No dia que se celebra o amor, corri meus 8 km hoje em Arcoverde, onde tenho uma choupana com minha Nayla Valença. Aqui, chove e já está começando um friozinho bem gostoso, bem adequado para acender a fogueira de São João no dia 23.
No dia que se celebra o amor, corri meus 8 km hoje em Arcoverde, onde tenho uma choupana com minha Nayla Valença. Aqui, chove e já está começando um friozinho bem gostoso, bem adequado para acender a fogueira de São João no dia 23.
O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria. Segundo o analista de política Pedro Venceslau, durante o CNN 360º desta quinta-feira (30), a aprovação da medida pode abrir caminho para que Jair Bolsonaro cumpra sua pena em prisão domiciliar de forma definitiva, sem necessidade de retornar à Papudinha.
“No caso do ex-presidente Jair Bolsonaro, o que mais beneficia ele é a unificação dos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e o golpe de Estado, que passam a ser um crime só. Isso pode levar a uma redução significativa da pena”, destacou Venceslau. O analista lembra que a prisão domiciliar de Bolsonaro, até o momento, é uma decisão provisória, válida por 90 dias. As informações são da CNN.
Leia mais“Com essa decisão do Congresso Nacional, a defesa de Jair Bolsonaro deve acionar novamente o STF para que eles deixem claro que agora ele fica na prisão domiciliar, não volta mais para a Papudinha, para cumprir o restante da pena em sua residência”, afirma o analista.
A aprovação do PL da dosimetria não foi simples. Venceslau comentou que havia resistência por parte de uma ala da oposição que defendia a anistia ampla, geral e irrestrita. “Foi difícil fazer essa costura”, afirmou.
Segundo ele, Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi peça fundamental nas negociações, conseguindo convencer o PL e os bolsonaristas, incluindo o líder do partido, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), a abrir mão da bandeira da anistia geral.
A decisão do Congresso já deve colocar em liberdade algumas centenas de pessoas que estavam presas de forma preventiva ou que serão beneficiadas pelas mudanças trazidas pelo projeto.
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Ex-ministra do Planejamento de Lula, Simone Tebet, 56, desembarcou de mala e cuia em São Paulo para se lançar candidata ao Senado.
Natural do Mato Grosso do Sul, onde desenvolveu carreira política, ela afirma que não se sente uma forasteira, lembrando que SP é uma terra de imigrantes que acolhe brasileiros de todos os lugares. As informações são da Folha de S. Paulo.
Afirma que, como candidata em São Paulo, terá o papel de mostrar que Lula, se reeleito, seguirá governando com uma frente ampla de forças políticas —tanto é que a convidou para ser candidata, mesmo sabendo que ela pensa diferente dele e do PT.
Leia maisTebet se diz mais liberal e fiscalista que Lula e Fernando Haddad, que será candidato ao governo de SP pela mesma chapa, afirma que o MST já foi irresponsável, mas hoje mostra maturidade, diz que Flávio Bolsonaro, o principal adversário do PT na corrida presidencial, só tem a anistia do próprio pai para apresentar como proposta ao país, e afirma que Lula, apesar de visto como um líder de esquerda, é de centro e tem políticas de direita para o agronegócio e o latifúndio.
Diz ainda que um suposto ‘cansaço’ do eleitorado com o presidente deve ser deixado para depois das eleições, já que hoje ele é o líder mais forte para “derrotar a extrema direita no país”.
A senhora está desembarcando como candidata em São Paulo. Afinal, a que cargo vai concorrer? Vai ser candidata a vice na chapa de Fernando Haddad? Vai ser senadora?
Sou pré-candidata ao Senado Federal. O convite que me foi feito para ingressar no PSB e ser pré-candidata em São Paulo foi para um único cargo. Não há nenhuma possibilidade de disputar qualquer outro cargo, pelo menos na eleição de 2026.
Há notícias de que o PT está testando o seu nome para ser vice de Haddad, e estão também colocados, para o Senado, os nomes de Marina Silva e do ex-governador Márcio França. A chance de a senhora ser vice é mesmo zero?
Zero chance de ser vice. Eu primeiro preciso entender qual é o meu papel. Nós estamos falando do maior colégio eleitoral do Brasil e da economia que dita a velocidade com que o país cresce, se a 80 km/hora ou a 120/km por hora.
São Paulo é estratégico eleitoralmente também. Numa disputa tão acirrada como a que se avizinha, é importante o governo e a campanha do presidente Lula mostrarem que este foi, e será, um governo centro, de frente ampla.
