A professora Cida Rodrigues, de Petrolândia, comprou seu exemplar do livro de Marco Maciel na conveniência do posto Cruzeiro, em Arcoverde. Orgulhosa, incondicional fã do biografado e do blog, fez questão de enviar sua foto exibindo o livro.
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O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) indeferiu a liminar da coligação Pernambuco de Coração, da governadora Raquel Lyra (PSD), que pedia a suspensão da pesquisa Quaest. A decisão foi proferida pelo relator Luiz Gustavo Mendonça de Araújo.
A representação eleitoral com pedido de tutela de urgência foi movida contra a Quaest Pesquisas e a Globo Comunicação. A campanha de Raquel Lyra alegou falta de detalhamento prévio sobre ajustes estatísticos no registro da pesquisa. As informações são do JC.
Leia maisAo analisar o caso, o desembargador relator concluiu não haver probabilidade do direito para conceder a medida cautelar. Segundo o magistrado, o registro continha as informações exigidas pela Resolução TSE nº 23.600/2019.
O relator explicou que a norma exige indicação de metodologia e fontes públicas, mas não a especificação prévia detalhada de cada modelo estatístico. Com isso, manteve autorizada a divulgação do levantamento.
A coligação de Raquel Lyra também apresentou um pedido de reconsideração citando reportagem sobre pagamentos do PSB à Quaest. No entanto, o relator indeferiu novamente a solicitação da aliança governista.
Na segunda decisão, o desembargador enfatizou que suspeitas de matérias jornalísticas, sem prova de interferência na coleta ou nos dados, não justificam a suspensão cautelar da pesquisa.
O questionamento na Justiça ocorreu após a divulgação da rodada da Quaest em 29 de setembro. O levantamento mostrou Raquel Lyra e João Campos empatados numericamente, com 42% das intenções de voto cada no primeiro turno.
Na comparação com o estudo anterior, João Campos subiu de 39% para 42%, e Raquel Lyra oscilou de 41% para 42%. A margem de erro é de três pontos e, no segundo turno, ambos aparecem com 44%.
A campanha de Raquel foi procurada pela reportagem do JC, que aguarda manifestação. O espaço segue aberto.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (2) que está “convicto” de que o Senado Federal vai aprovar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) sobre o fim da escala 6×1.
“Essa é uma prioridade do nosso governo e uma mudança que o Brasil precisa fazer. Trabalhadores e trabalhadoras não podem viver apenas para trabalhar. Precisam ter tempo para a família, para estudar, descansar e viver, com dois dias de descanso por semana e sem redução de salário”, disse Lula em publicação no X. As informações são do g1.
Leia maisA fala do presidente diz respeito à notícia de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), colocou a proposta na pauta do plenário da Casa Alta na semana após o primeiro turno das eleições. A partir de terça-feira (6), senadores podem avançar com a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados em maio.
Parada por quase cinco meses no Senado, a PEC da 6×1 teve o destino comandado por Alcolumbre mesmo sob pressão do Governo Federal para que o Congresso desse aval para a medida. De forte apelo popular, o texto foi aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado na última semana de trabalhos do Legislativo antes do período eleitoral, mas não foi ao plenário.
Aprovada no meio tempo entre o primeiro e o segundo turno, Lula ainda poderá colher os louros da proposta em uma eventual disputa de segundo turno. O petista também espera dar prosseguimento ainda neste ano para a PEC da Segurança Pública, que segue travada no mesmo Senado de Alcolumbre.
À CNN, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que seria “um ganho enorme” para o governo se a proposta passasse pelo Senado na semana que vem. Mencionou o trabalho de articulação com os presidentes do Legislativo para a tramitação da proposta e comparou o cenário trabalhista nacional com demais países que aboliram a escala de trabalho 6×1. Guimarães assumiu o cargo em abril e teve como principal missão a de aprovar a medida junto ao Congresso.
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O ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) ironizou, nas redes sociais, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) após ela anunciar a intenção de zerar o IPVA para motos de até 180 cilindradas e aumentar o PJES das polícias, duas propostas que já haviam sido apresentadas por João durante a campanha. “Reconhecendo que suas propostas não saem do papel, Raquel passa a copiar as minhas”, escreveu.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição pediu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considere a decisão dos Estados Unidos de suspender os serviços consulares presenciais no Brasil em uma investigação sobre suposta interferência externa nas eleições brasileiras.
