Se o leitor não conseguiu assistir à exibição ao vivo do podcast Direto de Brasília com o cientista político Rubens Figueiredo, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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O chamado “pacote de bondades” anunciado pelo presidente Lula (PT) durante o segundo turno das eleições será difícil de cumprir. Para o cientista político Rubens Figueiredo, diretor do Centro de Pesquisa e Comunicação (Cepac), empresa especializada em pesquisas e consultoria política, a conta é alta, chega a R$ 260 bilhões e pode agravar o endividamento público brasileiro.
“A trajetória da nossa dívida pública é muito ruim. Além de termos cerca de 84% do PIB como nossa dívida, o financiamento dela é com juros muito altos, os maiores do mundo. Isso não é sustentável ao longo do tempo. Lula costuma falar que os Estados Unidos devem 125% do PIB, só que lá o financiamento da dívida é muito mais barato, os juros são menos da metade do que a gente paga aqui no Brasil”, afirmou Figueiredo.
“Então você tem uma contradição entre aquilo que o presidente Lula propôs para a sociedade, e que foi a ideia vencedora, de aumentar o Bolsa Família, o salário mínimo acima da inflação, aumentar as aposentadorias. Tudo isso tem um custo. Quando você aumenta o salário mínimo acima da inflação, você cria mais déficit, e déficit gera juros maiores. Em algum momento essa cadeia tem que ser quebrada, mas Lula acha, fala, reverbera e reafirma que gasto é vida. Então é essa equação que precisa ser resolvida”, disparou o cientista político.
A vitória do presidente Lula (PT) no segundo turno, neste domingo (25), foi tão surpreendente quanto a de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, três semanas atrás. Essa é a avaliação do cientista político Rubens Figueiredo, diretor do Centro de Pesquisa e Comunicação (Cepac), empresa especializada em pesquisas e consultoria política. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele atribuiu a virada do petista ao excesso de confiança da campanha adversária e à forte mobilização da esquerda no segundo turno.
“O primeiro turno já foi uma surpresa, aquela vitória de Flávio não era esperada. Agora, o que aconteceu foi que Flávio subiu no salto, achou que aquela tendência verificada no resultado do primeiro turno iria se confirmar naturalmente. E por outro lado, Lula e o PT foram para a guerra. Então isso criou uma mobilização muito grande da esquerda, que tem uma capacidade de mobilização institucional maior do que a direita, mobilizam estudantes, sindicatos, associações e eles foram para a luta. Esse foi um ponto. Outro ponto é que foi muito ruim a estratégia de Flávio nos dois debates, que tiveram uma audiência fantástica, além da repercussão nas redes sociais. Ele foi ouvir Pablo Marçal, ficou fazendo micagens para evitar cortes quando Lula falava, e foi desrespeitoso com um senhor de 80 anos zombando de uma deficiência física de Lula. Então ele realmente foi muito mal e não pareceu um candidato preparado para ser presidente da República”, detalhou Figueiredo.
O cientista político ressaltou ainda o papel do “Exército do Janones”, em alusão ao movimento digital comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). “Foi um fenômeno, algo espetacular, que realmente deu outra dinâmica à campanha. E aquela série de bondades que Lula veio fazendo com o dinheiro público, que alcançou, segundo alguns cálculos, cerca de R$ 260 bilhões. Então esse conjunto de fatores fez com que o resultado fosse o que assistimos, além da capacidade que o PT e Lula tiveram de levar para votar no segundo turno grande parte dos eleitores que não foram no primeiro”, concluiu.
O presidente Lula (PT) chamou de “vergonhosa” a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil e disse que o adversário deveria ter entregado o passaporte às autoridades, em cumprimento à ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. As declarações foram dadas durante celebração de seu aniversário de 81 anos, nesta terça-feira (27).
“Estou dizendo a vocês: quem não deve, não teme. E ele teme alguma coisa. E não vá dizer lá fora que o Brasil não tem democracia, porque, se não tivesse, um miliciano não poderia ter sido candidato à Presidência da República”, afirmou Lula. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisA aliados, no entanto, o presidente manifestou preocupação com a decisão de Moraes de reter o passaporte do adversário. Para Lula, a medida pode ser usada para alimentar o discurso de perseguição política.
O presidente voltou a dizer que, quando foi acusado pela Justiça, também teve a oportunidade de sair do país, mas decidiu se entregar para a Polícia Federal e provar sua inocência.