Eu quero dialogar com os eleitores indecisos. Com quem pensa diferente. Eu venho [disputar o Senado por São Paulo] como alguém que pensa diferente e que visa ampliar horizontes. Que vai dizer com o que concorda e com o que discorda em relação à própria candidatura do PT.
E em que a senhora pensa tão diferente, depois de quatro anos integrando o governo de Lula?
Aquilo que me assemelha ao que pensa o presidente Lula é infinitamente maior do que aquilo que me separa: a defesa da democracia, da soberania, dos valores, dos avanços em políticas públicas e dos direitos humanos. Agora, obviamente eu sou mais fiscalista e mais liberal na economia.
Mais do que o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad?
Eu acredito que sim. Eu me dei muito bem com ele porque Haddad tem a visão do mundo real, sabe a diferença entre o que gostaríamos que fosse e o que é possível fazer, ainda mais depois de quatro anos [de governo de Jair Bolsonaro] em que nós tivemos desarranjos políticos e econômicos de toda ordem.
Ele tem o senso de realidade do Brasil tão diverso, tão desigual, em que você faz o ajuste daquilo que é possível.
O PT já conseguiu eleger senadores em SP, mas é sempre derrotado para o governo de Estado. Como vê esse cenário?
Quando o presidente Lula conversou comigo [sobre a possibilidade de disputar o Senado por SP], ele disse: “Você teve uma votação surpreendente [como candidata a presidente em 2022] em São Paulo. Você dialoga com o público feminino, com o público do interior, do agro”.
E o Estado de fato acolheu as minhas ideias. Um terço dos meus votos [para presidente] vieram daqui.
O Edinho [Silva, presidente do PT], baseado em pesquisas, me disse: “O seu é o perfil que o eleitorado de SP tem buscado, do equilíbrio, da moderação, de alguém que represente o novo, mas com responsabilidade”.
Conversei na mesma época com a [deputada federal] Tabata [Amaral, do PSB], que me convidou para entrar no partido, com o vice-presidente Geraldo Alckmin [da mesma legenda]. Ele me disse “Simone, não tem a menor possibilidade de eu ser candidato [ao Senado ou ao governo]. Pode vir [para SP] com tranquilidade.
E, afinal, qual será a chapa aqui em São Paulo? Quem será vice de Fernando Haddad, quem serão os dois candidatos ao Senado?
Já que um homem, Haddad, será candidato ao governo, eu particularmente gostaria que uma mulher fosse vice, para dialogar com o eleitorado feminino.
Eu sou candidata em uma das vagas ao Senado. A escolha para a outra vaga [de senador] envolve conversas com o PT, com a Rede, com o PSB.
Ambos [Marina Silva e Márcio França] estão absolutamente credenciados para qualquer cargo. Ambos são experimentados, têm história. Marina já foi senadora, Márcio já foi governador. Só o tempo vai dizer [a que cargo cada um deles cai vai concorrer]. Quem arriscar [cravar] um nome agora estará jogando na loteria. A escolha depende ainda de pesquisa, de conversa.
Haddad disse diversas vezes que não queria ser candidato ao governo de SP. Como agora vocês vão convencer o eleitor a votar nele?
Ele, como eu, é professor. Ele tinha um sentimento que eu já tive também, aquela sensação de dever cumprido [na política].
“Já cumpri a minha missão, vou voltar para a paixão da minha vida que é a sala de aula.” Só que o professor é um ser essencialmente político. Para ser bom, ele tem que ser um abnegado. Tem que saber se doar, não pode ser egoísta. Por isso, professor não foge de missão.
Na cabeça dele, havia vários nomes que poderiam ser candidatos. Mas bastou uma conversa com o presidente Lula que ele se convenceu.
Ele era o nome mais competitivo para concorrer contra o Tarcísio. E acho que se surpreendeu com a aprovação que está tendo nas pesquisas.
Ele virou um outro Haddad. Se convenceu de que a nossa missão política ainda não se encerrou. É a luta pelo Brasil que nós queremos versus aquele que não queremos ver de novo. Isso bastou para que Haddad mudasse.
Como a senhora vai lidar com a resistência do agronegócio de SP ao PT? É real a possibilidade de uma liderança do setor ser vice de Haddad?
Realmente houve uma conversa de a [ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira] Teresa Vendramini [ser vice de Haddad]. Não sei em que grau está isso. Ela está filiada a um partido que estará conosco no palanque [o PDT].