A medida da embaixada norte-americana foi anunciada na noite desta quinta-feira (1), dois dias antes do primeiro turno das eleições. (Veja mais detalhes)
Segundo comunicado divulgado pela representação diplomática, a medida foi tomada por “preocupações com a segurança”. As informações são do g1.
Leia maisPara a campanha, o episódio deve ser analisado no contexto da alegada interferência estrangeira no processo eleitoral e gera insegurança, projetando instabilidade sobre o ambiente eleitoral.
E faz parte, segundo o pedido, de ações de um “desdobramento gravíssimo da interferência nas eleições brasileiras pelo governo norte-americano, articulada, ao que tudo indica, diretamente pelos irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro”.
“Um gesto diplomático anômalo dessa magnitude, deflagrado por Estado estrangeiro no exato interregno eleitoral, projeta instabilidade sobre o ambiente do pleito e se insere, como desdobramento, na mesma frente institucional-diplomática”, aponta a campanha.
O texto cita uma carta escrita pelos senadores norte-americanos Jeanne Shaheen, Tim Kaine e Peter Welch dirigida ao secretário de Estado Marco Rubio em que advertem a Administração Trump contra a interferência nas eleições brasileiras de 4 de outubro.
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, nesta sexta-feira (2), pelo indeferimento do registro de candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao Governo da Paraíba. A decisão ocorre no julgamento de um recurso do Ministério Público Eleitoral que aponta suposto uso da facção criminosa Nova Okaida para favorecer o projeto político do ex-prefeito de João Pessoa.
A ministra Estela Aranha foi a quarta integrante da Corte a votar contra a candidatura, acompanhando o relator, Ricardo Villas Bôas Cueva. Também se posicionaram nesse sentido os ministros Floriano de Azevedo Marques Neto e Dias Toffoli. O julgamento teve um pedido de vistas do ministro André Mendonça, entretanto, a maioria foi formada, com quatro votos entre os sete ministros. As informações são do Blog Vitrine do Cariri.
Leia maisAo defender o indeferimento, Cueva afirmou que as provas do processo indicam que Cícero teria sido beneficiado pela atuação da Nova Okaida nas eleições de 2020 e 2024. O ministro mencionou investigações envolvendo a filha do candidato, Janine Lucena, e a ex-primeira-dama Lauremília Lucena, além de apontar uma suposta troca de vantagens eleitorais por benefícios relacionados à atuação política.
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A equipe diplomática do Palácio do Planalto foi informada com antecedência sobre a decisão dos Estados Unidos de suspender o atendimento na embaixada e nos consulados do país norte-americano em território brasileiro.
Nesta sexta-feira (2), os atendimentos presenciais na embaixada e nos consulados dos EUA no Brasil foram suspensos devido a “questões de segurança”. A interrupção dos serviços foi comunicada ainda na noite de quinta-feira (1), no site da embaixada do governo norte-americano. As informações são da CNN.
Leia maisCom a interrupção, funcionários receberam a orientação para trabalhar em home office, segundo informação confirmada pela CNN Brasil.
As investigações sobre a suposta ameaça estão sendo mantidas sob sigilo, mas em cooperação entre os governos brasileiro e norte-americano, e no âmbito do tratado que existe entre os dois países em termos de segurança.
“As autoridades brasileiras estão completamente atentas para este caso”, afirmou uma autoridade do governo.
Segundo o Planalto, a decisão de fechamento da embaixada ou consulado é de responsabilidade do país estrangeiro, sem nenhuma ingerência do governo brasileiro. Não há até o momento um prazo definido para a volta dos serviços consulares.
A equipe diplomática de Lula minimiza a preocupação sobre o fato da suspensão dos serviços consulares e o fechamento da embaixada acontecer a dois dias das eleições. A estratégia do Planalto, segundo interlocutores, é não fazer alarde sobre o caso, nem dramatizar a situação.
Além dos EUA, a Austrália também comunicou o fechamento da embaixada em Brasília, alegando a “preocupação com segurança” que levou os EUA a suspender os atendimentos.
Nesta sexta, a PF (Polícia Federal) cumpriu dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e no entorno do Distrito Federal para apurar suposto planejamento de atos que poderiam colocar em risco instalações diplomáticas dos EUA no Brasil.
Segundo a corporação, a ação preventiva foi adotada em investigação sigilosa conduzida pela PF e fruto da cooperação permanente com agências de inteligência estrangeiras.
