O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, por 4 votos a 2, reformar a sentença de primeira instância e manter os mandatos do prefeito de Pesqueira, Marcos Luidson de Araújo, conhecido como Cacique Marquinhos Xucuru, e da vice-prefeita Cilene Martins de Lima, eleitos nas eleições municipais de 2024. O julgamento ocorreu nesta quarta-feira (17), no âmbito do Recurso Eleitoral nº 0600530-64.2024.6.17.0055, originado de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE).
A ação apurava suposta prática de abuso de poder político e econômico durante a campanha, relacionada à execução de obras de asfaltamento na localidade de Baixa Grande, no período eleitoral. Por maioria, o plenário do TRE-PE entendeu que não houve comprovação dos elementos necessários para caracterizar abuso, afastando as acusações por ausência de provas de desvio de finalidade ou de uso indevido da estrutura pública com fins eleitorais.
Com a decisão, o Tribunal anulou a cassação aplicada anteriormente, manteve a validade do resultado das urnas e garantiu a permanência de Cacique Marquinhos Xucuru e Cilene Martins no exercício dos cargos, sem aplicação de sanções de inelegibilidade. O voto vencedor foi apresentado pelo desembargador Washington Luiz Macedo de Amorim, acompanhado pelos desembargadores Roberta Vianna Jardim, Breno Duarte Ribeiro de Oliveira e Paulo Augusto de Freitas Oliveira, ficando a redação do acórdão sob sua responsabilidade. Ainda cabe recurso às instâncias superiores. Com informações do Portal Panorama.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) julga, amanhã, os recursos contra a cassação do prefeito de Cabrobó, Elioenai Dias Santos Filho, e da vice-prefeita Georgia Fernanda Torres de Oliveira. A análise do memorial apresentado pelo advogado eleitoral Delmiro Campos, que defende a manutenção das sentenças, aponta um cenário de difícil reversão da condenação, embora a decisão caiba ao plenário do Tribunal.
Em primeira instância, a Justiça Eleitoral determinou a cassação dos diplomas, inelegibilidade por oito anos e multa relacionada ao artigo 41-A da Lei das Eleições. A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) também opinou pelo não provimento dos recursos.
Provas materiais pesam no julgamento
O principal argumento pela manutenção da sentença é a existência de um conjunto de provas materiais, periciais e digitais.
Durante investigação sobre abastecimentos ocorridos no dia de uma carreata da campanha de 2024, foram apreendidos R$ 55.548,58 em vales-combustível, além de celulares e HDs. Segundo o memorial, a perícia da Polícia Federal identificou diálogos nos quais o irmão do prefeito negociava os vales e o pai realizava pagamentos. O documento destaca ainda movimentação de R$ 126.352,51 no caixa de um dos postos, muito superior aos dias anteriores.
Outro obstáculo para os recursos é que o próprio TRE-PE já analisou questionamento sobre a legalidade da busca, apreensão e acesso aos dados, ao julgar habeas corpus relacionado ao caso. O memorial sustenta, por isso, que essa discussão já estaria superada na Corte.
Parecer da PRE reforça sentença
A Procuradoria Regional Eleitoral produziu parecer de 26 páginas e 118 itens, posicionando-se pela manutenção das condenações. Para a PRE, conforme reproduzido nos memoriais, o conjunto probatório seria robusto e suficiente para demonstrar a participação dos envolvidos.
O documento também cita precedente recente do TSE envolvendo Cachoeira Alta (GO), no qual foram mantidas sanções contra prefeito e vice em caso relacionado à distribuição massiva de combustível. Para os autores do memorial, o julgamento apresenta semelhanças relevantes com o processo de Cabrobó.
Reversão exigiria superar vários fundamentos
O cenário é considerado difícil porque a defesa precisaria superar simultaneamente a sentença condenatória, o conjunto de provas materiais e periciais, o parecer da PRE e questões sobre a licitude das provas já enfrentadas pelo próprio TRE-PE.
Isso não significa resultado antecipado. Caberá aos desembargadores avaliar os argumentos apresentados pelas partes.
Os recursos nº 0600397-53.2024.6.17.0077 e 0600398-38.2024.6.17.0077, sob relatoria do desembargador Washington Luís Macedo de Amorim, estão indicados para julgamento nesta quarta-feira (26), às 14h.
O julgamento poderá definir um novo capítulo na situação política de Cabrobó e esclarecer se o TRE-PE manterá ou reformará as decisões proferidas pela 77ª Zona Eleitoral.
O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou que o vazamento de informações sigilosas pode acabar comprometendo a investigação que envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A declaração foi dada enquanto Haddad comentava as críticas feitas pelo advogado de Lulinha, Marco Aurélio Carvalho, sobre a divulgação de informações relacionadas ao inquérito da Polícia Federal que apura suspeitas de corrupção e tráfico de influência envolvendo o filho do presidente. As informações são do portal Metrópoles.