“Lamento que ele tenha saído do Brasil, porque ele poderia ficar aqui e provar que as acusações contra ele não são verdadeiras. Eu tentei fazer ele provar que é inocente, abrindo o meu sigilo”, disse.
A fala do petista faz referência ao “desafio” que ele fez a Flávio Bolsonaro antes do fim da campanha. No debate promovido pela Band, em 18 de outubro, Lula propôs ao senador que os dois abrissem seus sigilos bancário, fiscal e telefônico e os de integrantes de suas famílias.
Em resposta, o senador apresentou uma lista de 19 condições para abrir os sigilos. Lula aceitou as exigências e, em 22 de outubro, representantes de ambos foram ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para assinar o acordo de quebra mútua de sigilos. A campanha de Flávio, contudo, afirmou que só mostraria os documentos do candidato após checar os do petista.
A celebração pelo aniversário de 81 anos reuniu aliados, ministros e uma multidão de militantes em frente ao Palácio da Alvorada, em Brasília. A festa contou com trio elétrico e bolo.
Lula cantou parabéns ao lado da primeira-dama da República, Janja, do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e de Lu Alckmin.
O presidente raramente usa o espaço externo do palácio para eventos. A exceção desta terça ocorre dois dias após o petista sair vitorioso da disputa pela Presidência, com mais de 4 milhões de votos de diferença em relação à votação obtida por Flávio.
Os apoiadores foram mobilizados pelo PT do Distrito Federal. Para entrar, era necessário passar por detector de metais e revista.
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Reeleito para o quarto mandato no último domingo (25), o presidente Lula (PT) teria adotado alguns movimentos considerados equivocados após a vitória nas urnas, na avaliação do cientista político Rubens Figueiredo, diretor do Centro de Pesquisa e Comunicação (Cepac), empresa especializada em pesquisas e consultoria política. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele criticou o discurso da vitória do petista e ressaltou a importância de apostar na “pacificação e na conciliação”.
“Os primeiros movimentos não foram dos melhores. Se analisar o discurso de vitória de Lula, foi um discurso revanchista. Ele chamou Flávio (Bolsonaro, do PL) de miliciano outra vez, falou mal da imprensa, disse que vai fazer um governo que vai prescindir dos jornalistas, falou em jornalistas de má-fé. Então não foi um discurso de conciliação, de pacificação, foi mais do mesmo, daquilo que Lula mostrou durante a campanha. E ele deve estar absolutamente convencido de que está certo, porque afinal das contas ele ganhou a eleição”, afirmou Figueiredo.
Leia mais“Quando você vai analisar os índices de rejeição, quase metade do Brasil rejeita Lula. Ele tem 46% de rejeição, segundo a maioria das pesquisas. É muita gente contra, e a sociedade mostrou que é contra quando elegeu deputados e senadores majoritariamente oposicionistas. Mais do que nunca, Lula vai ter que provar sua capacidade de negociação e ter uma visão mais de estadista e menos de palanquista. Você não faz política com esse grau de dificuldade que ele vai enfrentar como se estivesse em um palanque”, completou o cientista político.
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Por André Gustavo Vieira*
A história do Brasil é marcada por momentos difíceis, de ditadura, perseguição política e exílio. Mas também é repleta de exemplos de coragem, de homens públicos que, mesmo diante das maiores adversidades, não abriram mão de seus princípios.
Pernambuco tem um dos exemplos mais emblemáticos dessa história: Miguel Arraes. Governador do estado em 1964, Arraes foi preso após o golpe militar e, posteriormente, exilado por 16 anos. Viveu longe do país, ao lado da família, enfrentou humilhações e perseguições, mas não renunciou às suas convicções nem abandonou sua trajetória política.
Leia maisArraes voltou ao Brasil e voltou a governar Pernambuco. Sua história ajudou a projetar lideranças como Eduardo Campos, João Campos e Marília Arraes, que deram continuidade ao legado político do PSB. Mais do que cargos ou mandatos, Arraes deixou um exemplo de resistência e coerência que permanece vivo na política pernambucana.
O Brasil também conheceu outros exemplos de homens e mulheres que enfrentaram perseguições sem abandonar suas responsabilidades. É justamente por isso que determinadas atitudes causam tanta indignação.
O que se viu nesta eleição foi uma demonstração de como a ambição pessoal pode se sobrepor aos compromissos coletivos. Em vez de enfrentar as dificuldades ao lado de sua própria tropa, houve quem optasse por abandonar uma mobilização política inteira, colocando interesses particulares acima de um projeto que envolvia milhares de pessoas.