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O governo irlandês emitiu um alerta de viagem para o Brasil e usou as eleições brasileiras como justificativa para a medida. A informação foi divulgada pela Embaixada da Irlanda em Brasília nesta sexta-feira (2/10).
“Pode haver reuniões políticas, manifestações e medidas de segurança reforçadas antes, durante e depois das eleições”, diz trecho do comunicado.
No alerta, cidadãos irlandeses no Brasil foram aconselhados a evitar áreas de manifestações e grandes aglomerações. As informações são do Metrópoles.
Leia maisA medida adotada pelo governo da Irlanda coincide com a avisos semelhantes divulgados por países como Reino Unido e Canadá.
Enquanto isso, os Estados Unidos anunciaram a suspensão das atividades da embaixada em Brasília após uma suposta ameaça. O caso fez com que a Embaixada da Austrália fizesse o mesmo.
Diante das suspeitas, a Polícia Federal (PF) cumpriu dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e no entorno do Distrito Federal, nesta sexta, contra dois suspeitos de planejar os atos contra a representação norte-americana.
Segundo a corporação, não foram encontrados elementos que sustentassem as acusações contra os dois.
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Familiares e amigos da jovem Maria Luiza da Silva Cabral, de 19 anos, assassinada no fim de agosto, realizaram nesta quinta-feira (2), no Pina, Zona Sul do Recife, um protesto para cobrar justiça e avanço nas investigações. A vítima foi encontrada morta às margens da BR-101, no bairro de Passarinho, na Zona Norte, com marcas de tiros, facadas e queimaduras. Durante o ato, apenas dois policiais e uma viatura acompanhavam a manifestação, segundo relato em vídeo do jornalista Marcos Paulo, do Blog Correio de Notícias. O protesto teve bloqueio da via, queima de pneus e registro de pessoas feridas.
Maria Luiza desapareceu em 28 de agosto, após sair do Pina para encontrar um empresário, de acordo com a família. Câmeras de segurança registraram o momento em que ela entrou em um carro antes de desaparecer. O corpo foi localizado na madrugada seguinte. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável por apurar a autoria e a motivação do crime.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a dizer nesta sexta-feira (2) que acompanha de perto as eleições do Brasil, marcadas para o próximo domingo (4). Perguntado se apoia a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), filho de seu aliado Jair Bolsonaro, o republicano não respondeu diretamente.
“Estamos de olho em tudo e vamos observar esta eleição de muito perto”, afirmou. As informações são do g1.
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O americano não se estendeu no assunto. A declaração foi dada a jornalistas na saída da Casa Branca, antes de embarcar em uma voo no avião presidencial.
Trump repetiu o que havia dito na última quinta-feira (2), quando outro repórter perguntou-lhe a mesma coisa.
“O Brasil é um país muito importante. É um ótimo país. As pessoas do Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante”, declarou ontem.
A fala rompe com a postura que ele tem adotado em eleições na América Latina. No exemplo mais recente, no pleito da Colômbia, o norte-americano manifestou abertamente apoio ao agora presidente do país, Abelardo de la Espriella.
Na semana passada, congressistas norte-americanos acusaram o governo de Trump de tentar interferir nas eleições brasileiras, em uma carta enviada ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Esta semana, senadores cobraram da gestão Trump, também por meio de uma carta a Rubio, garantias de que Washington aceitará o resultado do pleito.
No novo documento, os senadores expressaram “preocupação com ações do governo (dos EUA) que ameaçam nossa aliança estratégica com o Brasil” e voltaram a apontar uma suposta tentativa de interferência por parte de Washington.
“Ao longo do segundo mandato do Presidente Trump, observamos autoridades dos EUA envolvidas em uma campanha de interferência e desestabilização no Brasil”, diz o documento.
Na carta, eles apresentam, como indícios:
Em agosto, o Departamento do Estado dos EUA afirmou ao g1 que respeitará “qualquer governo” que for eleito em outubro no Brasil. O departamento também negou ter um plano para impedir uma reeleição do presidente Lula.
Ainda assim, o governo brasileiro construiu uma “barreira” para tentar blindar qualquer tentativa de interferência por parte do governo Trump, de acordo com uma reportagem do jornal norte-americano “The New York Times” com base em fontes de Brasília.
Como exemplo, o Brasil tem buscado apoio de países na Europa e Ásia e monitorado lobbies estrangeiros dentro do país, além de tentar combater informações falsas sobre fraude eleitoral.
