Populares que transitam, neste momento, pela AL-460, que liga Porto de Pedras a Porto Calvo, em Alagoas, foram surpreendidos por uma cavalgada que tomou conta da via. Com isso, turistas e nativos enfrentam um congestionamento quilométrico.
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Populares que transitam, neste momento, pela AL-460, que liga Porto de Pedras a Porto Calvo, em Alagoas, foram surpreendidos por uma cavalgada que tomou conta da via. Com isso, turistas e nativos enfrentam um congestionamento quilométrico.
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Por Thaís Leandro – repórter do Blog
O senador pernambucano e candidato à reeleição, Humberto Costa (PT), votou por volta das 11h13 de hoje, na Escola Brigadeiro Eduardo Gomes, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Ele esteve acompanhado do neto Gabriel, de 8 anos.
Integrantes da chapa majoritária da Frente Popular, como o candidato ao Governo João Campos (PSB), o vice Carlos Costa (Republicanos) e a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), acompanharam a votação. Também estiveram no local a senadora Teresa Leitão (PT), o prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), o deputado federal Carlos Veras (PT) e outras lideranças. A recepção foi marcada por aplausos e pelo coro de “Time de Lula!”.
Leia maisO senador demonstrou otimismo com o resultado das eleições. “Fizemos uma campanha muito boa, limpa. Tivemos um crescimento significativo nessa reta final. Isso nos dá a certeza e a convicção de que vamos vencer a eleição para o governo do Estado e vamos eleger a nossa bancada de candidatos para o Senado Federal, Marília Arraes e eu, João governador e o presidente Lula”, disse Humberto. “Por tudo que foi feito, pelo que estamos vendo principalmente nas ruas, acredito que nós vamos sair vitoriosos”, concluiu.
Depois do voto de Humberto, a comitiva seguiu para acompanhar a votação de Carlos Costa e, em seguida, de Victor Marques e Teresa Leitão. Antes, o grupo já havia acompanhado os votos de João Campos e Marília Arraes.
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O candidato ao governo do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) votou na manhã deste domingo (4) no Gávea Golf Club, na Zona Sul do Rio. O ex-prefeito chegou ao local às 8h50.
Acompanhado da mulher, dos filhos e de aliados, Paes votou neste domingo. Primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, o candidato do PSD disputa pela segunda vez o governo do estado. As informações são do g1.
Paes pediu que os eleitores compareçam às urnas e defendam o que chamou de “voto de consciência” para mudar os rumos do Rio de Janeiro. Ele destacou que esta é uma eleição que “não se trata de ideologia, nem de esquerda, nem de direita”.
Leia maisApós votar, ele afirmou que percorreu diversas regiões do estado durante a campanha e ouviu reclamações sobre problemas como segurança pública, corrupção e crise institucional.
“O Rio vive a sua pior crise na história. É uma crise política, institucional, de segurança pública, de desmando no governo do estado e de corrupção. O (estado) não aguenta mais outro Witzel e outro Cláudio Castro, que muito claramente é representada pela candidatura do Douglas Ruas”, afirmou o candidato.
Segundo Paes, a disputa eleitoral coloca de um lado a continuidade do atual grupo político que governa o estado e, de outro, uma aliança formada por diferentes correntes com o objetivo de “reconstruir o estado do Rio de Janeiro e suas instituições” e “trazer paz para as famílias”. “Estou muito confiante (na vitória no primeiro turno), porque acho que as pessoas vão ter a consciência deste momento”, finalizou.
Questionado sobre as eleições presidenciais, o ex-prefeito afirmou acreditar que “tudo aponta para um segundo turno”.
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A Operação Eleição 2026 já registrou 124 ocorrências em Pernambuco, entre as 18h do sábado (3) e o final da manhã deste domingo (4). O balanço reúne registros atendidos pelas forças de Segurança Pública durante o período eleitoral e reforça a mobilização das equipes em diferentes regiões do Estado. Além do atendimento às ocorrências, as forças de Segurança Pública também vêm realizando prisões relacionadas a crimes eleitorais, especialmente casos de boca de urna e distribuição irregular de material de campanha.
Entre as ocorrências já registradas estão prisões na Madalena, no Recife, e em Petrolina, onde três pessoas foram detidas por distribuição de material de campanha após a meia-noite. As ocorrências são encaminhadas às autoridades competentes para adoção das medidas legais cabíveis.
A atuação ocorre de forma integrada entre as instituições de Segurança Pública, com equipes mobilizadas para o atendimento das denúncias e deslocamento imediato aos locais indicados. As equipes permanecem mobilizadas durante todo o período de votação para garantir a segurança da população, coibir crimes eleitorais e assegurar o livre exercício do voto.