Questionado sobre o assunto, Haddad destacou que a investigação precisa seguir os procedimentos legais para que eventuais irregularidades não prejudiquem o próprio processo. Segundo ele, uma quebra irregular de sigilo pode gerar consequências posteriormente e até colocar em risco o resultado da investigação.
“Se você quiser se valer da sua autoridade para quebrar um sigilo definido pela Justiça, você vai acabar incidindo num erro”, avaliou.
A defesa de Lulinha pediu que os vazamentos fossem investigados e, após o pedido, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou que a Polícia Federal apure como informações sigilosas do caso chegaram a público. Para Haddad, o problema é que uma irregularidade cometida durante a investigação pode, no futuro, abrir espaço para questionamentos sobre a validade do processo.
“Você pode ter até dividendos políticos de curto prazo, mas não vai fazer justiça no médio e longo prazo”, disse.
O candidato ressaltou ainda que o governo federal não deve interferir no trabalho das autoridades responsáveis pela apuração. Segundo ele, ministros, superintendentes e delegados devem ter liberdade para conduzir as investigações. Haddad defendeu que o caso siga normalmente e que uma eventual condenação ou absolvição seja definida com base nas provas reunidas durante a investigação e no processo.
No fim, Haddad disse que, para ele, o resultado da investigação deve ser aceito independentemente de quem seja beneficiado ou prejudicado.
“O que importa é fazer justiça. Doa a quem doer, seja qual for o resultado”, declarou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai evitar, na largada da corrida eleitoral, visitar estados em que mais de um candidato disputa o seu apoio, na tentativa de reduzir atritos que possam atrapalhar a campanha à reeleição. A situação ocorre em Pernambuco, na Paraíba e no Maranhão. A campanha tenta se equilibrar entre as pressões dos aliados locais e a estratégia que privilegia o palanque nacional. Em 2022, Lula alcançou 66% dos votos no segundo turno nos dois primeiros estados e chegou a 71% no Maranhão.
Integrantes do grupo mais próximo ao presidente avaliam que uma margem folgada no Nordeste é essencial para os planos, diante da possibilidade de o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, ficar na dianteira em estados populosos como São Paulo e Rio.
Pernambuco tem a disputa mais evidente. Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) defendem o voto em Lula, que apoia Campos enquanto tenta não desagradar Lyra. Em 12 de agosto, o presidente recebeu o ex-prefeito em Brasília e gravou uma participação no programa que ele levará à televisão.
João Campos pressiona
Outro pedido, no entanto, não foi atendido, ao menos até o momento. Campos levou à cúpula do PT um cronograma de possíveis agendas ao lado de Lula em Pernambuco e ressaltou que o titular do Palácio do Planalto nunca deixa de ir ao estado natal nas campanhas — o petista nasceu em Garanhuns, município de 142 mil habitantes no agreste pernambucano. Campos voltou ao Recife sem uma data confirmada, mas vem insistindo com os dirigentes petistas.
Enquanto isso, Campos usa as redes na tentativa de colar a imagem à do presidente, aparecendo inclusive em uma casa de taipa em Garanhuns e publicando fotos com Lula.
— Nunca tive dúvida. O presidente sempre afirmou que apoia a nossa candidatura. Isso é nítido e é um caminho natural, porque o PSB é o principal partido aliado a ele — disse Campos ao deixar a gravação com Lula, em 14 de agosto.
Ao mesmo tempo, Raquel Lyra mantém interlocução com o presidente, é apoiada por aliados dele e tem reforçado o discurso de parceria com o governo federal. Na comparação com o adversário, no entanto, ela nacionaliza menos a disputa. Em entrevista ao GLOBO, ela disse que é “pernambuquista” ao ser perguntada se apoiaria o candidato do PSD, Ronaldo Caiado, e afirmou que recebeu aval do presidente do partido, Gilberto Kassab, de conduzir a campanha com “liberdade”.
Interlocutores da governadora afirmam que ela vai reconhecer o empenho de Lula em atender pleitos do estado e buscará mostrar que sempre teve portas abertas em Brasília. Não há na campanha de Lyra expectativa de que Lula declare apoio, mas os aliados apostam em um voto casado que já aparece na campanha em camisas e bandeiras vermelhas, cor do PT, e roxas. A fim de escapar de uma disputa nacional,a governadora tenta destacar o aspecto regional do pleito.
