Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a ex-ministra do Planejamento e Orçamento e pré-candidata ao Senado, Simone Tebet (PSB), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e Leila do Vôlei (PDT) lideram a disputa por duas vagas ao Senado Federal pelo Distrito Federal, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21).
A mulher de Bolsonaro tem 19% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto a senadora Leila apresenta 16%. A diferença se dá na margem de erro, que é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, quadro considerado como empate técnico. As informações são da Folha de S. Paulo.
O levantamento também mostra que a candidata do PDT está tecnicamente empatada com Erika Kokay (PT), que recebeu 12% das menções, e Bia Kicis (PL), que tem 11%.
Leia maisA pesquisa também mostra que 67% dos votos para a eleição do Senado ainda não foram decididos pelos eleitores, segundo a pergunta espontânea sobre as vagas em disputa.
Em um patamar mais abaixo aparecem Sebastião Coelho (Novo), com 3%. Ronaldo Fonseca (PSD), Tiago (Agir) e Professor Guilherme Amorim (UP) têm 2% cada. Já Guto Felício dos Santos (PSDB), Zanata (PSTU), David Horn (PCO), Avenir Rosa (Democrata) e Marley (Avante) aparecem com 1% das intenções cada.
O instituto ouviu 910 eleitores em 28 regiões administrativas do Distrito Federal de terça-feira (18) a esta sexta (21). O levantamento está registrado com os códigos DF-07561/2026 e BR-02094/2026 no Tribunal Superior Eleitoral e foi encomendado pela Folha e TV Globo.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Trata-se da primeira pesquisa do Datafolha após a conclusão do registro das candidaturas e o início oficial da campanha. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Sem a apresentação dos nomes dos candidatos, Michelle apresenta 8% das intenções de voto, em empate técnico com Leila, com 5%, e Kokay e Kicis , que têm 4% das menções cada. O nome de Sebastião Coelho (Novo) foi citado por 1%, outros nomes não atingiram 1%. Há ainda 8% de indicações para branco ou nulos nesse cenário da pesquisa.
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A pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, com um quadro de estabilidade em relação ao levantamento de julho, trouxe alívio para a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que temia sofrer impacto nas intenções de voto por causa das notícias sobre o avanço das investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, e contra o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia que o desgaste ainda vai atingir o petista e aposta no início do horário eleitoral, na próxima sexta-feira, para ampliar a exposição do tema. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisNa campanha de Lula, houve comemoração por causa do resultado.
— Penso que a pesquisa mostra um quadro de estabilidade, com o presidente liderando todos os cenários e, assim, segue como favorito. Para nós, não há surpresa pois entendemos que a sociedade brasileira aprova o governo do PT e enxerga no presidente o líder capaz de conduzir o Brasil em um cenário internacional tão desafiador. O Brasil busca confiança, não instabilidade; busca verdade, nunca mentira; a sociedade brasileira quer respostas concretas, certezas, e não aventuras — afirmou Èden Valadares, secretário de comunicação do PT e membro da coordenação de campanha.
O Datafolha divulgado nesta sexta-feira mostra Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33% de Flávio. No cenário com Pablo Marçal (PRTB), o petista mantém os 39%, enquanto o senador aparece com 32%. No segundo turno, Lula tem 47%, ante 43% de Flávio.
O resultado provocou uma avaliação mista entre integrantes do entorno de Flávio. Parte da equipe considerou os números positivos, enquanto outros esperavam números melhores. A estratégia para as próximas é, além da exploração do tema Lulinha, concentrar a comunicação em segurança e economia, com uma tentativa de aproximar o candidato de problemas concretos do cotidiano dos eleitores.
Nas últimas semanas, Flávio passou a publicar uma sequência de vídeos voltados a questões econômicas e ao impacto da situação do país na vida das pessoas. A comunicação tem explorado, por exemplo, o aumento do custo de produtos e serviços e dificuldades enfrentadas por empresas, com referências a casos como o da Casas Bahia. A intenção é associar a discussão econômica a situações reconhecíveis pelo eleitor e apresentar Flávio como uma alternativa à gestão petista.