O candidato a governador pela Frente Popular, João Campos (PSB), chegou à fila da sessão 211 do EREM Professor Cândido Duarte às 8h50 e aguardou cerca de uma hora para votar.
Ele esperou na fila e conversou com eleitores que também aguardavam para entrar na sala de votação. As informações são do Blog Cenário.
Por João Carvalho*
Eu vi o Recife mudar. Não foi de longe, nem apenas pelas manchetes que acompanho há tantos anos como jornalista. Vi de perto, como morador desta cidade, como pesquisador e também como alguém que conhece por dentro o serviço público, suas dificuldades, seus limites e o esforço necessário para transformar uma ideia em algo que realmente chegue à população. Talvez por isso o que aconteceu no Recife nos últimos anos tenha me chamado tanto a atenção.
João Campos chegou à Prefeitura muito jovem e trouxe consigo uma pressa que, a meu ver, tinha menos a ver com aparecer e muito mais com fazer. A vida das pessoas não espera o tempo da política. A mãe que precisa de uma creche, a família que mora numa área de risco, o jovem que busca uma oportunidade e a criança que precisa de atendimento médico vivem urgências reais. E foi essa sensação de urgência que começou a aparecer na cidade.
Leia maisQuando João assumiu, o Recife tinha pouco mais de seis mil vagas de creche. Quando deixou a Prefeitura, eram 19.418. Ele havia prometido dobrar a oferta e terminou entregando mais que o triplo. Mas esse número ganha outra dimensão quando a gente pensa no que existe por trás dele. São milhares de crianças acolhidas e milhares de famílias que puderam reorganizar a própria vida. São mães que passaram a ter mais condições de trabalhar e crianças que começaram a ter acesso mais cedo à educação, à alimentação e ao cuidado.
O Embarque Digital nasceu com a mesma lógica. O Recife já possuía um dos principais polos tecnológicos do país, mas muitos jovens vindos da escola pública continuavam vendo aquele universo como algo distante. A Prefeitura decidiu aproximar essas duas realidades e passou a financiar integralmente cursos superiores de tecnologia.
Ao mesmo tempo, outras áreas da cidade começaram a sentir esse ritmo de trabalho com intervenções nos morros, novas pontes, investimentos em saúde, habitação, espaços públicos e serviços digitais. Algumas obras foram criadas naquela gestão, outras foram retomadas depois de anos de espera. Mais importante do que fazer uma lista é perceber que a cidade ganhou movimento.
Talvez por isso tenha tanta força simbólica a imagem do último dia de João Campos como prefeito. Em abril de 2026, antes de deixar o cargo, ele inaugurou o Hospital da Criança do Recife Antônio Carlos Figueira. Encerrar um ciclo político entregando um hospital dedicado às crianças diz muito sobre uma forma de entender o serviço público, principalmente quando se olha para tudo o que veio antes.
É evidente que nenhuma dessas realizações pertence a uma pessoa sozinha. Uma cidade é construída pelo trabalho de servidores, técnicos, professores, médicos, engenheiros, operários e de milhares de pessoas que dificilmente aparecem nas fotografias das inaugurações.
Existem recursos vindos de diferentes esferas de governo, projetos que atravessam administrações e políticas que dependem de equipes inteiras para funcionar. Quem conhece a administração pública sabe disso. Mas também sabe reconhecer o peso que uma liderança tem para colocar uma máquina desse tamanho em movimento.
Foi exatamente isso que percebi nesses anos. Uma administração inquieta, com disposição para fazer, cobrar, entregar e procurar soluções. Uma gestão que parecia entender que um mandato passa depressa demais para quem está esperando por uma resposta. E talvez exista nisso alguma coisa daquela história que Pernambuco conhece tão bem.
Miguel Arraes compreendeu a política como instrumento para chegar à vida das pessoas, especialmente daquelas que durante muito tempo foram esquecidas pelo poder. Eduardo Campos, décadas depois, levou essa mesma disposição para outro momento da história, combinando sensibilidade social, planejamento, acompanhamento e uma enorme vontade de realizar.
João pertence a outra geração, fala outra linguagem e vive um mundo completamente diferente, mas há um fio que atravessa essas histórias.
Esse fio não é simplesmente o sobrenome. Sobrenome não constrói creche, não ergue ponte, não forma um jovem e não abre hospital. O que atravessa essas gerações é uma determinada compreensão da política, aquela em que governar significa trabalhar muito, estar perto das pessoas e entender que o resultado precisa ser percebido para além dos gabinetes.