Na Paraíba, a disputa pelo apoio de Lula é ao Senado. O candidato do presidente ao governo é Lucas Ribeiro (PP), que tenta a reeleição, com o ex-governador João Azevedo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos) concorrendo ao Senado. Na última semana, Ribeiro e Azevedo gravaram em Brasília com Lula. Antes disso, o presidente já havia gravado, em julho, um vídeo declarando apoio a Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que tentará se reeleger. Veneziano está na chapa do candidato do MDB ao governo, Cícero Lucena, que tentou ter apoio do PT, mas perdeu a aliança.
Pai do deputado Hugo Motta (Republicanos), presidente da Câmara, Nabor ficou fora da lista, o que gerou incômodo no filho — que, apesar disso, declarou voto em Lula.
— É como se Lula tivesse três candidatos ao Senado: dois na nossa chapa e um na chapa de oposição. Eu diria que é um bom problema para Lula — afirmou Azevedo.
Já no Maranhão, um racha no grupo que venceu a disputa em 2022 mudou o cenário. O PT lançou o vice-governador Felipe Camarão, depois que as negociações com o grupo do governador Carlos Brandão (MDB) não avançaram. Camarão, no entanto, enfrenta resistências frente ao favoritismo de Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís, e de Orleans Brandão (MDB), sobrinho do atual governador.
Disputa entre aliados
Orleans faz campanha usando o nome de Lula. Com apoio do tio, usa o discurso de que os resultados da gestão de Brandão ocorreram em parceria com o governo federal. Orleans foi secretário de Assuntos Municipalistas e conta com apoio inclusive de alas do PT.
— Vamos trabalhar divulgando as parcerias que o Lula tem com o Maranhão, pedindo voto e firme no compromisso de dar a ele votação mais expressiva do que nas eleições anteriores — diz Orleans.
Também na disputa ao governo, Braide, por sua vez, marca uma distância maior do pleito nacional e tenta fisgar também o eleitorado de direita. Ele, no entanto, tem na chapa como candidato ao Senado André Fufuca (PP), que foi ministro do Esporte de Lula e defende o voto no presidente.
Desde o início da campanha, Lula já visitou cinco estados e realizou atos eleitorais em quatro: São Paulo, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Com o máximo respeito à Band pela história de 40 anos na defesa da democracia com seus debates presidenciais, o de domingo passado não passou de um grande picadeiro, espetáculo grotesco. Serviu apenas para atacar o presidente Lula, que, acertadamente, não aceitou o convite da emissora.
Renan Santos, como escreveu o jornalista Bernardo Melo Franco, mostrou a que veio ao exibir duas fraldas com os nomes de Lula e Flávio. Ao longo do debate, despejou falas misóginas e xingou eleitores dos adversários. Chegou a ser repreendido por Cury, que se disse espantado com sua agressividade.
Também estreante em eleições, o psiquiatra se mostrou uma metralhadora de chavões de autoajuda embrulhada num exótico terno verde. Faltou explicar o que faz na corrida presidencial.
Ronaldo Caiado não soube aproveitar o fato de ser o único presente com experiência política. Gastou a maior parte do tempo descrevendo Goiás como um paraíso nos trópicos.
Lula foi injuriado e caluniado diversas vezes e isso ainda foi tratado pelo “jornalismo” da Band como a coisa mais natural do mundo. Lamentável, reprovável. Concordo com a jornalista Cristina Serra, ex-TV Globo em Brasília, que classificou Renan de candidato fascistoide e histriônico.
Um moleque, a bem da verdade, que encontrou o palco livre para fazer cortes para as redes sociais dizendo as maiores barbaridades. Esses debates televisivos já tiveram seu tempo. Foram muito úteis nas primeiras eleições, após a retomada da democracia.
Conclui Serra, e assino embaixo: “Mas hoje em dia perderam totalmente a razão de ser. Repetem uma fórmula falida e nada acrescentam ao eleitor. Lula fez muitíssimo bem em não comparecer a um circo midiático de péssimo gosto”.
NEM CAIADO! – Mais experiente dos três candidatos, Ronaldo Caiado, do PSD, perdeu uma boa oportunidade para se diferenciar dos dois nanicos presentes – Augusto Cury, do Avante, e Renan Santos, do Missão. Afirmou que vai atuar para baixar a taxa de juros “a patamares de 6%” e que “derrotar o Lula” é a primeira coisa para essas medidas acontecerem. “De uma maneira direta, precisa de um choque de credibilidade. A pessoa que assumir o governo, a presidência da República, precisa ter autoridade moral. E nessa hora eu não vou endividar o país. Eu vou conter as despesas do país”, disse. O ex-governador listou feitos em Goiás para exemplificar suas propostas, por exemplo, ao responder sobre temas de segurança pública e educação.
