O prefeito de Passira, Severino Silvestre (PSD), deu todo apoio ao lançamento de ‘Os Leões do Norte’. Minha palestra sobre 100 anos de gestão pública em Pernambuco, envolvendo a passagem de 22 governadores pelo Palácio das Princesas, seguida de uma manhã de autógrafos para estudantes da rede municipal de ensino, está marcada para daqui a pouco, a partir das 9 horas, na Secretaria de Educação Municipal.
Participam o prefeito, secretários municipais, gestores de escolas, professores e estudantes. Já em Cupira, o mesmo evento, que conta igualmente com o apoio do prefeito Eduardo Lira (PSD), acontece no auditório Carmuniza, da escola Pedro Alves de Souza, com a participação do prefeito, secretários, vereadores, professores e estudantes.
‘Os Leões do Norte’ é resultado de uma extensa pesquisa jornalística e historiográfica, envolvendo 22 minibiografias de ex-governadores de Pernambuco, que exerceram mandatos entre 1930 e 2022. Trata-se de uma contribuição essencial para a preservação da memória política e institucional do Estado, destacando o papel de Pernambuco como berço de lideranças que marcaram a história nacional.
O livro ainda conta com design gráfico, capa e caricaturas de Samuca Andrade, além de ilustrações de Greg. “Os Leões do Norte” homenageia os líderes que ocuparam o Palácio do Campo das Princesas e também promove o debate sobre seus legados, suas contradições e o impacto de suas gestões.
Metrópoles
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso, hoje, em mais uma fase da operação da Polícia Federal contra irregularidades na instituição financeira.
A prisão foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Vorcaro é alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, na qual a PF investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master.
A detenção pela corporação ocorreu em São Paulo. Havia um mandado de prisão preventiva contra o dono do Banco Master. Ele já estaria na Superintendência da PF na capital paulista.
Segundo a Polícia Federal, são cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF, nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil.
“É hora de mudança política”, defende Luiz Carlos Hauly
Por Larissa Rodrigues – Repórter do blog
O Brasil precisa de novos quadros políticos e inovação na maneira de gerir o poder porque as ideias em vigor estão ultrapassadas e atrapalham o crescimento e o desenvolvimento do país. Essa é a opinião do especialista em matérias econômicas e idealizador da Reforma Tributária, o deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR). Ele foi o convidado de ontem (3) no podcast Direto de Brasília, comandado pelo titular deste blog em parceria com a Folha de Pernambuco.
A polarização entre os grupos do presidente Lula (PT) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não tem mais o que oferecer ao Brasil e precisa ser combatida com bom senso, segundo Hauly. Para ele, além de Lula e Bolsonaro, os políticos das últimas décadas também não contribuíram com os avanços necessários à nação.
Leia mais“É hora de mudança política. Só a democracia conserta isso, com a alternância de poder. Os quadros políticos dos últimos 25, 30 anos se esgotaram. A nação precisa de uma nova liderança para oxigenar o poder, tomado por incompetência e ideologias falidas. Isso vale para trás também, para todos os governantes desse século XXI. Eu acredito na força da democracia, acredito no povo e na alternância do poder”, afirmou o parlamentar.
Luiz Carlos Hauly acredita em nomes de centro-esquerda e centro-direita como opções e diz confiar no crescimento de governadores que estão terminando mandatos. Entre eles, citou os governadores do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), de São Paulo, Tarcísio de Freitas (RP); do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD); e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). “É nessas pessoas que dá para sair (um candidato). Ou saem três, quatro candidatos, ou um só. Eu não gostaria de ser polarizado no primeiro turno”, destacou Hauly.
Mesmo com a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) tomando forma, o deputado acredita que há espaço para outro nome de direita, pela falta de compatibilidade de alguns partidos com o PL. O próprio partido de Hauly, o Podemos, tende a escolher o lado de um dos governadores da centro-direita e está próximo dos gestores de São Paulo e do Paraná, segundo informou o parlamentar.