De qualquer forma, eu e o próprio Alckmin teremos um papel importante na conversa com o interior de SP.
O agro de SP tem, digamos, horror ao MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra). Como a senhora vê essa organização, e também a rejeição do setor a ela?
Nós tivemos um MST, a meu ver, irresponsável no passado, que achava que a invasão [de terras] pela invasão resolveria alguma coisa.
No Brasil as coisas só se resolvem pela lei e pelo diálogo. O radicalismo, de esquerda ou de direita, nos afasta da democracia e do país que queremos.
Mas hoje o MST está muito mais amadurecido. É um movimento que dialoga e que conversa, que consegue sentar numa mesa de negociação e dizer “nós precisamos de uma reforma agrária”.
E a senhora é a favor dela?
A reforma agrária nunca foi um problema para o agronegócio brasileiro. Mas a gente tem que fazer reforma agrária em áreas improdutivas, em áreas do próprio poder público, em áreas que sejam compradas pelo justo preço do produtor que queira vender. E tem muitos que querem vender.
E foi isso o que o governo do presidente Lula fez nos últimos tempos.
Nada na vida é oito ou oitenta. Inclusive no setor produtivo.
Eu falo pelo grande agro, que represento. O agronegócio brasileiro não coloca a maioria da comida na mesa do povo brasileiro. Nós somos exportadores de commodities, de açúcar, milho, cana, soja, celulose, carne. Quem coloca a maioria da comida na mesa do povo brasileiro, o arroz, o feijão, o hortifruti, é a agricultura familiar, que a gente tenta também auxiliar dentro do possível.
Aprovamos linhas de financiamento, de subsídios, para o grande e o pequeno. Se tem algo de nós, do agro, não podemos reclamar é dos governos do presidente Lula.
Os apoiadores de Tarcísio de Freitas não poderão dizer que a senhora é forasteira porque ele é do Rio de Janeiro. Mas, nós, jornalistas, podemos perguntar: o que a senhora, que nasceu e fez carreira no Mato Grosso do Sul, tem a ver com SP para representar os paulistas?
São Paulo é formado por quem? É o Estado que abraçou e acolheu todo mundo, o nortista, o nordestino nas grandes crises das décadas de 1980 e 1990, que vinham muitas vezes sozinhos para cá para ganhar um salário e sustentar toda a família que ficou longe.
É uma característica bonita, um exemplo para o Brasil. São Paulo não vive mais sem esse imigrante, que acabou virando paulista.
De alguma forma, São Paulo me escolheu ao me dar a votação que eu tive [para presidente] em 2022, quando as pessoas, nas ruas, me receberam com tanto carinho.
São Paulo entende o meu discurso moderado, equilibrado, de uma pessoa que é absolutamente de centro.
Eu fico muito confortável. Não me sinto uma estrangeira em SP.
Eu nasci na barranca do rio Paraná. O que me separava de SP era uma ponte. Vínhamos ao médico, fazer negócios, compras no Estado. Conheço muito o interior. Meu avô, quando veio do Líbano para o Brasil, recomeçou a vida na região de Marília. Meu marido é de Birigui. Minhas filhas estão há dez anos na cidade de São Paulo. Fiz mestrado aqui [na PUC-SP].
Por que a senhora acha que, com números positivos na economia, a aprovação do presidente Lula cai? As pessoas estão cansadas do presidente, depois de tantas décadas de sua liderança?
É um mix de questões. Saímos da eleição de 2022 com o país absolutamente dividido. Lula ganhou [de Jair Bolsonaro] por uma diferença de 1%.
Conquistar um eleitor que você não conquistou no período eleitoral é muito difícil.
Mas vai ficar muito claro na campanha deste ano que o governo do presidente Lula disparatadamente ganha do governo passado. É só comparar os números de ciência, educação, geração de emprego, melhoria da qualidade de vida. Batemos todos.
Qual foi a última vez na década em que, por três anos consecutivos, crescemos, em média, 2% ao ano? Somente no governo Lula 3. Isso é qualidade de vida.
Surgiram, porém, questões geopolíticas, o tarifaço [imposto ao Brasil pelo norte-americano Donald Trump], o endividamento das famílias.
Mas o governo Lula também incentivou o consumo.
Todo governo estimula o consumo dentro do limite do razoável, porque sem isso você não tem crescimento. Sem crescimento você não tem desenvolvimento, diminuição da desigualdade nem geração de emprego.
