição, enquanto 37% consideram Lula o candidato com maior probabilidade de vitória. Outros 9% não souberam responder.
Em uma semana, a expectativa de vitória de Flávio cresceu 9 pontos percentuais. No mesmo período, a de Lula recuou 11 pontos. Na rodada anterior, realizada antes de Flávio terminar o 1º turno numericamente à frente do petista, 45% apostavam na vitória do senador, ante 48% que esperavam a reeleição de Lula.
A pesquisa mostra ainda um sentimento de derrota maior entre os eleitores de Lula que os de Flávio. Os que declaram ter votado em Flávio no 1º turno, 92% confiam que o senador será eleito. No grupo lulista, a taxa de confiança no seu candidato cai para 76%. Entre os eleitores que declaram voto em outros candidatos no 1º turno, Flávio é mais citado que o petista como provável vencedor do confronto.
ANÁLISE O resultado das urnas deu “momentum” a Flávio Bolsonaro. A 1ª pesquisa PoderData/Aya depois do 1º turno indica que esse impulso cresceu: o senador lidera a corrida presidencial além da margem de erro. Tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula.
A urna parece ter alterado não só a intenção de voto, mas também a expectativa sobre o resultado. Antes do 1º turno, 48% diziam que Lula tinha mais chance de vencer, contra 45% que apontavam Flávio. Agora, são 54% para Flávio e 37% para Lula. Em poucos dias, o presidente passou de uma vantagem de 3 p.p. para uma desvantagem de 17 p.p. nessa pergunta. O desânimo do eleitor é péssimo para quem precisa de uma virada.
Lula tem pouco mais de duas semanas para tentar mudar esse ambiente. Nunca houve, desde a redemocratização, uma eleição presidencial em que o 2º colocado no 1º turno tenha terminado vencedor no 2º. Isso não determina o resultado de 2026, mas dimensiona o tamanho da tarefa do petista. Este Poder360 escreveu em editorial publicado na 3ª feira (6.out.2026) que Flávio passara a jogar com as brancas, como no xadrez. A 1ª pesquisa depois das urnas indica que, por enquanto, essa vantagem permanece.
REJEIÇÃO O avanço de Flávio entre o eleitorado acompanha uma queda na rejeição ao candidato. Na nova rodada do PoderData/Aya, 43% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no congressista. A taxa recuou 3 pontos percentuais em 7 dias. Entre os que rejeitam Lula, a taxa oscilou 1 ponto percentual para baixo, de 47% para 46%.
A rejeição ganha ainda mais peso no 2º turno, quando os eleitores dos candidatos que ficaram fora da disputa precisam escolher entre os 2 nomes que seguem na corrida pelo Planalto.
AVALIAÇÃO DO GOVERNO A pouco mais de duas semanas do 2º turno, 49% dos eleitores desaprovam o trabalho de Lula, enquanto 44% aprovam. Outros 7% não souberam responder.
A avaliação do governo também é negativa: 50% desaprovam a administração petista, ante 44% que a aprovam. Outros 6% não souberam responder.
Já na avaliação geral do governo, 37% dos entrevistados classificam o trabalho de Lula como “ótimo” ou “bom”, 14% o consideram “regular” e 46% o avaliam como “ruim” ou “péssimo”. Há ainda 3% que não souberam responder.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), atendeu a um pedido da Receita Federal e determinou, nesta quarta-feira (7), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja intimado sobre uma cobrança por infração fiscal no caso das joias sauditas que recebeu durante seu mandato.
Moraes autorizou a intimação de Bolsonaro, que está preso em regime domiciliar há pouco mais de um ano por determinação do ministro.
O ex-presidente foi preso após ser condenado por tentativa de abolição do Estado democrático de direito e outros cinco crimes. As informações são da CNN.
Em julho deste ano, Moraes determinou a transferência da custódia das joias sauditas dadas de presente pela Arábia Saudita ao ex-presidente e à ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
O ministro atendeu a um pedido da Receita e acatou a um parecer favorável da PGR (Procuradoria-Geral da República), decidindo arbitrar pelo envio dos itens de uma agência da Caixa Econômica Federal para a Alfândega do Aeroporto de São Paulo.
Entenda o caso A Polícia Federal indiciou Bolsonaro, em 2024, pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e apropriação de bens públicos por tentar vender as joias sauditas dadas ao governo brasileiro nos Estados Unidos. Segundo o relatório da corporação, a venda dos itens teria como objetivo o enriquecimento ilícito do ex-presidente. O valor da operação é estimado em cerca de R$ 6,8 milhões.
Em março, porém, a PGR pediu o arquivamento da investigação, argumentando que não há uma legislação clara que regulamente esse tipo de situação. Para o órgão, não é possível responsabilizar criminalmente alguém com base em cenários marcados por lacunas legislativas ou por forte divergência interpretativa sobre o que é lícito ou ilícito.
Gonet ressaltou, no entanto, que sua análise se limita à esfera penal e não impede a apuração de eventuais responsabilidades em outras áreas, como na esfera civil ou administrativa.