Reforma tributária como revolução – Luiz Carlos Hauly cumpre oitavo mandato como deputado federal. Ele ganhou destaque como especialista em reforma tributária no Congresso, participando ativamente da elaboração da Emenda Constitucional 132/2023, que estabeleceu a reforma tributária em implementação no Brasil. Para o parlamentar, a mudança é “uma revolução econômica”. “A reforma tributária do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) é uma revolução econômica. Nem o próprio governo atual entendeu que será extremamente benigna. Se tivesse entendido, já teria implementado desde 2023, quando aprovamos a Emenda Constitucional, e já teria entrado em funcionamento em 2024”, opinou.

Osmar Ricardo continua rendendo – Após protagonizar uma polêmica no cenário político de Pernambuco, na última segunda-feira (2), ao assinar o pedido de CPI contra o prefeito do Recife, João Campos (PSB), mesmo sendo aliado do gestor, o petista Osmar Ricardo postou no seu Instagram um texto, no início da noite de ontem (3), comentando o assunto. O texto começa com ele reforçando que “a CPI não é da direita nem do bolsonarismo. A CPI é do povo”, por ter recebido críticas e acusações de ter se juntado aos bolsonaristas na Câmara do Recife para desgastar Campos.
O que disse Ricardo – “A alegada alteração do resultado do concurso no Recife teria ocorrido de forma aberta, por decisão administrativa, após a homologação do concurso. A situação ganhou contornos ainda mais sensíveis diante da coincidência institucional envolvendo a anulação de investigações de corrupção relacionadas à Prefeitura e vínculos familiares do candidato beneficiado com integrantes do sistema de controle e com a amplitude da repercussão nacional”, disse uma parte do texto. A tentativa de desgastar o prefeito em ano eleitoral é clara, assim como o alinhamento de Osmar Ricardo à governadora Raquel Lyra (PSD), que já planeja um jeitinho de devolver a vaga de vereador que ele perdeu após reação de João Campos.
Dirigentes se pronunciam – Dirigentes do PT de Pernambuco também se pronunciaram, inclusive o irmão de Osmar Ricardo, Oscar Barreto. Em nota, Barreto e Cirilo Mota afirmaram: “Durante todo o dia de ontem fomos procurados por diversos meios de comunicação e por companheir@s militantes questionando a posição do suplente de vereador Osmar Ricardo de caminhar ao lado do bolsonarismo na Câmara do Recife. Entendemos que se trata de uma decisão de conteúdo político, uma opção consciente. O que nos causa estranheza é a mudança brusca de posição, sem qualquer justificativa pública, sem diálogo com a militância e sem debate com o conjunto partidário. Não há fato político que sustente essa guinada”, criticaram.

O Agente Secreto – A Comissão de Educação e Cultura (CE) do Senado Federal aprovou, ontem (3), por unanimidade, voto de aplauso aos artistas e profissionais do filme O Agente Secreto, dirigido pelo pernambucano Kleber Mendonça Filho e protagonizado pelo baiano Wagner Moura. O requerimento foi apresentado pela senadora Teresa Leitão (PT), que fez questão de lembrar, em vídeo postado no Instagram, que a cerimônia do Oscar será realizada no próximo dia 15. O Agente Secreto concorre em quatro categorias: melhor filme; melhor filme internacional; melhor ator (Moura); e melhor direção de elenco.
CURTAS
Agenda em PE – O ministro da Educação, Camilo Santana, cumpre agenda, hoje (4), em Petrolina, com visitas técnicas, inaugurações e assinatura de autorizações para novas obras em instituições federais do Vale do São Francisco.
Contas aprovadas – O prefeito de Araçoiaba (Grande Recife), Jogli Uchôa (PSD), alcançou um marco inédito na administração pública do município. Pela primeira vez na história da cidade, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou duas contas consecutivas da gestão municipal, referentes aos exercícios de 2021 e 2022. Na Câmara Municipal, os vereadores confirmaram o relatório do TCE.
Eleições de 2022 – A vereadora do Recife e professora de direito da UFPE, Liana Cirne (PT), protocolou, ontem (3), representação junto à Procuradoria Regional Eleitoral em Minas Gerais contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) por abuso de poder econômico nas eleições de 2022. A medida tem como base reportagens de veículos de imprensa nacionais, que apontam que Ferreira usou avião ligado a Daniel Vorcaro na campanha para Bolsonaro em 2022.
Perguntar não ofende: Raquel vai devolver a vaga de vereador de Osmar Ricardo e passar esse recibo de que trabalham juntos?