A aposta no horário eleitoral ocorre em um momento em que 72% dos eleitores ouvidos pelo Datafolha afirmam estar totalmente decididos sobre o voto, enquanto 27% dizem que ainda podem mudar de escolha. Para a campanha de Flávio, a televisão será uma oportunidade de ampliar o alcance de mensagens que hoje circulam principalmente nas redes sociais e tentar alterar a percepção sobre Lula entre os eleitores que ainda podem rever sua decisão.
A situação de Pablo Marçal também faz parte do cálculo eleitoral. O empresário aparece com 2% no cenário em que é incluído, enquanto Renan Santos (Missão) tem 4%, Ronaldo Caiado (PSD) marca 5% e Romeu Zema (Novo), 3%. O entorno de Flávio avalia que a presença de Marçal pode limitar o espaço de crescimento de adversários da direita. Caso a candidatura do empresário seja barrada pela Justiça Eleitoral, aliados do senador trabalham para tentar levá-lo ao palanque de Flávio.
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BLOG DA JÚLIA DUAILIBI – G1
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Marcio Elias Rosa, afirmou, nesta sexta-feira (21) que Brasil e Estados Unidos devem retomar, na próxima semana, as negociações técnicas sobre o tarifaço americano. A movimentação ocorreu logo após a conversa por telefone entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.
Segundo Elias Rosa, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, entrou em contato com ele logo após a conversa nesta sexta-feira para propor uma reunião.
Elias Rosa e Greer combinaram de voltar a se falar na segunda-feira para acertar a reunião. Segundo o ministro, o contato do representante americano ocorreu depois do fim da conversa entre Lula e Trump.
Leia maisO movimento representa um primeiro desdobramento concreto do telefonema entre os dois presidentes e abre caminho para a retomada das discussões técnicas sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros.
As delegações dos dois países já haviam mantido conversas anteriormente, mas sem chegar a um entendimento.
Agora, a intenção é organizar os próximos passos e definir uma agenda para as negociações, segundo o ministro.
No telefonema de 1 hora e 20 minutos, Lula e Trump discutiram principalmente as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Lula contestou as justificativas apresentadas pelo governo americano e defendeu a retomada das negociações.
Segundo o Planalto, Trump concordou com a necessidade de preservar as relações comerciais e propôs que as equipes técnicas dos dois países voltassem a se reunir o mais rápido possível. Os presidentes também trataram da cooperação no combate ao crime organizado e de conflitos internacionais, como as guerras na Ucrânia e as tensões envolvendo o Irã.
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Candidato ao Senado pela chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), Túlio Gadêlha (PSD) reforçou, nesta sexta-feira (21), o apoio à reeleição da governadora e defendeu uma atuação política baseada no diálogo entre diferentes forças. Em sabatina na Rádio Cultura do Nordeste, em Caruaru, o candidato também classificou a gestão estadual como “mais progressista do que conservadora” e apresentou a federalização da educação básica como uma de suas principais propostas.
Ao avaliar o governo Raquel, Gadêlha citou ações nas áreas de habitação, combate à pobreza e segurança alimentar. Segundo ele, a entrega de unidades habitacionais, a redução da extrema pobreza e a expansão das cozinhas comunitárias demonstram uma política voltada à população mais vulnerável. As informações são do JC.
Leia maisNa educação, o candidato defendeu ampliar a participação do governo federal no financiamento da educação básica. A ideia, segundo ele, é reduzir as desigualdades entre municípios e estados com diferentes capacidades de investimento e garantir melhores condições para estudantes e profissionais. Gadêlha também mencionou sua atuação no Congresso em defesa do magistério e do piso salarial nacional.
O candidato ainda criticou a transformação do impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em promessa eleitoral. Para Túlio, eventuais processos devem ser baseados na apuração de possíveis crimes e respeitar a independência entre os Poderes.
