Gilson Machado propõe zona franca para Polo de Confecções após fim da “taxa das blusinhas”

O ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto criticou a decisão do Governo Federal de zerar a taxação sobre compras internacionais de até US$ 50 e defendeu a criação de uma zona franca para o Polo de Confecções do Agreste pernambucano. Em publicação nas redes sociais, Gilson afirmou que a medida adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria impacto negativo sobre o setor de confecções nacional, especialmente em cidades como Santa Cruz do Capibaribe e Toritama.

“Quer ajudar o brasileiro? Olha para os empresários dos polos de confecções do país, Lula. Faz uma zona franca nos polos de confecções começando por Santa Cruz do Capibaribe e Toritama aqui em Pernambuco, sua terra também”, declarou Gilson Machado. O ex-ministro também citou medidas adotadas durante o governo Bolsonaro, como a redução do imposto sobre o querosene de aviação e a manutenção da taxação de 35% sobre confecções chinesas, segundo ele, para ampliar a competitividade do mercado nacional.

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Por André Gustavo Vieira*

O Brasil não ficou menor numa eleição. Ficou menor ao longo de uma década. Por tempo demais, a pauta política, a pauta da imprensa e a conversa da própria sociedade foram ocupadas por disputas de personagens, crises institucionais e guerras de narrativa. O que deveria ter prevalecido — o debate sobre o país que queremos ser — foi sendo empurrado para o rodapé. Nesse processo, questões fundamentais para a vida dos brasileiros perderam espaço, voz e prioridade.

Enquanto disputávamos o presente, o futuro foi ficando para trás.

Nesse intervalo, o mundo andou. A revolução tecnológica e a inteligência artificial estão redesenhando a economia, o trabalho e a vida cotidiana, mas uma parcela expressiva da juventude brasileira, sobretudo a que depende da escola pública, segue à margem dessa transformação. Não se trata apenas de acesso à tecnologia, mas de preparar gerações para compreender, participar e protagonizar um mundo que já está sendo construído. O risco é aprofundarmos desigualdades históricas e condenarmos milhões de brasileiros a oportunidades cada vez mais distantes.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, reuniu eleitores na Avenida Atlântica, na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (24), véspera da votação de segundo turno.

Lula acenou e apertou as mãos de apoiadores e pulou com a música durante o trajeto até o carro de som. Ele subiu no carro da manifestação por volta de 11h40. Neste momento, ele ergueu a Constituição e a bandeira do Brasil. As imagens são do Metrópoles.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, reuniu eleitores na Avenida Atlântica, na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (24), véspera da votação de segundo turno. Ele chegou em Copacabana, no Rio, por volta das 9h40 de hoje para o seu penúltimo ato da campanha presidencial de 2026.

A concentração começou a partir das 9h no Posto 5. O candidato está acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, a deputada Benedita da Silva, o ex-prefeito Eduardo Paes, o prefeito Eduardo Cavaliere e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves. Lula acenou e apertou as mãos de apoiadores e pulou com a música durante o trajeto até o carro de som. Ele subiu no carro da manifestação por volta de 11h40.

O candidato afirmou que está confiante na vitória nas urnas e agradeceu a mobilização dos eleitores no segundo turno. “Eu tenho que agradecer ao povo brasileiro, pois o que ele fez neste segundo turno não estava inscrito em nenhuma página da nossa sociologia. O povo assumiu para si a responsabilidade de fazer a campanha. Hoje temos um exército de democratas nesse país maior que o exército chinês, maior que o exército russo e maior que o exército americano, que é o exército do Lula”, disse.

Ao sair da manifestação, Lula destacou que ainda cumprirá agenda de campanha em São Paulo nesse sábado. Ele encerrará os atos com uma caminhada pela Avenida Paulista.

Caruaru - Minha rua nova

Por Gastão Cerquinha Neto*

O presidente que queremos investe na formação de cientistas e não nega a ciência, colocando teorias conspiratórias acima de fatos.

Nos últimos anos, o Brasil teve um aumento significativo no número de universidades e institutos federais, desde as capitais até as cidades mais distantes. O resultado foi a ampliação do acesso ao ensino superior e a formação de mais profissionais, mestres e doutores. Isso significa mais pessoas dedicadas aos avanços da ciência, ao desenvolvimento de novas tecnologias e, particularmente, à compreensão de como as mudanças climáticas afetam nossa sociedade.

Um exemplo desse avanço é a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que possui 25 cientistas entre os mais influentes do mundo, de acordo com um levantamento da Universidade de Stanford. Esse é apenas um dos muitos exemplos de sucesso que mostram a importância da valorização das universidades e dos espaços de pesquisa.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Estadão Conteúdo

O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cuêva, determinou a derrubada de um áudio com informação falsa publicado no canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”. Na mensagem, o senador eleito Gustavo Gayer afirma que mesários teriam votado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva por pessoas que não foram às urnas. Em seguida, convoca apoiadores para atuarem como “fiscais de urna”. A mentira foi divulgada às 11h43 de ontem (23).