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O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), recusou nesta terça-feira (3) pedido para anular a quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela CPMI do INSS, aprovada no último dia 26 de fevereiro.
Após a votação, na quinta-feira, houve confusão e empurra-empurra na sessão. Governistas se aproximaram da mesa para protestar diante do resultado, quando começou o tumulto. Alguns socos foram desferidos durante a confusão. As informações são do g1.
Leia maisA base de apoio ao governo no Congresso argumentou que o presidente da CPI mista, senador Carlos Viana (Podemos-MG), contou apenas sete votos contrários ao requerimento, quando, na verdade, 14 parlamentares teriam se posicionado contra. Os governistas usaram imagens da sessão para sustentar essa tentativa de anulação.
Alcolumbre não aceitou esse argumento da base e afirmou que 14 votos não formariam maioria para derrubar a quebra de sigilo. De acordo com ele, seriam necessários 16 votos.
A votação, na ocasião, foi simbólica, ou seja, sem placar de votos. Neste caso, o parlamentar que quiser votar “não” precisa levantar a mão ou se levantar para manifestar a contrariedade. Se não o fizer, será considerado como voto “sim”, ou seja, que concorda com a maioria dos presentes.
Alcolumbre se baseou, portanto, no número de presentes na reunião da comissão, registrado no painel, para proferir a decisão. Eram 31 parlamentares presentes.
“Neste caso concreto, 14 parlamentares teriam se manifestado contrariamente aos requerimentos postos em votação. Porém, ainda assim, esse número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria. A maioria, com esse quórum, portanto, equivale 16 parlamentares”, disse Alcolumbre em plenário nesta terça.
O senador amapaense também disse que, mesmo que Carlos Viana tenha errado na contagem dos votos contrários, ainda assim esses seriam insuficientes.
“Desta forma, ainda que se considere que o presidente da CPMI se equivocou na contagem daqueles que se levantaram contra os requerimentos, o número de votantes contrários demonstrado pelos autores não seria suficiente para ganhar a deliberação”.
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou, após o anúncio de Alcolumbre, que a base não vai recorrer da decisão. Randolfe justificou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça já havia autorizado a quebra dos sigilos de Lulinha.
Votação tumultuada
O motivo dos questionamentos feitos por parte dos integrantes da CPMI foi a votação dos requerimentos que incluíam a quebra do sigilo.
A decisão ocorreu de maneira simbólica, ou seja, por contraste visual – um método de votação em que não há contagem da quantidade exata de votos, mas sim uma análise do panorama de votos (pessoas em pé, mãos levantadas) visualmente.
Viana destacou que suplentes não teriam direito a voto. Os parlamentares a favor deveriam permanecer sentados, enquanto os contra se levantaram para se manifestar. Viana fez a contagem em voz alta e afirmou que foram sete votos contrários, desconsiderando suplentes.
“Tem suplente aí. Só os titulares”, reiterou. “Sete, a pauta está aprovada”, emendou Viana.
Apesar disso, considerando o registro do painel de votações da CPMI, os 14 congressistas da base estavam atuando como titulares no momento da votação. Um suplente do mesmo bloco partidário vota quando o titular da vaga está ausente.
Governistas se aproximaram da mesa para protestar diante do resultado, quando começou o tumulto. Alguns socos foram desferidos durante a confusão.
Parlamentares que ameaçavam brigar, inclusive, tiveram de ser separados. Entre os envolvidos no empurra-empurra estão o deputado Rogério Correa (PT-MG), o relator Alfredo Gaspar (União-AL), os deputados Evair de Melo (PP-ES) e Luiz Lima (Novo-RJ).
A comissão também aprovou nesta quinta a convocação do ex-assessor de Alcolumbre, Gustavo Gaspar, e do ex-CEO do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, para prestarem depoimentos.
‘Seguiu regimento’
Em entrevista ao Estúdio I, da GloboNews, Viana defendeu a votação e afirmou que seguiu o regimento.
“Eu agi regimentalmente e o governo pode reclamar. A votação seguiu estritamente o que diz o regimento do Senado e da CPMI”, afirmou Viana. “Todo o processo de votação segue o que a secretaria determina. Eu segui ipsis litteris desde o começo. O governo tentou derrubar a pauta toda, perdeu no voto e a pauta inteira foi aprovada”.