Eduardo na estratégia de Raquel – Em sabatina, ontem, na rádio JC, o candidato a senador pela federação União Progressista, Eduardo da Fonte, seguiu a estratégia da governadora e ficou em cima do muro ao ser questionado sobre qual seria seu candidato a presidente da República. “O meu presidente da República é Pernambuco”, afirmou. O candidato recorreu a votações realizadas durante seus mandatos na Câmara para defender uma postura de independência em relação a quem ocupar o Executivo federal. Citou posições nas reformas da Previdência e trabalhista, além de pautas envolvendo o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a redução da jornada de trabalho.
Amor e ódio – Em entrevista ao jornal O Globo, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) apontaram a existência de supostos gabinetes do ódio, operados por adversários, que estariam propagando notícias falsas nas redes sociais. Questionada sobre o acirramento numérico demonstrado nas últimas pesquisas, Raquel fez questão de ressaltar que o pleito se trata de uma disputa do “amor contra o ódio”.
CPI e impeachment – E completou: “Ao longo de três anos e meio, arrumamos a casa; o estado estava sem capacidade de investimento algum. Tomamos decisões difíceis e duras, porque não sou mulher de fazer atalhos, mas estamos fazendo o estado voltar a ser protagonista de sua história. É claro que não está tudo perfeito, mas entregamos muito. É uma campanha de amor contra o ódio, com muita propagação de fake news e um nível muito baixo de discussão”. De acordo com a governadora e candidata à reeleição, sua gestão vem sendo alvo de perseguição e as ações têm a ciência da Justiça Eleitoral. “Fizeram CPIs e pedidos de impeachment, mesmo eu sendo uma governadora honesta, trabalhadora e que entrega, que não está aqui para se satisfazer do poder. Denunciei ao Tribunal Regional Eleitoral o uso de robotização, com indícios muito claros da existência de um gabinete do ódio com perfis para divulgar fake news sobre mim. Nossa campanha vem judicializando isso”.
Gabinete do ódio – João Campos, por sua vez, alegou que uma organização teria sido montada logo após o início do seu segundo mandato à frente da Prefeitura do Recife. O socialista utilizou como exemplo o episódio em que a Polícia Civil de Pernambuco foi acusada de monitorar ilegalmente servidores da gestão municipal. “Há quase dois anos, o que existe é um gabinete do ódio liderado pela oposição a mim, ligada ao governo do estado, que passa manhã, tarde e noite me atacando nas redes sociais, com direito a deepfakes. Depois que fui reeleito, montou-se essa estrutura. Denunciei há mais de um ano e meio. Abriu-se até CPI na Assembleia, isso foi denunciado à Polícia Federal, ao Supremo Tribunal Federal, e há inquérito em curso investigando pessoas ligadas ao governo”, afirmou. Segundo ele, são mais de 90 ações no TRE, com êxito de mais de 80% a seu favor. “Há uma tentativa clara de mudança de retórica, que é uma prática da extrema direita e da direita para mudar os fatos”, completou.
CURTAS
REGISTRO 1 – A um mês e meio das eleições presidenciais, a Agência Nacional de Cinema (Ancine) aceitou na última sexta-feira o registro de obra estrangeira de “Dark Horse”, polêmico longa-metragem sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
REGISTRO 2 – Este é o primeiro passo para o lançamento do filme, que ainda precisa cumprir outras etapas burocráticas para ser exibido nos cinemas, como obter aval da Ancine para exploração comercial e ainda ganhar uma classificação indicativa do Ministério da Justiça.
TRANSNORDESTINA – João Campos (PSB) defendeu, durante o lançamento da 4ª edição da revista Folha Energia, ontem, que a execução do trecho pernambucano da obra da Transnordestina seja repassada ao Governo do Estado. “O estado deve assumir a obra, acordado com o governo federal, criar um fundo como está sendo feito em algumas operações de metrô no Brasil, para o governo federal aportar 80% a 90% desse recurso, e o estado de Pernambuco complementar com algo em torno de 10%”, sugeriu.
Perguntar não ofende: Lula e Flávio vão ignorar também o debate da Globo?
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) recuou nesta segunda-feira (24) da promessa de apresentar pessoalmente informações sobre o filme “Dark Horse” e afirmou que não é sua responsabilidade prestar contas sobre o caso.
A declaração foi dada após Flávio participar de uma reunião da diretoria da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo. As informações são da CNN.
Questionado sobre o compromisso assumido anteriormente de dar transparência ao contrato e aos recursos envolvidos no projeto, o candidato afirmou que a prestação de contas já teria sido apresentada no âmbito da investigação e, em seguida, disse:
“Da minha parte, eu digo o seguinte: quem tem que prestar conta não sou eu, é o Lula que tem que prestar conta”, declarou Flávio citando seu principal adversário e deixando de explicar o uso de R$ 61 milhões que teriam sido repassados por Daniel Vorcaro para gravação do filme Dark Horse.