O Brasil de hoje não é o de ontem. As instituições mudaram, os instrumentos de defesa democrática são outros e os caminhos para enfrentar adversidades também. Mas existe algo que não deveria mudar: a responsabilidade de quem assume compromissos públicos e a coragem necessária para sustentá-los nos momentos difíceis.
O próprio Lula, perseguido politicamente, não fugiu do país. Foi preso, enfrentou as consequências de sua trajetória e recorreu às instâncias institucionais para buscar seus direitos. Independentemente das avaliações que se façam sobre sua história, é inegável que voltou ao cenário político e chegou novamente à Presidência da República.
A diferença entre essas trajetórias não está na ausência de dificuldades, mas na maneira como cada um decide enfrentá-las.
A história não julga apenas as vitórias. Julga, sobretudo, a postura de cada um diante das derrotas e das adversidades. Há quem enfrente a perseguição, pague o preço por suas convicções e preserve a dignidade. E há quem, diante do primeiro grande obstáculo, abandone seus compromissos e deixe para trás aqueles que confiaram em sua liderança.
No fim, a política passa, os mandatos terminam e as circunstâncias mudam. O que permanece é a história que cada um constrói. E, nela, coragem e covardia jamais ocuparão o mesmo lugar.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou nesta terça-feira (27) a insinuar, sem provas, que houve fraude na eleição no Brasil. A declaração foi dada durante um comício no estado do Texas.
“Os democratas são os maiores fraudadores de eleições, embora o Brasil também esteja fazendo um bom trabalho nisso, não é? Vocês viram aquilo? Não foi nada legal. Eu não tomei partido, mas aquilo não pareceu nada bom”, afirmou Trump. As informações são do g1.
Leia maisO resultado do 2º turno foi confirmado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, ainda na noite de domingo (25).
Lula derrotou Flávio Bolsonaro (PL), aliado de Trump, no segundo turno da eleição presidencial. O petista recebeu 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do senador, uma vantagem de 4,4 milhões de votos.
‘Pareceu fraudada’, mas ‘gosto do Lula’
Na última segunda-feira (26), Trump já havia dito que a eleição no Brasil “pareceu mais uma eleição fraudada”, sem apresentar qualquer indício de irregularidade.
“Eu não tomei partido, mas pareceu mais uma eleição fraudada”, afirmou Trump, sem apresentar nenhuma prova. “Para mim, pareceu muito ruim.”
Questionado por jornalistas se faria algo a respeito do resultado, Trump afirmou que “não governa o Brasil” e que gosta do presidente Lula.
“Eu não governo o Brasil. Eu governo os Estados Unidos. Gosto do Lula. Me dou muito bem com ele, mas a prorrogação concedida foi muito estranha”.
O ex-chanceler Celso Amorim, assessor de Lula para assuntos internacionais, criticou as falas do americano acerca do processo eleitoral do Brasil.
“Ele [Trump] está mal informado. Declaração contraditória, depois diz que gosta do Lula. Quem tentou fraudar a eleição foi a Meta, obstruindo e restringindo as nossas colocações. Só se ele está se referindo à Meta”, afirmou Amorim ao g1.
Outros líderes de direita do continente, como o presidente colombiano Abelardo de la Espriella e a peruana Keiko Fujimori – ambos aliados de Trump – reconheceram o resultado das eleições e parabenizaram o petista. Somente o líder argentino, Javier Milei, não havia se pronunciado.
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O cientista político Rubens Figueiredo é o convidado do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília, de hoje. Dois dias após o segundo turno da eleição presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), ele fará uma análise sobre a vitória de Lula e os desafios para o quarto mandato. Entre os assuntos previstos estão a configuração das forças políticas após a disputa, o comportamento do eleitorado, a polarização e as perspectivas para as relações entre o Executivo e o Congresso Nacional.
Formado em Ciências Sociais e pós-graduado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP), Figueiredo é diretor do Centro de Pesquisa e Comunicação (Cepac), empresa especializada em pesquisas e consultoria política. Com experiência na análise de cenários eleitorais e da opinião pública, também atua como consultor da Fundação Espaço Democrático, ligada ao PSD, e integra o Conselho Superior de Estudos Avançados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Ao longo da carreira, integrou o Conselho de Comunicação da Presidência da República durante o governo Michel Temer e produziu, em parceria com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um estudo sobre as relações entre capitalismo e democracia no Brasil, apresentado em seminário internacional na Itália. É autor de livros sobre política e comportamento social, entre eles Sofrendo Feliz da Vida – Alegria e Angústia de Ser Brasileiro, lançado em 2025, no qual aborda contradições da sociedade brasileira.
