O sapo e a escapada

Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360

A escapada de Flávio Bolsonaro, operada pela CIA, Mossad e SIDE, serviço secreto argentino, está muito além de mais um capítulo do espetáculo da eleição. Os americanos e seus aliados comandaram um minucioso plano de resgate do ex-candidato do PL com apoio dos argentinos e equatorianos, num momento em que todo o Cone Sul, exceto o Brasil, está sob a batuta de Washington.

Jornais importantes, como Wall Street Journal e Washington Post, se posicionaram a favor de Flávio Bolsonaro e criticaram o ministro Alexandre de Moraes, anotando sua pressa em autorizar o recolhimento do passaporte do candidato derrotado minutos depois de confirmada a vitória de Lula. O que fica claro, seja na leitura dos periódicos ou na atitude do presidente Trump, é a clara má vontade com a reeleição do presidente Lula, não por meras picuinhas ideológicas ou pessoais, mas por questões de Estado.

Do Correio Braziliense

Recife recebeu pela primeira vez o Festival de Jornalismo, evento que já se tornou parte da programação dos estudantes brasilienses. O encontro, voltado à formação de universitários e à discussão dos desafios da profissão no Brasil, foi realizado na última quarta-feira (28), no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE). 

Ao todo, 300 pessoas registraram presença, entre elas cerca de 200 estudantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade Católica de Pernambuco, da Uninassau, da UniFavip, de Caruaru, e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Alguns universitários que marcaram presença vieram de João Pessoa para participar da programação.

Por Agência O Globo

A carta golpista publicada pelo candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro foi ignorada por três em cada quatro políticos eleitos pelo PL no pleito deste ano, ampliando o isolamento do senador na direita. Levantamento do jornal O Globo com os 155 escolhidos para representar o partido no Congresso e nos governos estaduais mostra que 117 ignoraram o texto (75%), enquanto 38 compartilharam ou defenderam o conteúdo do documento.

A baixa adesão reflete o movimento concreto de dirigentes partidários, que buscam convencer o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro a largar a tese de que houve fraude nas urnas, já que não há qualquer indício de que isso ocorreu. Insistir no tema, segundo essas pessoas, compromete a agenda da oposição e pode desgastar a imagem da legenda, além de provocar possíveis reações institucionais.

Caruaru - Minha rua nova

Uma colisão entre veículos na madrugada deste sábado (31) acabou com uma vitima fatal: João Caio Pereira Rodrigues Melo, filho do ex-prefeito de Triunfo, no sertão pernambucano, João Batista Rodrigues. O acidente ocorreu nas imediações do distrito de Jatiúca, em Santa Cruz da Baixa Verde. João Caio tinha apenas 26 anos. As informações são do Farol de Notícias.

Segundo informações da Polícia Militar, um automóvel modelo Wolkswagen Polo, de cor branca, com a placa da Bahia, teria colidido frontalmente com a motocicleta conduzida por João Caio.

Segundo informações de populares, o acidente ocorreu por volta das 00h06 e o condutor do Polo fugiu sem prestar socorro. A vítima morreu ainda no local do acidente.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Anthony Santana e Maysa Sena
Do Blog da Folha

A eleição brasileira realizada no último domingo desmontou o roteiro desenhado pelo primeiro turno e transformou o Brasil em assunto nos países de todo o mundo. A disputa culminou na vitória do presidente Lula (PT), com 51,79% dos votos válidos, o equivalente a mais de 64 milhões de votos, contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que teve 48,21%, cerca de 59 milhões de votos.

Um quadro bastante distinto do primeiro turno do pleito, realizado no dia 4 de outubro, o senador havia terminado na frente, com 47,03% contra 45,16%. Foi a primeira virada em um segundo turno presidencial na história do Brasil.

Olinda - Refis 2026

Dos perdedores, a quem Raquel vai estender a mão?

Quando a governadora Raquel Lyra (PSD) voltar do seu passeio pela Europa encontrará um ambiente de muita ansiedade entre seus aliados que não lograram êxito nas urnas e que sonham acordados com um lugar ao sol para sobrevivência política. Pela primeira vez no Estado uma gestora é reeleita sem puxar um só senador da sua chapa.

Enquanto João Campos (PSB), derrotado por ela, comemora com Lula em Brasília a eleição dos seus dois senadores – Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) – a governadora se vê diante de um cenário desafiador para abrigar em sua gestão políticos da dimensão de Eduardo da Fonte (PP), não eleito senador, e Túlio Gadelha (PSD), que trocou uma reeleição de federal certa por uma aventura ao Senado.

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Imobiliária Gravatá - Fernando Cavalcanti
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