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Por Anthony Santana – Blog da Folha
A governadora e candidata à reeleição pela coligação Pernambuco de Coração, Raquel Lyra (PSD), adotou a estratégia de comparar diretamente a gestão nos últimos três anos e meio com a gestão do ex-governador Paulo Câmara (PSB) nos oito anos anteriores.
Na sabatina da TV Guararapes, na noite desta terça (17), a gestora comparou os números atuais do governo estadual com os registrados no período do antecessor.
Raquel Lyra citou as estradas, abastecimento de água, atendimento em saúde e violência como áreas que não teriam recebido investimentos adequados.
Leia maisAo mencionar índices recentes da segurança pública, ela afirmou que sua gestão fez mais que a anterior.
“Em três anos e meio conseguimos entregar mais em todas as áreas do que nos oito anos do governo que nos antecedeu. Estamos batendo nesses primeiros sete meses uma redução de criminalidade histórica em Pernambuco. São os melhores sete meses da nossa história em redução de homicídio e de crimes contra o patrimônio. E a gente fez isso colocando o Juntos pela Segurança”, declarou a candidata.
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A governadora Raquel Lyra (PSD) vem sendo alvo dos candidatos da Frente Popular por ter aliados que apoiam os candidatos da direita à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema (Novo) ou do seu próprio partido, Ronaldo Caiado. Ela voltou a reagir, nesta terça-feira (18), durante entrevista à TV Guararapes. Também reforçou as parcerias com o Governo Lula e manteve segredo sobre em quem votará. As informações são do Blog Dantas Barreto.
“Vamos fazer como a gente sempre fez, cuidar de Pernambuco. Eu sou perernambuquista. Vão tentar me rotular o tempo inteiro. E você vai ver que eu vou estar o tempo inteiro defendendo os interesses de Pernambuco. Foi assim que a gente fez o Estado voltar a crescer, a gerar mais de 200 mil empregos de carteira assinada, batendo recorde de geração de emprego. A economia voltou a crescer, somos o segundo estado do Brasil e mais gerar emprego na construção civil”, falou Raquel.
Leia maisSobre a relação com Lula, a governadora lembrou que foi com o trabalho em conjunto que realizou obras e até mesmo retomou projetos que estavam paralisados. “Diziam que eu não conseguiria parceria com o presidente Lula. E, já nos primeiros dias, fui ao presidente e ele disse que não nos faltaria. Fizemos grandes parcerias e estamos fazendo a retomada da Transnordestina, os investimentos em Suape, obras como a conclusão da BR-104, o Canal do Fragoso que estava paralisado, obras do Minha Casa Minha Vida. Junto com Morar Bem, nós já entregamos 26 mil casas em Pernambuco. Parceria do Governo do Estado com o Governo Federal”, salientou.
Raquel desconversou ao ser perguntada sobre em quem votará para presidente: “Muito mais importante do que saber o meu voto na urna, é saber como eu trabalho por Pernambuco. O povo de Pernambuco já me conhece muito de perto”. Ela explicou que a direção nacional a deixou livre para atuar de forma independente, nas eleições deste ano.
CRECHES
Uma das promessas não concluídas foi destacada na entrevista. Em 2022, Raquel Lyra colocou no seu plano de governo a construção de 250 creches e entregou 12. No novo programa, se comprometeu em concluir todas, caso seja reeleita.
“Não tenho dúvida nenhuma de que as 250 creches que nós nos comprometemos, parte dela entregues durante este ano, algumas que já estão em funcionamento e já para ano que vem muitas outras. As 250 nós vamos conseguir entregar no ano que vem, porque a gente reservou para isso R$ 2 bilhões”, afirmou a governadora.
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Três dias após se tornar elegível novamente, o ex-senador Romero Jucá (MDB) desistiu de disputar as eleições de 2026. Ele concorreria à Câmara dos Deputados por Roraima, mas anunciou a desistência em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (18/8).