Talvez seja isso que mais me chama a atenção em João Campos. Ele poderia ter usado a juventude como justificativa para andar devagar, mas preferiu transformá-la em energia. Poderia ter administrado a Prefeitura preocupado apenas em atravessar o mandato, mas escolheu agir como quem sabia que havia muito a fazer e pouco tempo para fazer.
Quem viveu o Recife nesses últimos anos percebeu uma cidade em movimento, e eu digo isso com a experiência de quem já acompanhou muitos governos, muitas promessas e muitos discursos.
A política ganha sentido quando toca a vida real. Isso acontece quando uma criança encontra uma vaga na creche, quando um jovem da escola pública chega à faculdade, quando uma família consegue dormir com mais tranquilidade durante a chuva ou quando uma mãe entra num hospital público com o filho nos braços e encontra atendimento.
É nesses momentos que o discurso perde importância e o serviço público mostra sua verdadeira razão de existir.
Arraes compreendeu isso no seu tempo. Eduardo também. E, olhando para o Recife que vi mudar diante dos meus olhos, percebo em João uma continuidade dessa maneira de enxergar a política, com intensidade, proximidade e vontade de realizar.
E talvez seja justamente essa disposição que Pernambuco mais precise reencontrar agora. Um estado que já foi protagonista do desenvolvimento do Nordeste não pode se conformar em viver apenas da lembrança do que já foi. Pernambuco precisa voltar a acreditar em si mesmo, recuperar sua capacidade de realizar, transformar anúncio em entrega e fazer o desenvolvimento chegar a quem está esperando por ele há tempo demais.
Há uma inquietação espalhada pelo estado. Ela está no jovem que quer uma oportunidade, no trabalhador que espera emprego, no empresário que precisa de infraestrutura, na família que cobra saúde e educação, no interior que quer crescer sem precisar olhar sempre para a capital. Pernambuco não pede favor. Pede movimento. Pede trabalho. Pede a coragem de voltar a sonhar grande.
Porque existe uma grandeza pernambucana que nunca desapareceu. Ela apenas precisa voltar a ser despertada. Está na nossa história, na nossa cultura, na capacidade de reagir, criar e avançar mesmo quando tudo parece difícil. Está numa vontade de trabalhar com o coração, aquela vontade que João já entendeu e fez disso uma meta.
Pernambuco já soube, no passado, mostrar ao Brasil a força que carrega.
Está na hora de lembrar disso outra vez.
O verdadeiro Leão do Norte precisa voltar a rugir.
*Jornalista, pesquisador e mestrando em Ciências da Religião
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Um homem morreu após passar mal dentro de uma seção eleitoral no município de Cupira, no Agreste de Pernambuco. A vítima foi identificada como José Roberto da Silva, de 68 anos de idade. Ele estava votando em uma escola estadual durante a manhã deste domingo (4).
De acordo com informações da Secretaria de Saúde de Cupira, o homem estava na Escola Estadual Professora Maria de Lourdes Temporal. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas o homem morreu no local. As informações são do g1.
Leia maisA seção eleitoral precisou ser temporariamente suspensa até a remoção do corpo. A Polícia Militar (PM) foi acionada e fez o isolamento da área até a chegada do Instituto de Medicina Legal (IML).
Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Civil não deu detalhes sobre o caso.
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O candidato ao governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB) votou, há pouco, na sede da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), no Bairro Praia de Iracema, em Fortaleza. Ele chegou ao local de votação por volta das 10h44, acompanhado da esposa Giselle Bezerra, do vice Roberto Cláudio (União Brasil), dos candidatos ao Senado Capitão Wagner (União) e Alcides Fernandes (PL), entre outros apoiadores.
Após votar, Ciro falou sobre a expectativa para o resultado da votação para o Governo do Ceará e criticou a oposição, afirmando que usaram manobras que ele nomeou como “ditadura corrupta”.
“Eu chego extremamente esperançoso, embora com uma ponta de revolta, porque a ditadura corrupta que se instalou no Ceará, sob a coordenação do Camilo Santana, está fazendo de tudo para tomar essa eleição da liberdade do povo, que está em nossa direção claramente. […] A gente sabe, mais ou menos, como pulsa o coração do povo do Ceará. Ontem, em Sobral, chegou a ser para além de emocionante, chegou a ser comovente”, disse durante coletiva.
O ex-prefeito de Salvador e candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) votou, hoje, na capital baiana e afirmou que a campanha teve um final marcado por “baixaria” e “mentiras”. Em entrevista à imprensa antes de votar, o candidato disse acreditar que a disputa estadual pode ser encerrada no primeiro turno e demonstrou confiança na vitória.
