Al Capone navega a bordo de submarino atômico em Brasília

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A palavra gângster sumiu do noticiário. Onde anda você, sumida? Há tempos não leio este substantivo, nem ouço, nem visualizo. Isto, não por falta de personagens para incorporar essa vestimenta. Al Capone ganhou fama de Gângster nas décadas de 1930 e 1940 nos Estados Unidos, durante a Lei Seca. O cara liderava a máfia americana, contrabandeava bebidas, explorava jogos clandestinos, agiotagem e prostituição. E mandava matar os rivais no mundo do crime.

No auge da Lei Seca faturou 100 milhões de dólares. Uma ninharia em comparação com os bilhões de corrupção de centenas de milhões investidos por um gângster em Pindorama para montar sua guarda pretoriana. O agente secreto Eliot Ness o enquadrou na malha fina do Fisco porque não gostava de pagar impostos. Pelo simples fato de ser mafioso, pegou 11 anos de cana.

Al Capone foi um desventurado na vida. Contraiu sífilis e tuberculoso nas quebradas de Chicago. Depois de sair da cadeia virou um zumbi nesta vida severina, como diria meu colega o poeta neto de Seu João Cabral de Melo. Quem sou eu? quem sou eu? ele perguntava tresvariando. Morreu com 48 anos, pobre, doente e descatembado.

Raul Seixas, o aiatolá do rock brasileiro que nasceu há 10 mil anos, um dia topou com Capone durante uma parada psicodélica e faz uma cantiga para ele. 

“Ei Al Capone, vê se te orienta, assim dessa maneira, nego, Chicago não aguenta”.

Elvis Presley vive. Raul Seixas vive. Al Capone está vivinho da silva neste reino de Pindorama.  Na linguagem politicamente correta de hoje, Al Capone seria apenas suspeito de ser gângster. Ele navega a bordo de um submarino nos palácios e nas cavernas de Brasília.

Um passarinho me contou que um clone piorado de Al Capone deu um golpe de 50 bilhões no sistema financeiro. O bicho está na cadeia e negocia uma delação premiada. Al Capone destinou mais de 500 milhões de denários para subornar os aiatolás verde-amarelos e montar uma guarda pretoriana, de modo a blindá-lo contra raios, tempestades, assombrações e mosquitos. A engrenagem já está em ação neste momento em que a delação falsiê do clone de Al Capone foi recusada pela Polícia Federal.

Aprendi com meu guru o sábio Nelson Rodrigues que só os profetas enxergam o óbvio. Sendo eu suspeito de ser profeta, lanço aqui minhas singelas profecias: o ministro-relator do golpe bilionário será torpedeado noite e dia pelos agentes da guarda pretoriana de Al Capone. A carga é pesada, pois o mal sempre vence o bem. Vide bula o caso do Petrolão, que acabou desmontado pelas lobas e lobos adeptos da impunidade.

Diante do clone bilionária de Al Capone neste reino de Pindorama, o Al Capone original de Chicago seria apenas suspeito de cometer fraudes, considerado inocente até que houvesse uma sentença transitada em julgado no dia do Juízo Final. Quem o chamasse de gângster seria preso em primeiríssima instância por atentado contra a democracia. É assim que a banda podre toca nesta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz.

*Periodista, escritor e quase poeta

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Por Roberto Almeida

A governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, se mantém neutra na disputa para presidente da República. Repete o que fez em 2022 e está dando certo, pelo menos até agora. Raquel fez (faz) um governo de resultados. Massificou a ideia de que o PSB destruiu Pernambuco e que ela está reconstruindo o Estado. Quem lê, acompanha os fatos, tem memória, sabe que não é bem assim.

Essa versão é tão falsa que esconde o fato de a atual governadora ter sido deputada e secretária estadual filiada ao PSB. Se foram 16 anos (às vezes falam em 20) de governos do Partido Socialista, ela e o pai, João Lyra, fizeram parte desse período. Essa neutralidade, a meu ver, faz parte da negação da política.

Faleceu, há pouco, no Recife, Socorro Ramos, esposa do ex-governador de Pernambuco, José Ramos. Segundo as informações iniciais, ela foi vítima de um infarto. Detalhes sobre o velório e o sepultamento ainda não foram divulgados. Mais informações em instantes.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

No lançamento da 4ª edição da revista Folha Energia, na manhã de hoje, em Boa Viagem, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) avaliou o posicionamento do estado produção de energia limpa. As informações são do Blog da Folha.