No domingo (15/8), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a condenação de Jucá e afastou os efeitos de inegibilidade. Ele havia sido condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª região (TRF-1) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mas o Supremo entendeu que a Corte inferior não tinha competência para julgá-lo. As informações são do Metrópoles.
Leia maisAo anunciar a desistência, Jucá disse que foi alvo de “mentiras e ações que afetam minha imagem pública” e a família dele.
“O maior exemplo disso, foi este julgamento absurdo e ilegal do Tribunal Federal Regional da 1ª Região. Um processo prescrito, do qual eu já havia sido absolvido e que foi analisado por um juiz substituto convocado numa Corte que não tinha competência para fazer tal análise. A decisão foi estranhíssima, me condenando. Ainda que frágil e absurda, a notícia estampou todos os sites, blogs e perfis de redes sociais”, escreveu o político.
“No entanto, esse ataque claro à minha pessoa e o tipo de disputa que se avizinha me fez refletir sobre o que realmente quero para o meu futuro. Gosto de fazer política, a boa política. Contudo, a disputa baixa e vil não cabe mais na minha vida”, complementou, anunciando que não disputará as eleições de 2026.
Jucá foi senador por Roraima durante 24 anos (1995 a 2019) – por três mandatos consecutivos, e é o presidente do MDB em Roraima. A silga ainda não confirmou se alguém concorrerá à Câmara no lugar dele.
Romero também foi ministro da Previdência no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2005, e ministro do Planejamento de Michel Temer, em 2016.
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A Prefeitura do Recife executa uma obra de contenção de encosta na Rua Córrego do Curió, em Dois Unidos, na Zona Norte da cidade. A intervenção tem investimento de R$ 9,6 milhões e deve beneficiar diretamente cerca de 100 famílias, o equivalente a mais de 500 moradores. Nesta terça-feira (18), o prefeito Victor Marques vistoriou os trabalhos.
A obra, realizada pela Autarquia de Urbanização do Recife (URB), inclui soluções como tela argamassada, solo grampeado, drenagem com 433 metros de canaletas e quatro trechos de muro de arrimo. O projeto também prevê 300 m² de piso em concreto, 311 metros de guarda-corpo e uma área de lazer para a comunidade.
“Cerca de 500 pessoas serão protegidas direta e indiretamente por esse grande investimento da Prefeitura”, afirmou Victor Marques. Segundo a secretária de Infraestrutura, Beatriz Menezes, a previsão de conclusão é para o primeiro semestre de 2027. A gestão municipal informa que outras 24 obras de contenção estão em andamento na cidade.
O advogado criminalista Paulo Abou Hana, filho do saudoso jornalista Samir Abou Hana, comentou o relato do cantor Sandro Becker sobre os 21 dias que passou preso em Caruaru por uma dívida de pensão alimentícia. Em publicação nas redes sociais do blog, ele avaliou que faltou orientação jurídica ao artista e ressaltou que o episódio envolveu uma prisão civil, diferente de uma condenação criminal.
“Ouso dizer que faltou uma assessoria jurídica para o artista. Qualquer cidadão pode passar por isso. Trata-se de uma prisão civil, totalmente diferente de uma condenação por um crime realizado, amigo. Repito, sem orientação jurídica pode acontecer com qualquer um. Toque a vida que vc é um grande artista e reconstrua, se possível, sua relação com esse filho(a). O amor supera tudo”, escreveu Paulo.

A Casa da Matuta divulgou nota de repúdio contra o fechamento de casas de shows no Sítio Histórico de Olinda. No documento, o espaço cobra esclarecimentos da Prefeitura sobre a determinação atribuída ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), questiona os impactos da medida sobre trabalhadores e comerciantes e defende que eventuais irregularidades sejam corrigidas com fiscalização, diálogo e prazos para adequação.