“Essa eleição tem tudo para ser resolvida hoje e nós estamos confiantes de que poderemos sair vitoriosos ainda nesse domingo. É a nossa expectativa”, disse. O ex-prefeito de Salvador também acusou adversários de distribuir material anônimo contra sua candidatura.
“Essa campanha infelizmente teve um final marcado por baixaria, por mentiras. É fruto do desespero, é fruto da dor de cabeça de um grupo que não está preparado para perder o poder depois de 20 anos”, afirmou. O candidato tem como principal adversário o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que disputa a reeleição.
A eleição deste domingo (4) em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, foi marcada por denúncias de boca de urna ligada à campanha da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), além da presença de veículos da Prefeitura em frente a um local de votação. Em vídeo publicado pelo portal Mega TV Arcoverde Oficial, pessoas aparecem distribuindo camisas associadas à candidata durante o dia da eleição. Na mesma publicação, o portal também relata que haveria entrega de dinheiro em uma residência.
Em outra postagem, o Mega TV Arcoverde Oficial mostrou carros da Prefeitura de Arcoverde estacionados em frente a um colégio eleitoral no bairro de São Cristóvão. O município é administrado pelo prefeito Zeca Cavalcanti, aliado de Raquel. A legislação eleitoral proíbe a distribuição de material de campanha e a realização de boca de urna no dia da votação, assim como o uso de bens públicos em benefício de candidaturas.
O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), votou, na manhã de hoje, no Colégio Miguel de Cervantes, no Morumbi, na capital paulista. O governador chegou ao local acompanhado do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e dos candidatos ao Senado que apoia, Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). Após votar, Tarcísio disse estar otimista com o resultado e afirmou que a campanha foi feita “com alegria” e “com leveza”, seguindo o planejamento definido no início da disputa.
Ao falar com a imprensa, Tarcísio apontou a segurança pública e a saúde como os principais desafios para os próximos anos. Na saúde, ele disse que o envelhecimento da população deve aumentar a pressão sobre os serviços e citou a Tabela SUS Paulista e o incentivo à gestão municipal como respostas, com foco no fortalecimento da atenção básica para evitar internações. O governador também prometeu ampliar o apoio às mães atípicas, com as Casas da Mãe Atípica, salas sensoriais nas escolas e horário diferenciado para servidoras públicas nessa condição.
Na segurança, Tarcísio defendeu mais investimento em inteligência e monitoramento, apoio para equipar as guardas civis e atuação coordenada para promover a asfixia financeira do crime organizado. Segundo ele, os indicadores criminais vêm caindo, mas ainda há um longo caminho pela frente. “A gente não tá satisfeito, tem muita coisa pra fazer”, disse.
Tarcísio disputa o governo paulista com Felicio Ramuth (MDB) como vice e tem como principal adversário Fernando Haddad (PT), repetindo o confronto de 2022. Pesquisa Atlas/Estadão divulgada no sábado (3) aponta o governador com 57,4% dos votos válidos, contra 41,6% de Haddad, cenário que indica possibilidade de vitória já no primeiro turno.
A prefeita de Olinda, Mirella Almeida (PSD), votou na Escola Patrícia Costa, em Rio Doce, na manhã de hoje, no primeiro turno das eleições. A gestora esteve acompanhada pelo esposo, o vereador Felipe Nascimento (PSD), e também pela mãe.
Mirella está confiante na vitória dos candidatos Professor Lupércio, que disputa uma vaga na Alepe, Daniel Coelho, concorrente a uma cadeira na Câmara Federal, e a governadora Raquel Lyra, que busca a reeleição.
“Vim às urnas defender o time que trabalha muito por Olinda. Com Professor Lupércio deputado estadual, Daniel federal e a governadora Raquel Lyra reeleita, vamos garantir ainda mais obras para a cidade”, afirmou Mirella.
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou, há pouco, que investigações não identificaram possibilidade de risco ou indícios de planos de ataque contra embaixadas em Brasília. A PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão na sexta-feira (2) em uma investigação sobre um suposto plano contra a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Os investigadores miraram dois suspeitos.
A ação ocorreu após representações diplomáticas estrangeiras no Brasil emitirem alertas de segurança na sexta-feira (2). As embaixadas citaram as eleições como um dos motivos para recomendar cautela a cidadãos que estão no país. “Não encontramos elementos concretos sobre a existência de risco para nenhuma embaixada. Não havia plano, não havia nada que tenhamos identificado”, afirmou Andrei Rodrigues.
