A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou nesta quarta-feira com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a cassação do registro ou do diploma do senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e de seu vice, Alfredo Gaspar (PL), por suspeitas de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social. A coligação acusa as plataformas Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, e X de favorecerem a candidatura adversária por meio de seus sistemas de distribuição de conteúdo, ferramentas de inteligência artificial e mecanismos de moderação.
A ação, distribuída ao corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, também pede que Flávio seja declarado inelegível por oito anos. A campanha de Lula sustenta que houve uma atuação sistemática das plataformas em benefício do candidato do PL, ao mesmo tempo em que conteúdos e contas ligados ao presidente teriam sofrido restrições de alcance e bloqueios indevidos. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisNa petição, os advogados argumentam que a disputa eleitoral passou a ser influenciada não apenas pelas estratégias das campanhas, mas também pelas decisões das empresas que controlam a circulação de informações nas redes sociais.
“Esta ação não trata do que um candidato disse. Trata de quem decide o que o eleitor vê”, afirma a ação, assinada pela equipe do advogado Angelo Longo Ferraro.
Segundo os advogados, os sistemas de recomendação, as ferramentas de inteligência artificial e os mecanismos de revisão de anúncios das plataformas passaram a operar de maneira desigual, em benefício da candidatura de Flávio.
“Os fatos já documentados revelam que a infraestrutura privada na qual hoje se realiza a propaganda eleitoral (…) passou a operar, de modo reiterado e convergente, em benefício da candidatura dos investigados e em franco detrimento da candidatura adversária”, diz a ação.
A campanha de Lula sustenta que a suposta vantagem obtida por Flávio envolveria uma combinação de distribuição desigual de conteúdos, utilização de redes coordenadas de perfis, produção de material com inteligência artificial e recursos financeiros empregados na divulgação de mensagens políticas.
Entre os elementos apresentados, a coligação cita um levantamento do Instituto Democracia em Xeque que identificou uma rede de 255 perfis responsáveis por 1.204 publicações, com 58,6 milhões de visualizações em um mês. De acordo com o estudo, parte desses conteúdos teria sido produzida com inteligência artificial e divulgada sem identificação adequada.
O documento também aponta diferenças no alcance das publicações dos dois candidatos. Segundo os dados apresentados pela campanha, embora tivesse 17,2% menos seguidores, o perfil de Flávio Bolsonaro registrou, na primeira semana do segundo turno, quase três vezes mais interações por publicação do que o de Lula.
Para os advogados, os números, associados a episódios de bloqueio de anúncios e restrições de contas ligadas ao PT, justificam uma investigação sobre possível tratamento desigual.
“Esta ação não se resume a uma discussão técnica sobre algoritmos. Ela vai além. Sustenta que a candidatura investigada se beneficia de uma engrenagem de poder econômico”, diz a petição.
A coligação argumenta que essa estrutura envolveria o poder econômico das empresas que controlam as plataformas digitais, os recursos empregados pela própria campanha de Flávio e a circulação de dinheiro de fontes vedadas e do exterior.
Leia menos
O presidente nacional do PSB, João Campos, e o vice-líder do governo no Congresso, Dorinaldo Malafaia (PDT), anunciaram, na tarde desta quarta-feira (21), o apoio à reeleição do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Motta foi recebido na sede nacional do PSB durante reunião com a bancada federal e o ministro do empreeendedorismo, Paulo Pereira (PSB).
Os dois partidos destacaram a importância de dar continuidade à construção de uma agenda legislativa comprometida com os direitos dos trabalhadores, a redução das desigualdades e o desenvolvimento do Brasil. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“O PSB reafirma seu compromisso histórico de ter coerência, de ter posição, de ter coragem, de ter lado e de clamar por um ambiente de equilíbrio no Brasil”, afirmou Campos.
O presidente nacional do PSB também avaliou que a iniciativa representa um passo importante para a consolidação de uma maioria democrática no Parlamento.