Confira o comunicado na íntegra:
Leia maisNota de Repúdio
Prefeitura, fechar casas de shows não é combater a irregularidade — é colocar em risco empregos, renda e a própria economia do Sítio Histórico.
Se existem problemas de licenciamento, segurança, acústica ou qualquer outra irregularidade, que sejam fiscalizados e corrigidos dentro da lei, com diálogo e prazos para adequação. O que não pode acontecer é simplesmente fechar portas e deixar trabalhadores, músicos, produtores, garçons, ambulantes, técnicos, comerciantes e famílias inteiras sem renda.
O Sítio Histórico de Olinda é patrimônio cultural, mas também é lugar de trabalho, cultura, turismo e geração de renda. Casas de shows, bares e espaços culturais fazem parte dessa dinâmica e movimentam toda uma cadeia econômica.
A Prefeitura precisa defender o patrimônio sem destruir quem vive dele.
Se o TCE determinou medidas, cabe ao Município buscar soluções jurídicas e administrativas que permitam o cumprimento das normas sem transformar a fiscalização em desemprego em massa.
Queremos transparência: qual é exatamente a determinação do TCE? Quantos estabelecimentos serão atingidos? Quantos trabalhadores perderão sua renda? Quais alternativas foram apresentadas antes do fechamento?
Olinda precisa de ordem, sim. Mas precisa também de bom senso, diálogo e responsabilidade social.
FECHAR É FÁCIL. DIFÍCIL É GOVERNAR, REGULARIZAR E ENCONTRAR UMA SOLUÇÃO QUE PRESERVE O PATRIMÔNIO, A CULTURA E O EMPREGO.
@prefeituradeolinda a população merece respostas e soluções, não simplesmente portas fechadas.
A Casa da Matuta
Thiago Mendes
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu, na tarde desta terça-feira (18), um alerta de Estado de Atenção para a Região Metropolitana do Recife, Mata Sul, Mata Norte e Agreste.
O alerta indica que as chuvas terão intensidade moderada a forte e é válido a partir da noite desta terça e ao longo da quarta-feira (19). As informações são do Diario de Pernambuco.
Leia maisSegundo a agência, “um canal de umidade continua favorecendo a ocorrência de pancadas de chuva moderada (pontualmente forte) entre o Agreste e o Litoral do Estado de Pernambuco”.
O alerta laranja da Apac indica o risco de chuva entre 50mm e 100mm. A agência pede que a população das áreas afetadas siga as orientações da Defesa Civil.
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O deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) anunciou, nesta terça-feira (18), que não disputará as eleições deste ano, após 54 anos de vida pública e 17 pleitos. Um dos melhores quadros do Congresso, principalmente em matéria financeira, Hauly acumula oito mandatos na Câmara dos Deputados, além de passagens pela Prefeitura de Cambé e pela Secretaria da Fazenda do Paraná. O parlamentar já participou do podcast Direto de Brasília. “Não estou me despedindo da política. Não estou abandonando minhas ideias, minhas causas nem os projetos aos quais dediquei toda a minha vida”, afirmou.
Hauly disse que continuará atuando no debate público, com atenção à implantação da reforma tributária, à defesa dos municípios, dos pequenos negócios e dos produtores rurais. O deputado participou da construção do novo sistema tributário aprovado pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e afirmou que pretende acompanhar a regulamentação e a transição para o novo modelo. “Este, portanto, não é um comunicado de despedida. É o anúncio de uma nova etapa da minha vida pública”, declarou.
Por Rinaldo Remigio*
Embora eu não seja cientista político, gosto de acompanhar a política, observar seus movimentos e, principalmente, confrontar as análises que leio com aquilo que conheço da história de Petrolina e do Sertão do São Francisco.
Ao ler a matéria publicada no Blog do Magno Martins sobre a candidatura de Miguel Coelho a deputado federal e seus possíveis reflexos nas trajetórias políticas de Fernando Filho e Antônio Coelho, confesso que vejo esse processo com muita naturalidade.