A resposta representa uma mudança de postura em relação ao que o próprio candidato havia prometido publicamente. Em julho, durante entrevista à CNN, Flávio afirmou estar “100% disposto” a apresentar o contrato relacionado ao projeto e assumiu pessoalmente o compromisso de dar transparência às informações.
Nesta segunda, ao ser novamente confrontado sobre essa declaração e questionado diretamente se havia mudado de ideia, Flávio evitou responder objetivamente.
“Vocês querem insistir com uma relação privada, de um fundo privado, que não tem contrapartida pública de nada. Não adianta, vocês não vão me colocar na mesma página desse cara [Lula]. Não vão me colocar. Hoje o governo Lula é que deve explicações”, respondeu.
A cobrança sobre o Dark Horse já havia sido feita pela CNN na quinta-feira (20), durante agenda de Flávio em São Miguel Paulista, na Zona Leste da capital. Na ocasião, o candidato sustentou que as contas já haviam sido apresentadas e classificou o assunto como “página virada”.
Agora, além de não apresentar os documentos que havia prometido divulgar, Flávio passou a argumentar que a relação envolvendo o projeto é privada e que a responsabilidade pela prestação de contas não é dele.
O episódio envolve o filme “Dark Horse”, projeto relacionado à trajetória de Jair Bolsonaro e que passou a ser alvo de questionamentos sobre seu financiamento e a destinação dos valores arrecadados.
A passagem pela Fiesp também marcou uma tentativa de aproximação do candidato com representantes da indústria. Durante a reunião, Flávio apresentou pontos de seu programa econômico, criticou a política fiscal do governo Lula e defendeu redução da carga tributária, segurança jurídica e retomada dos investimentos privados.
Ao final do encontro, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, não declarou apoio formal à candidatura de Flávio, mas afirmou que o senador é “alinhado” com aquilo que a entidade defende.
Relatório da Polícia Federal aponta que a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho primogênito do presidente Lula, recebeu “significativas” quantias de dinheiro em espécie no meio do ano passado. Lulinha e Roberta são investigados em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) pela suposta prática de tráfico de influência. Eles negam as irregularidades.
Trechos do documento, revelados pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmados pelo GLOBO, citam conversas extraídas do celular de Roberta. Em uma delas, a empresária diz a uma pessoa identificada como seu motorista para apanhar o montante e “avisá-la”. As informações são do jornal O GLOBO.
“Quando você pegar o dinheiro me avisa”, diz ela ao contato, que responde: “Acabei de pegar tudo, tô levando pra sua residência. Não contei… pq está em pacotes lacrados”. “Chegando na residência eu passo o valor total (…) 100 + 200”. A PF presumiu se tratar de uma quantia de R$ 300 mil.
De acordo com a PF, Roberta, então, pediu ao motorista para depositar R$ 50 mil na conta da sua empresa e outros R$ 50 mil na de uma agência de viagens.
Na mesma época, outro trecho do relatório da PF aponta que era “costumeiro” o pagamento de passagens aéreas por Roberta a Lulinha. Para fazer essa “inferência”, os investigadores citam um diálogo em que a lobista reclama com um empresário sobre o custeio de “passagens pro Fabio”.
“Tem que pagar essa bosta dessas passagens pro Fabio”, diz ela em agosto de 2025. A mensagem foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que representa Lulinha, afirmou que o seu cliente não praticou nenhuma irregularidade e que nessa época Roberta não pagou nenhuma passagem aérea ao filho do presidente, que estava morando em Madri, na Espanha. O defensor também se queixou do que classificou como “vazamentos criminosos” feitos com o intuito de interferir nas eleições de 2026.
— O caminho natural vai ser a nulidade de todo o processo. Esses vazamentos criminosos e clandestinos acabam cumprindo um papel parecido com o que ocorreu na Lava Jato — disse ele.
A defesa de Roberta não quis se manifestar.
Comentário de Lula
Em entrevista à Record transmitida neste domingo, o presidente Lula respondeu perguntas sobre as investigações que avançam sobre o seu filho. O petista disse que ninguém está acima da lei e que orienta Lulinha a se defender das acusações e apresentar sua versão dos fatos.
— Todos nós somos obrigados a agirmos corretamente. Se alguém está agindo de forma equivocada, de forma errada, esse alguém tem que ser investigado. Isso vale para o meu filho, vale para qualquer pessoa. Ninguém está (acima da lei) se cometer erro — afirmou Lula em entrevista a Record.
Lula também disse que não interfere no andamento de investigações.
— Meu filho sabe: se cometeu erro, ele vai ser julgado, vai ser punido ou vai ser inocentado. Mas ele tem que provar a inocência dele — completou.