Andei por todas as capitais do país, mais de uma vez, para discutir nosso planejamento de médio prazo, no PPA participativo. Está muito claro para mim que a população brasileira não estava preparada para a legalização dos jogos.
As bets foram criadas no governo passado, nós apenas regulamentamos para cobrar, obviamente [impostos].
O governo não poderia proibir os jogos?
Eu sou radicalmente contra os jogos e pelo fim das bets. Mas acho que só conseguiremos proibi-los com a eleição de um novo Congresso Nacional, porque o lobby [das bets] é muito violento.
Voltando à questão do cansaço da população com a liderança de Lula: que peso isso pode ter nas eleições?
É natural um cansaço. Só que ele tem que vir daqui a pouco. Ele não pode chegar agora.
Por que?
Porque eu não consigo ver moderação do lado de lá [de Flávio Bolsonaro]. Eu não consigo ver no sobrenome Bolsonaro nenhuma moderação.
Esse cansaço [com Lula] tem, portanto, que surgir lá para a frente, porque a gente ainda está em um período em que questões anteriores à economia ainda são fundamentais.
Sem democracia e sem soberania nós não temos uma economia que avance gerando qualidade de vida para as pessoas. Frente a que retrocessos estaremos diante de uma derrota de Lula? Tudo isso vai ter que ser muito bem colocado e posicionado.
A pergunta essencial que teremos que fazer para os nossos jovens, os nossos aposentados, os nossos trabalhadores é: que Brasil vocês querem para os próximos quatro anos? Uma janela de oportunidades está se fechando. Não esperávamos que o Brasil envelheceria tão rapidamente, e antes de ficar rico como nação.
Nossos jovens não querem ter filhos. Teremos apenas uma década para fazer a diferença.
Não dá para ficarmos, nos próximos quatro anos, falando em anistia, falando em armamento, falando em coisas que não interessam à vida das pessoas. Temos que seguir avançando em políticas públicas.
É verdade que temos que ser mais rigorosos no aspecto fiscal. Mas temos que falar numa educação de qualidade, na melhoria da produtividade do trabalhador, em ciência, tecnologia, inovação e terras raras.
O que o outro lado [Flávio Bolsonaro] tem para oferecer? É um samba de uma nota só. Primeira medida: anistiar o próprio pai. Que projeto já apresentou? Privatizar as praias. Isso é projeto de país?
Como vê a possibilidade de uma direita considerada moderada em relação ao bolsonarismo, como Ronaldo Caiado ou Romeu Zema, crescer nas pesquisas?
Não é questão de ser ou não moderado. É que eu não acredito que eles vão ter a coragem de enfrentar o bolsonarismo para chegar ao segundo lugar nas pesquisas [Caiado e Zema estão atrás de Flávio Bolsonaro nas sondagens eleitorais].
Há setores, inclusive do mercado financeiro, que apostam que Haddad poderia substituir Lula na corrida presidencial. Essa hipótese existe?
Lula é o líder de oposição à extrema direita mais forte para ganhar a eleição.
Com todo o respeito e reconhecimento que tenho pelo Haddad, você não constrói uma liderança à vésperas de uma eleição presidencial. Ele poderia ser tão bem avaliado e bem cotado quanto Lula no Sudeste? Pode ser. Mas e em regiões como o Norte e o Nordeste, em que o presidente lidera com folga?
Lula é um grande comunicador, um líder nato que tem uma lista de serviços prestados e vai ter a capacidade de mostrar ao Brasil o que fará nos próximos quatro anos.
Que não me escute o PT, mas não vejo Lula como um presidente de esquerda. Eu o vejo como centro-esquerda, mas com políticas de centro e de centro-direita.
No que ele é de centro-direita?
Ele avança fortemente em demandas do agronegócio. Muito claramente, dos latifúndios. Ao mesmo tempo, não deixa de fazer as demarcações que são consideradas legítimas e de colocar um limite para que áreas indígenas não sejam invadidas. Só quem tem um pensamento de centro governa desta forma.
A derrota histórica imposta por senadores com a rejeição do nome de Jorge Messias acendeu um alerta no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a possibilidade de abertura de processos de impeachment contra ministros no Senado Federal.
A decisão de barrar a indicação, algo inédito em 132 anos, além de demonstrar erros na articulação do governo, expôs a força da pauta anti-STF no Senado. As informações são da CNN.
Leia maisO processo de impeachment de ministros do Supremo está previsto no artigo 52 da Constituição, que determina que o Senado é a instância responsável por julgar os magistrados em casos de crimes de responsabilidade.
