A Capital do Xaxado se prepara para viver mais um grande momento de celebração da cultura popular. Entre os dias 26 e 30 de novembro de 2025, Serra Talhada será palco do 17º Encontro Nordestino de Xaxado, evento que reúne grupos de danças, companhias folclóricas e artistas de várias regiões do Brasil e de outros países da América Latina.
Com apresentações no Polo Estação do Forró, escolas, distritos e no Museu do Cangaço, o encontro contará com a presença de grupos do México, Argentina, Colômbia, Equador e de diversos estados brasileiros, fortalecendo o intercâmbio cultural e a valorização das tradições nordestinas.
Durante cinco dias, o público poderá acompanhar mais de 40 apresentações culturais, oficinas de formação, vivências de saberes, palestras e feiras de artesanato, livros e gastronomia regional. O evento também contará com shows musicais, como o de Assisão (Serra Talhada/PE) e do Forrozão Bom Que Só (João Pessoa/PB), além de ações educativas e turísticas, como a tradicional Rota nas Pegadas de Lampião, que leva os visitantes ao Sítio Passagem das Pedras, local de nascimento de Virgulino Ferreira da Silva (Lampião).
O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, assinou neste sábado (28) a ordem de serviço para a construção do Parque Compaz, no bairro da Torrinha. A cerimônia oficial de lançamento contou com a presença do prefeito do Recife, João Campos, do ministro dos Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, do deputado federal Pedro Campos, além de outras autoridades.
Na ocasião, os prefeitos do Recife e do Cabo assinaram um acordo de cooperação técnica para a implementação do Conecta Cabo, uma plataforma digital que concentrará os serviços públicos oferecidos no município. “O Parque Compaz da Torrinha é um compromisso de campanha que assumimos com a população e que agora começa a se tornar realidade. Este é o primeiro de um conjunto de cinco equipamentos que vamos implantar no município, levando mais oportunidades de lazer, esporte, cultura e cidadania para diferentes bairros”, destacou Lula Cabral. Além do que será construído na Torrinha, estão previstas unidades em Gaibu, Charnequinha, Cohab e no Centro Comunitário Pela Vida (Convive), em Ponte dos Carvalhos – este último será coordenado pelo município em parceria com o Governo Federal.
O Parque Compaz é inspirado no Compaz Recife e tem como foco a inclusão social, por meio da promoção do esporte, da cultura, do lazer e do empreendedorismo em espaços abertos. O equipamento será construído em uma área de 8 mil m², em frente ao Centro Administrativo Municipal (CAM I). O equipamento, que irá atender cerca de 4 mil pessoas, está inserido nas políticas públicas de prevenção à violência e integra o Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social.
PROJETO – O Parque Compaz contará com palco para eventos artísticos e culturais, academia, dojô, quadra de basquete, piscina para aulas de natação e hidroginástica com acessibilidade, biblioteca, parcão, central de monitoramento, vestiários, parquinho infantil, pista de cooper, área dedicada à primeira infância, playground molhado, fontes interativas de água, chuveirinhos infantis, além de áreas para piquenique e feirinha comunitária
A Prefeitura de Toritama anunciou que, na próxima terça-feira (3), às 16h, fará a assinatura da ordem de serviço para obras de pavimentação no bairro Izídio Tavares, em Toritama. Segundo a gestão municipal, o projeto prevê o calçamento de todas as ruas da localidade e a conclusão da pavimentação em vias ainda não atendidas nos bairros Novo Coqueiral e Coqueiral. A iniciativa tem como objetivo melhorar as condições de mobilidade e infraestrutura nessas áreas.
O prefeito de Toritama, Sérgio Colin (PP), destacou que a iniciativa faz parte de um cronograma acelerado de investimentos que faz parte do seu plano de governo. “Este é um compromisso que assumimos com o povo do Izídio Tavares e do Novo Coqueiral. Estamos tirando as famílias da poeira e da lama, levando dignidade e valorizando cada imóvel. Ver o calçamento chegando na porta de quem mais precisa é a prova de que o trabalho em Toritama não para e que estamos cuidando de cada canto da nossa cidade”, afirmou o gestor.
A execução das obras seguirá um cronograma técnico imediato logo após a assinatura da ordem de serviço, utilizando o sistema de pavimentação em paralelepípedo, adequado para as características geográficas e o tráfego das vias locais. De acordo com a prefeitura, a população poderá acompanhar o ato administrativo na terça-feira.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (28) a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. A confirmação foi publicada pelo presidente norte-americano nas redes sociais.