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BLOG DO VALDO CRUZ – G1
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, Otto Alencar (PSD-BA), acertou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), os dois relatores das PECs do Fim da Escala 6×1 e da Segurança Pública na comissão.
O relator da PEC do fim da escala 6×1 será o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já o senador Rogério Carvalho (PT-SE) será o relator da PEC da Segurança Pública.
Leia maisAs propostas foram encaminhadas nesta sexta-feira (21) para a CCJ. As duas medidas são consideradas estratégicas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em sua campanha eleitoral.
Otto Alencar disse ao blog que definiu hoje com Alcolumbre os relatores e agora vai aguardar o cronograma de trabalhos dos dois senadores para checar se será possível aprovar as propostas no próximo esforço concentrado do Senado, no final de agosto e início de setembro.
Ao blog, Omar Aziz não entrou em detalhes sobre como será a tramitação da PEC e disse que na próxima semana vai conversar com líderes partidários para encontrar uma solução para a proposta, que estava desde maio à espera de Alcolumbre despachar a matéria.
Aziz também comentou que um de seus objetivos é achar uma maneira para “equilibrar” a rotina do brasileiro, que trabalha 44 horas por semana, mas passa ainda mais tempo fora de casa, em função do trabalho.
“É um debate que a sociedade tem que ter e deixando claro que o trabalhador não fica 44 horas dentro do serviço. Ele passa mais de 60, 70% fora de casa no dia. Se você for analisar, o cara que começa a trabalhar 8 horas da manhã não sai 8 horas pro trabalho, sai 6 horas da manhã porque enfrenta trânsito e ainda tem pessoas que vão para a faculdade à noite”, comentou.
A PEC reduz jornada para 40 horas e prevê dois dias de folga por semana. O texto aprovado pela Câmara estabelece transição de até 14 meses, sem redução de salários.
Pelas regras aprovadas pelos deputados, a jornada continuará limitada a oito horas diárias.
Além de reduzir de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal, a proposta garante aos trabalhadores pelo menos dois dias de descanso remunerado por semana, um deles preferencialmente aos domingos.
Nos primeiros dois meses, a jornada máxima cairá para 42 horas semanais. Depois desse período, as empresas terão mais 12 meses para reduzir o limite para 40 horas. A mudança será aplicada sem redução nominal ou proporcional dos salários.
O fim da escala 6×1, com a garantia de pelo menos duas folgas semanais, deverá começar a valer 60 dias depois da promulgação. Os dias de descanso não precisarão ser consecutivos, mas um deles deverá ocorrer preferencialmente aos domingos.
A PEC não impede que empresas mantenham atividades durante todos os dias da semana. A mudança é voltada à jornada de cada trabalhador.
Assim, estabelecimentos que funcionam aos sábados, domingos e feriados poderão organizar escalas diferentes entre seus funcionários, desde que respeitem o limite semanal e os dois dias de descanso.
A PEC amplia atuação federal contra o crime organizado. O texto aprovado pela Câmara divide responsabilidades entre União, estados e municípios, amplia atribuições da PF e da PRF e inclui fundos da segurança na Constituição.
O texto aprovado pelos deputados inclui na Constituição Federal um sistema único de segurança pública, com atuação descentralizada e responsabilidades compartilhadas entre os diferentes níveis de governo.
O modelo busca estabelecer diretrizes nacionais e ampliar a integração entre forças federais, estaduais e municipais. A proposta, no entanto, mantém as polícias civis, militares e penais e os corpos de bombeiros subordinados aos governadores.
A PF passará a ter atribuição constitucional expressa para combater organizações criminosas e milícias privadas com atuação interestadual ou internacional. O objetivo é reforçar a participação federal em investigações que ultrapassem as fronteiras de um estado ou envolvam grupos criminosos com atuação em diferentes regiões do país.