“Estamos construindo um centro democrático no parlamento brasileiro para frear qualquer tipo de aventura com viés autoritário, agressividade, violência ou desconstrução. Queremos um espaço para discutir, discordar, ser ouvidos e fazer debate. Todos concordaram que esse era um movimento que precisava ser feito. Portanto, é um movimento unânime do nosso partido, que verdadeiramente acredita nisso”, declarou Campos.
Leia menos
A deputada federal eleita Liana Cirne (PT) participa da elaboração e apresentação de quatro representações da Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) à Justiça Eleitoral. As ações envolvem os vereadores Gilson Filho e Thiago Medina, o deputado estadual Coronel Feitosa e o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, todos do PL. “Estamos recorrendo à Justiça para que as denúncias sejam apuradas e a legislação seja cumprida. Não podemos naturalizar a desinformação”, afirmou Liana.
As representações contra Gilson Filho e Thiago Medina questionam vídeos publicados nas redes sociais com acusações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro. Nos dois casos, a federação pede a retirada das publicações, a suspensão da reprodução do conteúdo questionado e a concessão de direito de resposta em favor de Lula.
Outra ação contesta 16 anúncios impulsionados pela campanha de Flávio Bolsonaro na plataforma Meta que, segundo a federação, veiculam conteúdo negativo contra o PT. Já a representação contra Coronel Feitosa, apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), questiona um anúncio patrocinado após o prazo permitido para a disputa de deputado estadual e pede multa de até R$ 30 mil, caso a irregularidade seja reconhecida.
O vereador Luciano Pacheco criticou a possível transferência da sede regional da Compesa de Arcoverde para outro município. Segundo ele, a estrutura poderá ser levada para Belo Jardim ou Afogados da Ingazeira. O parlamentar afirmou que a mudança representaria uma perda de representatividade para Arcoverde.
Pacheco também atribuiu a situação à falta de um deputado estadual ligado diretamente ao município para defender os interesses da cidade junto ao Governo de Pernambuco. Na avaliação do vereador, essa ausência tem reduzido a capacidade de articulação de Arcoverde diante de decisões do Estado. Com informações do portal O Dia PE.
Assista:
A governadora reeleita Raquel Lyra (PSD) anunciou em suas redes sociais, nesta quarta-feira (21), que irá garantir o transporte intermunicipal de eleitores no segundo turno das eleições 2026, marcado para domingo (25).
“Pela primeira vez na história, o governo de Pernambuco está garantindo o transporte gratuito para o dia da votação tanto na Região Metropolitana como pelo transporte intermunicipal”, disse, em vídeo.
A gestora não deu detalhes da operacionalização, como rotas e número da frota que será disponibilizada. “Você vai saber como vai funcionar no interior a partir dos canais oficiais do governo”, indicou Lyra, que reiterou a gratuidade já prevista para o transporte urbano no Grande Recife.
Procurada pelo Diario, a assessoria do governo informou que o detalhamento será liberado em breve.
O deputado federal eleito Gabriel Porto (PSB) reuniu-se, nesta quarta-feira (21), em Brasília, com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para tratar de temas que estarão em discussão no Legislativo federal a partir do próximo ano. “Aproveitamos a oportunidade para trocar ideias sobre as principais pautas do Congresso Nacional e temas importantes para o Brasil e principalmente para nosso Pernambuco”, afirmou Gabriel.
Segundo o deputado eleito, o encontro também fez parte da preparação para o início do mandato. “Estamos acompanhando as atividades, nos inteirando das principais questões da Câmara e nos preparando para exercer o mandato da melhor forma possível”, disse.
O vereador Marco Aurélio Filho (PV) foi eleito, nesta quarta-feira (21), com 36 votos para ser o primeiro-secretário da Câmara do Recife, mas voltará à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Juventude para fazer a transição do cargo. Em 4 de janeiro é que assumirá a nova função como parlamentar e uma das prioridades será a mudança de sede. O prédio já foi adquirido, terá que passar por adaptações e a meta é que a transferência das atividades seja concluída até o final de 2028.