Em parceria com a Folha de Pernambuco, o podcast Direto de Brasília vai ao ar hoje, das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e mais 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem a Rede Nordeste de Rádio, a Rede Mais Rádios, da Paraíba; a Rede ANC, no Ceará; a revista Mais Nordeste, em Fortaleza; e a TV LW, em Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Integrantes do núcleo duro da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) alegam ter sido surpreendidos com a fuga do senador para os Estados Unidos. Em conversas com interlocutores, tentam se desvincular do episódio, negando qualquer tipo de participação ou conivência.
A Folha conversou com cinco pessoas próximas ao senador, que relataram “nunca ter imaginado” a fuga, especialmente depois que Flávio divulgou um vídeo dizendo que “nunca pensou em sair do país” e se comprometendo a “organizar a oposição” a Lula (PT) no Congresso Nacional. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisO político deixou o país menos de 24 horas após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes cancelar os passaportes brasileiro e italiano do senador, que tem cidadania do país europeu.
Ele é investigado em duas ações criminais, sob suspeita de lavagem de dinheiro e outros crimes no âmbito do caso do Banco Master e dos desvios no INSS. A partir de fevereiro, quando deixará o mandato de senador pelo Rio, ele perde o foro especial na Suprema Corte brasileira.
Um dos últimos a conversar com Flávio antes do sumiço foi o senador Rogério Marinho (PL-RN). O coordenador político da campanha relatou a um auxiliar ter contatado o amigo por WhatsApp e perguntado se estava tudo bem. O candidato derrotado respondeu que estava “esfriando a cabeça”.
Marinho perguntou se procediam reportagens da imprensa argentina sobre a saída do Brasil, mas Flávio parou de falar. Eram cerca de 8h desta terça-feira (27). Por volta do mesmo horário, Fernanda Bolsonaro, mulher do senador, respondeu a outro interlocutor dizendo que estava deitada com o marido.
Advogados de Flávio também afirmam que a fuga ocorreu à revelia da equipe jurídica e que o clima é de perplexidade, pois em uma reunião na tarde de segunda-feira (26), o senador teria garantido a presença em encontro com a bancada do PL na próxima semana.
Pessoas que acompanharam de perto a pré-campanha e a campanha do congressista não descartam que os atuais advogados eleitorais desembarquem da defesa do senador, mas que uma medida dessa natureza exige cautela, uma vez que os honorários são pagos com verbas públicas.
Outros dois aliados de Flávio Bolsonaro disseram que já deram por encerradas as participações na campanha no próprio domingo (25) e que, após uma derrota inesperada, precisam tomar conta das próprias vidas políticas.
Senadores e governadores aliados de Flávio, inclusive o de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também relataram a auxiliares que não sabiam do plano de fuga e que tomaram conhecimento pela imprensa.
Poucas horas após a circulação das primeiras notícias sobre a fuga de Flávio do país, Tarcísio publicou um vídeo em que diz que “a eleição acabou” e que é preciso um “projeto de país”, mas não tece nenhum comentário sobre a viagem do aliado.
“A eleição passou, mas não passou o desejo de ministérios com gente técnica e séria, de um governo que corte gastos e tire o peso dos impostos das costas do cidadão. De um país que não gaste mais com juros da dívida do que com saneamento básico saúde e educação”, disse.
Como mostrou a Folha, o governo Donald Trump está ciente da ida de Flávio aos Estados Unidos e vai conceder asilo ao senador do PL, segundo aliados da família que mantêm relação com o país. Eles dizem que o senador deve chegar nas próximas horas a Miami ou Dallas.
Conforme um aliado do clã Bolsonaro, o governo americano teria participado ativamente do plano de tirar Flávio do Brasil. Outra pessoa próxima da família afirma que o senador não saiu do país pela Argentina.
No começo do dia, pessoas próximas a Flávio desconheciam o paradeiro do senador e ironizaram a possibilidade de uma fuga para os Estados Unidos. “Só se ele estiver louco” ou “está vindo de foguete do Elon Musk” foram algumas das respostas.
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O Sebrae Pernambuco inaugura, nesta quinta-feira (29), uma unidade no Shopping Carpina, no Bairro Novo, para atender empreendedores de 23 municípios da Zona da Mata Norte. O espaço oferecerá serviços de formalização, capacitações, consultorias e orientações para pequenos negócios e microempreendedores individuais. Segundo o Sebrae, a região reúne cerca de 41 mil empresas de todos os portes, com atuação principalmente nos setores de comércio, agropecuária e indústria.