A Polícia Rodoviária Federal também terá sua área de atuação ampliada. Além das rodovias federais, a corporação poderá atuar em ferrovias e hidrovias.
A proposta também coloca na Constituição o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional. O objetivo é assegurar a existência dos fundos e estabelecer uma base permanente para o financiamento das políticas de segurança e do sistema prisional.
O texto aprovado prevê ainda mecanismos voltados ao combate a organizações criminosas consideradas de alta periculosidade e inclui na Constituição instrumentos para fortalecer a atuação estatal contra facções e milícias.
Uma versão apresentada durante a tramitação previa a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes cometidos com violência ou grave ameaça. O trecho, porém, foi retirado antes da votação final.
O relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), decidiu separar o assunto depois de pedidos do governo e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Com isso, a redução da maioridade penal não faz parte da PEC da Segurança aprovada pelos deputados e deverá ser discutida em outra proposta.
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Por Larissa Aguiar – JC
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) afirmou nesta sexta-feira (21) que não cabe a ele explicar o pedido de impeachment apresentado por três deputados estaduais do PSB contra a vice-governadora Priscila Krause (PSD).
A declaração ocorreu após a governadora Raquel Lyra (PSD) afirmar, durante caminhada no bairro da Várzea, no Recife, que seu principal opositor estaria tentando chegar ao Palácio do Campo das Princesas “no tapetão”.
Leia maisJoão evitou rebater a crítica e disse que os questionamentos devem ser respondidos pela própria vice-governadora e pela gestão estadual. “Quem deve explicações a isso não sou eu, é a própria vice-governadora”, afirmou.
Segundo ele, o pedido apresentado pelos parlamentares trata de “apontamentos muito graves” relacionados à execução de serviços de saúde, incluindo procedimentos de hemodiálise e tratamento de câncer, além da devolução de recursos considerados elevados.
João também defendeu a iniciativa dos deputados e classificou a fiscalização do Executivo como uma obrigação do mandato parlamentar. “Eles têm uma atuação na área de saúde, já tinham feito várias ações nessa área e, repito, é papel de um parlamentar fiscalizar”, declarou.
Para o ex-prefeito, seria “estranho” que um deputado deixasse de exercer a função de fiscalização e de cobrar informações e dados da administração pública. “Você não pode condenar um deputado que está fazendo o papel dele. Quem deve explicação é quem está sendo questionado nesse momento”, acrescentou.
Questionado sobre qual será a linha de sua campanha, de críticas ao governo ou mais de propostas, João afirmou que pretende manter um discurso voltado à apresentação de propostas, ao diálogo com a população e à crítica de problemas que, segundo ele, precisam ser enfrentados pelo Estado.
“O nosso tom é o tom de compromisso com o povo, de ouvir as pessoas, de dialogar, de poder construir as melhores propostas, de fazer isso com um sentimento de muito futuro e dizendo a verdade”, afirmou.
Ao citar a situação da saúde pública, o João voltou a fazer críticas à administração de Raquel Lyra. Ele mencionou episódios como a queda de parte do teto do Hospital da Restauração, a existência de leitos fechados e a redução de recursos destinados à área. “Quando a gente vê um teto caindo numa pessoa num hospital, 400 leitos fechados, mais de meio bilhão de reais retirados da saúde por ano no Estado de Pernambuco, isso penaliza, isso mata pessoas na ponta. Isso precisa ser dito”, declarou.
Apesar do tom crítico, João afirmou que pretende preservar o respeito aos adversários durante a disputa. “Eu sempre vou fazer isso com respeito aos adversários. Eu não estou falando mal das pessoas, eu estou aqui falando dos problemas”, afirmou.
Impeachment
O pedido de impeachment contra Priscila Krause foi apresentado por três deputados estaduais do PSB e aumentou o embate entre o grupo de João Campos e a gestão Raquel Lyra em meio às eleições de 2026.