Leia maisE explico por quê.
A política precisa de continuidade. Alguém precisa assumir responsabilidades, ocupar espaços, renovar lideranças e dar prosseguimento a projetos. É a representação política que, em grande medida, proporciona sustentação às demandas de uma cidade, de uma região, de um Estado e do próprio País.
Lideranças não podem ter medo de liderar. Precisam ter coragem, determinação e disposição para enfrentar críticas — inclusive aquelas mais duras e, por vezes, depreciativas.
Conheço Petrolina e acompanho seu desenvolvimento há décadas. Sei o quanto a representação política foi importante para que nossa cidade alcançasse a posição que ocupa hoje. Petrolina não chegou até aqui por acaso. Houve trabalho de sua gente, capacidade empresarial, agricultura irrigada, comércio, educação e empreendedorismo, mas também houve presença política, articulação e representação nos centros de decisão.
Por isso, não consigo enxergar com naturalidade a ideia de que a candidatura de Miguel necessariamente transforme Fernando Filho ou Antônio Coelho em figuras secundárias, muito menos em “mamulengos” de um projeto familiar.
Fernando Filho tem sua própria história. Construiu mandatos, ocupou espaços importantes na vida pública nacional e possui uma folha de serviços que deve ser avaliada pelo eleitor. Antônio Coelho, da mesma forma, vem construindo seu caminho político. Miguel, por sua vez, foi prefeito de Petrolina, disputou o Governo de Pernambuco, percorreu o Estado e ampliou sua presença política para além das fronteiras do município.
São trajetórias que podem se encontrar sem necessariamente se anularem.
A história política de Petrolina, evidentemente, registra divisões familiares profundas. Quem viveu ou acompanhou o rompimento entre Fernando Bezerra Coelho e Osvaldo Coelho sabe o quanto aquele episódio marcou a cidade. Durante muitos anos, Petrolina conviveu com uma polarização que ultrapassou a política e alcançou amizades, relações empresariais e até famílias.
Mas os tempos são outros.
Também considero necessário algum cuidado quando se busca estabelecer uma relação direta entre o atual momento e o velho coronelismo. A história deve servir para compreendermos o presente, mas não necessariamente para reproduzirmos, sobre ele, as mesmas categorias do passado.
Hoje existem eleições competitivas, partidos, redes sociais, imprensa atuante, oposição, fiscalização e, sobretudo, um eleitor muito mais informado e independente. Ninguém possui mandato por direito hereditário. Sobrenome pode ajudar a abrir portas, mas não substitui votos.
E voto precisa ser conquistado.
Miguel tentou chegar ao Governo de Pernambuco e não conseguiu. Buscou outras construções políticas e encontrou obstáculos. Isso faz parte da política. Derrotas, recuos e mudanças de estratégia não significam necessariamente o encerramento de uma trajetória. Muitas vezes são justamente esses movimentos que obrigam uma liderança a se reposicionar.
A política é dinâmica.
O que hoje parece uma derrota pode amanhã representar aprendizado. O que parece um recuo pode ser reorganização. E aquilo que alguns interpretam como disputa interna pode também representar uma tentativa de ampliar a representação política de Petrolina e do Sertão.
Será que Petrolina deve escolher entre Miguel e Fernando Filho? Ou poderá eleger os dois?
Essa pergunta não será respondida pelos analistas, pelas famílias políticas nem pelos candidatos.
Será respondida pelas urnas.
E é justamente aí que está a beleza da democracia.
Tenho defendido que Petrolina precisa ampliar sua representação. Uma cidade com a importância econômica, populacional e estratégica que conquistou não deve se contentar com pouco espaço político. Quanto maior for sua representação qualificada na Assembleia Legislativa, na Câmara dos Deputados, no Senado e nos demais espaços de decisão, maiores poderão ser as possibilidades de defender os interesses da região.