O senador Humberto Costa (PT) minimizou a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no debate entre os presidenciáveis na Band, na noite de domingo (23). Antes de participar do lançamento da revista Folha Energia, organizada pela Folha de Pernambuco, na manhã desta segunda-feira (24), o congressista avaliou que o chefe de Estado não perderia votos por isso e que agiu corretamente ao não ir ao encontro.
Humberto criticou, ainda, o comportamento do candidato a Presidência pelo Missão, Renan Santos, que chamou o presidente de “bêbado” durante o debate.
“(Não havia necessidade de) expor o presidente da República, uma pessoa com a dimensão que ele tem, às agressões que assistimos daquele rapaz chamado Renan Santos (candidato à Presidência pelo Missão), completamente desqualificado”, disse o senador.
Ainda de acordo com o senador, o eleitor brasileiro não ganharia com a participação do presidente em um debate com alguém que não entende nada do Brasil e que é “profundamente agressivo”. “Acho que foi certo não ir.”
Ausências A Rede Bandeirantes realizou o primeiro debate presidencial da eleição de 2026. O encontro registrou a presença de apenas três presidenciáveis: Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão). Já os candidatos Romeu Zema (Novo), Flávio Bolsonaro (PL) e Lula não estiveram presentes.
Estava ontem aqui no aconchego do meu lar, um domingo de amenidades, apenas na companhia do meu fiel companheiro que atende pelo nome de Petekinha (uma ave calopsita macho bem esperto e atento a qualquer ruído que indique estranhos por perto que coloquem seu dono em risco), quando vozes do além começaram a cochichar no meu ouvido vindas não sei de qual planeta do Sistema Solar da galáxia Via Láctea.
As vozes imploravam, apelavam para que eu revelasse qual era o Anjo da Guarda de um certo senhor que se intitula periodista, escritor e um quase poeta, pois ele estava muito aflito.
As vozes diziam que o sujeito queria se livrar das perseguições diurnas, noturnas e das madrugadas adentro. O cara acredita que tais assombrações talvez sejam oriundas dos praticantes e dos seguidores de uma seita vermelha muito criticada nas suas escrevinhações.
Então eu respondi às vozes fofoqueiras que tinha de saber o dia do nascimento do cidadão. Tive por resposta: 19 de abril. Meu Deus, que coincidência! É a mesma data de nascimento do meu saudoso pai Amarino”, exclamei. Será fácil descobrir o anjo. Vou enviar um zap via orações até chegar ao local celestial.
Peraí: pelo codinome “periodista, escritor e um quase poeta”, só pode se tratar do José Adalberto Ribeiro. É assim que ele se intitula nos artigos semanais publicados no jornal Folha de Pernambuco. Figura bastante conhecida nas redações, carimbada nas rodas políticas, com quem trabalhei na Prefeitura do Recife, no final dos anos 80, não me fiz de difícil em atender às vozes do além.
E como Zé Adalberto, um quase poeta, mora num local conhecido por “Montanhas da Jaqueira”, saí à procura do seu invisível celestial até encontrar o Anjo Lecabel, protetor de todas as pessoas nascidas no dia 19 de abril, não importando em qual ano.
Até porque os anjos não têm idade e nem sexo.
Diria que nos dias atuais seriam carimbados como os “politicamente corretos”. Abafa o caso! rsrsrs.
Aos interessados em conhecer mais sobre o Anjo da Guarda Lecabel, o nome significa “Deus Inspirador”. Esse invisível envia energias aos seus protegidos com mais força, das 10h às 10h20 da manhã. Portanto, quem for boêmio, tem que acordar cedinho. Até porque entre tantos benefícios e bênçãos ele ajuda também a encontrar soluções lógicas para os problemas difíceis.
Lecabel traz clareza aos intelectuais e inspira coragem diante dos grandes obstáculos. Embora ele não seja citado na Bíblia, pertence e corresponde, na tradição da Cabala Judaica e no Exoterismo Cristão, ao 31º dos 72 anjos do Shem HaMephorash – o telegrama sagrado em hebraico.
Nota do autor: esse texto não tem nenhuma coloração política/ideológica/partidária. É apenas minha resposta à indagação do companheiro José Adalberto Ribeiro.
Ontem, no meio da tarde, ao ler minha homenagem prestada a Magno Martins pelo aniversário, recebi mensagem do morador das “Montanhas da Jaqueira”, querendo saber quem é o seu Anjo da Guarda. Missão cumprida.
O ex-governador Romeu Zema (Novo) defendeu sua gestão em Minas Gerais e afirmou que o aumento da dívida do estado com a União cresceu em função da cobrança de juros típica de “agiotas” do governo federal. Durante a sabatina da TV Globo, o presidenciável voltou a criticar as condenações dos envolvidos no 8 de janeiro, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e subiu o tom contra a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso.