Na decisão, o magistrado determina que a Meta, dona do aplicativo, retire o conteúdo, estabelece multa de R$ 100 mil por hora em caso de descumprimento da decisão e cita a proximidade do pleito ao justificar a cobrança por celeridade.

Olinda - Refis 2026

Do UOL

Pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado (24) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50,7% das intenções de votos válidos, e o presidente Lula (PT) com 49,3%.

O levantamento aponta um cenário de empate técnico entre os candidatos, dentro da margem de erro, um dia antes do segundo turno da eleição presidencial.

Palmares - Creche Quilombo II

Apoiadores do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) se concentram na manhã deste sábado (24) na Praça da Liberdade, na capital mineira, para um dos últimos atos de campanha antes do segundo turno, que já é neste domingo (25). Outro grupo de bolsonaristas foi para a Praça do Papa, também em BH, de onde parte uma motociata em apoio a Flávio. Além de um dos últimos atos da campanha, essa é a primeira aparição pública de Flávio após o debate contra Lula (PT) na Globo na noite de ontem (23). As informações são do Metrópoles.

Com Flávio em BH estarão governadores eleitos ou reeleitos, como Tarcísio de Freitas, de São Paulo, e Cleitinho Azevedo, de Minas, ambos do Republicanos. Será a primeira vez na campanha que Cleitinho, eleito governador em primeiro turno com 55% dos votos, subirá com Flávio em um palanque.

Principal cabo eleitoral de Flávio ao longo dessa campanha, tanto nas redes quanto nas ruas, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), reeleito com mais de 3 milhões de votos, também é presença garantida tanto em BH quanto no ato final de campanha de Flávio, no Rio.

Às 14h, o candidato do PL à presidência fecha a campanha na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O ato acaba em frente ao condomínio onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, tem uma casa.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Do Portal Folha de Pernambuco

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) anunciou, ontem (23), o adiamento do início da concessão parcial dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em Pernambuco. A transição, originalmente marcada para a próxima segunda-feira (26), foi transferida para 23 de novembro.

A alteração do calendário adia a transferência formal da gestão operacional da Compesa para o setor privado nas regiões contempladas pelo leilão. O acordo foi assinado em abril deste ano, e previa um limite de seis meses — que vence em outubro — até a transição.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Do Poder360

O Brasil vive uma das disputas presidenciais mais disputadas da sua história. No 1º turno, a diferença de votos entre os dois candidatos que passaram para o 2º turno foi a menor já registrada. Flávio Bolsonaro (PL) teve apenas 2,2 milhões de votos a mais que Luiz Inácio Lula da Silva (PT), uma diferença de 1,87 ponto percentual.

Os levantamentos de intenção de voto vinham mostrando o grau de equilíbrio nos últimos cenários de intenção de voto. A maior parte das empresas que fazem pesquisas indicava um cenário de empate técnico entre Lula e Flávio na disputa do 1º turno.

O Ministério Público (MP) Eleitoral defendeu a extinção do processo que envolve a abertura de sigilos bancários, fiscais e telefônicos dos candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O chamado “Desafio dos sigilos” foi proposto pelo candidato do PT, durante o debate da TV Bandeirantes, no último domingo (17).

A manifestação ocorre após Lula ter enviado, na última terça-feira (20), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento autorizando o levantamento de seus sigilos e dos de seus familiares, incluindo seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Na ocasião, o presidente desafiou Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo. Com informações do Metrópoles e da Agência Brasil.

Um ato em apoio a Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, reúne eleitores na Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, na Região Sul de Belo Horizonte, na manhã deste sábado (24), véspera da votação de segundo turno. A concentração começou a partir das 9h. A motociata estava marcada para 10h. O ato deve seguir pela Avenida Brasil até a Praça da Liberdade, na região Centro-Sul da capital mineira. Com informações do g1.

Mais informações em instantes.

O presidente Lula (PT) chegou em Copacabana, no Rio, por volta das 9h40 de hoje para o seu penúltimo ato da campanha presidencial de 2026.

Às vésperas do segundo turno da eleição, Lula reúne apoiadores no reduto eleitoral do seu rival no pleito, o senador Flávio Bolsonaro (PL). A concentração para a caminhada organizada pela campanha petista começou por volta das 8h no Posto 5, na avenida Atlântica.

O candidato à reeleição deve fazer discursos breves, de cima do carro de som em movimento. Isso porque o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proíbe a realização de comícios eleitorais nos dias que antecedem a votação.

Mobilização promovida nas redes sociais deu um gás na campanha na reta final. Comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, reúne hoje mais de 10,6 milhões de seguidores. Por lá, são organizados atos e dadas “missões” para os apoiadores. As informações são do UOL.

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