“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue”, disse Trump na Truth Social. As informações são do portal Metrópoles.
O presidente dos Estados Unidos declarou a morte de Khamenei como uma “oportunidade” dos iranianos recuperarem seu país. O líder iraniano comandou o país por quase quatro décadas.
“Esta é a maior chance para o povo iraniano recuperar seu país. Estamos ouvindo que muitos de seus membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e policiais não querem mais lutar e estão buscando imunidade”, argumentou Trump.
O líder norte-americano disse esperar que exista um diálogo pacífico das forças de segurança com os “patriotas” iranianos. Trump prometeu também que os bombardeios vão continuar “durante toda a semana” ou “pelo tempo que for necessário”.
“Esperamos que a Guarda Revolucionária Islâmica e a Polícia se unam pacificamente aos patriotas iranianos e trabalhem juntos como uma unidade para trazer o país de volta à grandeza que ele merece […]. Os bombardeios pesados e precisos, contudo, continuarão ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”, declarou.
Até a última atualização desta reportagem, o governo do Irã não havia confirmado a morte do seu líder.
Esse é o segundo ataque dos EUA e de Israel ao Irã em menos de um ano. O último ataque registrado dos EUA e de Israel contra o Irã havia ocorrido em junho do ano passado. A nova ofensiva ocorre após o fim das negociações entre EUA e Irã ontem, quando não houve avanço para o desmantelamento do programa nuclear iraniano.
Um banner com imagens da governadora Raquel Lyra (PSD) e outras lideranças políticas instalado neste sábado (28), em Maraial, virou alvo de denúncia de um leitor do blog, que preferiu não se identificar. A estrutura foi colocada nas proximidades do fórum do município, na chegada ao centro, em área próxima à PE-125. Segundo o denunciante, o banner está fixado em área pública e utiliza cores associadas ao grupo político do atual prefeito.
Além da governadora, aparecem na peça o deputado estadual France Hacker (PSB), o prefeito Marlos Henrique (PSDB), o vice-prefeito André Popular (PSDB) e o deputado federal Clodoaldo Magalhães (PV). O material traz a frase “O time que faz Maraial avançar” e foi divulgado também nas redes sociais do prefeito e do vice-prefeito. De acordo com uma fonte ligada ao PSB, há previsão de protocolar uma representação sobre o caso ainda na segunda-feira (2).
A instalação do banner ocorre às vésperas da visita da governadora ao município na segunda-feira (2), quando ela participa da inauguração da Escola Municipal Fábio Correia e da entrega de uma cozinha comunitária. O questionamento sobre a estrutura surge em meio à agenda oficial e à presença de lideranças políticas locais na peça publicitária.
Documentos do Ministério Público Federal (MPF) mostram que o órgão chegou a instaurar uma Notícia de Fato para apurar possíveis irregularidades em contratos e licitações da Prefeitura de Maraial, incluindo suspeitas de contratação irregular, fraude em processos licitatórios e falsidade ideológica. O procedimento foi posteriormente encaminhado ao Ministério Público de Pernambuco, responsável pela apuração na esfera estadual. A Prefeitura de Maraial e os demais citados não se pronunciaram até o momento. O espaço segue aberto para manifestações.
Emissoras de TV estão informando, por volta do início da noite deste sábado (28), que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, foi morto em ataques conjuntos dos EUA e Israel, ainda que o governo norte-americano não tenha confirmado oficialmente a informação.
“O líder supremo do Irã foi morto em ataques, dizem fontes israelenses”, é a manchete da CNN International.
“O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu após um ataque das Forças de Defesa de Israel atingir um complexo em Teerã, confirma fonte israelense”, diz a Fox News.
O corpo do líder supremo do Irã foi encontrado e sua morte foi confirmada, disse autoridade israelense à agência de notícias Reuters.
A Avenida Boa Viagem será mais uma vez espaço para manifestação de grupos de direita e de oposição ao governo federal. As mobilizações reivindicam a saída do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Em razão dos escândalos envolvendo o Banco Master e o suposto envolvimento do ministro Dias Toffoli com o empresário dono do banco, Daniel Vorcaro, o nome do magistrado também aparece nas postagens das redes sociais que anunciam a manifestação.
Com o tema “Acorda, Brasil!”, o ato está marcado para iniciar às 14h e deve contar com a participação de diversos representantes da direita no estado. Na pauta estão pedidos de impeachment, prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), questionamentos a decisões recentes do STF, entre outros.