— Quero explicar. A dívida de Minas foi toda feita no passado. Não fiz um empréstimo. Essa dívida foi herdada dos anos 1990, e cresceu muito devido aos juros de agiota do governo federal. Eu paguei R$ 23 bilhões para aposentados que não recebiam aposentadoria, paguei R$ 13 bilhões para o governo federal, funcionários públicos, e hoje a dívida representa muito menos para a economia de Minas do que quando eu assumi. Alguém deve R$ 10 mil; se ele ganha R$ 3 mil por mês, essa dívida pode ser considerada elevada. Se alguém ganha R$ 40 mil, pode ser que ele tenha capacidade de pagar — disse. As informações são do jornal O GLOBO.
Zema também defendeu as privatizações de estatais feitas por ele no estado, como a da Copasa, de saneamento básico, e disse que fará o mesmo nas empresas brasileiras, que, de acordo com ele, estão “subaproveitadas”. O ex-mandatário mineiro também afirmou que, caso eleito, dará reposição dos salários compatível com a inflação anual, e se descreveu como “governador voluntário” ao argumentar que “doou todo o salário” durante seu tempo à frente do estado.
Questionado sobre os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, Zema disse que discorda das condenações, argumentou que os crimes não foram consumados, e afirmou que defende o indulto a Jair Bolsonaro.
— Eu discordo porque não existe na História uma tentativa de golpe que tenha sido um movimento de vandalismo e depredação como aquele que aconteceu em janeiro de 2023. Eu darei anistia, ou pelo menos, no mínimo, um tribunal que não seja político. Que seja judicial. O que vimos no Brasil foi perseguição. (…) O crime de sujar o monumento foi adiante. Deterioração, tudo bem. Deve-se punir pelo vandalismo — disse.
Inspiração em Bukele
Defensor do sistema de “superencarceramento” implementado pelo presidente Nayib Bukele, de El Salvador, Zema também classificou o sistema de Justiça brasileiro como “lerdo e um dos mais caros do mundo”.
— No dia em que tivermos uma Justiça que julgue rápido, vamos ter condições de colocar bandido atrás das grades. Fui a El Salvador em maio do ano passado para conhecer o avanço extraordinário que aquele país teve na redução de homicídios. O Brasil há décadas é o recordista mundial de homicídios. É como se aqui no Brasil todos os dias um avião de grande porte caísse, e isso está normalizado. Eu vou mudar isso — afirmou.
Regime de trabalho
Como bandeira de campanha, Zema também disse que quer “simplificar as leis trabalhistas e criar um regime de trabalho por hora”, assunto que tem sido abordado por ele desde a semana passada como estratégia para alcançar o segmento de trabalhadores por aplicativo. Questionado sobre uma nova reforma da Previdência, prevista por ele em seu plano de governo, o ex-governador negou que mexerá na idade mínima para a aposentadoria e afirmou que a mudança dependerá do estado das contas públicas.
— Vamos mexer à medida que a expectativa de vida aumentar, e a depender da arrecadação com a maior formalização. Tudo isso vai depender do sucesso dos ajustes que vamos fazer. O bom exemplo vai vir de cima: eu venho do setor privado e vi como o Estado carece de boa gestão e pode melhorar a eficiência. Dá para fazer um ajuste muito grande. O brasileiro já trabalha muito, não quero que trabalhe mais. Quero a renda do brasileiro aumentando — respondeu.
Operação Rejeito e corrupção
Ao responder sobre a Operação Rejeito, que investigou um esquema bilionário de fraudes em licenças ambientais e exploração ilegal de minério de ferro no estado, negou conhecimento sobre os desvios enquanto comandava o estado e disse que defendeu a punição dos responsáveis.
— Fica aqui o meu repúdio a esses bandidos que, além de estarem recebendo dinheiro, estavam destruindo o meio ambiente. A Controladoria-Geral do Estado, subordinada a mim, já estava investigando. Quero que tudo seja apurado e esses bandidos mofem na prisão. Num estado com 300 mil funcionários, sempre está sujeito a surgir algumas frutas podres. E lembrando que tomei todas as medidas. Não quero que nada seja encoberto, ninguém seja protegido, como às vezes acontece em Brasília — disse.
O prefeito de Sirinhaém, Manoel da Retífica, e o vice-prefeito de Paulista, Felipe Andrade, declararam, nesta segunda-feira (24), apoio à candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) ao Senado. A manifestação de Felipe ocorreu após uma reunião na sede do PP, na Zona Sul do Recife, enquanto Manoel anunciou a adesão em Sirinhaém.
Eduardo da Fonte afirmou que pretende ampliar, no Senado, a atuação que mantém na Câmara dos Deputados junto aos municípios pernambucanos. “Quero continuar trabalhando para que Sirinhaém tenha mais investimentos e oportunidades”, disse ao comentar o apoio de Manoel da Retífica. Sobre Felipe Andrade, afirmou que a adesão reforça a articulação na Região Metropolitana e no Litoral Norte.