“A gente tem o novo prédio, que já foi comprado e nós temos o compromisso, nesse biênio de 2027/2028, de entregar, não só o novo prédio, não só a nova sede, que é um anseio e faz tempo que a gente fala sobre isso, mas um equipamento social para a cidade. Antes de encerrar esse biênio, a gente tem que entender um pouco do que vai encontrar lá, saber se tem projeto, se não tem. A gente vai entender um pouco de todo o processo, mas sem dúvidas antes de finalizar o nosso biênio, vai ser feita essa entrega para a cidade”, garantiu Marco Aurélio. As informações são do Blog Dantas Barreto.
Leia maisApesar de, inicialmente, ter interesse de concorrer à Presidência da Câmara, o vereador do PV disse que o importante foi garantir o consenso, que terminou sendo em torno de Samuel Salazar (MDB) para suceder Romerinho Jatobá (PSB).
“Havia um sentimento de mudança de renovação da Casa. A gente teve o cuidado, tanto eu quanto o Samuel, como os outros atores que estavam envolvidos também desde o início, a professora Ana Lúcia, vereador Hélio Guabiraba, de conversar com cada um. Então, o diálogo é o ponto principal e o ponto de partida para saber onde a gente quer chegar. Eu
trago também muito isso, porque aprendi, inclusive no Poder Executivo, essa sensibilidade de não fazer um poder de costas para o povo. Muito pelo contrário, é o poder junto com o povo. E para isso a gente tem que escutar todos os mandatos, as diferentes bandeiras partidárias”, assegurou.
Já com a primeira-secretaria da Câmara do Recife garantida, Marco Aurélio Filho retornará temporariamente à Secretaria de Direitos Humanos e Juventude, a fim de concluir os trabalhos e deixar tudo arrumado para seu futuro substituto.
“A gente vai voltar para finalizar até dezembro, fazer essa transição da Secretaria de Direitos Humanos e Juventude, que começou com o então prefeito João Campos. Uma secretaria nova, que não existia. Nós implementamos uma política pública nova para a cidade e, naturalmente, que a minha exoneração foi a pedido. Conversei com o prefeito Victor Marques a respeito do interesse de poder colocar o nosso nome à disposição da Câmara e voltarei, na próxima semana, para a Prefeitura para finalizar, enquanto secretário, e fazer a transição. Tenho certeza de que, a partir de agora, a cidade tem uma política de direitos muito robusta”, destacou Marco Aurélio Filho.
Leia menos
O senador Flávio Bolsonaro (PL) já tem o texto pronto de mais de 200 decretos, para serem assinados caso seja vencedor da eleição para presidente da República. A informação foi repassada ao Correio por aliados do parlamentar. De acordo com as fontes ouvidas pela reportagem, a maioria dos decretos trata de regulação de normas trabalhistas, inclusive sobre o fim da escala 6×1 e a organização da jornada de trabalho.
O senador pretende fazer uma espécie de “decretaço” assim que assumir o cargo, podendo ocorrer já no primeiro dia de mandato. Além de alteração na legislação trabalhista, o congressista também pretende fazer um “revogaço” de decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outra área importante que seria afetada, de acordo com as fontes, é a ambiental, com a criação de normas restringindo fiscalização de órgãos ambientais sobre áreas de vegetação que estão em terras consideradas privadas ou que não estão classificadas como de proteção ambiental. As informações são do Correio Braziliense.
Leia maisDezenas de decretos também foram pensados para alterar normas econômicas, inclusive a organização administrativa do Poder Executivo, acabando com muitos conselhos, comitês e grupos de trabalho, que são vistos como iniciativas que aumentam o custo da máquina pública sem resultados relevantes para o país. Nos primeiros três meses, também estão previstas medidas para privatizar entes estatais, que precisariam ser chanceladas pelo Congresso Nacional.