Análise
Para o cientista político Isaac Luna, as manifestações devem servir como termômetro eleitoral e têm relação direta com o cenário de pré-campanha presidencial. Segundo ele, caso haja adesão expressiva, o ato pode sinalizar força política e engajamento da militância.
“Eu acredito que essa movimentação tem a ver com o teste sobre a capacidade de mobilização das bases. Se consegue botar gente na rua agora, nesse momento, porque aí sim já é um patamar, já é um start para a campanha, ela já muda de patamar”, afirmou.
Na avaliação do especialista, manter e ampliar a polarização política no campo nacional é estratégico para a direita e para a esquerda. Pautas como o impeachment e ataques a ministros do STF são ingredientes para acirrar o ambiente político, de acordo com Luna.
“A própria ideia do impeachment é sempre uma ideia que polariza muito. Colocar Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no mesmo balaio com Lula é justamente para dizer quem são os adversários desse grupo político que está se mobilizando para ir às ruas protestar”, disse.
Além de manter em evidência os dois principais opositores entre si, a tática evita o crescimento de uma terceira via do centro ou centro-direita.
STF
A escolha da mais alta corte jurídica do país como alvo não é exclusividade da direita brasileira, conforme continuou explicando o cientista político. De acordo com ele, as supremas cortes do mundo todo são atacadas pela extrema-direita por serem contramajoritárias, e não guiarem suas decisões pela opinião pública.
“O STF decide olhando para a Constituição e os políticos populistas elaboram narrativas que confirmem o que as pessoas já pensam. É o que a ciência política chama de viés de confirmação”, pontuou.
O cientista político enxerga que partir para o embate com a corte pode ser vantajoso do ponto de vista eleitoral para os membros desse grupo, pelo fato de a atuação da instituição estar presa aos limites institucionais. Isaac Luna alerta, no entanto, que os ataques podem trazer implicações na institucionalidade.
“O TSE e o STF são as duas instituições que garantem juridicamente a validade das eleições e as regras do jogo eleitoral e do jogo político. Então, claro que sempre envolve aí uma margem de risco de eleger o STF como inimigo prioritário”, disse.
A Prefeitura de Araripina intensificou as ações emergenciais neste sábado (28) para atender as áreas mais afetadas pelas fortes chuvas que atingem o município nas últimas horas. De acordo com as primeiras estimativas, já foram registrados mais de 90 milímetros de precipitação, após mais de duas horas consecutivas de chuva, cenário que coloca a cidade em situação alerta.
Desde as primeiras ocorrências, as equipes da Prefeitura de Araripina já estavam de plantão e seguem mobilizadas em diversos pontos do município. As Secretarias de Infraestrutura, Assistência Social e Combate à Fome e Saúde e Educação, atuam de forma integrada, prestando apoio às famílias, monitorando áreas de risco, desobstruindo vias e esgotos, além de oferecendo suporte emergencial onde há registros de alagamentos e danos estruturais.
O prefeito Evilásio Mateus e o vice-prefeito Bringel Filho acompanham pessoalmente as ocorrências, visitando os pontos mais críticos ao lado das equipes técnicas e garantindo que toda a estrutura necessária esteja disponível para minimizar os impactos das chuvas.
A gestão municipal reforça alerta máximo e orienta a população a evitar áreas alagadas, redobrar os cuidados em locais de risco e acionar os canais oficiais da Prefeitura em caso de necessidade. O trabalho seguirá de forma contínua enquanto persistirem as chuvas, com prioridade total à segurança e ao bem-estar da população.
Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada.
O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a Netflix — que se lançaram a jogadas hostis e públicas de competição comercial bilionária sob os olhos — e o jugo — do chefe da Casa Branca, Donald Trump.
A Warner entrou em crise há mais de cinco anos, depois de uma série de fusões e negócios mal sucedidos que levaram a companhia (que inclui CNN e HBO) a uma dívida estimada em cerca de US$ 30 bilhões. A venda do grupo se tornou um caminho óbvio.
No segundo semestre de 2025, Paramount e Netflix se apresentaram como interessadas e iniciaram uma batalha pública pela compra.
Até que, em dezembro passado, a gigante do streaming Netflix parecia ter vencido a parada, quando ofereceu US$ 27,75 por ação da Warner, em um acordo de US$ 83 bilhões — dos quais estavam excluídos os canais de TV CNN e Discovery.