Rodrigo Farias, Sileno Guedes e Romero Albuquerque foram os deputados que protocolaram na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) o pedido de impeachment contra Priscila Krause e a secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti.
Os parlamentares apontam irregularidades e um suposto prejuízo aos cofres públicos apontados em uma auditoria do DenaSUS (Departamento Nacional de Auditoria do SUS). O foco da denúncia é a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, gerida por Jorge Branco, marido da vice-governadora.
A oposição alega que Priscila teria autorizado repasses e nomeado servidores de cargos-chave na Secretaria de Saúde durante períodos em que assumiu o governo interinamente, beneficiando a unidade de saúde.
O Governo de Pernambuco reagiu por meio de nota oficial classificando a investida dos deputados como uma ação de puro caráter político-eleitoral em plena campanha, afirmando que as acusações não correspondem aos fatos.
A gestão ressaltou que Priscila Krause não faz parte do quadro societário do hospital, que presta serviços ao SUS há 55 anos, tendo atendido a gestões de 16 governadores diferentes. O Estado apontou, ainda, que o relatório tratou de inconsistências documentais de apenas 1,4% do montante e lembrou que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) já analisou o caso em 2024, afastando ilegalidades nas contratações do hospital.
Leia menosPor Luciano Bivar*
A partir do século XV, onde se deu origem ao que se criou no século XII para perseguir opositores políticos, a Igreja juntou-se aos absolutistas, hoje transfigurados em ditadores e golpistas como se fossemos cátaros ou valdenses. O Bolsonarismo apropriou-se da bandeira do Brasil como se patriotas fossem e paradoxalmente estendem uma bandeira americana em plena luz do dia na Avenida Paulista.
Dizem preservar as empresas privadas e confiscam mais de seis bilhões do DPVAT (um seguro social) e estatizaram, já que na verdade eram administrados por empresas privadas, e agora têm milhões de acidentados e famílias que perderam seu provedor, sem um tostão sequer para indenizá-los.
Leia maisO populista e antigo presidente torrou tudo em campanha, mas os desígnios do além não permitiram a sua reeleição. Nomeou um auxiliar terrivelmente evangélico, começa por aí, um homem que em seu poder vaza o que quer, seleciona os males dos outros e se diz imparcial, enquanto até hoje não olhou fatos que correm na Polícia Federal, assunto da mais alta excrescência do mundo republicano. Chora e se ajoelha a um bezerro de ouro e jura que jamais o faltará.
Suas amigas quando criança afirmam que viram Jesus numa goiabeira e a outra recebe 20 mil do antigo Queirós, chefe de gabinete montado pra “rachadinhas” no Rio de Janeiro, e até hoje o assunto adormece nos poderes judicantes protegido pelos indicados.
Tenho na religião o maior respeito, seus objetivos sociais transpassam mentes e matéria, viver disso é um sacerdócio, mas a desvirtualidade hoje é flagrante aos princípios básicos da servidão humana.
Os espertalhões usam Deus e o Diabo para adquirir vantagens de toda espécie. Ideias contrárias a seus objetivos (dogmas) são tidas como pecados. Não respeitam ideologias outras, discriminam desvios fisiológicos ao natural e tem aquilo como heresia e os condenam. Um homem desse em uma Corte não deixa de ser uma ameaça a sociedade, razão essa que aliados outros se dirigem e acusam um a um para criar seu castelo de cartas só com os seus.
A estatização das verbas públicas de campanha foi distorcida de sua ideia inicial em criar igualdade de oportunidades para os competidores. Entretanto, dois partidos se juntaram, criaram uma musculatura política, porque cabe a eles ajudar e comprar quem quiserem e formaram uma quadrilha dentro do próprio Congresso Nacional para venderem facilidade a grupos econômicos em troca de propinas e extorquirem governos, quer seja de direita ou esquerda.