Ainda no mesmo mês, o TCU (Tribunal de Contas da União) decidiu que presentes de uso pessoal, recebidos por presidentes e vice-presidentes, não são patrimônios públicos e podem continuar com os políticos ao saírem do cargo.
Os ventos do viés conservador que varrem a América do Sul atingiram fortemente o Brasil. Sai hoje a primeira pesquisa para presidente neste segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Traz a sinalização dessa ventania que já passou pelo Congresso e pode chegar ao Executivo com uma possível vitória do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Abertas as urnas no domingo passado, o Brasil assistiu, atônito, à nova fotografia direitista do Congresso Nacional: a esquerda elegeu apenas 124 deputados, o equivalente a 24,2% da Casa. O centro, 86, ou 16,8%, enquanto a direita será amplamente majoritária, com 303 cadeiras, correspondentes a 59,1% da Câmara.
O PL (Partido Liberal) de Flávio Bolsonaro elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados, com 121 deputados. O número corresponde a 24% das 513 cadeiras da Casa. O PT do presidente Lula terá a segunda maior bancada, com 70 eleitos. Em seguida, aparecem União Brasil, com 46; PSD, com 43, e PP (Progressistas) e Republicanos, com 41 cada.
O MDB (Movimento Democrático Brasileiro) elegeu 36 deputados, enquanto o Podemos teve 27. Na sequência, com mais eleitos, aparecem PSB (Partido Socialista Brasileiro), com 15; PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), com 14; PCdoB (Partido Comunista do Brasil) e PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), com 11 cada; e Novo, com 10.
Completam as 513 cadeiras o PV, com 7 eleitos; PDT, com 6; Avante e PRD, com 5 cada; Solidariedade, com 2; e Rede e Missão, com 1 cada. No Senado, não foi diferente. A direita conseguiu eleger 33 senadores, dos quais 19 do PL, ampliando a bancada no Senado para, pelo menos, 50 cadeiras, das 81 existentes.
Alguns partidos considerados de centro, porém, tendem a votar mais à direita, o que pode ampliar a capacidade de aprovação de projetos que ataquem direitos humanos, sociais e trabalhistas. Além do PL, que fez a maioria, aparece na sequência o MDB, com 6. Depois vêm: PP, União Brasil, PSB e Novo, com 3 senadores eleitos cada um. Republicanos, PSD, PSDB e Podemos elegeram 2 cada. PDT e Rede elegeram 1 cada. O PT elegeu apenas seis senadores.
Com este novo Congresso, se vier a ser eleito, Lula perderá todas as condições de governar, a não ser que entregue metade dos seus ministérios ao Centrão. Mas resta saber se os conservadores topariam!
XANDÃO QUE SE CUIDE – Para aprovar projeto de lei por maioria absoluta, são necessários os votos de 41 dos 81 senadores. Já para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), 49 votos, o equivalente a três quintos dos senadores, em duas votações. Nos julgamentos de impeachment, são necessários 54 votos, ou dois terços do Senado. Se Flávio derrotar Lula, os três ministros do STF envolvidos no escândalo do Banco Master, a começar por Alexandre de Moraes, o Xandão, que se cuidem: a direita já tem os 54 votos necessários para aprovar a degola deles.
Valdemar Costa Neto pirou – O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, andou dizendo que Jair Bolsonaro seria um “forte candidato” a presidente da República em 2030. Não há a menor chance de isso acontecer, exceto se Valdemar estiver sugerindo que Flávio não sairá vitorioso no segundo turno. Motivo: de acordo com a Constituição, um parente de primeiro grau não pode se candidatar para suceder o incumbente. É a chamada inelegibilidade reflexa estabelecida pelo artigo 14 da Constituição de 1988. A regra determina que o cônjuge e os parentes consanguíneos até o segundo grau do presidente da República, governador ou prefeito são inelegíveis.
Lula apela pelas redes – O presidente Lula, candidato pelo PT à reeleição, publicou, ontem, um vídeo gravado por ele mesmo, em estilo selfie, pedindo que apoiadores saiam às ruas para conversar com eleitores indecisos. “Vamos ganhar estas eleições para não permitir que o retrocesso volte para esse país”, disse. O apelo vem depois de o petista terminar o primeiro turno, no domingo, com 2,3 milhões de votos a menos que o senador Flávio Bolsonaro (PL). Integrantes da campanha do PT passaram a defender maior presença do presidente nas redes sociais, e o comitê recrutou jovens eleitos e influenciadores para uma força-tarefa digital. O segundo turno será no próximo dia 25.
O retrato das urnas em Pernambuco – A governadora Raquel Lyra (PSD) foi a mais votada em 133 dos 184 municípios (71,89% das cidades do estado), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. A pessedista recebeu 2.805.438 votos, o equivalente a 53,27% dos válidos, contra 2.360.469 (44,82%) de João, uma diferença de 8,45 pontos percentuais. A vantagem também se refletiu no Grande Recife, onde Raquel venceu em 11 das 15 cidades da região: Abreu e Lima, Araçoiaba, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno e Paulista.