Naturalmente, caberá aos candidatos demonstrarem que possuem méritos próprios. Nenhum deles deve viver à sombra do outro. Fernando Filho precisa continuar sendo Fernando Filho. Antônio precisa construir a trajetória de Antônio. E Miguel precisa responder politicamente por suas escolhas, acertos e erros.
A democracia fará o restante.
Por isso, vejo com naturalidade esse novo capítulo da política petrolinense. Divergências existirão. Críticas também. Algumas construtivas, outras exageradas e outras até depreciativas. É o preço pago por quem decide participar da vida pública.
Mas liderança exige coragem.
A história não é construída apenas por aqueles que permanecem onde estão para preservar espaços conquistados. Também é feita por quem aceita correr riscos, enfrentar julgamentos, disputar eleições e colocar seu nome novamente diante da população.
No final, não serão os sobrenomes, as análises ou as previsões que decidirão.
Será o eleitor.
E talvez seja exatamente essa a grande diferença entre o coronelismo do passado e a democracia do presente: antes, poucos decidiam por muitos; hoje, pelo voto, muitos têm a oportunidade de decidir quem continuará escrevendo a história.
*Professor universitário aposentado, administrador, contador e mestre em economia
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Em relação às informações repassadas ao blog pelo presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Luciano Pacheco, que afirmou, com base em documentos, que os bens do prefeito Zeca Cavalcanti estão bloqueados em processo que tramita na Justiça Federal, o gestor encaminhou os seguintes esclarecimentos:
Nota de esclarecimento
Diante das recentes declarações reproduzidas por este blog, o prefeito Zeca Cavalcanti esclarece que sua preocupação continua sendo a mesma desde o primeiro dia de sua gestão: trabalhar por Arcoverde.
Leia maisEnquanto alguns parecem mais interessados em lançar “torpedos” políticos e alimentar disputas pessoais, o prefeito prefere dedicar seu tempo a entregar resultados à população.
Sobre as informações divulgadas, é importante esclarecer que Zeca Cavalcanti não possui qualquer condenação relacionada ao caso citado. Trata-se de uma discussão que tramita na Justiça Federal, na qual a defesa já foi apresentada, com a documentação e os elementos necessários à demonstração da regularidade dos fatos questionados.
O prefeito permanece colaborando com a Justiça para o completo esclarecimento da questão e reafirma sua absoluta confiança no Poder Judiciário. Questões que estão sendo discutidas na esfera judicial devem ser tratadas onde efetivamente cabem: na Justiça, com provas, documentos e direito de defesa — e não transformadas em instrumento de disputa política.
Zeca Cavalcanti possui seus bens devidamente declarados e não se intimidará com ataques, insinuações ou tentativas de transformar discussões judiciais em palanque político.
Enquanto isso, Arcoverde segue avançando.
Nesta semana, será inaugurado o primeiro Centro Veterinário Municipal da história do município. Uma nova Cozinha Comunitária também será entregue, passando a integrar o Alimenta Arcoverde, programa que, com 11 unidades, deverá garantir mais de 60 mil refeições por mês.
Na infraestrutura, seguem os investimentos em pavimentação asfáltica e calçamento, que ultrapassam R$ 24 milhões, além de outros R$ 15 milhões destinados à reforma de 25 escolas da rede municipal.
São esses os “torpedos” que interessam ao prefeito: trabalho, obras, investimentos e serviços chegando à população.
Zeca Cavalcanti reafirma ainda seu compromisso com o enfrentamento à violência contra a mulher e seu respeito a todas as pessoas.
Respeito à mulher não é discurso, não é homenagem e muito menos instrumento de disputa política. Respeito à mulher é direito.
Arcoverde tem problemas reais para resolver, obras para entregar, serviços para melhorar e uma população que espera trabalho. É nisso que Zeca Cavalcanti está concentrado.
Ataques políticos passam. O trabalho por Arcoverde continua.