Sob o tema “Matriz de Oportunidades”, o evento reúne autoridades e representantes de diferentes segmentos da economia para discutir como o etanol, o biometano e outras fontes renováveis podem ampliar sua participação na matriz energética e abrir novas oportunidades para a indústria brasileira.

“Acho que esse tema de hoje é mais que uma possibilidade, é super propício porque Pernambuco está pronto para, nos próximos quatro anos, liderar não só a transição de energia, mas a nova economia no nordeste e no Brasil. É importante a gente ter falado sobre isso porque é o Brasil inteiro que está ligado no que está acontecendo aqui no nosso estado”.

Caruaru - Transparência 2026

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Saibam todos que lerem estes papiros ou deles forem informados que o Reino de Pindorama tem caleidoscópios nos olhos e no coração.  Eu vos direi: o coração desta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz, tem catedrais imensas, nas orações do poeta dos Anjos e pecadores, Augusto. E também tem capelas humildes, feito a Capela dos Aflitos e a Capela da Jaqueira.

Os brasileiros debulham suas aflições na Capela azul dos Aflitos e na capela da Jaqueira. As aflições da vida são debulhadas a cada dia feito grãos de milho e grãos de feijão.  “Miserere nobis”, Senhor, tende misericórdia de nós! Repreendei o coração dos homens perversos que censuram, roubam e infelicitam nosso Brazil! Meu coração é vermelho, dirão os lobisomens do cordão encarnado. Paciência.

As pessoas contemplam a vida com os olhos do coração, como diria o poeta Alvacir Fox, guru da Freguesia de Apipucos, Jaqueira et Orbi. 

Haverá um momento de inflexão ideológica na América Latina este ano. Cá entre nós, se a seita vermelha for vitoriosa, irá consolidar a hegemonia das esquerdas no País. Caso contrário, o bloco conservador será fortalecido com o poder na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru. O Brazil é fator dominante na hegemonia política do Continente.

A longa manus do cowboy Donald Tramp está de olho nas sístoles e diástoles do coração auriverde. Esquerda, volver! Direita, volver! Tum-tum-tum! O guru vermelho desafiou o tremendão e falou: Não vem que não tem. Em 2022 a longa manus globalista de Joe Biden deu uma colher de sopa para a vitória das esquerdas. Os vermelhos adoraram.

A nova versão da Doutrina Monroe – América para os americanos – no império de Donald Tramp, a “Doutrina Donroe está no ar. O cowboy aciona o “Big Stick”, o grande porrete. A intervenção mais explícita aconteceu na Venezuela. O regime escravagista-comunista de Cuba sobrevive em clima de velório.

Organização de conquista ideológica das esquerdas, o Foro de São Paulo foi criado em 1990 pelo energúmeno Fidel Castro, com licença da palavra, e o guru da seita encarnada, entre outros feiticeiros. O momento histórico aconteceu pós queda do maldito muro de Berlim. A ideia era compensar na América Latina e Caribe as perdas do comunismo no Leste Europeu. Haverá uma peleja entre os imperialistas do Big Stick de Tramp e os zumbis da caterva vermelha. 

Feito o morcego da covid, Fidel voava nos ares e inoculava, via lavagem cerebral, o vírus do comunismo na cabeça dos intelectuais que veneravam o regime de Cuba. A doença venérea do comunismo causou mais aleijões cerebrais que as viradas de trem, de ônibus e caminhões nas décadas de 1960, 1970 e 1980 na América Latina. O comunismo é uma virada de trem.

O ímpio Donald Tramp é fazedor de mil pecados neste vale de lágrimas e de silício, mas também possui uma virtude proverbial: é anticomunista de nascença. Por isso será perdoado de todos os pecados no Dia do Juízo.

*Periodista, escritor e quase poeta

Ipojuca - Na palma da sua mão

A quarta edição da Revista Folha Energia, sob o tema “Matriz de Oportunidades”, iniciou, há pouco, no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. O encontro é uma realização da Folha de Pernambuco e do Grupo EQM, com patrocínio de Banco do Nordeste, Copersucar, Copergás, Fertine, Maersk e Suape Energia.

Estão presentes no evento a governadora Raquel Lyra (PSD), a vice-governadora Priscila Krause (PSD), o prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), a ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos (PCdoB), o ministro da Agricultura, André de Paula (PSD), o presidente do Sindaçúcar-PE, Renato Cunha, além do senador Fernando Dueire (PSD).

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Folha de Pernambuco

O debate sobre os caminhos da transição energética ganha espaço, hoje, no Recife, com a quarta edição da Revista Folha Energia. Sob o tema “Matriz de Oportunidades”, o evento reúne autoridades e representantes de diferentes segmentos da economia para discutir como o etanol, o biometano e outras fontes renováveis podem ampliar sua participação na matriz energética e abrir novas oportunidades para a indústria brasileira.