Voltando ao título do artigo, não acredito que transformar a crença espiritual em um produto de consumo e que gera manipulação financeira de fiéis, promovem uma teologia da prosperidade, condenam jogo e álcool para sobrar mais dízimos para eles, mas ao fim do tudo, comprometem a credibilidade ética das instituições religiosas perante a sociedade.
Usando o seu líder maior da Igreja há mais de dois mil anos já dizia: “daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Por isso, não tenho medo das fogueiras inquisidoras. Sei que o mundo está repleto de crédulos e, pior ainda, de idiotas, que permeiam por toda a parte. Desconhecem princípios básicos do verdadeiro humanismo.
Alguns estudiosos até falam que seremos dirigidos por idiotas, não que sejam mais inteligentes, mas porque são a maioria. Todavia, discordo dessa assertiva, como já perceberam não sou um homem religioso, mas, paradoxalmente, tenho uma profunda fé. Me basta saber que têm mais mérito aqueles que fazem o bem em meio a dúvida do que aqueles que o fazem sob a luz brilhante da fé.
*Deputado federal
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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) aparece com 15% das intenções de voto e lidera a disputa por uma das duas vagas de Pernambuco, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21). Na sequência estão Humberto Costa (PT), com 14%; Mendonça Filho (PL), com 12%; Eduardo da Fonte (PP), com 11%; e Túlio Gadêlha (PSD), com 5%. Com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os quatro primeiros colocados estão tecnicamente empatados.
Na rodada anterior do Datafolha, divulgada em 31 de julho, Marília também aparecia na primeira colocação, com 18% nos dois cenários testados pelo instituto. No levantamento desta sexta, votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 23%, enquanto 14% dos entrevistados estão indecisos. Como Pernambuco elege dois senadores neste ano, os eleitores poderão votar em dois candidatos para o cargo.
Contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo, a pesquisa ouviu 1.204 eleitores e tem nível de confiança de 95%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-01528/2026.
O prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca (PSB), usou as redes sociais, nesta sexta-feira (21), para acusar o Governo Raquel Lyra (PSD) de uma suposta tentativa de intimidação após viaturas da Polícia Militar pararem, com as sirenes ligadas, em frente à sede da Prefeitura durante o horário de expediente.
No vídeo, o gestor afirma que os veículos fazem parte do grupo de 20 novas viaturas enviadas ao 20º Batalhão e diz que não havia ocorrência policial que justificasse a movimentação no local. “É lógico que essa intimidação visa claramente tentar me calar ou me diminuir. […] E quem deu a ordem para que eles parassem na frente da Prefeitura e fizessem essa operação?”, questionou. Assista:
No primeiro levantamento do Datafolha após o início oficial da campanha presidencial e o registro das candidaturas, Lula (PT) marca 39% e Flávio Bolsonaro (PL), 33% no primeiro turno. Numa segunda rodada, o petista lidera por 47% a 43%.
A distância entre os principais rivais na disputa caiu quatro pontos percentuais de junho para cá. A margem de erro dos levantamentos é de dois pontos para mais ou menos.
O principal fato político nesta semana foram as revelações de suspeitas envolvendo negócios do filho de Lula, Fábio Luís, o Lulinha. Elas começaram na terça (18), dia do início do levantamento que acabou na quarta (19). Mas elas se adensaram a partir da quinta (20).
Leia maisO instituto ouviu 2.058 eleitores em 127 cidades. A pesquisa está registrada com o código BR-04496/2026 na Justiça Eleitoral.
Na simulação de primeiro turno, o presidente e o filho de seu antecessor Jair Bolsonaro estão isolados à frente. Embolados em terceiro lugar vêm Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 3%.
Os demais candidatos vêm abaixo. Augusto Cury (Avante) tem 2%, enquanto Samara Martins (UP), Wilton Grassi (Democrata), Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB) marcam 1%. Dizem que vão votar em branco ou nulo 8%, e 3% afirmam não saber em quem votar.
Nos cenários de segundo turno com adversários que não Flávio, Lula bate Caiado por 47% a 40% e Zema por 48% a 38%. As simulações mostram uma estabilidade em relação ao levantamento passado, feito no fim do mês passado.
