O entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de amanhã, meu projeto em parceria com a Folha de Pernambuco, será o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre. Na pauta, a ferrovia Transnordestina, que avança no Ceará e travou em Pernambuco e os investimentos via FNE para 2026, que somam R$ 52 bilhões.
Também os incentivos fiscais de R$ 2,3 bilhões, além dos programas de incentivos às energias alternativas. Na pauta ainda os questionamentos sobre a atual estrutura de poder da Sudene e a grande questão: o esvaziamento da instituição, que já não atrai a atenção dos governadores do Nordeste para reuniões do seu Conselho Deliberativo.
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Recentemente, a Sudene aprovou 35 pleitos de incentivos fiscais destinados a empreendimentos instalados em sua área de atuação. As empresas contempladas declararam investimentos de R$ 4,38 bilhões. Os projetos estão associados à manutenção de 8.790 postos de trabalho e à criação de outros 2.508 empregos em iniciativas de implantação.
Os empreendimentos estão distribuídos por Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, contemplando projetos de implantação, modernização, ampliação, diversificação e reinvestimento.
Nascido em Bom Conselho, no Agreste pernambucano, Francisco Alexandre é formado em Engenharia e Direito, com especializações em universidades dos Estados Unidos, França, Inglaterra e Brasil. É servidor de carreira do Banco do Brasil e atuou em conselhos comitês de diversas empresas, como Vale, BRF e Kepler Weber.
Sediada no Recife, a Sudene é uma autarquia vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Foi criada em 1959 e busca promover o desenvolvimento do Nordeste por meio do planejamento econômico regional, apoiando e financiando projetos de infraestrutura na região.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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