Realizado no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, a partir das 8h30, o encontro é uma realização da Folha de Pernambuco e do Grupo EQM, com patrocínio de Banco do Nordeste, Copersucar, Copergás, Fertine, Maersk e Suape Energia.

O evento tem apoio da Prefeitura do Recife e da NovaBio e apoio técnico do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE).

A programação é dividida em três painéis, que conectam os biocombustíveis a áreas como navegação, geração de energia e infraestrutura portuária. Para a vice-presidente da Folha de Pernambuco, Mariana Costa, reunir diferentes setores é fundamental para discutir os desafios e as oportunidades da transição energética.

“O Nordeste tem um enorme potencial quando a gente fala em transição energética e na produção de fontes renováveis. Por isso, é importante reunir diferentes setores para entender os desafios que precisam ser enfrentados e quais oportunidades de negócios e de soluções podem surgir a partir dos investimentos nesse segmento”, afirma.

Painéis

O primeiro painel, “Transição energética da navegação: desafios e oportunidades para o etanol brasileiro”, coloca em discussão o potencial dos biocombustíveis na descarbonização do transporte marítimo. O assunto será apresentado pelo vice-presidente da América Latina de Políticas Públicas e Regulatórias da Maersk, Danilo Veras.

A mesa será mediada pelo presidente e CEO da Datagro Consultoria, Plínio Nastari, e terá a participação do presidente da Unica, Evandro Herrera Bertone Gussi; do presidente da Bioenergia Brasil e da Siamig-MG, Mário Campos Filho; do presidente do Sindaçúcar-AL e vice-presidente da Coagro CNI, Pedro Robério de Melo Nogueira; e do presidente do Sindaçúcar-PE, vice-presidente da Fiepe e da Bioenergia Brasil, Renato Cunha.

Para Cunha, Pernambuco pode ocupar posição estratégica na expansão das novas aplicações do etanol, especialmente pela estrutura portuária e localização do estado. “Pernambuco tem um papel por tradição, pela centralidade geográfica e pela importância socioeconômica que sempre teve na região. Suape tem uma relevância muito grande e está procurando criar as condições para ser um grande abastecedor das rotas marítimas”, ressalta.

Segundo o presidente do Sindaçúcar-PE, o uso do etanol no chamado biobunker, combustível marítimo que incorpora fontes renováveis, pode conectar a produção sucroenergética a novas cadeias de negócios.

O segundo painel, “Versatilidade do etanol e biometano”, com o diretor de Relações Institucionais da Copersucar, Henrique Araújo, amplia a discussão para diferentes aplicações dos combustíveis renováveis.

A mesa será mediada pelo presidente do Sifaeg-GO, André Rocha, e terá a participação do chefe do Estado-Maior da Armada da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes; do presidente do Grupo EQM, Eduardo de Queiroz Monteiro; do diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Marlon Arraes; e do gerente-geral de Vendas da Wartsila, Mario Barbosa.

O terceiro painel é dedicado ao “Mercado de motores estacionários com uso de etanol”, discutindo a aplicação do combustível na geração de energia, ficará sob o comando do diretor da Energética Suape II S.A., José Faustino da Costa Cândido.

A mediação será do vice-presidente do Conselho Superior do Agronegócio do COSAG/FIESP, Jacyr Costa Filho, com participação do presidente do Complexo Portuário de Suape, Armando Monteiro Bisneto; do presidente da UDOP, Hugo Cagno Filho; do diretor de Economia e Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues; e do presidente do Porto do Recife, Wagner Maciel.

Agenda sobre sustentabilidade

Para Mariana Costa, a proposta da Folha Energia é fazer com que o debate ultrapasse o momento do evento e contribua para a construção de uma agenda permanente sobre inovação e sustentabilidade.

Segundo ela, a discussão sobre energia precisa ser traduzida para a sociedade e resultar em avanços concretos.

“Quando a gente fala em energia, o resultado final que queremos é um futuro mais sustentável. E o nosso papel, por meio do jornalismo e desses encontros, é ajudar a traduzir essas discussões e fazer com que elas possam gerar resultados efetivos”, completa.

Palmares - 147 anos

Da coluna de Cláudio Humberto

Lula ouviu a diretório cearense do PT e pediu que Mauro Benevides Filho (União-CE) deixe o posto de vice-líder do governo na Câmara. O deputado declara abertamente apoio ao petista e até pede votos, mas coordena o programa de governo de Ciro Gomes (PSDB), que tenta se eleger governador do Ceará.