Mas a Paramount não desistiu da contenda, como é comum nesses casos, e lançou o chamado “hostile bid”, uma tentativa de interceptar o negócio entre Netflix e Warner e forçar um voto de desconfiança dos acionistas da empresa contra o comando de administradores da Warner.
A última cartada neste sentido veio no último dia 24 de fevereiro, quando a Paramount ofereceu US$ 31 por ação da Warner (contra os US$ 30 de uma oferta anterior), em um montante de US$ 110 bilhões que incluiria também a aquisição da rede de TV CNN.
O interesse de Trump
Debate na CNN entre os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump e Joe Biden. Imagem: Foto: Divulgação CNN
Um dos canais de notícias mais populares do país, a CNN costuma adotar tom questionador em relação à gestão de Donald Trump. Repórteres da emissora são alvos frequentes de comentários críticos e ácidos do mandatário norte-americano.
“Você é péssima, é a pior repórter. Não é de se admirar que a CNN não tem audiência, por causa de pessoas como você”, disse Trump sobre a correspondente da Casa Branca da CNN, Kaitlan Collins, a quem também acusou de “nunca sorrir”.
Em qualquer fusão deste tamanho, o Departamento de Justiça dos EUA precisa dar seu aval. Mas o interesse da gestão Trump no assunto vai muito além dos aspectos regulatórios de competição e anti-trust.
Em setembro do ano passado, durante um vôo no Air Force One, Trump chegou a dizer que de todo o material televisionado no país, “97% é contra mim”. E em dezembro, disse que ia interferir na disputa pela Warner e que “a CNN tem quem ser vendida”, em um comportamento revelador de investidas que têm feito em relação à imprensa.
De um dos lados da disputa está um dos maiores aliados de Trump neste segundo mandato: o atual CEO da Paramount, David Ellison. Ele é filho do bilionário fundador da empresa de software Oracle, Larry Ellison, o sexto homem mais rico do mundo, e apoiador do republicano. Ellison esteve envolvido em vários casos recentes que passaram pelo crivo do governo americano, como a tomada de controle do braço americano da rede social Tiktok nos EUA, com seus mais de 200 milhões de usuários no país.
Desde a recente chegada dos Ellison à Paramount, que controla a rede de TV CBS e a MTV, a rede, conhecida por seu jornalismo imparcial e inquisidor, vem tomando uma série de decisões que levantam questões sobre sua independência editorial e que agradaram a Casa Branca.
Em julho, a empresa concordou em indenizar Trump em US$ 16 milhões em um acordo judicial num processo no qual o presidente acusava a TV de ter beneficiado a democrata Kamala Harris na edição de uma entrevista para o jornal 60 Minutes, durante a eleição de 2024.
O acerto, visto como uma confissão de parcialidade por alguns, enfureceu muitos dos profissionais da CBS que acreditavam ter condição de ganhar o caso.
Há duas semanas, um novo golpe no programa foi a saída de seu âncora, Anderson Cooper, insatisfeito com interferências da direção da CBS em seu trabalho.
Sob comando da executiva conservadora Bari Weiss, a CBS anunciou o fim de um de seus produtos de maior repercussão, o talk show político noturno de Stephen Colbert, o Late Show. Oficialmente, a justificativa para o fim do programa, que costuma ser mordaz nas críticas a Trump, foi orçamentária.
Mas, na semana passada, em uma decisão sem precedentes, a CBS proibiu Colbert de levar ao ar uma entrevista com o candidato democrata ao Senado James Talarico.
Em novembro, o Congresso dos EUA será renovado em eleições de meio de mandato e Trump está sob risco de perder a maioria que detém nas duas casas legislativas.
O Texas será um dos campos desta batalha eleitoral. Colbert afirmou que a censura sobre a entrevista veio do jurídico da CBS, preocupado com regulações recém lançadas pelo FCC, a Comissão Federal de Comunicações, atualmente sob comando do trumpista Brendan Carr.
Carr tem usado ameaças indiretas para influenciar a programação televisiva do país. No caso mais visível, em setembro passado, a rede de TV ABC suspendeu temporariamente o programa do apresentador Jimmy Kimmel após comentários dele sobre a morte do ativista de direita Charlie Kirk que enfureceram Trump.
Na ocasião, Carr, cujo órgão tem poder de conceder ou cassar licença às redes de TV e de aprovar fusões e outros negócios entre elas, sugeriu a um podcast consevador que, caso a ABC não punisse Kimmel, poderia ter problemas. “Podemos fazer isso da maneira fácil ou da maneira difícil”, disse Carr ao “Benny Show”, um podcast conservador.
