FMO - 99% dos Professores com mestrado

Alice Gabino critica fala de Raquel Lyra sobre laqueadura sem consentimento

A candidata a vice-governadora de Pernambuco, Alice Gabino (Rede), se manifestou sobre a declaração da governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), relacionada à realização de laqueadura sem o conhecimento da paciente. O episódio ocorreu em 2025, durante uma visita da governadora ao Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns, mas ganhou repercussão pública ontem, após a divulgação de um vídeo da conversa. Na gravação, Raquel afirmou, ao comentar o caso de uma gestante com sete filhos, “Mas faz sem ela saber”.

Em publicação nas redes sociais, Alice classificou a declaração como “criminosa” e se disse enojada com a declaração. Afirmou ainda que a fala deveria ser esclarecida diante da população pernambucana. A candidata relacionou o episódio às normas brasileiras que regulamentam o planejamento familiar e a esterilização cirúrgica, destacando que procedimentos como a laqueadura dependem da manifestação de vontade da própria pessoa.

O Ministério da Justiça oficializou, hoje, a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal (PF). O motivo da demissão é infração disciplinar de “abandono de cargo”, após Eduardo “faltar ao serviço injustificadamente pelo período superior a trinta dias consecutivos”.

A determinação foi assinada pelo ministro Wellington Lima e Silva na última sexta-feira (18), e publicada no Diário Oficial da União (DOU) de hoje. A saída encerra o vínculo de Eduardo com uma carreira que tem remuneração inicial superior a R$ 14 mil e permite progressão salarial ao longo dos anos de serviço.

O blog da Camila Bomfim questionou o Ministério da Justiça se Eduardo Bolsonaro estava recebendo salários até a demissão, e se cabe recurso da decisão, e aguarda retorno. Eduardo estava afastado de suas funções na PF para cumprir o seu mandato na Câmara dos Deputados. Contudo, teve o mandato cassado em 18 de dezembro por excesso de faltas.

A perda do mandato foi declarada com base em uma regra da Constituição que proíbe deputados e senadores de faltar a mais de 1/3 das sessões deliberativas do ano. Eleito por São Paulo, Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos desde o início do ano passado. Ele tem afirmado que a mudança ocorreu para evitar uma suposta perseguição política e jurídica no Brasil.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

O município do Brejo da Madre de Deus recebeu, neste fim de semana, uma movimentação política liderada pelo prefeito Roberto Asfora, em apoio às campanhas da candidata ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra, e dos candidatos Kaio Maniçoba, Lula da Fonte, Eduardo da Fonte e Humberto Costa.

A mobilização aconteceu na noite do sábado (19) e contou com as presenças de Kaio Maniçoba, Lula da Fonte e Eduardo da Fonte. Para Asfora, a presença dos candidatos em Brejo representa a importância de manter o diálogo aberto e buscar, junto às diferentes esferas, caminhos para atender às necessidades do município. A mobilização também marcou mais um momento da campanha no município, com a participação de lideranças e apoiadores em defesa dos nomes apresentados pelo grupo.

Caruaru - Minha rua nova

Desde a declaração da candidata Raquel Lyra sobre fazer uma laqueadura em uma paciente “sem ela saber”, foram realizados mais de 20 mil procedimentos do gênero em Pernambuco. Pela naturalidade com que a fala foi dita, a chefe do executivo que deveria passar segurança acabou gerando apreensão em milhares de mulheres pernambucanas. Seja por uma decisão religiosa, ou por planejamento familiar, a decisão sobre o que fazer com o corpo cabe exclusivamente à mulher. Seu corpo, suas regras.

As perguntas que chegam agora só tornam a questão ainda mais grave: essa seria uma determinação em outras unidades de saúde geridas pelo estado? Será que a mesma postura seria adotada em pacientes de maior poder aquisitivo que optam por ter mais filhos? A medida teria relação com o controle de natalidade de possas com menor renda como já se cogitou no passado?

São questionamentos que pairam na cabeça de muitas pessoas. Trata-se de uma postura, no mínimo, repreensível. É difícil que o eleitorado, em especial as mulheres pernambucanas, passem pano para uma declaração tão forte e, ao mesmo tempo, dita com o sorriso no rosto, antecedendo a pose para uma fonte. O lugar torna tudo ainda mais emblemático: era dentro de uma unidade de saúde, cercada por mães com filhos no colo.