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que o procedimento foi irregular e que pediria a anulação do resultado, o que foi negado por Alcolumbre nesta terça-feira.
“A imprensa tem essas imagens, a secretaria da casa tem as imagens. O resultado da votação foi 14 a 7. TV Senado mostra isso. O regimento é claro no sentido de que o contraste da votação simbólica se dá entre a maioria e minoria dos presentes”, disse.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (3), o projeto de lei que reconhece a Poesia do Pajeú, tradição cultural do Sertão do Pajeú, em Pernambuco, como manifestação da cultura nacional. A proposta é de autoria do deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE) e teve parecer favorável do deputado Carlos Veras (PT-PE), primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara, que relatou a matéria em plenário. O texto foi aprovado por unanimidade, com orientação favorável de todos os partidos.
Durante a votação, Carlos Veras destacou o papel da tradição poética da região na formação cultural do Sertão. “No Pajeú, ser poeta é um título de nobreza civil. A poesia eleva a autoestima do ser sertanejo, permitindo que cada pessoa se veja como protagonista criativo e intelectual”, afirmou o parlamentar.
Conhecida pela tradição da poesia popular, do repente e da cantoria, a região do Pajeú revelou diversos nomes da cultura nordestina e consolidou o Sertão como espaço de forte produção poética. Com a aprovação na Câmara, o projeto segue agora para análise do Senado Federal.
O deputado federal Felipe Carreras se reuniu, nesta terça-feira (3), em Brasília, com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, para tratar dos impactos das fortes chuvas em municípios do Agreste de Pernambuco. Durante o encontro, o parlamentar apresentou a situação enfrentada por cidades como Garanhuns — especialmente o distrito de São Pedro —, Lajedo, Jupi, Jucati, Calçado, Cachoeirinha e Bonito.
Segundo o ministro, o Governo Federal acompanha a situação e já possui recursos destinados para ações de apoio. “Fica a minha palavra, em nome do presidente Lula, que não faltará apoio do Governo Federal. Já temos, inclusive, recursos destinados. Estamos 24 horas à disposição para servir o povo de Pernambuco”, afirmou Waldez Góes.
Felipe Carreras destacou a importância da articulação com o governo federal diante dos danos provocados pelas chuvas. “A palavra do ministro nos dá segurança. Não vai faltar ajuda humanitária, nem estrutura para socorrer e amenizar o sofrimento do nosso povo”, disse o deputado, ao defender medidas emergenciais e apoio às prefeituras para ampliar a assistência às famílias afetadas.
Mesmo envolvendo altos figurões da República, o escândalo do Banco Master precisa ser desvendado. É o que avalia o deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele defendeu que a apuração resista às pressões e que haja punições com rigor. Ainda defendeu a liquidação do Banco de Brasília (BRB), em caso correlacionado ao escândalo.
“O Banco Master é um grande escândalo, de proporção enorme e que tem raízes no Banco Central. Hoje o Banco Central tem 170 bancos, mas nós já tivemos mais de 300, mais que o dobro. Com essa quantidade atual de bancos, a fiscalização melhorou muito com a eletrônica. Por que que então não acompanhou, não fiscalizou? De quem que é essa responsabilidade? É do Congresso? Não é. Nem é do Executivo. É do Banco Central mesmo, e da própria estrutura bancária do país. A Febraban e as entidades bancárias têm a responsabilidade de apontar e fazer a autolimpeza do sistema. Eles toleraram, e chegou num ponto em que, do nada, em poucos anos, é um banco de R$ 80 bilhões em ativo e passivo”, afirmou Hauly.
Leia maisPor isso, a investigação tem que andar. Há envolvimento direto e indireto, e a maioria é indireta, por aplicações de dinheiro. Agora, tem que haver essa sinalização do Banco Central, para falar que é preciso ter cuidado com determinado banco, colocar em alerta. Por muito menos, o Banco Central interveio no Paraná, na década de 80, em um dos nossos bancos. O Badep, que era um banco de desenvolvimento, não era um comercial. Anos depois, foi feita a liquidação extrajudicial do Banestado. Eu acompanhei muito essa época. Então parece que o Banco Central de antigamente, que não tinha autonomia, era muito melhor do que o de hoje”, disparou.