Nas últimas semanas, Trump tentou se distanciar da disputa pela Warner, dizendo que a arbitragem caberia ao Departamento de Justiça, sob ordens de sua subordinada, a procuradora-geral, Pam Bondi.
Fontes no Departamento de Justiça que atuam diretamente na divisão de fusões dizem, porém, que a pressão para aprovar os negócios dos aliados de Trump é suficientemente forte para forçar até mesmo a saída de funcionários trumpistas que se oponham, com argumentos técnicos, a fusões que interessam ao presidente.
Isso teria acontecido em ao menos três ocasiões no ano passado, de acordo com um dos integrantes DoJ ouvido por mim sob a condição de anonimato.
Há alguns dias, em entrevista à BBC Radio 4, Ted Sarandos, diretor-executivo da Netflix, tentou se dizer convencido de que “este é um acordo comercial. Não é um acordo político”.
Anteontem (26), porém, diante da pressão enorme da Paramount, Tarandos foi à Casa Branca tentar convencer Bondi e a chefe de gabinete de Trump, Susie Willes, de que a aquisição da Warner pela Netflix seria do agrado de Trump.
Falhou no intento, segundo revelou o jornal NYPost. Sob pressão da Casa Branca para retirar de seu conselho uma ex-integrante do governo Obama, Tarandos teria ouvido dos assessores de Trump que sua empresa teria um caminho difícil pela frente junto à administração se seguisse com os negócios.
A senadora democrata Elizabeth Warren foi ao X traduzir um questionamento que tem sido feito dentro da própria CNN, e foi replicado em uma reportagem da rede sobre a negociação da qual é parte. “O que os assessores de Trump disseram ao CEO da Netflix hoje na Casa Branca?”, perguntou Warren em uma publicação no X, afirmando que “parece capitalismo de compadrio, com o presidente corrompendo o processo de fusão em favor da família bilionária Ellison”.
No fim daquele mesmo dia, a Netflix anunciou que não escalaria sua oferta de compra para seguir no leilão pela Warner e que, portanto, a Paramount (e a família Ellison, aliada de Trump), teria caminho aberto para assumir estúdios e seus canais de TV, incluindo a CNN.
O que acontecerá com a CNN segue sendo dúvida, mas a história recente da CBS pode dar alguns spoilers.
O ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, no início da manhã deste sábado (28), deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho.
Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio. As informações são do portal g1.
De acordo com Israel, o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, e o presidente Masoud Pezeshkian foram alvos do ataque, mas os resultados da ação ainda não estão claros. O Exército dos Estados Unidos informou que nenhum militar americano ficou ferido na ação. O governo americano afirmou ainda que os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.
O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, foi fechado por motivos de segurança, informou a agência estatal iraniana Tasnim.
Mais cedo, fontes disseram à agência Reuters que Ali Khamenei não está em Teerã. Não há detalhes sobre seu paradeiro. A agência estatal iraniana IRNA afirmou que o presidente está em segurança.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o objetivo do ataque é destruir o programa nuclear iraniano e proteger o povo americano de ameaças. Militares dos EUA afirmam que ação pode durar dias. O Pentágono classificou a operação como “fúria épica”.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação é para “eliminar a ameaça existencial representada pelo regime terrorista no Irã”. Netanyahu afirmou que a ação “criará condições para que o povo iraniano tome as responsabilidades do seu destino”.
Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que o país é alvo de uma “agressão militar criminosa” que coloca em risco a paz mundial e pediu providências da ONU. “Neste momento, o povo do Irã orgulha-se de ter feito tudo o que era necessário para evitar a guerra. Agora é tempo de defender a pátria e enfrentar a agressão militar do inimigo. Assim como estávamos preparados para negociar, estamos ainda mais preparados do que nunca para defender a integridade do Irã. As Forças Armadas da República Islâmica do Irã responderão aos agressores com firmeza”, diz a nota.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou na manhã deste sábado no Aeroporto Presidente Itamar Franco, em Goianá, na Zona da Mata, para acompanhar de perto os estragos provocados pelas fortes chuvas que atingiram a região ao longo da semana.
Depois da chegada, Lula seguiu para Ubá, um dos municípios mais afetados pelas enchentes. Na cidade, seis pessoas morreram em decorrência dos temporais e duas ainda estão desaparecidas, segundo informações das autoridades locais. As informações são do portal Metrópoles.