O Datafolha pesquisou também uma hipótese de primeiro turno na qual Pablo Marçal está na disputa. O influencer obteve de última hora uma liminar para se filiar ao PRTB, mas está inelegível devido a uma condenação relativa à disputa da Prefeitura de São Paulo em 2024.
O Tribunal Superior Eleitoral já o proibiu de usar fundo partidário ou de fazer propaganda de TV enquanto sua candidatura, que deverá ser rejeitada segundo integrantes da corte, for julgada, o que pela legislação deve ocorrer no máximo em 14 de setembro.
Marçal chega ao pelotão inferior da disputa, com 2%, tirando um ponto de Flávio. O influencer estava trabalhando na campanha do senador, como consultor de estratégia digital, até se lançar.
Na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados não recebem cartões com os nomes dos candidatos, o quadro também é similar à aferição de julho. Lula é o mais lembrado, com 32% (era 30%), enquanto Flávio marca 19% (era 17%).
A rejeição segue similar ao padrão até aqui, com Lula e Flávio literalmente dividindo opiniões. Dizem não votar de jeito nenhum no filho de Bolsonaro 46%, enquanto 45% afirmam o mesmo sobre o petista.
A corrupção foi o tema mais destacado nesta primeira semana. Vazamentos a partir da terça (18) mostram que a Polícia Federal identificou novos detalhes das operações de Roberta Luchsinger, lobista amiga de Lulinha e do ex-chefe de gabinete do presidente, Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola.
Ligando os personagens está Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, preso e indiciado na investigação sobre esquemas fraudulentos de descontos de aposentadorias. Segundo a PF, Lulinha e Roberta tinham uma “comunhão de interesses econômicos”.
Lula buscou desvencilhar-se do filho, repetindo que, se ele dever algo, deve pagar. E afastou Marcola da sua campanha, onde estava alojado, após a revelação de que ele recebeu R$ 249 mil de Roberta. Todos negam irregularidades.
O tema já foi parar nas declarações de Flávio. O caso esvaziou a tática do PT de destacar as transações entre o senador e Daniel Vorcaro, o ex-dono do Banco Master envolvido em um escândalo financeiro.
Em um áudio, Flávio cobra Vorcaro pelo dinheiro prometido à produção do filme sobre a vida do pai, “Dark Horse” (azarão, em inglês), no qual o ex-banqueiro aportou ao fim R$ 61 milhões. É chamado de “meu irmão” e recebe juras de fidelidade.
Um evento com o senador em São Paulo nesta quinta (20) mostra que os casos seguirão a dar o tom, ainda que corrupção não figure em pesquisas mais como o principal problema do país, como foi nos anos da Operação Lava Jato.
Flávio falou do caso Lulinha, mas foi recebido com protestos e uma placa com referência a Vorcaro. Os temas têm tudo para protagonizar quadros no horário eleitoral gratuito de rádio e TV a partir de 28 de agosto.
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Pesquisa Datafolha divulgada na noite desta sexta-feira (21) mostra um cenário praticamente inalterado em relação às medições feitas no início de agosto. A governadora Raquel Lyra (PSD) registrou 47% das intenções de voto, oscilando um ponto para baixo. Já o ex-prefeito João Campos (PSB) pontuou 40%, uma oscilação de dois pontos. Ambos os movimentos ocorreram dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Ivan Moraes (PSOL), Renan Hallais (Missão), Professora Camila (UP) e Guilherme Fonseca (PSTU) têm 1%. Professor Jeremias do Banco (Democrata) e Victor Assis (PCO) não pontuaram. Brancos e nulos foram 5%, e indecisos, 1%.
O Datafolha ouviu 1.204 eleitores entre os dias 18 e 21 de agosto. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número PE-01528/2026.
Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista com o ator, cantor, compositor e violeiro Jackson Antunes, ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