Para Hauly, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), deve ser um dos principais afetados caso as investigações prosperem. “Ele entrou de cabeça. Minha recomendação, como técnico e político, é a liquidação do BRB. O BRB tem que ser liquidado. O que não pode é ele pegar imóveis do Distrito Federal e colocar para garantia. É um crime maior ainda que está sendo cometido. Não precisamos do BRB. Há bancos privados suficientes no Brasil, já tem os bancos públicos, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica. Não é da competência do Estado, ele tem que cuidar da educação, da saúde, da segurança, da assistência social, da limpeza. E o Distrito Federal é um estado e um município, então tem que cuidar de tudo isso. Na minha modesta opinião, o BRB deve ser liquidado, e a Justiça e o Congresso têm que aprofundar a CPI, doa a quem doer. Quem tiver responsabilidade tem que pagar”, concluiu o deputado.
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Na tarde de hoje, o município de Panelas, no Agreste, sediou a tarde de autógrafos do meu livro “Os Leões do Norte”, pela editora Eu Escrevo. A programação, organizada pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Educação, reuniu alunos e professores da rede municipal em um grande encontro voltado à difusão da obra nas escolas do município.

O destaque foi a presença de estudantes das escolas Joaquim Nabuco, Rui Barbosa e José Felizardo, que acompanharam a palestra, fizeram perguntas e relacionaram o conteúdo histórico do livro ao aprendizado em sala de aula.
Leia maisParticiparam da programação o prefeito Ruben Lima (PSB), acompanhado da primeira-dama Juana D’Arc Sales Barbosa; o vice-prefeito Manoel Saraiva (REPUBLICANOS); e a secretária de Educação Maria Rosângela Chaves Gomes.


Também prestigiaram o evento os vereadores Everaldo de Cruzes (PSB), Denival Melo (REPUBLICANOS), Deço de São Lázaro (REPUBLICANOS), André Muniz (PSB), Wellington Filho (REPUBLICANOS), Alejandra de Dr. Alejandro (PSB), Orlando do Alfaiate (REPUBLICANOS) e Tácito de Mazé (REPUBLICANOS).

Do secretariado municipal, estiveram presentes Kasse Jhones (Finanças), Girlene Lucena Correia Gomes (adjunta de Finanças), Sarah Kimmerilly Correia de Melo Oliveira (Saúde), José Maria Júnior (Infraestrutura), Jeisiane Isabella da Silva Alexandre (Chefe de Gabinete) e André Igor da Silva (Planejamento e Gestão).


A agenda segue ao longo da semana pelo interior do Estado. Passarei ainda pelos municípios de Cupira, Passira e Cumaru, mantendo o foco nos estudantes e professores da rede municipal de ensino, com o objetivo de levar a obra a todas as escolas de Pernambuco.



“Os Leões do Norte” reúne 22 minibiografias de ex-governadores de Pernambuco (1930–2022), fruto de extensa pesquisa jornalística e historiográfica. A obra resgata a memória política e institucional do Estado e propõe reflexão sobre os legados, contradições e impactos das gestões ao longo de quase um século.
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O deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) afirmou que seu partido não deverá subir no palanque do presidente Lula (PT) nem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o parlamentar disse que “é hora de mudança política”, mas que a decisão ainda será oficializada. Todavia, o paranaense percebe uma maior inclinação de seus correligionários para uma candidatura alternativa, citando o governador de seu estado, Ratinho Júnior (PSD), como o nome mais cotado.
“Eu vejo que é hora de mudança política. Só a democracia conserta isso, com alternância de poder. Os quadros políticos desses últimos 30 anos se esgotaram. É hora de mudança. A nação precisa de uma nova liderança para oxigenar o poder. O poder está totalmente tomado por incompetência, ideologias falidas, isso vale para todos os governantes desse século XXI. Acredito na força da democracia, no povo, na alternância de poder e jogo todo meu cacife político nisso”, apontou Hauly.