Você acha que Raquel Lyra agiu corretamente nessa situação? Deixe aqui a opinião nos comentários.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Mesmo no mundo da ficção difícil imaginar um personagem tão rocambolesco quanto o gângster do Master. Ele é um onívoro, transava com gregos e troianos, baianos, ministros, ex-ministros, baianos e paulistanos. Era dos carecas que ele gostava mais.  Foram transas bilionárias com os demiurgos, entidades que se imaginam flutuando entre o céu e a terra. Incrível é a guarda pretoriana arregimentada por ele e que opera a plenos vapores malignos.

Ai-ai-ai – ui-ui-ui — A montanha estava gemendo e chorando. Eram as dores do parto. Nasceu um lobisomem. Fizeram o teste do pezinho, da carequinha, da barbinha vermelha, do couro cabeludinho. 

Toma, que o filho é teu! A montanha disse ao careca.  Mostraram a ele a prova do batom na calcinha da montanha. Eu não sou a Débora do batom na calcinha, disse o careca. Ela violou a castidade de uma estátua de Brasília e por isso foi castigada com 14 anos de cadeia. As estatuas de Brasília são virtuosas de nascença, falou.

Um doula, especialista em partos heterodoxos, vai solicitar a quebra do sigilo sexual da montanha. Nem precisa. Slides e transparências revelam que a montanha caiu na gandaia e ofereceu ofertas de gratidão milionárias aos seus pretendentes.   A montanha promoveu uma orgia na Europa com a presença de centenas de donzelas loiras para degustação dos aiatolás.

A montanha hoje está enjaulada na cadeia, mas tudo gira em torno das aventuras dela. Vai escrever um livro intitulado “Memórias cabeludas de uma montanha” e pretende que seja uma delação premiada para sair da cadeia. Propõe que suas transas pecaminosas sejam perdoadas e seja proclamado inocente para desfilar em carro de bombeiro como herói nacional. Nada surpreende nestas terras Brasilis onde o maior ladrão do Estado da Guanabara, condenado a 200 anos de cadeia, hoje desfila lépido e fagueiro no calçadão de Copacabana e se proclama a alma mais honesta do Reino de Pindorama.

O juiz evangélico está ameaçado de ser julgado e condenado por ter tido a ousadia de desafiar os poderes do maior gângster da nossa história. Neste Brazil de bananões e isentões faltam homens com a fibra cívica de um Carlos Lacerda, Leonel Brizola e Ulisses Guimarães capazes de fibrilar, fibra por fibra, o coração dos corruptos e malévolos. Os militantes conservadores e da direita são de fritar bolinho, não têm tutano para encarar a caterva vermelha e suas circunstâncias. 

O código de honra da Cosa Nostra, invocado por um aiatolá de esquerda, chama-se Omertà. É a lei do silêncio e da cumplicidade, mesmo diante de crimes cometidos por seus sequazes.

Este Brazil S.A. é dominado por homens maus e perversos. Nestas horas e desoras meu guru o economista Roberto Campos dizia que esta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz, não corre nenhum risco de dar certo. Desde 1500 até hoje ele continua acertando, e a história não costuma dar cavalo de pau.

*Periodista, escritor e quase poeta

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O que a fala de Raquel revela sobre o poder de decidir pelo corpo de uma mulher pobre

Há frases que podem ser classificadas como infelizes. E outras que obrigam a sociedade a discutir algo muito maior do que o constrangimento de quem as pronunciou, como esta: “Mas faz sem ela saber! Vai!” Saiu, pasmem, da boca da governadora Raquel Lyra (PSD) em meio a uma visita ao Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns, em maio de 2025.

O vídeo, com a lamentável frase, veio a público, ontem, e mostra a governadora conversando com pessoas que aparentam integrar a equipe da unidade sobre uma paciente grávida que, segundo o relato ouvido por ela, já teria sete filhos. Na sequência, Raquel fala em colocá-la na fila para uma laqueadura e, depois de uma resposta inaudível, afirma que o procedimento deveria ser feito sem que a mulher soubesse.

Palmares - Forró Mares 2026

A deputada federal Maria Arraes (PSB) classificou como “repugnante” a fala da governadora Raquel Lyra (PSD), que sugeriu realizar uma laqueadura sem o conhecimento da paciente. “De nada adianta a gente ter uma governadora se ela não colocar a luta das mulheres como prioridade e, quando a gente chega lá, a responsabilidade é ainda maior. Usar a caneta para abrir caminhos, garantir direitos e proteger outras mulheres, nunca para tirar delas o direito de decidir sobre o próprio corpo”, afirmou em vídeo publicado nas redes sociais.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A declaração da governadora Raquel Lyra (PSD) sugerindo a realização de uma laqueadura em uma paciente “sem ela saber” também remete a um episódio envolvendo o então presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Em reportagem publicada em 2018, a Folha de S.Paulo recuperou declarações e propostas de Bolsonaro em defesa da esterilização de pessoas pobres como forma de, segundo ele, “combater a miséria e a criminalidade”. Em 2014, o então vereador Carlos Bolsonaro chegou a defender nas redes sociais que o Bolsa Família fosse concedido apenas a pessoas submetidas a vasectomia ou laqueadura.