Crimes de responsabilidade são ações cometidas por autoridades como ministros, presidentes e governadores que ameacem o funcionamento dos Poderes, a segurança interna, a Constituição e a União, por exemplo.
São necessários 54 votos dos 81 senadores para que um ministro do STF seja afastado pelo Senado. Apesar de, hoje, a avaliação ser a de que não há votos suficientes para isso, nota-se um aumento do apoio a iniciativas contrárias à Suprema Corte no Senado.
A avaliação é a de que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais deste ano, aliada a um aumento do número de senadores bolsonaristas, pode ampliar as chances de iniciativas contra o tribunal avançarem a partir do próximo ano no Senado.
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O ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), pré-candidato ao Governo de Pernambuco, retoma nesta quinta-feira (30) sua agenda no interior do estado, com foco em agendas no Agreste e no Sertão. O retorno ocorre após cerca de 10 dias no exterior, onde ele passou lua de mel com a deputada federal Tabata Amaral (PSB).
Ao seu lado estará a pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), que percorrerá com ele sete municípios do Agreste e do Sertão ao longo de três dias. As informações são do JC.
A dupla reforça a aliança e intensifica a movimentação a menos de seis meses das eleições de outubro. O senador Humberto Costa (PT), que também compõe a chapa, não confirmou presença nas agendas.
Leia maisOs compromissos têm início na tarde desta quinta-feira, em Garanhuns. Às 14h30, ao lado do prefeito Sivaldo Albino (PSB), João participa da vistoria das obras do Hospital do Amor, destinado a tratamentos oncológicos.
Ainda em Garanhuns, o ex-prefeito recebe o título de Cidadão Honorário da cidade na Câmara Municipal e a Medalha Oswaldo Ferreira da Silva, em reconhecimento póstumo ao pai, o ex-governador Eduardo Campos. Marília Arraes também receberá a comenda. No fim do dia, a comitiva assiste aos shows do Viva Garanhuns.
Na sexta-feira (1º), a agenda percorre três municípios do Agreste. Em Panelas, junto ao prefeito Rubem Lima (PSB), participam do 52º Festival Nacional de Jericos. Em Sanharó, ao lado do prefeito César Freitas (PCdoB), marcam presença no Bingo do Trabalhador. O dia encerra em São Caetano, no Festival Carroça de Burro, com o prefeito Josafá Almeida (PRD).
No sábado (2) e no domingo (3), a agenda avança para municípios com prefeitos alinhados à governadora Raquel Lyra (PSD), sinal do esforço do grupo em ampliar sua base na região.
No sábado, João estará em São Bento do Una e em Pedra, onde participa do Pedra Agroshow. Em Pesqueira, acompanha o evento de filiação do Delegado Rossine ao PSB. Em Bom Jardim, marca presença na posse da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão nesta quinta-feira (30). A fala, marcada para 20h30, terá duração de sete minutos e acontece na véspera do feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador.
O novo programa de renegociação de dívidas, o Desenrola 2.0, e o fim da escala 6×1 devem ser o foco principal do pronunciamento do presidente. As duas pautas são apostas do governo como bandeiras da campanha de reeleição de Lula. As informações são da CNN.
Leia maisO Palácio do Planalto tem pressa em anunciar o programa de renegociação de dívidas. O anúncio oficial deve ocorrer apenas na segunda-feira (4), segundo apurou a CNN.
Nas redes sociais, Lula disse que o pronunciamento tem o objetivo de “conversar diretamente com quem move” o país diariamente.
Na terça-feira (28), Lula se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros e bancos públicos para discutir o a segunda versão do Desenrola, programa de renegociação de dívidas.
No Palácio do Planalto, a percepção é que o endividamento da população tem pressionado a avaliação de Lula diante do eleitorado. Por isso, junto com a aprovação do fim da escala 6×1, o Desenrola 2.0 tem sido visto como o grande programa do governo federal para que Lula consiga ser reeleito.
A ideia é que a proposta use o FGO (Fundo Garantidor de Operações) para aportar ao menos R$ 8 bilhões para cobrir eventuais não pagadores do programa. A expectativa, como a CNN antecipou, é que é cerca de R$ 7 bilhões sejam liberados do FGTS por meio do programa.
No pronunciamento, o presidente também deve defender o fim da escala 6×1, reforçando o discurso de que o trabalhador precisa de mais tempo com a família.
O governo Lula enviou um projeto de lei com pedido de urgência para a redução de jornada, mas o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), preferiu que o tema fosse discutido por meio de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), visando mais “segurança jurídica”.