A maioria dos decretos teria de ser encaminhada ao parlamento, inclusive por meio da edição de medidas provisórias, que precisam do crivo dos deputados e senadores para continuarem em vigor. No entanto, aliados do senador acreditam que não haveria dificuldades em aprovar as medidas diante da nova configuração do Congresso. Procurado para comentar o caso, por meio de sua assessoria de campanha, Flávio Bolsonaro não se manifestou sobre o caso.
Leia menos
Coordenadores da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmaram nesta quarta-feira (21) que o petista não se opõe às condições colocadas pelo seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), para autorizar a quebra de sigilos.
Segundo o coordenador político da campanha de Lula, senador Camilo Santana (PT-CE), Flávio Bolsonaro fez as condicionantes como forma de “manobra”.
“Todas as condicionantes a única resposta é que o presidente não se opõe em absolutamente nada que ele colocou, com tanto que ele [Flávio Bolsonaro] faça”. As informações são do g1.
Leia maisCamilo Santana disse ainda que a campanha de Lula vai ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 11h desta quinta-feira (22) protocolar a resposta ao senador Flávio Bolsonaro.
“Se não tem nada a dever, que ele cumpra o que o presidente propôs. Presidente não tem nada a se opor ao que ele colocou condicionantes. Amanhã às 11h estaremos no TSE para protocolar a resposta do presidente e é o prazo para ele estar la também”, disse Santana.
Em resposta ao desafio de quebras de sigilo lançado nesta semana pelo presidente Lula, Flávio condiciona o levantamento de dados a exigências que abrangem tanto o período em que Lula exerceu mandatos anteriores quanto a atual gestão federal.
Entre as principais exigências feitas pela campanha de Flávio Bolsonaro estão:
Em um documento protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato do PT à reeleição afirma que autoriza a liberação de seus sigilos bancário, fiscal e eletrônico relativos aos últimos 8 anos, e também os de seus parentes, desde que o seu adversário na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro (PL), faça o mesmo.
De acordo com a petição apresentada pela defesa de Lula ao TSE, a liberação e a ampla divulgação dos dados – seja por meio do sistema Divulga CandContas da Corte Eleitoral, ou de outro site de acesso público – vão abranger os seguintes familiares de Lula:
Lula condiciona a liberação dos seus sigilos e os de parentes à autorização, por Flávio Bolsonaro, da divulgação dos sigilos dele e dos seguintes familiares:
E também das seguintes empresas ligadas ao candidato do PL:
Flávio Bolsonaro é alvo de dois inquéritos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Um deles, sobre lavagem de dinheiro, investiga a relação do candidato do PL com o advogado Willer Tomaz.
O outro inquérito trata do financiamento de “Dark Horse”, uma cinebiografia sobre Jair Bolsonaro. Essa investigação apura negociações envolvendo recursos do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para a produção do filme.
A campanha de Lula afirmou que segue preocupada com a atuação da Meta durante o período eleitoral mesmo após a reunião de terca-feira (20) no TSE com a empresa.
Segundo a coordenação, a ala jurídica da campanha vai entrar ainda nesta quarta-feira (21) com representações na Justiça Eleitoral contra a Meta.
“A Meta é motivo de grande preocupação para gente e para o mundo democrático. Não vamos aceitar esse tipo de interferência, esse tipo de coisa” afirmou Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação (Secom).
Leia menos
O candidato à Presidência pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, apresentou nesta terça-feira (21) uma petição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em resposta ao desafio de quebras de sigilo lançado nesta semana pelo presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No documento, endereçado ao ministro André Mendonça, Flávio diz aceitar abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos 20 anos, além de dados de seus familiares citados e de empresas de sua propriedade.