Em cima do muro – A governadora reeleita Raquel Lyra (PSD) confirmou, ontem, que foi procurada pelas campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL). Na ocasião, reafirmou que vai manter-se neutra no segundo turno da disputa presidencial. “É natural que, num momento como esse, sendo reeleita, tenha sido procurada por ambas as campanhas, a quem eu tenho agradecido a solidariedade, porque todo mundo chega parabenizando pela reeleição, e eu dou toda minha gratidão aos trabalhadores do governo do estado de Pernambuco, aos nossos prefeitos e prefeitas, deputados, deputadas, nossos senadores, mas sobretudo à população do nosso estado”, disse. “Mas reiterei a todos os que me procuraram que vou manter equidistância da eleição”, completou.
CURTAS
REVISÃO – O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), não pretende analisar antes do segundo turno das eleições o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a assessoria do ministro, Nunes Marques considera que uma decisão sobre o caso neste momento poderia interferir no processo eleitoral.
SEM PARECER – A avaliação, no entanto, não significa que o pedido será necessariamente analisado imediatamente após o segundo turno. O processo ainda aguarda parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) e precisará estar concluso para que o relator possa avançar na análise.
APÓS ELEIÇÃO – O ministro Kassio Nunes Marques tem afirmado que não vai analisar o caso antes da eleição por considerar que isso pode interferir no processo eleitoral. Isso deve ser avaliado somente após o segundo turno, o que não significa imediatamente depois. É preciso aguardar o processo estar concluso, informou a assessoria do ministro.
Perguntar não ofende: É aceitável um governante estadual não se posicionar numa eleição presidencial?
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou a falar nesta quarta-feira (7) em “redemocratizar” o Brasil. Mais cedo, senador afirmou que medida se referia a propostas já anunciadas por ele caso seja eleito (veja mais abaixo).
“A gente tem que buscar a estabilidade nesse país. Não dar para admitir o Supremo Tribunal Federal da forma como está, a gente tem que proteger as instituições. Não é por causa de um ou outro que a gente tem que baixar a cabeça e achar que tá tudo bem, porque não está tudo bem. Inclusive de ontem para hoje, uma parte da imprensa questionando, é a papel da imprensa questionar, quando eu falo que a gente tem que redemocratizar o Brasil. A gente tem que redemocratizar, porque as instruções têm que voltar a ser respeitadas”, disse Flávio. As informações são do g1.
“Olha o que o povo brasileiro falou nas urnas. Olha o Congresso Nacional que será configurado a partir de janeiro. Acho que nenhum um presidente da República com meu perfil casou tanto com um Congresso como esse de centro-direita, em que a maioria está ali estabelecida por identidade programática”.
O senador deu a declaração durante evento de anúncio de apoio do partido Republicanos à sua candidatura no segundo turno das eleições.
Na manhã desta quarta, Flávio afirmou que a declaração sobre querer “mudar a Constituição para redemocratizar o país” se referia a propostas já anunciadas por ele caso seja eleito, como a redução da maioridade penal e mudanças no Supremo Tribunal Federal (STF).
“Vocês acham que o Brasil está numa democracia plena? Não. A gente tem que respeitar a política, tem várias PECs [propostas de mudanças na Constituição] que são possíveis”, disse.
“Tem que haver, sim, uma reforma no Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo, tem que ser feito por PEC. Tem pontos da reforma tributária que têm que ser alterados por PEC. E o fim da reeleição”, prosseguiu.
Durante viagem a Goiânia nessa terça-feira (6), Flávio falou que, caso seja eleito, quer usar a maioria no Congresso conquistada nas urnas no último domingo (4) para “mudar a Constituição”, mas não disse o que pretende alterar.
Ele deu a declaração ao lado do candidato derrotado no primeiro turno Ronaldo Caiado (PSD), que anunciou apoio à candidatura dele.
O ex-ministro e presidente do Republicanos em Pernambuco, Silvio Costa Filho, afirmou que a direção estadual da sigla vai manter o apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da corrida presidencial. A decisão diverge da direção nacional do partido, que oficializou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) nesta quarta-feira (7/10).
“Independentemente da posição nacional do Republicanos, em Pernambuco, seguimos com o presidente Lula. Entendo que esse é o melhor projeto para continuar promovendo o desenvolvimento econômico, a justiça social e as transformações que o Brasil precisa, trabalhando na construção de um país mais justo e mais solidário”, anunciou o ex-ministro de Portos e Aeroportos do governo Lula. As informações são do Metrópoles.
No primeiro turno, o Republicanos também esteve ao lado de Lula em Pernambuco, apesar da neutralidade adotada pela sigla em âmbito nacional.
O PT aposta em conversas com lideranças regionais de partidos do Centrão para ampliar alianças no segundo turno. Nos últimos dias, Republicanos, PP e União Brasil fecharam apoio à candidatura de Flávio após ele terminar o primeiro turno na liderança da corrida.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nessa terça que tem mantido conversas com lideranças partidárias para articular apoios. Um dos nomes que deve apoiar a reeleição de Lula é o ex-ministro do Esporte André Fufuca (PP-MA), eleito senador pelo Maranhão.
“A tendência é que ele esteja conosco, declarando apoio ao presidente Lula, mesmo com o partido tendo declarado apoio a Flávio Bolsonaro”, disse.