A Câmara instalou, na quarta-feira (29), a comissão especial que vai debater proposta. O deputado Alencar Santana (PT-SP) vai presidir o colegiado. O deputado Leo Prates (Republicanos-BA) vai relatar a PEC.
A ideia é que o texto seja aprovado na comissão até o dia 26 de maio e o Congresso promulgue a proposta até junho.
Como mostrou a CNN, o PL acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para limitar o pronunciamento de Lula.
Os advogados alegam que as falas do presidente à nação em cadeia de rádio e TV podem configurar desvio de finalidade, servindo como instrumento de promoção política.
No pedido, o partido pede uma liminar para barrar o pronunciamento, além da aplicação de uma multa no patamar máximo.
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Por Julia Duailibi – G1
Aliados do governo Lula discutem nos bastidores dois caminhos após a derrota recente no Senado: buscar composição para garantir a aprovação de projetos ou partir para o enfrentamento direto com o Congresso.
Entre parte deste grupo, cresce a defesa de um movimento mais duro.
A avaliação desse grupo é de que os momentos em que o governo conseguiu reagir melhor a derrotas foram aqueles em que apostou no discurso de confronto, apontando o Congresso como responsável por barrar medidas e prejudicar a população.
Leia maisNesse contexto, ganha força a ideia de indicar uma mulher para a próxima vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
A estratégia tem um cálculo político claro.
Interlocutores ouvidos pelo blog avaliam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, dificilmente colocaria um novo nome indicado pelo governo para avançar antes das eleições. Com isso, o governo poderia construir o discurso de que fez a indicação, mas Alcolumbre travou o processo.
O movimento também dialoga com o cenário eleitoral.
Flávio Bolsonaro, principal adversário de Lula, tem desempenho mais fraco entre mulheres e a indicação feminina entraria diretamente nesse discurso.
A ideia é simples: o governo indicaria uma mulher e passaria a dizer que Alcolumbre não quis botar o nome para andar. A partir daí, o embate seria direto, com a narrativa de que esse grupo não é amigo das mulheres e atua contra o próprio governo, numa estratégia que já foi usada antes, como no caso do IOF.
Essa conta também passa por uma leitura sobre o próprio Senado.
A avaliação é de que Davi Alcolumbre só iria para um confronto direto com o governo, até o limite, se estivesse convencido de que o governo pode perder a eleição neste ano.
E é exatamente essa a leitura que circula em Brasília hoje.
Alcolumbre já percebeu que o vento está soprando para a oposição e fez uma sinalização nesse sentido também pensando no próprio futuro: a eleição para a presidência do Senado em 2027.
Mas há um fator adicional nesse cálculo.
Se a oposição vencer a eleição presidencial, já há um nome colocado para comandar a Casa, o do senador Rogério Marinho.
E foi o próprio Marinho quem afirmou que a oposição pediu a Alcolumbre para não colocar mais nenhum nome indicado pelo governo para ser sabatinado até depois da eleição.
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O Congresso derrubou, nesta quinta-feira, o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que altera regras de cálculo de penas e reduz punições para condenados pelos atos de 8 de janeiro, em uma decisão que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A votação impõe ao Planalto uma nova derrota política no dia seguinte à rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Na sessão desta quinta-feira, o placar foi de 318 votos a 144 na Câmara e de 49 a 24 no Senado. As informações são do jornal O GLOBO.
A análise ocorreu em sessão conjunta de deputados e senadores presidida por Davi Alcolumbre (União-AP), que retomou a convocação do Congresso após semanas de pressão de parlamentares.
Leia maisO resultado confirmou a avaliação que já predominava nos bastidores: de que oposição e Centrão reuniam maioria confortável para reverter o veto presidencial.
Com a derrubada do veto, a expectativa é que Bolsonaro possa progredir do regime fechado para o semiaberto daqui a dois anos. O ex-presidente encontra-se em prisão domiciliar, concedida após o seu quadro de saúde se agravar por uma pneumonia.
Nesta quinta-feira, a derrubada do veto se deu sob críticas da base do governo. A ex-ministra e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que a sessão era motivo de vergonha:
— Não podemos votar um projeto e anistia e redução de penas. O projeto é tão ruim que foi vetado totalmente pelo presidente Lula. Essa sessão é fruto de um acordo mal feito para derrotar Messias no STF. Quero fazer um pedido a vossa excelência: instale a CPI do Master. Queremos fazer o debate aqui no Congresso Nacional.