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A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos.
Segundo a assessoria de imprensa da artista, a morte foi por causas naturais.
Glória construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão e atuou em mais de 40 novelas da Globo. As informações são do g1.
Leia maisGlória Menezes nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Seu nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães. Ela iniciou a carreira artística no teatro e posteriormente se destacou na televisão e no cinema.
Na Globo, estreou em 1967, na novela “Sangue e Areia”, como a heroína Doña Sol. Na trama, fez par romântico com Tarcísio Meira (morto de Covid em 2021), com quem manteve uma das uniões mais conhecidas da televisão brasileira. Os dois foram casados por quase seis décadas, até a morte do ator, em 2021.
“Existe um respeito mútuo no trabalho de cada um e uma colaboração amiga, porque não existe amigo maior do que o Tarcísio – e eu me considero a melhor amiga dele também. Trocamos críticas construtivas, para que estejamos sempre melhorando”, disse Glória em entrevista ao Memória Globo.
Ao lado de Tarcísio, Glória protagonizou outras produções marcantes e também estrelou o seriado “Tarcísio & Glória”, exibido em 1988.
Glória Menezes atravessou diferentes fases da teledramaturgia brasileira e esteve em novelas de grande repercussão.
Entre seus trabalhos estão “Irmãos Coragem” (1970), “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Cavalo de Aço” (1973), “Pai Herói” (1979), “Guerra dos Sexos” (1983), “Brega & Chique” (1987), “Rainha da Sucata” (1990), “Deus nos Acuda” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Senhora do Destino” (2004), “A Favorita” (2008) e “Totalmente Demais” (2015).
Em “Rainha da Sucata”, Glória interpretou Laurinha Figueroa, uma das personagens mais lembradas de sua carreira. A novela voltou a ser exibida pela Globo em 2025 e 2026, colocando novamente a atriz em destaque entre o público.
Seu último trabalho em uma novela foi “Totalmente Demais”, em 2015. Depois, a atriz passou a ter uma rotina mais discreta e longe das produções de televisão. Em 2026, ela voltou a ser homenageada pela Globo na Calçada da Fama da emissora.
A trajetória de Glória Menezes ficou profundamente ligada à de Tarcísio Meira. Os dois formaram um dos casais mais populares da televisão brasileira e trabalharam juntos em diversas produções.
Tarcísio morreu em agosto de 2021, aos 85 anos, vítima de complicações da Covid-19. Na época, Glória também havia sido internada com a doença. Anos depois, o filho do casal, Tarcísio Filho, contou como foi difícil comunicar à mãe a morte do marido.
Glória também tinha outros dois filhos, de seu primeiro casamento.
Segundo o Memória Globo, Glória Menezes atuou em mais de 40 telenovelas da emissora.
Além de “Sangue e Areia”, sua estreia na Globo, a lista inclui “Passo dos Ventos”, “Rosa Rebelde”, “O Grito”, “Espelho Mágico”, “Jogo da Vida”, “Corpo a Corpo”, “Porto dos Milagres”, “O Beijo do Vampiro”, “Da Cor do Pecado”, “Páginas da Vida”, “Joia Rara” e “Totalmente Demais”.
No cinema, também teve uma trajetória de destaque. Entre seus trabalhos está “O Pagador de Promessas”, filme dirigido por Anselmo Duarte que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.
Ao longo da carreira, Glória Menezes se consolidou como uma das principais atrizes de sua geração e como uma das protagonistas da história da televisão brasileira.
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Por Lauro Jardim – O GLOBO
Não surgiu fumaça branca da reunião desta segunda-feira entre a Amil, ou seja, José Seripieri Filho, o Junior, o controlador da empresa, os representantes dos fundos Bain Capital e Advent.
Os dois lados, vendedor e compradores, saíram do longo encontro com contas a refazer.
Haverá uma nova reunião, mas a data ainda não foi marcada.