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A coligação de Raquel Lyra conseguiu impugnar hoje a divulgação da pesquisa AtlasIntel sobre as eleições em Pernambuco. O movimento ocorre na reta final da campanha, em que João Campos aparece na frente em praticamente todas as pesquisas.
Ela, inclusive, já entrou com um pedido de impugnação da pesquisa da Globo/Quaest.
Leia maisIsso é um cenário de absoluto desespero. O que se percebe em todo o estado é a chamada virada, um movimento que vem sendo registrado nas ruas e nas pesquisas e que, agora, parece provocar uma reação cada vez mais forte da campanha de Raquel.
Vamos ver o que vai acontecer no domingo. Porque o resultado das eleições, esse ela não pode questionar.
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Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista do cantor e compositor Martinho da Vila ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
A dois dias do primeiro turno da eleição presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) competem em um cenário de contrastes regionais, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Datafolha. O levantamento para o primeiro turno considera apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos.
Enquanto as intenções de voto em Pernambuco reforçam a liderança do petista entre eleitores do Nordeste, o levantamento no Rio de Janeiro indica a preferência pelo bolsonarista no Sudeste. Minas Gerais, estado que historicamente reflete o cenário nacional, tem liderança do petista, e há empate em São Paulo. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisEm São Paulo, Flávio Bolsonaro registra 41% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto Lula aparece com 40%.
Em Minas Gerais, a contagem de votos válidos para o primeiro turno indica 45% para Lula e 38% para Flávio Bolsonaro.
No Rio de Janeiro, o Datafolha aponta 48% das intenções de voto para Flávio Bolsonaro e 40% para Lula.
Em Pernambuco, Lula soma 65% dos votos válidos no primeiro turno, ante 26% de Flávio Bolsonaro.
No Distrito Federal, a contagem de votos válidos indica 46% para Flávio e 36% para Lula.
Nas simulações de segundo turno restritas ao confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, a contabilização de votos totais —que inclui votos em branco, nulos e eleitores indecisos —permanece como a principal referência.
Em São Paulo, Flávio Bolsonaro tem 48% no cenário de segundo turno contra 45% de Lula. Votos brancos e nulos somam 7%, e indecisos chegam a 1%. Na pesquisa anterior, realizada no final de setembro, o candidato do PL aparecia com 49% das preferências dos paulistas, contra 41% do atual presidente.
Em Minas Gerais, a simulação de segundo turno registra 48% das intenções para Lula e 44% para Flávio, acompanhados por 7% de brancos e nulos e 1% de indecisos. No levantamento anterior, a disputa no estado mostrava 46% para Flávio e 44% para Lula, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
No Rio de Janeiro, o cenário de segundo turno mostra Flávio Bolsonaro com 51% e Lula com 42%, com 6% de brancos e nulos e 1% de indecisos. Na sondagem anterior, a vantagem do senador sobre o petista era de 51% a 42%.
Em Pernambuco, Lula alcança 65% na disputa direta de segundo turno, enquanto Flávio Bolsonaro registra 29%. Brancos e nulos somam 6%, e indecisos são 1%. No último levantamento, o presidente liderava a disputa no estado por 64% a 29%.
No Distrito Federal, a simulação indica 51% para Flávio Bolsonaro e 39% para Lula, além de 8% de brancos e nulos e 2% de indecisos. No levantamento passado, o placar da capital federal registrava 51% para Flávio e 41% para o atual presidente.
Os levantamentos foram contratados pela Folha e pela TV Globo, com entrevistas presenciais realizadas de 28 de setembro a 1º de outubro de 2026.
Em São Paulo, o Datafolha ouviu presencialmente 1.610 pessoas de 16 anos ou mais em 65 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Registros no TSE: SP-01367/2026 e BR-02676/2026.
Em Minas Gerais, foram realizadas 1.204 entrevistas presenciais em 55 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Registros no TSE: MG-09729/2026 e BR-03604/2026.
No Rio de Janeiro, o instituto entrevistou 1.204 eleitores em 35 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Registros no TSE: RJ-02070/2026 e BR-01272/2026.
Em Pernambuco, foram ouvidas 1.204 pessoas em 48 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Registros no TSE: PE-06822/2026 e BR-00950/2026.
No Distrito Federal, foram entrevistadas 910 pessoas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Registros no TSE: DF-00905/2026 e BR-09530/2026.
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