O presidente visitou pontos atingidos, conversou com o prefeito e com moradores que tiveram casas invadidas pela água, ouviu relatos sobre as perdas e prestou solidariedade às famílias.
A visita também foi marcada por reações divididas. Além de apoiadores, parte do público presente vaiou o presidente durante a agenda. A passagem ocorreu sob forte esquema de segurança e com a presença de lideranças políticas da região.
Por volta de 12h, Lula já estava a bordo de um helicóptero para sobrevoar Juiz de Fora, com o objetivo de observar as áreas mais impactadas por alagamentos e deslizamentos. O município já registra 69 mortes confirmadas em decorrência das chuvas, e uma criança de nove anos segue desaparecida, de acordo com as autoridades.
A agenda do presidente continua ao longo da tarde. Às 16h, ele participa de uma reunião na Prefeitura de Juiz de Fora com lideranças de Ubá, Juiz de Fora e Matias Barbosa, para discutir medidas emergenciais, apoio às vítimas e estratégias de reconstrução nas cidades afetadas pelas chuvas na Zona da Mata.
Ataques de Israel teriam resultado na morte do ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour. Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã na madrugada deste sábado (28), após semanas de tensão.
A confirmação do ataque ocorrido na madrugada deste sábado foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, e pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Os mísseis foram lançados “para eliminar ameaças”, segundo Katz.
Segundo informações da agência de notícias internacionais Reuters, duas fontes familiarizadas com as operações militares de Israel e uma fonte regional confirmou a morte das autoridades.
Negociações com o Irã
As negociações entre os EUA e o Irã sobre o programa nuclear iraniano terminaram sem conclusões ontem. Uma nova reunião ficou marcada para a próxima semana. Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que “não estava feliz” com o progresso das negociações.
“Temos uma grande decisão a tomar, que não é fácil. Eu preferiria resolvê-la de forma pacífica, mas quero dizer que essas pessoas são muito perigosas e difíceis”, disse.
Retirada em Israel
O Departamento de Estado autorizou, ontem, a saída de funcionários não essenciais do governo norte-americano e de seus familiares da missão dos EUA em Israel, citando riscos crescentes de segurança diante do aumento das tensões regionais envolvendo o Irã.
Em comunicado atualizado pela embaixada em Jerusalém, o governo informou que a medida foi adotada “devido a riscos de segurança” e que novas restrições podem ser impostas sem aviso prévio em áreas como a Cidade Velha de Jerusalém e a Cisjordânia.
A recomendação também orienta que cidadãos considerem deixar Israel enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis — um indicativo de que Washington trabalha com cenários de deterioração rápida do ambiente de segurança.
A partir da próxima segunda-feira, volto a percorrer o Estado para cumprir uma agenda de retomada de lançamentos do meu livro “Os Leões do Norte”, pela editora Eu Escrevo. A obra traz as minibiografias de 22 governadores de Pernambuco, um século de história.
A maratona começa por Agrestina, às 14h, na Escola Municipal Leonila de Souza Ribeiro, com uma palestra minha direcionada a estudantes, professores, vereadores, secretários municipais e o prefeito Josué Mendes (PSB), que está dando total apoio ao evento.
Ao longo da semana, passarei ainda pelos municípios de Altinho, Camocim de São Félix, Panelas, Cupira, Passira e Cumaru. Em todos esses municípios, o evento é direcionado aos alunos e professores da rede municipal de ensino, porque meu objetivo é levar a obra a todas as escolas do Estado.
No ano passado, percorri 56 municípios com essa missão em várias regiões do Estado. “Os Leões do Norte” é um livro de história e de pesquisa, um resgate do legado de um século de gestão estadual com 22 governadores. Despertou tamanho interesse que aparece entre os livros mais vendidos nas livrarias do Recife, como a Livraria Leitura, do RioMar.
“Os Leões do Norte” é resultado de uma extensa pesquisa jornalística e historiográfica, envolvendo 22 minibiografias de ex-governadores de Pernambuco, que exerceram mandatos entre 1930 e 2022. Trata-se de uma contribuição essencial para a preservação da memória política e institucional do Estado, destacando o papel de Pernambuco como berço de lideranças que marcaram a história nacional.
O livro ainda conta com design gráfico, capa e caricaturas de Samuca Andrade, além de ilustrações de Greg. “Os Leões do Norte” homenageia os líderes que ocuparam o Palácio do Campo das Princesas e também promove o debate sobre seus legados, suas contradições e o impacto de suas gestões.