Entre os municípios atendidos estão Carpina, Goiana, Timbaúba, Nazaré da Mata, Paudalho, Limoeiro, Lagoa do Carro, Tracunhaém, Aliança, Itambé, Condado e Lagoa de Itaenga. “Inicialmente, vamos focar nas ações em função das vocações locais, mas todos os serviços estão relacionados à melhoria de gestão, do acesso a novos mercados, de inovação, da tecnologia e do desenvolvimento do pequeno negócio”, afirmou o gerente da Unidade Regional do Sebrae na Zona da Mata, Alexandre Alves.
A unidade também dará suporte a empreendedores interessados em programas como Lidere, Potencialize e Empretec. O atendimento ao público será de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A inauguração está marcada para as 18h30 desta quinta-feira, no Shopping Carpina, localizado na PE-041, km 2, no Bairro Novo.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, arquitetou a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil rumo ao território norte-americano.
A informação foi divulgada por Simón Levy, um advogado mexicano ligado ao presidente Donald Trump, nesta terça-feira (27/10). As informações são do Metrópoles.
Leia mais“O cérebro por trás dessa operação é o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio”, afirmou Levy em uma publicação no X.
A fuga do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi noticiada pela primeira vez pelo jornal argentino Infobae. Segundo a reportagem, Flávio cruzou a fronteira com a Argentina, e deixou o país em um voo privado da companhia aérea Baires Fly S.A.
Conforme revelado pela coluna Igor Gadelha, a expectativa é de que ele solicite asilo político ao governo Donald Trump.
Logo após o pleito, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que o senador entregasse seus passaportes, e determinou que o mesmo estava proibido de deixar o país.
A decisão foi tomada com base em uma investigação sobre lavagem de dinheiro e evasão de divisas, envolvendo Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz.
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O hotel Vila Galé Reserva do Paiva, em Cabo de Santo Agostinho, começou a receber hóspedes em regime de soft opening antes da inauguração oficial, marcada para 31 de outubro. O empreendimento é a segunda unidade da rede portuguesa no município e foi projetado para atender turistas de lazer, famílias, viajantes de negócios e eventos corporativos e sociais.
O hotel dispõe de quatro restaurantes, spa, academia, piscinas, espaço infantil e estrutura para eventos. A área de convenções reúne dez salas, sendo uma delas com capacidade para até 1.400 pessoas. Parte dos serviços, como os restaurantes e o Spa Satsanga, também será aberta ao público externo.
“Pernambuco é um estado estratégico para a Vila Galé, e investir novamente na região reforça nossa confiança no potencial turístico local”, afirmou Jorge Rebelo de Almeida, presidente e fundador da rede. As reservas podem ser feitas pelo site da Vila Galé, pelo telefone (71) 4040-4999 ou pelo e-mail brasil.reservas@vilagale.com.
Meus amigos jornalistas Rodrigo Rangel e Eldo Gomes, de Brasília, já estão no Recife para o Festival Nacional de Jornalismo do Recife, que acontece amanhã no auditório da OAB, sob a coordenação da jornalista Kátia Cubel, também na foto. Os convidei para conhecerem o restaurante Leite, onde almoçamos há pouco. Eles adoraram!
O Festival de Jornalismo Recife será realizado nesta quarta-feira (28), das 13h às 20h, na sede da OAB-PE, com participação gratuita. A programação começa com o painel “O Papel do Jornalismo”, com Breno Pires, da revista Piauí e da Abraji; Carla Egydio, da Ajor; e Patrícia Blanco, do Instituto Palavra Aberta e do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional. Às 14h30, participo do debate “Os desafios do Jornalismo em Pernambuco”, ao lado de Maria Carolina Santos, da Marco Zero; Leusa Santos, da Folha de Pernambuco; e Laurindo Ferreira, do Sistema Jornal do Commercio.
Entre os demais destaques estão a conferência magna do jornalista Francisco José, o painel “O que o Mercado espera de você”, com Eduardo Scolese, Eldo Gomes e Felipe Resk, e o debate sobre precisão da informação, com Basília Rodrigues e Roberta Aureliano. A programação termina com a exibição do documentário Escola Base – Um Repórter Enfrenta o Passado. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo formulário disponível no site oficial do festival. O evento também é aberto a professores, coordenadores, jornalistas, pesquisadores e outros profissionais da comunicação.