Apesar do pleito de Gleisi, como noticiou o GLOBO, houve um acordo nos bastidores para que Alcolumbre não pautasse a instalação de uma CPI. A sessão foi feita em pauta única, para tratar da dosimetria e atender os pleitos da oposição.
Além da derrubada do veto integral, os senadores também optaram por desconsiderar um trecho do projeto da Dosimetria que se sobrepunha ao PL Antifacção, aprovado posteriormente no Congresso e que poderia beneficiar condenados por outros crimes, como feminicídio, homicídio e estupro. Segundo Alcolumbre, alguns trechos da lei ficaram, por esse motivo, prejudicados e caberia à Presidência da Casa “compatibilizar a intenção do legislador em ambas as matérias”.
Ao mesmo tempo, há em tramitação na Câmara um projeto, de autoria do deputado Paulo Abi Ackel (PSDB-MG), que reforçaria a redução de penas prevista na lei antifacção. A urgência do projeto foi aprovada nesta semana pelos deputados, mas que agora avaliam que o texto já não deve mais ser votado uma vez que a situação foi resolvida na sessão conjunta.
Com a derrubada dos vetos, passam a valer as mudanças aprovadas pelo Congresso, que flexibilizam critérios para a dosimetria de penas. Entre os principais pontos, o texto impede a soma de condenações por crimes de mesma natureza — como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado — e amplia a possibilidade de progressão de regime, permitindo que condenados avancem após o cumprimento de cerca de 16,6% da pena.
A medida tem potencial de impacto direto sobre condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, e é vista por parlamentares como um caminho para reduzir o tempo de prisão desses réus.
A votação expôs, mais uma vez, a fragilidade da articulação política do governo no Legislativo. Integrantes da base aliada já admitiam, nos bastidores, que não houve mobilização relevante para tentar manter o veto. Um interlocutor classificou a condução do tema como “entregue para Deus”, indicando que o Planalto optou por não gastar capital político na disputa.
A baixa articulação ocorreu em meio à concentração de esforços do governo na tentativa de aprovar a indicação de Messias ao STF — estratégia que também fracassou. O advogado-geral da União foi rejeitado pelo Senado após não alcançar os votos necessários, em um resultado considerado histórico.
A sequência de derrotas reforçou, entre parlamentares, a percepção de que o Congresso passou a impor limites ao governo e a atuar com maior autonomia frente ao Planalto. A derrubada do veto da dosimetria, nesse contexto, foi interpretada como um recado político direto ao presidente.
Relatores da proposta nas duas Casas, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e o senador Esperidião Amin (PP-SC), já afirmavam antes da votação que havia votos suficientes para a derrubada — cenário que se confirmou em plenário. A proposta havia sido aprovada com margem confortável e, para um desfecho diferente, dependeria de maior empenho do governo para reversão de votos.
A sessão desta quinta também ocorreu sob pressão política adicional. Parlamentares da oposição tentaram constranger Alcolumbre a ler o requerimento de criação de uma CPMI para investigar o caso do Banco Master, mas o presidente do Congresso manteve a pauta restrita à análise do veto, como já havia sinalizado previamente.
Ao vetar integralmente o projeto, Lula argumentou que o texto violava princípios constitucionais, comprometia a individualização das penas e representava interferência do Legislativo sobre atribuições do Judiciário. A avaliação, no entanto, não foi suficiente para segurar sua base no Congresso. Governistas afirmam, por outro lado, que o gesto político foi feito pelo Planalto, independentemente do resultado final.
Diante da derrota, aliados do governo não descartam recorrer ao STF para questionar a constitucionalidade da medida.
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A Câmara dos Deputados rejeitou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, que reduz penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. A análise agora segue para o Senado.
Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara. Foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, são necessários, pelo menos, 41. As informações são do g1.
Deputados e senadores votam separadamente, em sessão conjunta do Congresso Nacional.
Leia maisO projeto permite a redução de penas de condenados por atos antidemocráticos e pode beneficiar ao menos 280 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro está há pouco mais de um mês em prisão domiciliar por questões de saúde, mas, em tese, segue em regime fechado, após condenação de 27 anos e três meses por tentativa de golpe.
Segundo a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, ele só poderia passar ao regime semiaberto em 2033.
Especialistas estimam que, caso o projeto passe a valer, o ex-presidente pode migrar de regime em um prazo entre dois e quatro anos.