Veja na íntegra:

Camaragibe - IPTU Verde 2026

A declaração da governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), sugerindo a realização de uma laqueadura em uma paciente do Hospital Dom Moura, em Garanhuns, “sem ela saber”, ganhou repercussão nacional após ser revelada pela coluna de Andreza Matais, do Metrópoles.

O caso passou a ser destaque nos noticiários de todo o país neste domingo (20) e, na Folha de S.Paulo, tornou-se a notícia mais lida da editoria de Política.

O candidato a governador João Campos (PSB) se pronunciou nas redes sociais, na noite deste domingo (20), sobre a divulgação de um vídeo em que Raquel Lyra (PSD) aparece recomendando a realização de um procedimento de laqueadura sem o consentimento de uma paciente. Segundo o líder da Frente Popular de Pernambuco, a postura da governadora, sintetizada na frase “Faz sem ela saber”, causa “indignação” e representa uma “violação da integridade física de uma mulher”.

“‘Faz sem ela saber’. Assisti com indignação ao vídeo em que a candidata usa essa frase pra sugerir a laqueadura de uma gestante, sem ela saber. A lei é clara: esterilização exige manifestação expressa da vontade da mulher. Autoridades e gestores públicos têm o dever legal e ético de garantir direitos e proteger a população, jamais de sugerir práticas ilícitas ou violações da integridade física. Fazer “sem ela saber” não é cuidado. É violência. É crime previsto em lei”, escreveu.

As imagens que viralizaram foram gravadas em 2025, no Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns, no Agreste. Na gravação, a governadora aparece ouvindo o relato feito por uma servidora sobre uma mulher que já tinha filhos e estava novamente grávida. Raquel sugere a realização de uma laqueadura, ouve da funcionária uma frase que não é possível entender no vídeo e, então, diz: “Mas faz sem ela saber, vai!”. O caso vem gerando indignação de diversas autoridades, influenciadoras e outras personalidades em todo o país.

Depois das declarações da governadora Raquel Lyra sobre a realização de laqueaduras, inclusive diante da possibilidade de procedimentos sem o consentimento adequado das mulheres, a reação foi imediata. O assunto revoltou mulheres em todas as regiões de Pernambuco.

E agora é preciso ir além da declaração. É preciso saber o que aconteceu na prática: quantos procedimentos foram realizados, em quais unidades, sob quais protocolos e com qual autorização?

Pegou mal. Mais uma vez. A declaração da governadora Raquel Lyra (PSD) que sugere a uma paciente do Hospital Dom Moura, em Garanhuns, ser submetida a uma laqueadura, nas palavras de Raquel, “sem ela saber”, acabou por ganhar uma dimensão que ultrapassa, e muito, os limites de uma fala infeliz.

Trata-se de um episódio que envolve consentimento, autonomia individual, ética médica e valores defendidos por setores que, sim, integram o campo político da ex-prefeita de Caruaru.

Por Mariana Sanches
Do UOL

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja neste domingo (20) a Nova York, onde fará o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU. No decorrer de sua fala, devem aparecer ao menos três recados aos Estados Unidos, sem citações nominais ao presidente Donald Trump, que o sucederá no púlpito: cooperação internacional no combate ao crime organizado, sem invasões territoriais, críticas à aplicação de tarifas comerciais e respeito da comunidade internacional às eleições brasileiras.

A menos de 12 dias das eleições presidenciais, e em meio a um cenário difícil pintado pelas pesquisas de intenção de voto, Lula deve deixar de lado qualquer menção ao Judiciário brasileiro, que enfrenta uma grave crise exposta na sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) da última terça-feira (15), quando o julgamento da abertura de inquérito contra Alexandre de Moraes por suposta ligação com Daniel Vorcaro virou uma sucessão de trocas de acusações e ataques entre os magistrados. A sessão foi suspensa por um pedido de vista de Flávio Dino.

Amanhã (21), Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (Psol) participam de um debate promovido pela TV Guararapes. O encontro será realizado das 18h às 19h45, com mediação da apresentadora Meiry Lanuce. A emissora optou por um formato que os candidatos farão perguntas entre si.