Esta coluna apurou que o senador Camilo Santana e o ministro José Guimarães (Relações Institucionais) atuaram incansavelmente para destituir Benevides do posto de vice-líder.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Meu filho Magno Martins Filho, de 18 anos, estudante do terceiro ano do ensino médio do colégio Saber Viver, ganhou Medalha Ouro na Olimpíada Nacional de Matemática. Feliz e honrado, acompanhei a entrega, há pouco, no auditório da sua escola, ao lado do irmão dele e meu filho caçula João Pedro, de 13 anos.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por Vera Magalhães – O Globo

Lula e Flávio Bolsonaro devem ter respirado aliviados ao fim do debate da Band, realizado em pool com outros veículos. O nível da discussão foi tão pobre que o eleitor de ambos teve razões de sobra para trocar uma decepção com a ausência dos favoritos por uma solidariedade com sua decisão.

O desafio de Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury era se tornarem conhecidos para, no decorrer da campanha, quem sabe, despontarem como uma terceira via possível diante da polarização bastante consolidada. Nesse sentido, falharam miseravelmente.

O show de Renan para a machosfera, as pílulas de autoajuda lançadas por Cury e uma mal ajambrada coletânea de realizações de seu governo em Goiás produzida por Caiado não chegaram, em nenhum momento, a configurar um debate de fato, em que os candidatos —a presidente da República! — formulassem propostas viáveis para problemas concretos do país e dos eleitores.

As medidas extremas metralhadas por Renan entre uma ofensa de boteco e outra a Lula, Flávio e, de forma bastante gratuita, à primeira-dama Janja da Silva são todas inviáveis à luz da Constituição, e ele não falou em nenhum momento como pretende lidar com o Congresso para aprová-las.

Caiado não conseguiu se distinguir de dois oponentes alheios à política e fazer da experiência que tem um trunfo capaz de conquistar os eleitores independentes, que oscilam entre os favoritos ausentes, ou os indecisos.

É lamentável que os favoritos fujam do confronto de ideias faltando menos de dois meses da eleição. Ainda mais diante de uma lista importante de esqueletos nos armários de ambos, como o escândalo Dark Horse do filho de Bolsonaro e as traficâncias de Lulinha, filho do presidente.

Vai ficar para em cima da hora do voto, no debate da Globo, o único momento de tête-à-tête entre Lula e Flávio, o que é um desserviço para o eleitor.

Dito isso, há que se alterar as regras dos debates de forma que candidatos a lacradores não capturem a discussão, como aconteceu com Pablo Marçal em 2024 e de novo ontem.

Esse tipo de comportamento de circo acaba por dar aos fujões uma justificativa com a qual o eleitor comum, que não está interessado em espetáculo, é capaz de se identificar.

Diante do que se viu — dois favoritos que não se dignam a debater, e um outro conjunto de candidatos fracos e sem propostas consistentes —, não admira que a disputa de 2026 esteja baseada, mais do que nunca, numa batalha de rejeições.

Campanha do Senado descolada da de governador

Em Pernambuco, a corrida para o Senado, com duas vagas em aberto nas eleições deste ano, está completamente indefinida, segundo a última pesquisa do Datafolha. E vai tomando um rumo que pode quebrar o paradigma do candidato a governador puxar os seus candidatos à Casa Alta, como se deu lá atrás, na eleição de Miguel Arraes, depois com Jarbas Vasconcelos e Eduardo Campos.

Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT), que lideram, numericamente, integram a chapa do candidato da oposição, o socialista João Campos, que apareceu com 7 pontos percentuais abaixo da governadora Raquel Lyra – 47% a 40%, na mesma pesquisa. Ambos usam como estratégia uma vinculação direta com o presidente Lula (PT).

No ‘Band Eleições’, na BandNews, que antecedeu a transmissão do debate entre candidatos à Presidência na noite de domingo (23), a apresentadora Paula Valdez fez duro questionamento aos três ausentes, Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Zema (Novo).

“Eu me sinto, como jornalista, completamente desrespeitada por esses candidatos, porque é trabalho”, disse. As informações são da UOL.

“É um trabalho sendo feito desde o início do ano. Reuniões com todas as equipes de campanha para, juntas, ajudarem a definir as regras do debate.”

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na noite deste domingo (23), da Caminhada 40, em Timbaúba, na Mata Norte, ao lado do prefeito Marinaldo Rosendo (PP), integrantes da chapa majoritária e candidatos proporcionais da Frente Popular. Uma multidão de apoiadores acompanhou o ato pelas ruas do município durante a agenda de campanha.