As duas manifestações ampliam o grupo de gestores municipais que apoiam a candidatura de Eduardo da Fonte. O deputado tem usado a campanha para destacar pautas ligadas à relação com os municípios e à busca de recursos para diferentes regiões do Estado.
Romeu Zema (Novo) participa nesta segunda-feira (24) da série de entrevistas da TV Globo com os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A conversa teve início há pouco, diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro.
A entrevista será conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli. Além da TV Globo, o público poderá acompanhar a transmissão pela GloboNews e pelo g1. Depois da exibição, o conteúdo ficará disponível na íntegra no Globoplay e no g1. As informações são do g1.
Esta será a primeira vez que as entrevistas da Globo com candidatos ao Palácio do Planalto serão exibidas após o Jornal Nacional, e não dentro do telejornal.
Logo após cada entrevista, a GloboNews apresentará a Central das Eleições, com análises e repercussões sobre as declarações e propostas apresentadas pelos candidatos.
Entrevistas com candidatos à Presidência
A Globo convidou os seis candidatos mais bem colocados na pesquisa de intenção de voto divulgada pela Quaest em 14 de agosto. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio, com a presença de representantes dos partidos.
A programação é a seguinte:
24 de agosto (segunda-feira): Romeu Zema (Novo)
25 de agosto (terça-feira): Ronaldo Caiado (PSD)
26 de agosto (quarta-feira): Renan Santos (Missão)
27 de agosto (quinta-feira): Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
28 de agosto (sexta-feira): Flávio Bolsonaro (PL)
29 de agosto (sábado): Augusto Cury (Avante)
Durante o período de entrevistas, Ana Paula Araújo e Hélter Duarte apresentarão o Jornal Nacional dos estúdios da emissora no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (24) mostra como está a disputa pelo governo de Alagoas. O levantamento foi encomendado pela TV Asa Branca Alagoas.
Veja, abaixo, os resultados da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra a lista de candidatos aos eleitores entrevistados. As informações são do g1.
Para 65% dos eleitores ouvidos no levantamento, a escolha do candidato é definitiva. Outros 34% dizem que ainda podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro.
A Quaest ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE com os números AL-05503/2026 e BR-09091/2026.
Números da pesquisa espontânea
A Quaest mostra também os resultados da pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são mostrados aos eleitores.
Renan Filho (MDB): 17%
JHC (PSDB): 16%
Outros: 1%
Branco/nulo/não vai votar: 1%
Indecisos: 65%
Cenários de 2º turno
A pesquisa traz uma simulação de 2º turno. Os dados estão abaixo:
Renan Filho (MDB): 42%
JHC (PSDB): 42%
Em branco/nulo/nenhum: 7%
Indecisos: 9%
Rumos do governo estadual
29% dos eleitores dizem que o governador a ser eleito deve continuar o trabalho que vem sendo feito.
37% defendem mudar apenas o que não está bom
27% consideram que é necessário mudar totalmente
Não sabe/não respondeu: 7%
Aliados políticos
42% preferem que o governador eleito seja aliado de Lula
22% preferem um aliado de Flávio Bolsonaro
30% querem um governador independente
Não sabe/não respondeu: 6%
Apoio de Lula
30% dizem que o apoio de Lula aumenta a chance de votar no candidato
35% dizem que não muda nada
29% dizem que diminui a chance de votar no candidato
Apoio de Flávio Bolsonaro
22% dizem que o apoio de Flávio Bolsonaro aumenta a chance de votar no candidato
36% dizem que não muda nada
35% dizem que diminui a chance de votar no candidato
Principal problema do estado
A Quaest perguntou aos eleitores qual é o principal problema do estado. Veja os temas mais citados.
Saúde: 41%
Violência: 16%
Desemprego: 8%
Nenhum problema/não tem: 2%
Não sabe/não respondeu: 16%
Índice de rejeição dos candidatos
A Quaest consultou também aos eleitores sobre cada um dos candidatos: se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam. Os candidatos mais rejeitados (maiores índices de “conhece e não votaria”) são Renan Filho e JHC.
RENAN FILHO
Conhece e votaria: 55%
Não conhece: 14%
Conhece e não votaria: 31%
JHC
Conhece e votaria: 52%
Não conhece: 24%
Conhece e não votaria: 24%
LENILDA LUNA
Conhece e votaria: 4%
Não conhece: 88%
Conhece e não votaria: 8%
MÁRCIO JAMBO
Conhece e votaria: 1%
Não conhece: 92%
Conhece e não votaria: 7%
Aprovação e avaliação do governo
A pesquisa mostra também como está a avaliação do governo e os índices de aprovação e desaprovação.