O debate será dividido em quatro blocos. No primeiro e no terceiro, os candidatos poderão abordar temas livres nas perguntas feitas uns aos outros. A ordem de quem pergunta e quem responde será definida por sorteio, com direito a réplica e tréplica. No segundo bloco, o formato será semelhante, mas os temas das perguntas também serão sorteados.

O quarto e último bloco será destinado às considerações finais dos candidatos. O encontro ocorre a 14 dias do primeiro turno das eleições para o Governo de Pernambuco.

Após a repercussão de um vídeo divulgado neste domingo (20) pela coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, em que a governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), sugere a realização de uma laqueadura em uma mulher sem o seu conhecimento, a governadora veio a público pedir desculpas pela declaração.

O registro foi feito durante a inauguração da ala pediátrica do Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns. Na gravação, a funcionária relata o caso de uma gestante que já teria sete filhos — a mulher mencionada na conversa não aparece nas imagens. Raquel sugere, então, que a mulher seja submetida a uma laqueadura sem que tenha conhecimento do procedimento.

Raquel classificou a declaração como “uma fala equivocada” e pediu desculpas. “Essa fala minha em nada traduz o respeito que eu tenho às mulheres. Por isso, eu peço desculpas, foi uma fala equivocada, eu não tenho compromisso com o erro”, afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais. A governadora também disse defender que mulheres tenham acesso à informação e ao planejamento familiar pela rede pública de saúde.

Na sequência, Raquel afirmou que a divulgação do vídeo seria “mais uma tentativa de desviar o verdadeiro foco do debate” no contexto eleitoral. “Não é sobre ataques, deve ser sobre propostas”, declarou.

Por Larissa Rodrigues
Do Blog Efeito Político

Este é daqueles textos que nenhuma jornalista gostaria de escrever. Sendo mulher, é ainda mais pesado analisar a fala mais indefensável de todos os tempos vinda justamente da primeira mulher a comandar Pernambuco, um Estado libertário e rebelde por natureza, a terra das Heroínas de Tejucupapo.

Mas, quando se pensava que já tinha se visto todo tipo de absurdo na campanha para o Governo de Pernambuco em 2026, como gabinete do ódio liderado por servidor estadual, pix para comentários favoráveis à governadora Raquel Lyra (PSD) e panfletos apócrifos que até hoje não tiveram suas origens bem explicadas, eis que, neste domingo (20), faltando 15 dias para o primeiro turno das eleições, o eleitorado pernambucano se depara com o horror de ver uma mulher defendendo laqueadura em outra mulher “sem ela saber”.

A jornalista Sônia Carneiro, mais conhecida como Soninha, morreu neste domingo (20). Segundo familiares, ela foi encontrada pelo filho pela manhã, em casa, onde morava sozinha. De acordo com o relato, Sônia havia apresentado um quadro de arritmia cardíaca há cerca de três ou quatro dias, chegou a ser atendida em um hospital e recebeu alta. Ontem (19), ela almoçou na casa do filho e, segundo os familiares, estava bem. A família informou que ela morreu durante o sono. A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente.

Sônia Carneiro teve uma longa trajetória no jornalismo político. Foi repórter da Rádio Jornal do Brasil em Brasília entre 1972 e 1992 e acompanhou momentos importantes da história política brasileira, como o processo de redemocratização a campanha das Diretas Já, a eleição presidencial de 1989 e o impeachment de Fernando Collor. Em texto publicado em 2012, no jornal O Globo, o jornalista Jorge Bastos Moreno a descreveu como uma repórter “intrépida” e destacou sua atuação na cobertura da transição democrática. “Com o seu destemor e irreverência, Soninha arrancou coisas dos políticos, que acabaram influenciando decisões importantes. (…) Tancredo Neves só a chamava de ‘minha sobrinha’ e tinha por ela um grande afeto”, descreveu Moreno em seu texto.

Entre os episódios que marcaram sua carreira está uma pergunta feita a Collor durante uma entrevista coletiva, no fim de 1991, quando o então presidente havia emagrecido significativamente. Sônia perguntou diretamente se ele estava com Aids, em meio aos rumores que circulavam na época sobre sua saúde. O episódio foi relembrado pela Folha de S.Paulo em 2014 e pelo Observatório da Imprensa em 2016.

Em 2003, trabalhou com Jaques Wagner na equipe da Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Anos depois, em 2015, foi assessora especial de comunicação social de Wagner no Ministério da Defesa, quando ele comandava a pasta.

Mais informações em instantes.