Leia mais“Onde que está o bom senso? No centro ampliado. No centro, centro-direita e centro-esquerda. Com quem se fez a abertura política com os militares entre 1984 e 1985? Com os moderados, como Tancredo Neves e Marco Maciel, ali que foi construída a Nova República. Isso foi há 40 anos. Já passou da hora de encerrar esse assunto, do Lula, dos extremistas políticos de esquerda e direita. Tem novos políticos, governadores que estão encerrando mandato. Olho com bons olhos essa mudança positiva. Estou acreditando muito no crescimento do Ratinho Júnior. O Tarcísio (de Freitas, governador de São Paulo) está mais propenso a ficar no governo. Temos ali o (governador) Eduardo Leite no Rio Grande do Sul, tem o Romeu Zema em Minas Gerais. Então é nessas pessoas que dá para sair três ou quatro candidatos, ou um só. Eu não gostaria de ter bipolarizado”, completou.
Hauly avalia que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, mesmo subindo nas pesquisas estimula que o centro siga por outro caminho. “Não há compatibilidade de alguns partidos com o PL. Inclusive isso está sendo manifestado nos estados”, observou. “O Podemos ainda não se definiu, mas ele ou fica mais com o governador de São Paulo ou o do Paraná. Está mais próximo desses dois. Mas ainda tem muita água. Acho que essas decisões que saem do colete não são boas, não gosto”, concluiu Hauly.
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Cumprindo seu oitavo mandato como deputado federal, Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) se notabilizou como um dos maiores especialistas em reforma tributária no Congresso Nacional. Teve participação direta na Emenda Constitucional 132/2023, que estabeleceu a reforma tributária que está em implementação no Brasil, com as primeiras obrigações iniciando agora. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o parlamentar afirmou que a mudança na legislação é “uma revolução econômica” e criticou o governo Lula (PT) por não tê-la apoiado.
“A reforma tributária do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) é uma revolução econômica. Nem o próprio governo atual entendeu a reforma, que será extremamente benigna. Se tivesse entendido, já teria implementado desde 2023, quando aprovamos a Emenda Constitucional, e já teria entrado em funcionamento em 2024. Estamos indo para 2027, então é uma perda de tempo não implantar o IVA 5.0 no Brasil até agora”, disparou Hauly.
Leia maisAs mudanças, promulgadas em dezembro de 2023, se baseiam na unificação de cinco tributos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), além da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), calcada na simplificação e no uso do IVA.
“O IVA vai desonerar as famílias, vai desonerar os preços, vai reduzir as alíquotas atuais de 40% para uma média de 25%, podendo chegar no máximo a 28%. Teremos milhares de produtos com zero percentual, com todo tipo de comida a zero, todo tipo de medicamento a zero. A saúde, de uma forma geral, além de zero nos medicamentos, os remédios vão ter 60% de redução. Por isso a alíquota superior sobe um pouquinho. Portanto, a reforma é benigna para a sociedade, por isso que ela foi feita dentro do Congresso Nacional, que ela é suprapartidária, é de interesse da indústria, do comércio, dos serviços, da agricultura e dos trabalhadores. Tivemos todo o apoio dos trabalhadores, através dos auditores fiscais e de inúmeras entidades de trabalhadores do país”, completou o parlamentar.
Ainda segundo Hauly, existirão duas regras de ouro: não aumentar a carga tributária e manter a partilha com estados e municípios. “Além de não aumentar a carga tributária, vai eliminar as gorduras e, com isso, teremos sobre o preço de hoje uma diminuição de alíquota. Vai favorecer preços menores ao consumidor e manter a arrecadação. Então o consumidor vai ganhar, vai aumentar seu poder aquisitivo, vai aumentar a empregabilidade, porque vai otimizar as empresas. Melhorando o desempenho das empresas brasileiras, elas vão girar mais com menos inadimplência, menos problemas e vão ganhar mais e empregar mais. E para os municípios e estados, a partilha está mantida. Não vai aumentar a carga e vai manter a partilha por 20 anos”, elencou.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR), idealizador da Reforma Tributária, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
Especialista em matérias econômicas e patrono da Reforma Tributária, o deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) é o meu convidado para o podcast Direto de Brasília, em parceria com a Folha de Pernambuco e transmissão para 165 emissoras do Nordeste, de hoje.
Economista, no Paraná o deputado foi prefeito da sua cidade natal e secretário de Fazenda por duas vezes. O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além da TV LW, de Arcoverde. Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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