No entanto, como condição para isso, impõe que o petista faça o mesmo, ampliando os objetos das quebras de sigilos. As informações são do g1.
Leia maisNa véspera, Lula havia protocolado um documento no TSE declarando “autorizar” a abertura de seus sigilos e de seus familiares nos últimos 8 anos, condicionando o ato à reciprocidade do adversário.
Para a defesa de Flávio Bolsonaro, no entanto, a proposta inicial de Lula seria uma “promessa vazia” e uma “quebra para inglês ver”, argumentando que eventuais irregularidades do adversário estariam ocultas em nomes de terceiros, laranjas e empresas, e não em suas contas diretas.
“O pedido de Lula é uma verdadeira aberração jurídica. Não pede nada ao Tribunal, não se encaixa em nenhum tipo de processo e depende da vontade de quem nem sequer é parte. Também é desnecessário, porque, caso o candidato estivesse realmente preocupado em levar a verdade aos eleitores, poderia, ele próprio, divulgar os extratos”, afirmam os advogados na peça.
Na petição apresentada no TSE, o senador condiciona o levantamento de dados a exigências que abrangem tanto o período em que Lula exerceu mandatos anteriores quanto a atual gestão federal. Entre as principais exigências feitas pela campanha de Flávio Bolsonaro estão:
Na petição, Flávio Bolsonaro diz que “quem não deve, não recorta” e que o pedido feito por Lula, às vésperas do segundo turno, exige transparência total. Ele também critica o que classifica como um “factóide” da campanha do petista.
O candidato do PL pede ainda que o TSE intime Lula a dizer se aceita as condições e, em caso negativo, que seja registrado no processo que o petista recusou a proposta.
No documento enviado ao TSE, Flávio diz que não é sócio, administrador nem beneficiário da Alcazar Holdings, empresa do advogado e amigo do candidato do PL Willer Tomaz.
Flávio diz que, por isso, não tem dados bancários e fiscais da empresa.
Flávio Bolsonaro foi cadastrado como “usuário master” de uma conta bancária pertencente à referida empresa de Willer Tomaz, investigado por suspeita de lavagem de dinheiro. Nesta terça-feira (20), Lula defendeu a quebra dos sigilos da Alcazar Holdings.
Flávio é alvo de dois inquéritos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Um deles, sobre lavagem de dinheiro, investiga a relação do candidato do PL com o advogado Willer Tomaz.
O outro inquérito trata do financiamento de “Dark Horse”, uma cinebiografia sobre Jair Bolsonaro. Essa investigação apura negociações envolvendo recursos do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para a produção do filme.
A defesa do senador tem negado irregularidades nas investigações, afirmando que não há envolvimento em ilícitos e criticando a divulgação de peças sigilosas durante o período eleitoral.
Leia menos
O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), publicou nas redes sociais um vídeo em defesa da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, na comparação entre os últimos oito anos, divididos entre os governos de Jair Bolsonaro e Lula, 94% do valor dos novos contratos firmados pelo Governo Federal com o Recife teriam sido fechados durante a atual gestão. Victor citou obras como o Hospital da Criança e intervenções em áreas de encosta e pediu votos para Lula no segundo turno.
A vereadora Professora Ana Lúcia foi eleita, nesta quarta-feira (21), para a 1ª vice-presidência da Câmara Municipal do Recife no biênio 2027-2028. Segundo as informações divulgadas, ela é a primeira mulher a ocupar o cargo na história da Casa de José Mariano. A parlamentar está no terceiro mandato e atualmente preside a Comissão de Educação, Cultura, Turismo e Esportes.
Professora e vereadora, Ana Lúcia tem atuação voltada a pautas como educação pública, inclusão de pessoas com deficiência, apoio a mães atípicas e direitos das mulheres. A 1ª vice-presidência integra a estrutura de direção da Câmara e participa da organização e da condução dos trabalhos institucionais do Legislativo municipal.