O texto impede a soma de dois crimes — abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado —, estabelecendo que deve ser aplicada apenas a pena do crime mais grave, com acréscimo de um sexto até a metade.
A proposta também prevê redução de pena de um a dois terços quando os crimes ocorrerem em contexto de multidão, desde que o réu não tenha financiado os atos nem exercido papel de liderança.
Se o veto for derrubado também no Senado, o texto será encaminhado para promulgação. O presidente da República terá até 48 horas para promulgar a lei.
Caso isso não ocorra, a tarefa caberá ao presidente do Senado e, posteriormente, ao vice-presidente da Casa. Após a promulgação e publicação oficial, a nova regra passa a valer.
Mesmo após entrar em vigor, a lei poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal, que poderá decidir sobre a validade das mudanças.
A votação ocorre em meio a uma crise entre o governo e o Congresso. Na terça-feira (29), o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o STF — a primeira vez desde 1894 que um indicado ao Supremo é barrado.
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A minha corridinha diária de 8 km, hoje, foi em Brasília, no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, em excelente companhia: o amigo Walber Agra.
Senadores e deputados repercutem nas redes sociais a sessão desta quarta-feira (30) do Congresso Nacional que decidirá se será mantido o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que reduz penas de condenados pelos ataques aos Três Poderes em 2023, o chamado PL da Dosimetria.
Até a publicação desta reportagem, a sessão seguia em andamento. O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou no X que “bandido bom é bandido anistiado pela família Bolsonaro”. Já a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) classificou na mesma rede social a possibilidade de derrubada do veto como “parte do sequestro de todos os poderes da República pelo Legislativo”. As informações são do g1.
Leia maisBandido bom é bandido anistiado pela família Bolsonaro. pic.twitter.com/q2Wlwjva8D
— Humberto Costa (@senadorhumberto) April 30, 2026
A deputada Maria do Rosário (PT-RS) escreveu no X: “Contra a anistia aos golpistas: defender a democracia é defender o Brasil”. O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), por sua vez, afirmou que a proposta tenta mascarar o real objetivo ao usar o termo “dosimetria”.
“O que a extrema direita articula no Congresso, ao pressionar pela derrubada do veto do presidente Lula, é mais uma tentativa de beneficiar os envolvidos na tentativa de golpe de 8 de janeiro e esvaziar a responsabilização pelos crimes cometidos”, escreveu.
Ontem, o Senado negou a indicação de Jorge Messias ao STF.
— ERIKA HILTON (@ErikakHilton) April 30, 2026
Hoje, o Congresso vai tentar derrubar o veto ao PL da “Dosimetria” e impedir que criminosos e corruptos sejam punidos.
E isso tudo faz parte do sequestro de todos os poderes da República por parte do poder Legislativo.…
Entre parlamentares da direita, os deputados Júlia Zanatta (PL-SC) e Carlos Jordy (PL-RJ) comentaram nas redes sociais o discurso do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante a sessão que votará o PL da Dosimetria.
“Um jovem me mandou mensagem dizendo que o Flávio estava ‘farmando aura’ na sessão. Como sou uma jovem senhora, fui obrigada a perguntar o que seria ‘farmar aura’. Então, ele me respondeu: ‘farmar aura’ é uma expressão que significa acumular carisma, moral. É isso mesmo, jovens?”, escreveu Zanatta.
Um jovem me mandou dizendo que o Flávio estava “farmando aura na sessão”.
— Júlia Zanatta (@apropriajulia) April 30, 2026
Como sou uma jovem senhora fui obrigada a perguntar o que seria “farmar aura” e então ele me respondeu:
“farmar aura” é um expressão que significa acumular carisma, moral.
É isso mesmo, jovens? pic.twitter.com/fn4O9zNBZp
Durante a sessão, a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) afirmou que Flávio Bolsonaro empregou em seu gabinete integrantes do “escritório do crime”.
A fala faz referência à mãe e à mulher do ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como um dos líderes da organização criminosa suspeita de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). As mulheres eram funcionárias de Flávio até 2018.
Em resposta, o senador, que é pré-candidato à Presidência da República, afirmou que “nunca foi condenado a nada” e fez um aceno eleitoral aos colegas parlamentares.
“Tudo o que o Brasil não precisa é desse ódio. Se for da vontade de Deus, eu vou governar esse país para todo mundo, inclusive para quem me xinga nessa tribuna com mentiras e calúnias”, declarou.
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O Congresso Nacional iniciou há pouco a votação sobre o veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria, que reduz as penas para os condenados nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023 em Brasília.
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